sexta-feira, 30 de abril de 2021

Criando soluções novas e mais leves para o azeite de oliva

 


ANN ARBOR, Michigan, 30 de abril de 2021 – Ao converter a sua tradicional garrafa de vidro de azeite extra virgem em plástico, a Morixe Hnos consegue exportar o seu azeite para todo o Brasil atendendo à uma demanda crescente. A garrafa leve de tereftalato de polietileno (PET), personalizado pela Amcor, imita o toque e a sensação do recipiente de vidro e, ao mesmo tempo, reduz os custos globais associados às exportações. 
Além de ser leve, a garrafa PET de 500 ml proporciona notáveis capacidades de produção, não quebra e oferece maiores vantagens de sustentabilidade do que a sua antecessora de vidro, incluindo:

- uma redução de 78% nas emissões de CO2 que equivale a 217 carros operando por um ano (por milhão de garrafas).
- uma redução de 61% de energia durante a produção, que equivale a 5190 luzes domésticas ligadas -    - anualmente (por milhão de garrafas).
- aumento de 15% das velocidades de linha, menos quebras e economia de embalagens secundárias.
- mais 60% de produto acabado por caminhão, reduzindo substancialmente os custos de transporte e logística.
- 90% mais leve

Os consumidores também poderão apreciar o mesmo design encantador da embalagem de antes, pois a Amcor trabalhou em estreita colaboração com a Morixe para manter a sua identidade de marca, incorporando vários recursos de design, inclusive o mesmo ângulo de ombro reto (quase 90 graus)

"Estamos muito felizes em oferecer uma garrafa leve que seja atraente para o consumidor e ofereça grandes vantagens de produção e sustentabilidade, abrindo a porta para novas oportunidades em azeite comestível", disse Martin Darmandrail, diretor de recipientes especiais da Amcor, Argentina.

"O projeto nos dá grande satisfação como equipe porque confirma que, com os parceiros certos, conseguimos inovar e melhorar como empresa", declarou Martin Noel, gerente de desenvolvimento de negócios e projetos da Morixe. "A Amcor nos forneceu a sua experiência de líder no setor e as ferramentas técnicas que nos deram uma oportunidade inestimável de crescimento e uma vantagem competitiva no mercado de azeites comestíveis."

A Morixe também deverá implementar garrafas PET para outras linhas de produtos no futuro próximo.

O PET, que rapidamente se tornou o material de embalagem preferido mundialmente, é leve, inquebrável, de fácil abertura e fechamento, reutilizável e infinitamente reciclável. Em meio às preocupações de higiene atuais, as garrafas PET tampadas e/ou vedadas mantêm as bebidas protegidas contra patógenos, como vírus e bactérias. Elas também são vedadas para combater qualquer contaminação e podem ser fechadas novamente para proteção contínua.


Sobre a Morixe: A Morixe tem um histórico extenso e diversificado no ramo de produção de alimentos, remontando a mais de um século. A empresa obteve uma forte reputação graças à qualidade e confiabilidade de seus produtos. A Morixe continua investindo e inovando para desenvolver novas categorias de produtos alimentares que satisfaçam seus clientes e expandam seus mercados. A empresa é alavancada na qualidade e competitividade de seus produtos e compete regionalmente.

Para obter mais informações, visite: www.morixe.com.ar.

Indústria de MDF Greenplac faz doação para o sistema de saúde de Água Clara (MS) para auxílio ao combate da COVID-19

 A ação tem como intuito auxiliar o sistema de saúde do município neste momento de crise, afirma o empresário José Roberto Colnaghi


          


A Greenplac – mais moderna indústria de MDF do país – decidiu continuar sua longa tradição de apoiar boas causas e, em Abril, realizou a doação de R$100 mil e de um respirador móvel para a Prefeitura de Água Clara (MS). O intuito da ação é auxiliar o município, que tem cerca de 15 mil habitantes e que se tornou lar para o complexo industrial da empresa desde sua inauguração, em 2017, no combate à pandemia da Covid-19.

“A quantia será aplicada e distribuída no sistema de saúde da cidade, a fim de proporcionar melhores condições de trabalho para os profissionais que vem cuidando não só dos pacientes afetados pelo vírus, mas também de todos os outros moradores de Água Clara e cidades próximas”, revelou José Roberto Colnaghi, Presidente do Conselho de Administração da Asperbras, empresa da qual a Greenplac faz parte.

O momento solene foi acompanhado por Valmir Souza, diretor da indústria de MDF, Marcos Pirani, gerente de suprimentos da empresa e, também, a prefeita da cidade, Gerolina Alves, e o secretário de Saúde, Claudio Mathias.

Além da quantia em dinheiro, a empresa fez, também, a doação de um respirador móvel – o equipamento será entregue ao hospital local para auxiliar no tratamento dos pacientes com problemas respiratórios devido à covid-19, que precisam ser deslocados para outros municípios.

Além da cerimônia de doação, a diretoria da Greenplac discutiu novas parcerias e rotas de desenvolvimento para o município e acompanhou a prefeita Gerolina Alves em um tour da unidade de produção. Durante a conversa, Alves reforçou a importância da Greenplac para a região e reconheceu o impacto positivo da indústria no crescimento econômico do Mato Grosso do Sul.

“Ações como essa são de extrema importância para a Greenplac, pois entendemos que auxiliar no bem-estar e saúde da cidade é também ajudar o próximo. Esta ação social, entre tantas outras realizadas pela Greenplac, é uma forma de manter como vocação a responsabilidade socioambiental da empresa”, reforçou o empresário José Roberto Colnaghi.

Asperbras

A Asperbras, dos irmãos Francisco e José Roberto Colnaghi, começou sua história com o talento e a perseverança do pai Francisco Colnaghi que, em 1966, ao fundar uma empresa de implementos agrícolas em Penápolis, cidade do interior de São Paulo, deu a largada para o desenvolvimento de um grupo empresarial baseado no compromisso com a qualidade, dedicação em tempo integral e responsabilidade na prestação de serviços. Menos de vinte anos depois, a empresa já era reconhecida em todo o Brasil com a estratégia de investir na fabricação de tubos e conexões de PVC para irrigação agrícola, e de lá para os dias de hoje, a Asperbras se transformou em um dos mais importantes grupos empresariais brasileiros. Hoje, a Asperbras é reconhecida também por atuar nas áreas de engenharia industrial, gerenciamento e montagem de projetos industriais em diversos segmentos, na construção e incorporação imobiliária, e nos setores de alimentos, agronegócio, mineração e geração de energia. O Grupo mantém suas estruturas societárias nacionais e internacionais desvinculadas e independentes, atuando em quase todo Brasil e em três continentes, África, Europa e América do Sul. São mais de três mil profissionais que trabalham em programas, projetos e obras nos principais segmentos da economia mundial. Para o atendimento dos projetos de adução de água e esgoto no Norte e Nordeste, a Asperbras tem duas plantas industriais, sendo uma na Bahia e outra no Rio Grande do Norte. Nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul atua no segmento de Agronegócio.

terça-feira, 23 de março de 2021

No aniversário de Florianópolis, a cidade lança projeto para se tornar referência na reciclagem de Isopor®

O Projeto RECICLE+EPS tem como objetivo engajar a população na coleta seletiva e reciclagem do EPS (Isopor®)

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Florianópolis formaliza hoje, durante as comemorações do aniversário da cidade, o termo de cooperação técnica para ampliar a reciclagem de poliestireno expandido (EPS), conhecido pela marca registrada Isopor®. O projeto batizado de Recicla+EPS foi desenvolvido pela Plastivida, no seu Comitê de EPS, em sintonia com os conceitos de Economia Circular e objetiva tornar a cidade um modelo para o Brasil em reciclagem e educação ambiental para os plásticos, em especial o EPS.

Por meio da parceria entre o Comitê de EPS da Plastivida, Santa Luzia Molduras, Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Florianópolis e a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR), serão realizadas ações que vão engajar a população na coleta seletiva das embalagens de EPS. Até o momento, já foram instalados 11 pontos de entrega voluntária (PEVs), exclusivos para a coleta do EPS, espalhados pela cidade.

A entrega das embalagens de EPS limpas e secas nas cabines coletoras permite agregar qualidade e valor ao material. A separação adequada facilita o tratamento e melhora o preço de venda do material, gerando trabalho e renda aos integrantes de cooperativas de triagem. "O Isopor® (EPS) é 100% reciclável. É importante divulgar que existe um grande mercado para esse material plástico reciclado", aponta o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Braga. O EPS separado em Florianópolis vai virar novos produtos na indústria de Braço do Norte, explica.

O EPS reciclado é reutilizado para fabricação de réguas, rodapés, molduras, perfis decorativos e até placas para a construção civil, tudo em indústria catarinense, por sinal. De acordo com Ivam Michaltchuk, coordenador do Comitê de EPS da Plastivida, Florianópolis tem potencial para coletar e reciclar em torno de 10 toneladas de Isopor® por mês na Grande Florianópolis.

Uma carga de EPS, em caminhão grande, de 40 metros cúbicos, antes de ser compactada pesa aproximadamente 300 quilos. Depois de compactado, em máquina degasadora, instalada na Associação de Coletores de Materiais Recicláveis, que retira até 95% do ar do Isopor®, o mesmo espaço terá capacidade para até oito toneladas do material. O baixo peso e o alto volume exigem uma logística peculiar e a colaboração do cidadão. Por isso, afirma o superintendente de Gestão de Resíduos da SMMA, Ulisses Laureano Bianchini, é importante que as pessoas levem o Isopor® (EPS) limpo e seco até os PEVs. Depois disso, as embalagens seguirão para a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR), no Itacorubi, para ser preparado e encaminhado à unidade recicladora da Santa Luzia em Braço do Norte (SC).

Segundo o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, o resultado esperado desse trabalho é uma população mais consciente, além do crescimento na geração de emprego e renda para associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, parceiras da COMCAP e o aumento na vida útil dos aterros sanitários. "Trata-se de uma ação que vai além da preservação do meio ambiente, promovendo a transformação da relação entre a cidade e seus moradores e o Isopor® (EPS), tornando Florianópolis uma capital modelo no Brasil, no que tange às boas práticas de uso e destinação desse material", informa Bahiense. Ele completa: "é importante aumentar o conhecimento sobre a reciclabilidade do EPS e sobre a importância da coleta seletiva para que as pessoas possam continuar se beneficiando desses produtos e, assim, proteger o meio ambiente".

PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIA (PEVS) PARA ISOPOR® (EPS) – FLORIANÓPOLIS/SC
  • Rua Hercílio Luz, esquina com R. Anita Garibaldi, Centro
  • Praça dos Namorados - Largo São Sebastião, Centro
  • Mirante Beira Mar - esquina com Al. Lamego com Felipe Schmidt, Centro
  • Av. Gov. José Boabaid, Parque São Jorge
  • Rua Gama Rosa – praça, Trindade
  • Centro de Saúde – Parque de Coqueiros, Coqueiros
  • Praça Nossa Senhora de Fátima, Estreito
  • Av. madre Benvenura – lado do posto policial, Santa Mônica
  • Rod. João Paulo – Praça Dr. Fausto Lobo Brasil, João Paulo
  • Av. Eng. Max de Souza – lado posto policial, Coqueiros
  • Av. Dos Búzios, Jurerê Internacional, ao lado do P12
Sobre a Plastivida: A Plastivida, Instituto Socioambiental dos Plásticos, atua de maneira colaborativa para promover os conceitos da Economia Circular, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos - suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e destinação correta - a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. A entidade é signatária do Pacto Global da ONU e coordena o Fórum Setorial dos Plásticos – Por um Mar Limpo, com o objetivo de promover a preservação do ambiente marinho. Para mais informações: www.plastivida.org.br 

 

quarta-feira, 17 de março de 2021

Indústria de SC lança produto inovador para embalagens que protege contra o novo coronavírus em parceria com a UFSC

 

Tecnologia é patenteada e inédita no mundo e também atua contra outros tipos de vírus e bactérias

Muitas são as mudanças de comportamento percebidas em 2020 com a pandemia do novo coronavírus. Alguns cuidados foram necessários para a adaptação em meio à prevenção em relação à Covid-19, mas muitos hábitos permanecerão mesmo com a chegada da imunização. A consciência de higiene e limpeza não será esquecida, e é pensando em atender o consumidor com nova consciência sanitária que a Anjo Tintas, empresa de Criciúma, Santa Catarina, em parceria com a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina - apresenta um produto inovador que irá proteger as superfícies de embalagens flexíveis com o selo Nanoblock®, com nanotecnologia para eliminar bactérias e vírus, incluindo o novo coronavírus.

Capaz de proteger produtos em embalagens flexíveis de forma contínua e com longa duração, o selo garante que a embalagem é antiviral e bactericida. Dessa forma, vírus e bactérias não conseguem se fixar e se multiplicar na superfície, impedindo a contaminação cruzada e garantindo que a proteção de qualquer pessoa que manuseie aquelas embalagens. Assim, não importa quantas pessoas tocaram no produto, pois ele permanecerá protegido de inúmeros riscos à saúde que são invisíveis aos olhos.

"É uma inovação tecnológica a nível mundial. Hoje as pessoas falam de se proteger, usar máscara, passar álcool em gel, manter distância e não tocar umas nas outras. Mas, até agora, não existia um produto para oferecer proteção inteligente e contínua, e a Anjo Tintas traz essa novidade através da Linha AnjoPrint, que possui tintas e produtos desenvolvidos para impressão em embalagens flexíveis", diz Filipe Colombo, CEO da Anjo Tintas.

A empresa investe em tecnologia e inovação há anos. Em 2013, a Anjo Tintas lançou a tinta Protect Pack, desenvolvida para proteger embalagens de qualquer tipo de bactéria, evitando que micróbios e germes entrem em contato com os produtos dentro da embalagem e com os consumidores. Dessa vez, a pesquisa foi ampliada com a tecnologia Nanoblock®, que possui duas certificações baseadas em normas internacionais: a JIS Z 2801:2010, que mostrou efetividade na redução das bactérias em 99,99% e a ISO 21702:2019, também em 99,99% de redução de partículas virais na superfície aplicada.

Ter um produto com esse selo mostra aos consumidores que a marca está preocupada com o bem-estar dele e fará o máximo para proteger também as pessoas do seu convívio. Entre um produto com selo antiviral e bactericida, incluindo o novo coronavírus, e um produto comum, o consumidor terá a vantagem de escolher aquele que oferece maior proteção. A tecnologia Nanoblock® está disponível em formato verniz, que pode ser aplicado em toda a embalagem, garantindo a proteção de quem tocar na superfície. O formato também garante à indústria de embalagens um impacto mínimo no custo e no método utilizado.

"É um poder de segurança e poder de marca ao mesmo tempo. Uma oportunidade das marcas mostrarem que estão realmente fazendo algo pelos clientes", finaliza Colombo.

Sobre a Anjo Tintas:
A Anjo Tintas nasceu em 1986 e tem como missão proporcionar produtos e relacionamentos duráveis com flexibilidade, inovação e sustentabilidade. Sua política da qualidade é superar as expectativas dos clientes, oferecendo relacionamentos e produtos duráveis, inovadores e sustentáveis, atendendo a legislação aplicável ao negócio e melhorando continuamente os seus processos, produtos e serviços.

A Anjo Tintas pode ser encontrada em todos os estados brasileiros em mais de 6.250 lojas de tintas, lojas de materiais de construção, entre outros. Além disso, existem 43 lojas conceito que vendem exclusivamente a Anjo e 70 espaços conceito, locais dentro de lojas em que a marca tem destaque.

Linhas da marca:
Automotiva e AnjoCarbon: linha de alta tecnologia automotiva voltada para veículos que sofreram acidente e precisam de reparos;
Imobiliária: tintas e produtos voltados para construção civil;
AnjoPrint: tintas e produtos desenvolvidos para impressão em embalagens flexíveis;
AnjoTech: tintas e produtos voltados para o segmento industrial;
Solventes: presente em todas as linhas acima.

Serviço:
Anjo Tintas
Site: https://www.anjo.com.br/

Fabricantes de agulhas e seringas buscam atender demanda para a vacinação contra COVID-19

 

Além de quantidade para garantir a vacinação da população, agulhas e seringas precisam estar em conformidade com requisitos de qualidade e segurança

Para atender a alta demanda por agulhas e seringas para a vacinação contra a COVID-19, em 2021 e nos próximos anos, fabricantes e importadores do setor devem aumentar sua produção. Embora o Brasil tenha ampla capacidade para atender a demanda, seja pela produção nacional ou pela importação de insumos, a Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed) aponta que o planejamento é essencial para evitar o desabastecimento. Além da quantidade de agulhas e seringas, fabricantes e importadores devem ficar atentos aos requisitos de segurança e qualidade que permitem sua distribuição no Brasil.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é o organismo responsável pela publicação das normas ISO no país, publicou, no último ano, duas versões de normas que estabelecem requisitos para a segurança e qualidade das agulhas e seringas. As normas ABNT NBR ISO 7864:2020 e ABNT NBR ISO 7886-1: 2020 trazem mudanças importantes para estes produtos que já são exigidas nos novos Regulamentos da ANVISA RDC 341 e 344 de 06/03/2020 e na Portaria Nº 289 do INMETRO de 04/09/2020.

Atualizações da ISO 7864
A norma 7864, por exemplo, apresenta mudanças com relação ao diâmetro da agulha. Até 2010 era apenas um diâmetro entre 0,8mm e 40mm. A partir de 2020, há dois diâmetros, 0,23 mm/0,25 mm × 6 mm.

Os conectores também passaram a exigir novos materiais dependendo da aplicação. Os com vão estreito são para líquidos e gases em aplicações de cuidados à saúde. Já os com conicidade de 6% Luer devem ser destinados a aplicações intravasculares ou hipodérmicas.

Já no método de ensaio para determinar a força de união entre o canhão e a cânula, a publicação de 2010 da 7864 não especificava uma metodologia. Nesta, sugere-se utilizar uma máquina de tração e compressão com uma célula de carga de 500 N e velocidade de 50 mm/min.

Também há novas especificações referentes aos dispositivos de proteção. Até 2010, não havia referências anteriores. A partir deste ano, no entanto, esses dispositivos deverão estar de acordo com a norma a ISO 23908.

Por último, sobre os requisitos de bicompatibilidade, que também não havia versão anterior, a determinação é que a agulha deve estar livre de risco biológico de acordo com os requerimentos da ISO 10993-1.

Atualizações da ISO 7886
A principal novidade relacionada à ISO 7886 é o detalhamento dos termos dos requisitos gerais, que são considerados entradas de projetos para os fabricantes. A versão 2020 determina, por exemplo, que os materiais usados na fabricação das seringas não devem produzir, sob condições de uso normal, quantidades significativas de substâncias tóxicas.

O termo também esclarece que os materiais utilizados na construção da parede do cilindro da seringa devem ter clareza suficiente para permitir que as leituras sejam lidas sem dificuldade.

Quanto aos métodos de ensaio, em 2003 a norma determinava que, diante da utilização de lubrificante nas superfícies internas da seringa, este não deveria ficar visível sob forma de gotas ou partículas. A versão 2020, no entanto, flexibiliza a regra e determina apenas que essa visibilidade deve ser minimizada. Já se o material for polímero, este elemento pode então tornar-se totalmente aparente.

O comprimento do cilindro também sofreu alteração em comparação com a publicação de 2003. Se antes, as seringas deveriam comportar 10% a mais de sua capacidade máxima, agora não há um índice predefinido. Sabe-se apenas que esse número deve ser calculado pela avaliação de risco, levando em consideração, por exemplo, a remoção de bolhas de ar ou o risco de sobredosagem.

As flanges do cilindro, que são as empunhaduras, ganharam novas flexibilizações. As amostras que não correspondem ao tamanho, forma e resistência previamente estabelecidas, ainda assim poderão ser aprovadas, caso passem por uma avaliação de risco de acordo com a ISO 14971 e para usabilidade de acordo com IEC 62366.

Processo de certificação
No Brasil, a TÜV Rheinland é líder no mercado de ensaios de agulhas e seringas e está acreditada para atender as normas mais atuais que são exigidas pela ANVISA. A empresa possui um laboratório de ensaios de produtos médicos localizado em São Paulo, que é acreditado pelo INMETRO também para atender ao Programa de Certificação e Ensaios de Agulhas, Seringas e Equipos. Com grande experiência neste escopo, o laboratório realiza ensaios de aproximadamente 300 famílias desses produtos por ano, e se mantém permanentemente atualizado em relação às alterações de requisitos gerais de certificação.

As instalações do grupo estão preparadas para testar e certificar seringas hipodérmicas, seringas para insulina, seringas para uso em Bomba de Infusão, agulhas hipodérmicas e gengivais, equipos para transfusão, infusão gravitacional e infusão para uso com bomba de infusão, além de equipamentos para laboratórios de análises clínicas. A empresa também atua certificando voluntariamente produtos da área médica, que incluem autoclaves, centrífugas e câmaras de vacina e de conservação.

Sobre a TÜV Rheinland
A TÜV Rheinland significa segurança e qualidade em quase todas as áreas de negócios e da vida. Fundada há cerca de 150 anos, a empresa é uma das principais fornecedoras de serviços de teste do mundo, com mais de 20.000 funcionários e receita anual de 2 bilhões de euros. Os especialistas altamente qualificados da TÜV Rheinland testam sistemas e produtos técnicos em todo o mundo, apoiam inovações em tecnologia e negócios, treinam pessoas de várias profissões e certificam sistemas de gerenciamento de acordo com padrões internacionais. Dessa forma, os especialistas independentes geram confiança nos produtos, nos processos das cadeias globais que agregam valor. Desde 2006, a TÜV Rheinland é membro do Pacto Global, das Nações Unidas (ONU), para promover a sustentabilidade e combater a corrupção. Site: www.tuv.com.


Ciser lança parafusos Plast Ultra para fixação em plásticos

 


A Ciser, maior fabricante de fixadores da América Latina, lançou no mercado os parafusos Plast Ultra, ideais para fixação em substratos plásticos submetidos a vibrações. Exclusivo e patenteado, o novo produto vem para complementar o mix da empresa, que se destaca no fornecimento de soluções para indústrias de diversos segmentos.

Os parafusos Plast Ciser Ultra oferecem, segundo informaram, um torque de remoção superior comparado com as roscas convencionais, sendo indicados para aplicações em máquinas de lavar, centrífugas, serras elétricas, lavadoras a jato, cortadores de grama, entre vários outros produtos. O parafuso possui uma geometria de rosca inovadora, desenvolvida para aumentar a área de contato com o substrato, garantindo pelo menos 20% de aumento do torque necessário para a remoção.

Com três acabamentos disponíveis (zincado branco, zincado preto e Nanotec®), o novo fixador tem alta resistência ao afrouxamento vibracional, elimina a necessidade de dispositivos de travamento suplementares e permite a reinserção do parafuso após sua remoção, se necessário.

Sobre a Ciser
Marca de excelência, a Ciser tem capacidade produtiva de 6,6 mil toneladas/mês e portfólio de 27 mil produtos divididos em 500 linhas, para atender clientes em mais de 20 países. Mais de 1.600 colaboradores estão divididos entre as unidades de Araquari/SC e Sarzedo/MG. As instalações se completam com o centro de distribuição e o centro administrativo, situados em Joinville/SC.

Com 61 anos de história, a companhia segue investindo fortemente em inovação tecnológica e conduz ações de responsabilidade socioambiental. Ao longo de seis décadas de investimentos, aquisições e ampliação dos segmentos em que atua, a Ciser se tornou uma das maiores empresas de Santa Catarina. Seus produtos cobrem diversos segmentos, como agronegócio, energia solar, moveleiro, metalmecânico, construção civil, estruturas metálicas, automotivo, linhas branca e marrom, petróleo e gás, eletrônica e varejo da construção civil.

Recentemente, a empresa lançou a Loja Ciser, ferramenta inédita na indústria de fixação, desenvolvida exclusivamente para os seus clientes de todo o Brasil. Para mais informações, acesse: loja.ciser.com.br.

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Termoplástico extrusado com fibras naturais é exclusividade da Artecola na América Latina

                                                                                 

Material 100% reciclável é usado principalmente na indústria calçadista e no setor automotivo, garantindo ganhos sustentáveis e melhor performance final.

A Artecola é a única empresa na América Latina que oferece ao mercado termoplásticos extrusados com fibras naturais. Registrados sob a marca Ecofibra, os materiais são 100% recicláveis e, dependendo da formulação, ainda podem ser totalmente biodegradáveis, outra exclusividade da Artecola para esse tipo de produto.

As principais utilizações do Ecofibra estão no setor calçadista e no setor automotivo, em peças de estruturação. "A extrusão de termoplásticos com fibras naturais exige alto investimento em equipamentos e refinado conhecimento técnico. São diferenciais que fazemos questão de oferecer ao mercado por conta de nosso foco na inovação e na sustentabilidade", ressalta o Presidente Executivo, Eduardo Kunst. A família Ecofibra, assim como todos os lançamentos da Artecola, é desenvolvida com base em critérios ambientais. "Buscamos sempre oferecer a melhor performance com o menor impacto ao meio ambiente", detalha o empresário.

O produto utiliza como matéria prima fibras vegetais descartadas por outros setores, consideradas sobras de produção. Estes resíduos ganham nova aplicação na Artecola, substituindo insumos de fonte não renovável. Com isso, dois importantes ganhos ambientais são garantidos: a empresa reduz o consumo de materiais que causam impacto ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, contribui para reduzir a quantidade de resíduos que seriam descartados em outros processos produtivos. Uma das formulações, por exemplo, reduz o uso de polímero (fonte petroquímica) e dá nova aplicação a resíduos de madeira da indústria moveleira.

Somente em 2020, a Artecola reutilizou 2.263 toneladas de material reciclado em sua produção, boa parte desse total direcionado para a família Ecofibra. "Contribuímos para que nossos clientes criassem calçados biodegradáveis, automóveis mais econômicos e produtos finais recicláveis, diminuindo a quantidade de resíduos sólidos em diversos setores", comemora o Presidente.

ECOFIBRA NO CALÇADO – No segmento calçadista, a família Ecofibra é usada em couraças e contrafortes, itens que auxiliam na estrutura dos calçados. As couraças são aplicadas no bico, mantendo o formato do sapato. Já os contrafortes ajudam a formar o "calcanhar" e também na sustentação dos modelos. Couraças e contrafortes desenvolvidos com a família Ecofibra têm a vantagem de serem mais maleáveis e resistentes, o que permite espessuras menores para manter a estrutura dos calçados com maior conforto e sem interferir no visual.

ECOFIBRA EM AUTOMÓVEIS - Direcionado às sistemistas que fornecem para as montadoras, o Ecofibra é usado em diversas partes do interior de automóveis, como o revestimento posterior do banco traseiro, medalhões e painéis de portas, revestimento de tetos e porta-pacotes. O laminado com fibras naturais se tornou um grande sucesso da Artecola para o segmento, hoje usado em modelos da Fiat, Jeep, Honda, Hyundai, Renault, Nissan e Toyota. O Ecofibra permitiu a substituição de barras metálicas na estruturação de peças que tiveram até 23% de redução de peso e até 50% em número de componentes, contribuindo para melhor performance e economia dos veículos.

A ARTECOLA - Com 72 anos completados no dia 5 de maio de 2020, a Artecola se insere no grupo de menos de 0,5% das empresas brasileiras (dados do IBGE) que alcançam essa maturidade. Na atual estrutura, a empresa conta com três áreas de negócios - Indústria, Consumo e Extrusão – com um total de nove plantas produtivas, no Brasil, Argentina, Colômbia, Chile, México e Peru. Mais informações podem ser obtidas em www.artecolaquimica.com.br e nas mídias sociais da Artecola Química.