terça-feira, 22 de setembro de 2020

Hoje: Oportunidades e Perspectivas para a Cadeia do Plástico é tema de webinar

Quase todos os segmentos da economia utilizam aplicações produzidas pela cadeia do plástico. Este setor vem recebendo, cada vez mais, demandas da sociedade e diversas regulamentações. Para discutir a competitividade, as novas oportunidades de negócios, perspectivas e principais desafios, será realizada uma roda de conversa entre o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), Ciro Marino, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho e o vice-presidente sênior da BASF na América do Sul, Antonio Lacerda.

O webinar “Oportunidades e Perspectivas para a Cadeia do Plástico” será hoje, dia 22 de setembro, às 14h, pela plataforma onono: www.onono.com.br. Inscrições pelo link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdJFI8RVP5UzDjTeywe4bAOKsi64SYBhPRL-qlvqpLEVnH5yw/viewform.

O evento também marca o lançamento da plataforma de conteúdos para o mercado de Aditivos para Plásticos. A proposta do novo espaço é de contribuir com informações e conhecimento para a cadeia do plástico sobre temas como sustentabilidade, tecnologias, inovações e possibilidades de aplicação.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Debate “Plástico e Políticas Públicas” aborda Economia Circular em webinar online

Sinplast-RS, Simplás e Simplavi reuniram entidades, parlamentares e interessados no setor

Nesta segunda-feira (14/09), o Sinplast-RS, em parceria com Simplás e Simplavi, promoveu uma webinar com representantes da ABIPLAST, Plastivida e Braskem a fim de dialogar sobre o tema: “Plástico e políticas públicas: alternativas e soluções”. O encontro ocorreu junto a parlamentares estaduais, suas assessorias e demais interessados no setor, reunindo cerca de 50 participantes simultâneos.

Gerson Haas, Presidente do Sinplast-RS

Na ocasião, soluções para reciclagem, educação ambiental e descarte correto integraram o bate-papo. O Presidente do Sinplast-RS, Gerson Haas, iniciou o evento com uma fala sobre o tema principal. “Que possamos trabalhar na educação ambiental para a separação e o destino correto do plástico, a fim de que vire material novamente, reaproveitando e gerando um novo produto e fechando assim a economia circular”, ressaltou. O Presidente do Simplás, Gelson de Oliveira, também deu seu parecer ao começar o debate: “Falta educação, faltam políticas públicas e todas as entidades juntas com a responsabilidade de um projeto onde possamos reutilizar corretamente e não vilanizarmos o plástico”.

Daniel Fleischer e Vick Martinez, representando as Relações Institucionais da Braskem, foram os primeiros debatedores, abordando, principalmente a Indústria Brasileira, da petroquímica à reciclagem. Para Fleischer, a responsabilidade de cada um também deve ser medida, principalmente quando falamos sobre o assunto. “Se os plásticos estão nos lugares errados é porque PESSOAS descartaram os resíduos de forma errada. O plástico pode ser tudo, menos lixo”, salientou.

Coordenadora de Projetos Setoriais da Abiplast, Paula Pariz de Oliveira seguiu a discussão na mesma linha, tocando em pontos como o banimento, as restrições, o panorama geral do setor e uma linha do tempo dos materiais. “Quando falamos de Projetos de Lei, falamos geralmente sobre descartáveis. Mas, na produção total de resíduos, somente 2,5% são materiais de uso único”, esclareceu.

A Plastivida finalizou a programação do evento com uma fala ministrada por seu Presidente, Miguel Bahiense, que abordou, de forma geral, a realidade da reciclagem no Brasil. “Se nós não entendermos que não podemos desperdiçar, que não devemos consumir em excesso e que temos que destinar de forma adequada, não teremos solução para o lixo, e não importa se for plástico, papel ou alumínio”, encerrou. Para saber mais sobre o evento ou solicitar materiais disponibilizados, entre em contato com o Sinplast-RS pelo e-mail: sinplast@sinplast.org.br


quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Matias Campodonico assume Diretoria de Sustentabilidade para a América Latina da Dow

 

Profissional acumulará nova função com o atual cargo de Diretor de Relações Públicas e Assuntos Governamentais para América Latina

São Paulo, Setembro de 2020 - A Dow acaba de anunciar que Matias Campodonico, Diretor de Relações Públicas e Assuntos Governamentais para a América Latina, assumirá novas responsabilidades na companhia como Diretor de Sustentabilidade para a região.

A atuação de Campodonico terá ligação estratégica com os objetivos da companhia, que recentemente anunciou suas novas Metas de Sustentabilidade, que visam a proteção do clima, a eliminação de resíduos e o fechamento de ciclo. Em sua nova atribuição, Campodonico será responsável pela supervisão executiva da estratégia de sustentabilidade regional, bem pelo avanço da agenda de políticas públicas e prioridades da Dow nas áreas de mudanças climáticas, economia circular e materiais mais seguros.

Matias Campodonico ingressou na Dow em 2011, em Buenos Aires, como Gerente de Assuntos Governamentais para a Região Sul, onde foi responsável pela coordenação das políticas públicas e estratégia de assuntos governamentais da Dow. Antes de retornar à América Latina em 2017, o Diretor passou quase quatro anos na sede da Dow em Midland, nos EUA, como Diretor do Escritório do CEO. Campodonico é formado em Direito pela Universidade de Buenos Aires (Magna Cum Laude, 2001) e possui mestrado em Jornalismo (Torcuato Di Tella University, 2003) e em Relações Internacionais (King's College - University of London, 2005).

Sobre a Dow
A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

Terphane apresenta embalagem conceito para ir direto ao forno

As chamadas ‘oven bags’ possibilitam o cozimento ou aquecimento dos alimentos de forma rápida, fácil, segura e mais sustentável.

São Paulo, setembro 2020 – A determinação do consumidor em garantir conveniência e funcionalidade para as suas refeições é uma realidade sem volta. Especialmente nos grandes centros urbanos, há uma necessidade urgente de alimentos que tenham um preparo fácil e rápido e sejam nutritivos e saborosos. Atenta à esta realidade, a Terphane (www.terphane.com), líder em filmes PET (poliéster) na América Latina e um importante player global, disponibiliza filmes PET que atendem a esta necessidade de cozimento e/ou aquecimento dos alimentos na própria embalagem.

Os chamados filmes para ‘oven bags’ têm como principal diferencial a possibilidade de serem colocados em micro-ondas ou fornos convencionais. “Outra importante vantagem é a possibilidade de usar uma única embalagem. Ao invés do tradicional assa-fácil onde temos um ‘oven bag’ dentro de uma outra embalagem (pouch ou flowpack), podemos dispensar a embalagem externa e ter uma única embalagem monomaterial (somente poliéster)”, explica Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Além de garantir a redução do uso de materiais de embalagem, esta é uma solução bem mais sustentável que o modelo atual por utilizar apenas um material (o poliéster) que é totalmente reciclável. Esta solução já é amplamente usada na Europa e nos Estados Unidos e está disponível para o mercado brasileiro. A Terphane, inclusive, já desenvolveu com um parceiro local, uma solução técnica que permite que essa embalagem possa ser impressa e ainda suporte as altas temperaturas de cozimento.

A embalagem Terphane ‘oven bags’ também suporta baixas temperaturas de refrigeração e/ou congelamento (até -300C), sendo, portanto, ideal para todos os tipos de proteínas (suínos, bovinos e aves), com ou sem tempero, e cujo cozimento acontece na própria embalagem.

Essa nova proposta da Terphane leva praticidade e conveniência ao consumidor brasileiro. Os alimentos são envasados no próprio fabricante, o que contribui para aumentar a segurança alimentar e a higiene. “Estamos falando de uma embalagem hermética e “amigável” ao meio ambiente, que vai da gôndola diretamente ao forno e quando sai, o alimento está pronto para consumo. Os consumidores adoraram a novidade e toda a praticidade. Inclusive ressaltam que não há travessa suja e, no caso do frango, ele sai do forno suculento além de reduzir o tempo do consumidor na cozinha”, explica Célia.

O cozimento eficiente e perfeito deve-se ao fato do filme de poliéster ajudar a manter o calor dentro da embalagem, evitando ainda o ressecamento do alimento. Os filmes PET da Terphane para ‘oven bags’ têm aprovação para contato com alimentos, inclusive para ir ao forno.

Sobre a Terphane
Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui ampla experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. Esta característica garante um desempenho único aos filmes Terphane e a coloca como líder de mercado na América Latina e um importante player global. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Convite webinar 14/09 - Plástico e políticas públicas: alternativas & soluções

 

Daqui há pouco, às 14hs, os sindicatos da indústria do plástico no Rio Grande do Sul – Sinplast-RS, Simplás e Simplavi - com o apoio do Sistema FIERGS, realiza o evento "Plástico e políticas públicas: alternativas & soluções."

Na oportunidade, será abordado esse tema de extrema importância para o setor plástico, seus gargalos, soluções para a reciclagem, educação ambiental e descarte correto. O seminário visa esclarecer dúvidas, partilhar visões e, principalmente, elucidar questões técnicas relacionadas a aspectos econômicos, ambientais e culturais da Economia Circular.

O evento é fechado. Por isso, é necessária inscrição prévia para acesso ao link da Webinar: https://lp.rlkpro.com/l/mP52eaABF1157 

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

ADIRPLAST tem recuperação de vendas nos meses de junho e julho e prevê segundo semestre estável

 

Volume total de vendas dos associados ADIRPLAST no mês de julho foi 23% maior que o de junho. De janeiro a julho deste ano foram vendidas 259.041 toneladas (incluindo todas as resinas e os filmes de BOPP e BOPET) 

São Paulo, 31 de agosto de 2020 – Mesmo com a pandemia afetando todos os setores da economia brasileira, os associados ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estão conseguindo recuperar parte de suas vendas. A demanda no mês de julho foi 23% maior do que a de junho, que já tinha apresentado uma tendência de alta. "A recuperação é gradual. Junho foi 31,1% maior que maio, que por sua vez foi 11,8% maior que abril - pior mês do histórico da associação", explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas total dos associados ADIRPLAST (incluindo todas as resinas e os filmes BOPP e BOPET) de janeiro a julho de 2020 foi de 259.041 toneladas. Comparando esse período com os mesmos meses de 2019, é possível perceber a queda de 6,9% nas vendas. Considerando os volumes por grupo de produtos, foram vendidos pelas empresas associadas à entidade em julho deste ano 36.560 toneladas das commodities PEs, PP e PS, 2.663 toneladas de plástico de engenharia (PA6, PA6.6, PMMA, PC, PBT, ABS-SAN, POM e PU) e 3.462 toneladas de filmes Bi-orientados (BOPP e BOPET). "Estes volumes representam cerca de 10% do consumo brasileiro de resinas plásticas, inclusive recicladas. Não entra nesta conta apenas o PVC", observa Gonçalves.

Para o vice-presidente da ADIRPLAST, Osvaldo Cruz, a retomada das vendas em junho e julho foi significativa e importante, porém, ainda não é capaz de neutralizar a brutal parada da economia iniciada na segunda quinzena de março e que teve seu pico em abril. "É preciso observar que, no acumulado do ano, ainda estamos em patamar 6,9% inferior ao igual período de 2019, que, diga-se de passagem, também não foi um ano de grande desempenho, nem para o setor plásticos, nem para a economia do país", ratifica.

Apesar de pontuar realidade, Cruz diz que, diante das condições atuais, em meio a uma pandemia, foi possível ver nos meses de junho e julho deste ano uma capacidade formidável de reação do mercado nacional. "Se levarmos em conta os prognósticos mais sombrios que apareciam nos noticiários, essa reação traz um alento e sinaliza um segundo semestre melhor para a economia e, consequentemente, para os setores produtivo e da distribuição. Há luz no fim do túnel!", ressalta.

Um ano que começou promissor teve sua história transformada pela pandemia do Covid-19, explica Daniela Antunes Guerini, diretora da Mais Polímeros. "Já no mês de março as projeções mudaram, devido à queda do volume de venda. Abril trouxe um novo cenário (um dos piores da história), volume baixo, vários pedidos de prorrogação, inadimplência e uma incerteza enorme. Maio foi o mês de controlar os problemas e tentar entender nosso mercado. Já em junho, com grande parte das Indústrias retomando suas atividades, iniciou-se uma fase de reposição de estoques na cadeia. A partir de então, os volumes subiram consideravelmente, porém, ainda não voltamos aos níveis de pré pandemia", resume.

Para a executiva da Mais Polímeros, a demanda atual tende a se manter até outubro. "A partir do mês 10, acontece uma queda já esperada das vendas devido à redução dos estoques para fechamento do ano. Assim, estimamos que o ano termine com volumes 10% menores do que os do ano passado".

Cláudia Savioli, diretora da Polymark, conta que esse tem sido um ano de mudanças profundas na empresa e seus negócios, não apenas pela transformação digital pela qual vinha implantando. "Esse é um período de muita resiliência, necessária para se adaptar às mudanças, reconfigurar as pessoas e os processos", conta Savioli. Segundo ela, o mercado de embalagens flexíveis se mostrou forte desde maio. "O setor tem conseguido reconquistar o valor das embalagens flexíveis, material versátil e de extrema importância para a conservação de outros produtos. Isso, mais as vendas reprimidas de abril, têm feito nossa demanda crescer. Mas as margens foram apertadas", explica.

Mesmo assim, diz Savioli, os desafios ainda não foram superados e o segundo semestre vai trazer um novo componente para o jogo, a falta de produto. "A falta de resina limita o crescimento de todo o mercado. Por isso, teremos que ter mais amplitude em estoques, diversificação, aumentar os custos de segurança, valer-nos de bons negócios e de boa comunicação, com transparência e comprometimento. Puxados pela maior demanda, os preços continuarão aumentando. Serão meses intensos".

Para a APTA Resinas, distribuidora de plástico de engenharia, que é distribuidora exclusiva no Brasil da ExxonMobil (Metalocenos), de PP e de PE importados, apenas os meses de maio e abril foram muito ruins, conta Eduardo Cansi, diretor da empresa. "Nos demais meses, tivemos bons resultados", conta. Assim, o executivo segue otimista e acredita que o segundo semestre siga tendência de alta apresentada nesses últimos dois meses do primeiro semestre do ano.

A percepção de que o segundo semestre seja melhor que o primeiro e siga estável é comum entre os associados da ADIRPLAST. Todos estão cientes dos obstáculos à frente, mas acreditam também que o pior já passou. "Hoje temos um mercado mais unido, além disso, a expectativa de mudanças, como a da aprovação da Reforma Tributária e até mesmo do início da conscientização das pessoas e dos governantes de que o plástico não é um vilão, mas um grande aliado no que se refere a conservação de alimentos ou de cuidados com a saúde, podem auxiliar no crescimento do setor", finaliza Gonçalves.

A ENTIDADE
A ADIRPLAST tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e crédito. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Para mais informações, acesse www.adirplast.org.br e aproveite para cadastrar seu e-mail e receber informações sobre distribuição de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia.

Evonik lança surfactante multifuncional TOMADOL® 904 para aplicações no setor de limpeza pesada de superfícies

  • Formulações surfactantes multifuncionais com número menor de ingredientes podem ajudar o consumidor a entender melhor a composição dos produtos
  • TOMADOL® 904 oferece excelente desempenho geral, com penetração rápida e emulsificação eficaz de sujidades
  • Este lançamento também permite aprimorar o perfil sustentável das formulações de produtos de limpeza

A linha de negócios Care Solutions da Evonik lançou TOMADOL® 904, um novo surfactante multifuncional para aplicações no setor de limpeza pesada de superfícies.
 
O TOMADOL® 904 apresenta diversas funções nas fórmulas, conferindo diversos outros benefícios aos formuladores além do simples desempenho de limpeza. Ao simplificar uma fórmula de limpeza, os surfactantes multifuncionais podem reduzir as dificuldades com os estoques de matérias-primas e os riscos associados à cadeia de suprimentos. Os produtos também podem reduzir significativamente os custos da fórmula em geral, já que ajudam a substituir outros componentes.
 
Com o uso de menos ingredientes, as formulações surfactantes multifuncionais também podem facilitar a compreensão do consumidor sobre a composição dos produtos. Segundo a empresa de pesquisa de marketing Mintel, 63% dos americanos dizem que hoje estão mais interessados em saber o que estão comprando que no passado. Além disso, as tendências regulatórias recentes apontam no sentido de uma maior transparência quanto aos componentes dos produtos de limpeza. Ao mesmo tempo, os consumidores também podem ficar confusos com o volume de informações que as marcas fornecem. De fato, 64% dos consumidores dos Estados Unidos estão mais inclinados a recomendar uma marca que proporciona experiências e informações mais simples, afirma a consultora de marcas Siegle+Gale.
 
No que diz respeito ao desempenho na limpeza, o TOMADOL® 904 foi concebido para ser usado com facilidade em qualquer aplicação de limpeza pesada de superfícies com base nos níveis de diluição. Isso permite, por exemplo, utilizar a mesma formulação para um desengordurante e para um limpa-vidros, apenas ajustando o nível de diluição do surfactante. Sua alta atividade nas superfícies garante a eficácia do TOMADOL® 904 mesmo em altos níveis de diluição. Na comparação com limpadores convencionais, o TOMADOL® 904 oferece excelente desempenho geral, com penetração rápida e emulsificação eficaz de sujidades. O produto também oferece um ótimo perfil eco-friendly à sua formulação.
 
“TOMADOL® 904 é uma escolha sustentável para os formuladores que buscam ingredientes multifuncionais versáteis em seus produtos de limpeza. O produto apresenta alta eficiência na eliminação da gordura, mesmo sem possuir solventes em sua formulação, o que ajuda os formuladores a ampliar o uso de produtos de limpeza eficientes com número menor de ingredientes”, diz Derek Dagostino, Global Marketing Director da linha de produtos de Cleaning Solutions.
 
A megatendência por sustentabilidade é o principal motor de crescimento da divisão Nutrition & Care da Evonik, cuja meta é a melhora da qualidade de vida dos consumidores no mundo inteiro, contribuindo para o bem-estar das pessoas que procuram soluções sustentáveis. O lançamento de produtos inovadores como este apoia a contínua transformação do portfólio da Evonik em direção à sustentabilidade.
 
Para mais informações sobre o TOMADOL® 904 basta visitar a nova plataforma on-line de soluções de limpeza da Evonik, intoCleaning.evonik.com.
 
Informações da Empresa
A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019. A Evonik vai muito além da química para criar soluções inovadoras, rentáveis e sustentáveis para os clientes. Mais de 32.000 colaboradores trabalham juntos com um propósito em comum: queremos melhorar a vida das pessoas, todos os dias.
 
Sobre Nutrition & Care
O segmento Nutrition & Care, dirigido pela Evonik Nutrition & Care GmbH, contribui para o atendimento das necessidades humanas básicas, incluindo aplicações para bens de consumo de uso diário, nutrição animal e cuidados com a saúde. Com 8.100 colaboradores, esse segmento gerou vendas de aproximadamente 4,58 bilhões de euros em 2019.