O SIMPEP – Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná montou uma comitiva de associados para participar da Brasilplast - 13ª Feira Internacional do Plástico, que acontece de 09 a 13 de maio, no centro de exposição Anhembi, em São Paulo.
“A Brasilplast é o principal evento do setor na América Latina e montamos esta caravana para unir os empresários e buscar as novidades tecnológicas do mercado de transformação, principalmente em assessórios e equipamentos”, relata a presidente do SIMPEP, Denise Dybas Dias.
A feira conta com 1300 expositores de 63 países e deve receber mais de 65 mil profissionais que terão a oportunidade de conhecer novos produtos e serviços, além de estreitar relacionamentos com empresas e entidades da área.
Segundo Denise, outro ponto a ser destacado é a conferência que acontece durante a feira e está com uma programação excelente, trazendo as informações e perspectivas do mercado, novas tecnologias e soluções para as empresas.
O setor de transformação do plástico conta com 940 empresas no Paraná, contribuindo decisivamente com a economia do estado, dando oportunidade de emprego para 24.500 pessoas. “A comitiva organizada pelo SIMPEP, além de tornar o Paraná bem representado e participativo neste grande evento, também tem como objetivo dar a oportunidade aos nossos associados de reciclarem seus conhecimentos e conhecerem as últimas tendências de mercado”, afirma a presidente.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Com número recorde de 43 empresas, a Itália se apresenta na Brasilplast 2011
Reconhecida mundialmente na área de tecnologia em maquinário e moldes para materiais plásticos e borracha, a Itália vem reforçar sua presença no país e apresentar seu potencial para o setor durante a BRASILPLAST 2011, de 09 a 13 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
Com o objetivo de firmar novas parcerias estratégicas, bem como consolidar a presença das empresas italianas no país, a iniciativa conta com a organização do ICE - Instituto Italiano para o Comércio Exterior, entidade ligada ao Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, em parceria com a ASSOCOMAPLAST - Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas para Matéria Plástica e Borracha.
O Pavilhão Italiano reúne 43 empresas líderes em seus setores de atuação, apresentando crescimento de 40% em sua área expositiva e 38% em relação ao número de participantes, comparado à edição anterior, em área expositiva de quase mil metros quadrados.
Comércio Bilateral
O Brasil é o 5º maior mercado mundial de exportação italiana no segmento. Além disso, a Itália ocupa atualmente o 3º lugar entre os principais fornecedores de instalações para o mercado brasileiro, tendo quase duplicado, em 2010, o valor de suas vendas para o setor, chegando a quase 100 milhões de euros (versus 2009).
O setor na Itália
Em termos de faturamento e exportação, os fabricantes italianos de máquinas para matéria plástica e borracha, ocupam o segundo lugar, a nível mundial, com mais de 11%sobre o total, atrás da Alemanha. Equiparado tecnologicamente com o país europeu, a Itália apresenta a vantagem de oferecer uma melhor relação qualidade/preço, o que a torna mais competitiva, sobretudo em relação aos países mais orientados à produção de alta qualidade e valor agregado.
Em mais de 50 anos de atividade, o setor italiano passou por um constante processo de evolução, que lhe permitiu desenvolver uma indústria completa, com ampla gama de produtos: extrusoras mono e duplo parafuso, máquinas à injeção, máquinas para extrusão-injeção/sopro, máquinas para estampagem rotacional e linhas diversificadas de máquinas para espumas poliuretânicas rígidas e flexíveis, entre outros.
Destaque especial para o segmento de reciclagem (mecânica) de termoplásticos e borracha, com soluções que englobam a inclusão de matérias-primas de segunda-mão, que podem ser valorizadas e recolocadas no ciclo produtivo e instalações, máquinas e equipamentos que ofereçam soluções tecnológicas voltadas a processos de transformação sustentável e com menor impacto ambiental, como máquinas com reduzido consumo de energia, que também permitem a produção de artigos de plástico cada vez mais leves e com as mesmas características técnicas.
O desenvolvimento da indústria italiana nos últimos anos
Os principais indicadores do setor mostram avanços positivos. Para a indústria italiana o balanço de 2010, em relação ao ano anterior, apresenta uma substancial retomada, superior às estimativas dos meses anteriores. O bom momento da indústria italiana é confirmado pelo incremento da produção de máquinas para a indústria do plástico e da borracha (+ 9,1%) em relação a 2009, com um valor de 3,6 bilhões de euros. Quanto às exportações, estas somaram, no mesmo período, 2,01 bilhões de euros (+ 9,7%) e um saldo positivo na balança comercial de 1,4 bilhões, tendo como principais destinos Alemanha e China (dados ICE/ ASSOCOMAPLAST).
Com o objetivo de firmar novas parcerias estratégicas, bem como consolidar a presença das empresas italianas no país, a iniciativa conta com a organização do ICE - Instituto Italiano para o Comércio Exterior, entidade ligada ao Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, em parceria com a ASSOCOMAPLAST - Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas para Matéria Plástica e Borracha.
O Pavilhão Italiano reúne 43 empresas líderes em seus setores de atuação, apresentando crescimento de 40% em sua área expositiva e 38% em relação ao número de participantes, comparado à edição anterior, em área expositiva de quase mil metros quadrados.
Comércio Bilateral
O Brasil é o 5º maior mercado mundial de exportação italiana no segmento. Além disso, a Itália ocupa atualmente o 3º lugar entre os principais fornecedores de instalações para o mercado brasileiro, tendo quase duplicado, em 2010, o valor de suas vendas para o setor, chegando a quase 100 milhões de euros (versus 2009).
O setor na Itália
Em termos de faturamento e exportação, os fabricantes italianos de máquinas para matéria plástica e borracha, ocupam o segundo lugar, a nível mundial, com mais de 11%sobre o total, atrás da Alemanha. Equiparado tecnologicamente com o país europeu, a Itália apresenta a vantagem de oferecer uma melhor relação qualidade/preço, o que a torna mais competitiva, sobretudo em relação aos países mais orientados à produção de alta qualidade e valor agregado.
Em mais de 50 anos de atividade, o setor italiano passou por um constante processo de evolução, que lhe permitiu desenvolver uma indústria completa, com ampla gama de produtos: extrusoras mono e duplo parafuso, máquinas à injeção, máquinas para extrusão-injeção/sopro, máquinas para estampagem rotacional e linhas diversificadas de máquinas para espumas poliuretânicas rígidas e flexíveis, entre outros.
Destaque especial para o segmento de reciclagem (mecânica) de termoplásticos e borracha, com soluções que englobam a inclusão de matérias-primas de segunda-mão, que podem ser valorizadas e recolocadas no ciclo produtivo e instalações, máquinas e equipamentos que ofereçam soluções tecnológicas voltadas a processos de transformação sustentável e com menor impacto ambiental, como máquinas com reduzido consumo de energia, que também permitem a produção de artigos de plástico cada vez mais leves e com as mesmas características técnicas.
O desenvolvimento da indústria italiana nos últimos anos
Os principais indicadores do setor mostram avanços positivos. Para a indústria italiana o balanço de 2010, em relação ao ano anterior, apresenta uma substancial retomada, superior às estimativas dos meses anteriores. O bom momento da indústria italiana é confirmado pelo incremento da produção de máquinas para a indústria do plástico e da borracha (+ 9,1%) em relação a 2009, com um valor de 3,6 bilhões de euros. Quanto às exportações, estas somaram, no mesmo período, 2,01 bilhões de euros (+ 9,7%) e um saldo positivo na balança comercial de 1,4 bilhões, tendo como principais destinos Alemanha e China (dados ICE/ ASSOCOMAPLAST).
FCC lança na Brasilplast 2011 o Fortiprene TPE VERDE, primeiro elastômero termoplástico com 50% de origem renovável
A FCC faz na Brasilplast 2011 o lançamento do Fortiprene TPE VERDE, com até 50% de materiais renováveis, de origem vegetal. O desenvolvimento deste material pioneiro representa um importante passo na busca de soluções para as questões de sustentabilidade do planeta, minimizando a degradação do meio ambiente e a exaustão dos recursos naturais.
Para atender à demanda deste mercado, a FCC investiu R$ 10 milhões na instalação de uma unidade produtiva junto à sua matriz, em Campo Bom/RS, e na ampliação da unidade de Conceição de Jacuipe/BA. Com estes investimentos, a empresa duplica sua capacidade de produção da matéria-prima, passando a ter capacidade para 10.000 toneladas/ano.
A apresentação da nova matéria-prima acontece como mais um esforço da FCC para manter o ritmo de aceleração de sua participação neste segmento – a indústria teve crescimento de 40% nas vendas de TPEs em 2010.
Fortiprene TPE VERDE é totalmente reciclável e sua funcionalidade e demais propriedades mecânicas e físicas permanecerão similares aos demais produtos convencionais atualmente disponíveis no mercado.
O Fortiprene TPE VERDE pode ser utilizado em qualquer aplicação em que os TPEs tradicionais já são utilizados, como por exemplo, na substituição de peças feitas em borracha vulcanizada, utilidades domésticas, cabos de ferramentas e utensílios, além de peças de vedação automobilísticas, brindes e brinquedos, entre outros.
Resultado de pesquisas próprias, o desenvolvimento do produto esteve focado também na questão econômica. O Fortiprene TPE VERDE não custa mais caro que um TPE convencional de propriedades similares, o que é um apelo importante para sua aceitação. Além de não custar mais, a nova matéria-prima da FCC pode ser processada no mesmo tipo de equipamento que qualquer outro TPE – injeção, extrusão, sopro e calandragem. Ou seja, para usar a matéria-prima renovável, as indústrias não terão que fazer qualquer modificação em seus processos.
O diretor de termoplásticos da FCC, Julio Schmitt, acredita na aceitação da nova matéria-prima, que oferecerá a fabricantes de utensílios, embalagens, a possibilidade de fazer uso de um material reciclável para a produção de peças e detalhes com toque macio e com característica anti-derrapante. O Fortiprene TPE Verde é feito para ser usado em peças que requeiram maciez de toque e o efeito anti-derrapante, como os cabos de ferramentas, cabos de escovas de dentes, embalagens de cosméticos, entre outros.
LINHA DE TPVs
A FCC está apresentando na Brasilplast também a linha completa de TPVs (Elastômeros Termoplásticos Dinamicamente Vulcanizados à base de PP/EPDM), o primeiro elastômero termoplástico dinamicamente vulcanizado (TPV) com tecnologia brasileira.
A FCC é a precursora brasileira na concepção dessa tecnologia.
O Fortiprene TPV tem grande aplicação em autopeças de vedação. A FCC projeta incremento significativo de sua participação no mercado de TPVs, “porque um produtor brasileiro de TVP atende mais rapidamente aos seus clientes, tanto no fornecimento quanto no desenvolvimento de peças”. Com o mercado doméstico aquecido, “as indútrias que usam esta matéria-prima precisam de um fornecedor local, para reduzir o tempo de desenvolvimento de novas peças, além dos recursos aplicados em estoque. A racionalização agiliza a produção e contribui para a formação de preços”.
CAPACIDADE DE DISTRIBUIÇÃO AMPLIADA
Para melhor atender aos clientes da região Sudeste, a FCC não investiu apenas na ampliação da capacidade de produção. A empresa está inaugurando uma unidade de distribuição em São Paulo, capital, com estoque, laboratório, show room e local de atendimento e suporte de serviços ao cliente.
O investimento faz parte do projeto da FCC, de oferecer agilidade no atendimento ao cliente, tanto para o fornecimento do produto quanto para o desenvolvimento de peças técnicas.
Para atender à demanda deste mercado, a FCC investiu R$ 10 milhões na instalação de uma unidade produtiva junto à sua matriz, em Campo Bom/RS, e na ampliação da unidade de Conceição de Jacuipe/BA. Com estes investimentos, a empresa duplica sua capacidade de produção da matéria-prima, passando a ter capacidade para 10.000 toneladas/ano.
A apresentação da nova matéria-prima acontece como mais um esforço da FCC para manter o ritmo de aceleração de sua participação neste segmento – a indústria teve crescimento de 40% nas vendas de TPEs em 2010.
Fortiprene TPE VERDE é totalmente reciclável e sua funcionalidade e demais propriedades mecânicas e físicas permanecerão similares aos demais produtos convencionais atualmente disponíveis no mercado.
O Fortiprene TPE VERDE pode ser utilizado em qualquer aplicação em que os TPEs tradicionais já são utilizados, como por exemplo, na substituição de peças feitas em borracha vulcanizada, utilidades domésticas, cabos de ferramentas e utensílios, além de peças de vedação automobilísticas, brindes e brinquedos, entre outros.
Resultado de pesquisas próprias, o desenvolvimento do produto esteve focado também na questão econômica. O Fortiprene TPE VERDE não custa mais caro que um TPE convencional de propriedades similares, o que é um apelo importante para sua aceitação. Além de não custar mais, a nova matéria-prima da FCC pode ser processada no mesmo tipo de equipamento que qualquer outro TPE – injeção, extrusão, sopro e calandragem. Ou seja, para usar a matéria-prima renovável, as indústrias não terão que fazer qualquer modificação em seus processos.
O diretor de termoplásticos da FCC, Julio Schmitt, acredita na aceitação da nova matéria-prima, que oferecerá a fabricantes de utensílios, embalagens, a possibilidade de fazer uso de um material reciclável para a produção de peças e detalhes com toque macio e com característica anti-derrapante. O Fortiprene TPE Verde é feito para ser usado em peças que requeiram maciez de toque e o efeito anti-derrapante, como os cabos de ferramentas, cabos de escovas de dentes, embalagens de cosméticos, entre outros.
LINHA DE TPVs
A FCC está apresentando na Brasilplast também a linha completa de TPVs (Elastômeros Termoplásticos Dinamicamente Vulcanizados à base de PP/EPDM), o primeiro elastômero termoplástico dinamicamente vulcanizado (TPV) com tecnologia brasileira.
A FCC é a precursora brasileira na concepção dessa tecnologia.
O Fortiprene TPV tem grande aplicação em autopeças de vedação. A FCC projeta incremento significativo de sua participação no mercado de TPVs, “porque um produtor brasileiro de TVP atende mais rapidamente aos seus clientes, tanto no fornecimento quanto no desenvolvimento de peças”. Com o mercado doméstico aquecido, “as indútrias que usam esta matéria-prima precisam de um fornecedor local, para reduzir o tempo de desenvolvimento de novas peças, além dos recursos aplicados em estoque. A racionalização agiliza a produção e contribui para a formação de preços”.
CAPACIDADE DE DISTRIBUIÇÃO AMPLIADA
Para melhor atender aos clientes da região Sudeste, a FCC não investiu apenas na ampliação da capacidade de produção. A empresa está inaugurando uma unidade de distribuição em São Paulo, capital, com estoque, laboratório, show room e local de atendimento e suporte de serviços ao cliente.
O investimento faz parte do projeto da FCC, de oferecer agilidade no atendimento ao cliente, tanto para o fornecimento do produto quanto para o desenvolvimento de peças técnicas.
Dow apresenta portfólio de resinas de alta densidade para sopro 100% bimodal e inclui grade inovador da Segunda Geração de bimodais Gas Phase
Os grades específicos atendem as principais aplicações do mercado, desde higiene e cuidados pessoais a defensivos agrícolas. As soluções serão apresentadas na Brasilplast 2011.
A The Dow Chemical Company, por meio da sua divisão de Plásticos, mostra seu portfólio diversificado de resinas de alta densidade para sopro durante a Brasilplast 2011. Trata-se do único do mercado composto exclusivamente por resinas bimodais.
O destaque desta edição é o lançamento da CONTINUUMTM EP DMDA 6630, novo grade da família CONTINUUMTM, que possibilita a redução de peso das embalagens sopradas, mantendo a mesma resistência à carga vertical (top load). Ao mesmo tempo, sua ESCR (Resistência à Quebra sob tensão ambiental) é muito superior ao que normalmente é a exigência da aplicação, tornando possível incorporar quantidades importantes de reciclado pós-consumo sem prejuízo às propriedades da peça.
“A ESCR da resina DMDA 6630 com 50% de reciclado é a mesma que a da resina unimodal”, explica Mariana Mancini, líder de Suporte Técnico e Desenvolvimento América Latina para Rigid Packaging & Durables (embalagens rígidas e duráveis).
A arquitetura bimodal de pesos moleculares traz uma série de vantagens, como explica Mariana Mancini. “A tecnologia de polimerização que produz polietilenos com distribuição de pesos moleculares bimodal possibilita que o mesmo grade apresente propriedades que são contraditórias em polietilenos de alta densidade convencionais”, afirma.
Segundo a líder, graças à arquitetura molecular cuidadosamente desenhada, o mesmo polietileno pode apresentar excelente ESCR e altíssima rigidez, o que permite que os produtos soprados possam ter seu peso reduzido sem prejuízo às suas propriedades.
A linha CONTINUUMTM EP, segunda geração de resinas bimodais produzidas pelo processo Gas Phase da Dow, apresenta um balanço de propriedades ainda melhor, resultado de pesquisas de vanguarda em tecnologia de polimerização. Essas soluções apresentam balanço superior de propriedades, viabilizando a produção de uma ampla gama de embalagens e frascos para diversas aplicações, como embalagens para higiene e cuidados pessoais ou mesmo para defensivos agrícolas.
Esse balanço otimizado de propriedades foi conquistado graças ao catalisador usado no processo. A ferramenta é exclusividade da Dow e foi desenvolvida após extensas pesquisas em ciências de polímeros e tecnologia de catálise.
Ainda da família CONTINUUMTM, os grades bimodais HDPE 35057L e HDPE 35060L têm um longo histórico de performance superior comprovada na aplicação para pequenos frascos (normalmente até 5l), como óleo automotivo e produtos de higiene e cuidados pessoais, entre outros. Por outro lado, o grade 40055L é indicado para a produção de peças de tamanho médio (de 10l a 30l), que exijam maior resistência à ESCR e rigidez. São apropriados para defensivos agrícolas e outros produtos que precisem resistir à tensão ambiental.
A The Dow Chemical Company, por meio da sua divisão de Plásticos, mostra seu portfólio diversificado de resinas de alta densidade para sopro durante a Brasilplast 2011. Trata-se do único do mercado composto exclusivamente por resinas bimodais.
O destaque desta edição é o lançamento da CONTINUUMTM EP DMDA 6630, novo grade da família CONTINUUMTM, que possibilita a redução de peso das embalagens sopradas, mantendo a mesma resistência à carga vertical (top load). Ao mesmo tempo, sua ESCR (Resistência à Quebra sob tensão ambiental) é muito superior ao que normalmente é a exigência da aplicação, tornando possível incorporar quantidades importantes de reciclado pós-consumo sem prejuízo às propriedades da peça.
“A ESCR da resina DMDA 6630 com 50% de reciclado é a mesma que a da resina unimodal”, explica Mariana Mancini, líder de Suporte Técnico e Desenvolvimento América Latina para Rigid Packaging & Durables (embalagens rígidas e duráveis).
A arquitetura bimodal de pesos moleculares traz uma série de vantagens, como explica Mariana Mancini. “A tecnologia de polimerização que produz polietilenos com distribuição de pesos moleculares bimodal possibilita que o mesmo grade apresente propriedades que são contraditórias em polietilenos de alta densidade convencionais”, afirma.
Segundo a líder, graças à arquitetura molecular cuidadosamente desenhada, o mesmo polietileno pode apresentar excelente ESCR e altíssima rigidez, o que permite que os produtos soprados possam ter seu peso reduzido sem prejuízo às suas propriedades.
A linha CONTINUUMTM EP, segunda geração de resinas bimodais produzidas pelo processo Gas Phase da Dow, apresenta um balanço de propriedades ainda melhor, resultado de pesquisas de vanguarda em tecnologia de polimerização. Essas soluções apresentam balanço superior de propriedades, viabilizando a produção de uma ampla gama de embalagens e frascos para diversas aplicações, como embalagens para higiene e cuidados pessoais ou mesmo para defensivos agrícolas.
Esse balanço otimizado de propriedades foi conquistado graças ao catalisador usado no processo. A ferramenta é exclusividade da Dow e foi desenvolvida após extensas pesquisas em ciências de polímeros e tecnologia de catálise.
Ainda da família CONTINUUMTM, os grades bimodais HDPE 35057L e HDPE 35060L têm um longo histórico de performance superior comprovada na aplicação para pequenos frascos (normalmente até 5l), como óleo automotivo e produtos de higiene e cuidados pessoais, entre outros. Por outro lado, o grade 40055L é indicado para a produção de peças de tamanho médio (de 10l a 30l), que exijam maior resistência à ESCR e rigidez. São apropriados para defensivos agrícolas e outros produtos que precisem resistir à tensão ambiental.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Maior interação na cadeia de valor do plástico
O Jornal de Plásticos realizou nova entrevista com José Simantob Netto, economista, com 42 anos de experiência na Petroquímica e nos Plásticos, em diversos cargos de gerência e direção, em empresas nacionais e multinacionais, tanto do setor de produção de resinas quanto da transformação, além de entidades de classe setorial. Hoje se dedica a prestar consultoria na área de estratégias empresariais e setoriais, governança corporativa e sucessão nas empresas familiares (principalmente de capital fechado), projetos para alavancagem financeira, etc..
JP - Sr. Simantob, na sua última entrevista (edição do JP on-line de jan/fev 2011) o senhor sugeriu uma maior interação na cadeia de valor do plástico no sentido de tornar a ponta da cadeia mais competitiva a fim de evitar o risco de desindustrialização. Acredito que o seu modelo foi teórico como é possível realiza-lo na prática?
Simantob – Apesar do Custo Brasil que apontei ( juros mais altos do mundo, carga tributária insuportável, apreciação do real, etc.) é possível baixar o custo da matéria prima para os transformadores aos níveis de preços de China, Oriente Médio e Estados Unidos. Isto vai depender de uma vontade política do governo, uma vez que o monopólio das resinas é estatal/privado. A relação ganha –ganha entre produtor das resinas/transformador poderá se dar baixando os preços das resinas aos níveis dos mercados mais competitivos acima. Esta seria a maneira de tentar deter importações, promover exportações e fortalecer a cadeia como um todo.
JP – Sr. Simantob, de onde o senhor tirou esta idéia?
Simantob – Não tirei esta idéia de ninguém e de nenhum lugar. Formei esta idéia a partir de publicações disponíveis (da Braskem, Jornal de plásticos, e outros), apresentações em Congressos e Seminários (David Kupfer da UFRJ, Robert Bauman da Nextant/ Chemsystems, Armando Guedes Coelho na APIMEC/BOVESPA e outros) e o belíssimo estudo patrocinado pela ABDI. Entretanto, por falta de vontade política pouco ou nada foi feito de positivo pela nossa competitividade até agora, mesmo com tanto material de leitura, estudos apresentações.
JP – Sr.Simantob, porém como baixar os preços das resinas se o Brasil não é competitivo com Estados Unidos e Oriente Médio, onde as olefinas (eteno e propeno) são obtidas diretamente do gás natural (etano e propano), podendo gerar polímeros (PEBD, PEAD, PP, ) etc. a custos menores ?
Simantob – Desculpe a minha simplicidade de raciocínio. Se Allah foi generoso com meus “primos” islâmicos no Oriente Médio, proporcionando a eles o Gás Natural à flor da terra , Deus foi ainda mais generoso para os irmãos cristãos no Brasil. Senão vejamos o que ele nos deu:
·População de 180 milhões de habitantes com crescente poder aquisitivo;
·Frota crescente de 38 milhões de veículos automotores, ou seja, um veículo automotor para cada 6 habitantes;
·Consumo de 117 bilhões de litros de combustíveis em 2010;
·Uma PETROBRÁS realizando o lucro líquido recorde de R$ 35 bilhões;
·Estabilidade política;
·O livre arbítrio para escolha entre cruzar os braços e agir.
Agindo com a implementação de uma pequena taxa sobre o valor dos combustíveis vendidos no país e/ou um pequeno subsídio do mar de petróleo chamado Petrobrás poderia nivelar o custo das nossas olefinas aos custos internacionais favorecendo, tanto o produtor de polímeros quanto a transformação. A decisão terá que ser política.
JP - Mas, com isso, não existe o perigo de só um lado ganhar. Por exemplo, o lado do produtor de resinas?
Simantob – Aí o governo tem uma arma na mão que é a redução de alíquotas de importação de resinas inserindo efetivamente a cadeia de valor do plástico, na economia global da livre concorrência.
JP – O senhor já tem alguns números ou cálculos de quanto seria esta taxa e /ou valor de eventuais subsídios?
Simantob – Não tenho cálculos! Apenas estou sugerindo uma metodologia global que talvez tivesse que ser desenhada e implementada por consultores técnicos - financeiros independentes, afim de que não haja dúvidas sobre isenção ou conflito de interesses.
JP – O governo concordaria com isso?
Simantob – Depende de como se venda esta política Industrial no maior interesse da nossa economia. A China já faz isso. Talvez pela orientação milenar de BUDA, aos meus amigos chineses. Nem precisamos reinventar a roda.
JP - Alguma consideração final?
Simantob – Parafraseando Saint Exupéry em seu famoso livro “O Pequeno Príncipe”, quem conquista se torna responsável. A Petrobrás conquistou o direito do monopólio na Petroquímica e, agora, na minha visão o Governo é moralmente responsável pelos riscos por que passa a cadeia de valor.
JP - Sr. Simantob, na sua última entrevista (edição do JP on-line de jan/fev 2011) o senhor sugeriu uma maior interação na cadeia de valor do plástico no sentido de tornar a ponta da cadeia mais competitiva a fim de evitar o risco de desindustrialização. Acredito que o seu modelo foi teórico como é possível realiza-lo na prática?
Simantob – Apesar do Custo Brasil que apontei ( juros mais altos do mundo, carga tributária insuportável, apreciação do real, etc.) é possível baixar o custo da matéria prima para os transformadores aos níveis de preços de China, Oriente Médio e Estados Unidos. Isto vai depender de uma vontade política do governo, uma vez que o monopólio das resinas é estatal/privado. A relação ganha –ganha entre produtor das resinas/transformador poderá se dar baixando os preços das resinas aos níveis dos mercados mais competitivos acima. Esta seria a maneira de tentar deter importações, promover exportações e fortalecer a cadeia como um todo.
JP – Sr. Simantob, de onde o senhor tirou esta idéia?
Simantob – Não tirei esta idéia de ninguém e de nenhum lugar. Formei esta idéia a partir de publicações disponíveis (da Braskem, Jornal de plásticos, e outros), apresentações em Congressos e Seminários (David Kupfer da UFRJ, Robert Bauman da Nextant/ Chemsystems, Armando Guedes Coelho na APIMEC/BOVESPA e outros) e o belíssimo estudo patrocinado pela ABDI. Entretanto, por falta de vontade política pouco ou nada foi feito de positivo pela nossa competitividade até agora, mesmo com tanto material de leitura, estudos apresentações.
JP – Sr.Simantob, porém como baixar os preços das resinas se o Brasil não é competitivo com Estados Unidos e Oriente Médio, onde as olefinas (eteno e propeno) são obtidas diretamente do gás natural (etano e propano), podendo gerar polímeros (PEBD, PEAD, PP, ) etc. a custos menores ?
Simantob – Desculpe a minha simplicidade de raciocínio. Se Allah foi generoso com meus “primos” islâmicos no Oriente Médio, proporcionando a eles o Gás Natural à flor da terra , Deus foi ainda mais generoso para os irmãos cristãos no Brasil. Senão vejamos o que ele nos deu:
·População de 180 milhões de habitantes com crescente poder aquisitivo;
·Frota crescente de 38 milhões de veículos automotores, ou seja, um veículo automotor para cada 6 habitantes;
·Consumo de 117 bilhões de litros de combustíveis em 2010;
·Uma PETROBRÁS realizando o lucro líquido recorde de R$ 35 bilhões;
·Estabilidade política;
·O livre arbítrio para escolha entre cruzar os braços e agir.
Agindo com a implementação de uma pequena taxa sobre o valor dos combustíveis vendidos no país e/ou um pequeno subsídio do mar de petróleo chamado Petrobrás poderia nivelar o custo das nossas olefinas aos custos internacionais favorecendo, tanto o produtor de polímeros quanto a transformação. A decisão terá que ser política.
JP - Mas, com isso, não existe o perigo de só um lado ganhar. Por exemplo, o lado do produtor de resinas?
Simantob – Aí o governo tem uma arma na mão que é a redução de alíquotas de importação de resinas inserindo efetivamente a cadeia de valor do plástico, na economia global da livre concorrência.
JP – O senhor já tem alguns números ou cálculos de quanto seria esta taxa e /ou valor de eventuais subsídios?
Simantob – Não tenho cálculos! Apenas estou sugerindo uma metodologia global que talvez tivesse que ser desenhada e implementada por consultores técnicos - financeiros independentes, afim de que não haja dúvidas sobre isenção ou conflito de interesses.
JP – O governo concordaria com isso?
Simantob – Depende de como se venda esta política Industrial no maior interesse da nossa economia. A China já faz isso. Talvez pela orientação milenar de BUDA, aos meus amigos chineses. Nem precisamos reinventar a roda.
JP - Alguma consideração final?
Simantob – Parafraseando Saint Exupéry em seu famoso livro “O Pequeno Príncipe”, quem conquista se torna responsável. A Petrobrás conquistou o direito do monopólio na Petroquímica e, agora, na minha visão o Governo é moralmente responsável pelos riscos por que passa a cadeia de valor.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Termocolor marca presença na Brasilplast 2011
A Termocolor,uma das maiores especialistas em masterbatches do país,participa da 13ª edição da Brasilplast – Feira Internacional da Indústria do Plástico, que acontece de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Ao lado de cerca de 1.300 expositores de 30 países, a Termocolor apresentará na feira além de sua tradicional linha de masterbatches, aditivos, compostos, resinas tingidas e de beneficiamento de compostos e tingimento, uma nova linha de produtos aditivados com ação antimicrobiana e os novos masterbatches perolizados de alta performance.
O aditivo antimicrobiano tem função bacteriostática, que evita o desenvolvimento de microorganismos. Desenvolvidos a partir da nanotecnologia da prata, o aditivo têm excelente estabilidade de temperatura, está disponível para diversas aplicações como, por exemplo, em utilidades domesticas em geral, cutelaria, produtos de higiene pessoal, embalagens para laticínios, embalagens de cosméticos, assessórios para banheiros, etc.
Já a linha de masterbatches perolizados traz para a indústria do plástico uma opção de alto desempenho com excelente acabamento. A Termocolor investiu no desenvolvimento e testes consistentes para alcançar uma linha de alta performance, que resiste a temperaturas de até 250º.C sem perder a qualidade de dispersão e garantindo um excelente resultado final, em uma aplicação sem manchas ou oscilação de cores.
Termocolor
Empresa nacional, com mais de 27 anos de mercado, a Termocolor é uma das líderes em seu mercado e prima pela excelência de seus produtos e serviços. Certificada na NBR ISO 9001:2008 desde 2002, pela Fundação Vanzolini, seus produtos obedecem aos critérios mais rigorosos de fabricação, utilizando matérias-primas livres de substâncias nocivas ou que agridam ao meio ambiente, alinhadas à normativa européia RoHS, certificada desde 2008, que garante materiais e processos isentos de metais pesados de forma a evitar riscos de contaminação ambiental.
A Termocolor também acaba de conquistar a certificação NBR ISO 14001:2004, Sistema de Gestão Ambiental, voltada para meio ambiente e da OHSAS 18001:2008, Sistema de Gestão de Segurança, que trata da Saúde e Segurança no trabalho.
A empresa, que começou como prestadora de serviços na área de tingimento e, mais tarde, de prestadora de serviços para a indústria petroquímica, atualmente é uma das maiores fabricantes de masterbatches, compostos, aditivos, e resinas tingidas, além de prestar serviços de beneficiamento de compostos e tingimento.
Localizada em Diadema (SP), com capacidade instalada de 50 mil ton/ano a empresa conta com 130 colaboradores diretos, sendo 30 especialistas técnicos, e tem investido fortemente na aquisição de equipamentos que forneçam mais qualidade e produtividade, que possam potencializar sua produção e modernizar, ainda mais, seus laboratórios de testes.
O aditivo antimicrobiano tem função bacteriostática, que evita o desenvolvimento de microorganismos. Desenvolvidos a partir da nanotecnologia da prata, o aditivo têm excelente estabilidade de temperatura, está disponível para diversas aplicações como, por exemplo, em utilidades domesticas em geral, cutelaria, produtos de higiene pessoal, embalagens para laticínios, embalagens de cosméticos, assessórios para banheiros, etc.
Já a linha de masterbatches perolizados traz para a indústria do plástico uma opção de alto desempenho com excelente acabamento. A Termocolor investiu no desenvolvimento e testes consistentes para alcançar uma linha de alta performance, que resiste a temperaturas de até 250º.C sem perder a qualidade de dispersão e garantindo um excelente resultado final, em uma aplicação sem manchas ou oscilação de cores.
Termocolor
Empresa nacional, com mais de 27 anos de mercado, a Termocolor é uma das líderes em seu mercado e prima pela excelência de seus produtos e serviços. Certificada na NBR ISO 9001:2008 desde 2002, pela Fundação Vanzolini, seus produtos obedecem aos critérios mais rigorosos de fabricação, utilizando matérias-primas livres de substâncias nocivas ou que agridam ao meio ambiente, alinhadas à normativa européia RoHS, certificada desde 2008, que garante materiais e processos isentos de metais pesados de forma a evitar riscos de contaminação ambiental.
A Termocolor também acaba de conquistar a certificação NBR ISO 14001:2004, Sistema de Gestão Ambiental, voltada para meio ambiente e da OHSAS 18001:2008, Sistema de Gestão de Segurança, que trata da Saúde e Segurança no trabalho.
A empresa, que começou como prestadora de serviços na área de tingimento e, mais tarde, de prestadora de serviços para a indústria petroquímica, atualmente é uma das maiores fabricantes de masterbatches, compostos, aditivos, e resinas tingidas, além de prestar serviços de beneficiamento de compostos e tingimento.
Localizada em Diadema (SP), com capacidade instalada de 50 mil ton/ano a empresa conta com 130 colaboradores diretos, sendo 30 especialistas técnicos, e tem investido fortemente na aquisição de equipamentos que forneçam mais qualidade e produtividade, que possam potencializar sua produção e modernizar, ainda mais, seus laboratórios de testes.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
GGD Metals traz à Brasilplast nova linha de produtos
Alumínio para protótipos da indústria automobilística chegam a 1000 mm de espessura
A empresa distribuidora de aços e metais sob medida GGD Metals participa da BrasilPlast, 13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico (9 a 13/05, Anhembi –SP), com nova linha de blocos de alumínio para moldes grandes. Um dos produtos de recente lançamento é o Cast7000, escolhido pela GGD após visitas a diversas feiras pelo mundo e a observação de possíveis parceiros para essa demanda já existente no país para moldes de protótipos.
A indústria automobilística é o foco de vendas desses alumínios, pois utiliza moldes de protótipos feitos com esses materiais para injeção de peças plásticas, como: tanques, tetos, para-choques e painéis automotivos. “A indústria automobilística brasileira é uma das que mais cresce em todo o mundo e não param de investir em plantas e expansão”, diz André Dias, Diretor Geral da GGD Metals. “São muitos os modelos sendo produzidos no país, e toda essa evolução trouxe maior demanda por materiais mais leves e de tecnologia mais avançada.” Todo novo modelo é testado antes de seu lançamento, e moldes de aço ou em outros alumínios acabavam sendo inviáveis e muito caros. O Cast700 e as placas em 5083 com até 1000 mm de espessura são a solução para este mercado.
O investimento inicial para trazer esses novos materiais é alto, já que são necessários também os equipamentos para corte dessas medidas especiais. Porém, a GGD Metals quer ter todas as possíveis medidas que o cliente desejar. “Sabemos que existe total possibilidade de retorno desses investimentos no prazo de um ano”, afirma Dias. A nova linha de alumínios especiais está à venda desde fevereiro e já existem medidas sendo repostas por terem sido totalmente vendidas. “Os pedidos são bem relevantes já que são usados para grandes projetos”.
Na BrasilPlast, a GGD tem estande de destaque com mais de 20 atendentes diariamente de plantão. “A feira é uma das mais expressivas para nós, pois sempre tivemos a indústria de moldes plásticos como forte foco”. A empresa já se especializou em atender a indústria de termoplásticos, desde quando a RCC (uma das empresas que formou a GGD após fusão em 2008) trouxe as primeiras remessas de alumínios para moldes há mais de 15 anos.
A empresa distribuidora de aços e metais sob medida GGD Metals participa da BrasilPlast, 13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico (9 a 13/05, Anhembi –SP), com nova linha de blocos de alumínio para moldes grandes. Um dos produtos de recente lançamento é o Cast7000, escolhido pela GGD após visitas a diversas feiras pelo mundo e a observação de possíveis parceiros para essa demanda já existente no país para moldes de protótipos.
A indústria automobilística é o foco de vendas desses alumínios, pois utiliza moldes de protótipos feitos com esses materiais para injeção de peças plásticas, como: tanques, tetos, para-choques e painéis automotivos. “A indústria automobilística brasileira é uma das que mais cresce em todo o mundo e não param de investir em plantas e expansão”, diz André Dias, Diretor Geral da GGD Metals. “São muitos os modelos sendo produzidos no país, e toda essa evolução trouxe maior demanda por materiais mais leves e de tecnologia mais avançada.” Todo novo modelo é testado antes de seu lançamento, e moldes de aço ou em outros alumínios acabavam sendo inviáveis e muito caros. O Cast700 e as placas em 5083 com até 1000 mm de espessura são a solução para este mercado.
O investimento inicial para trazer esses novos materiais é alto, já que são necessários também os equipamentos para corte dessas medidas especiais. Porém, a GGD Metals quer ter todas as possíveis medidas que o cliente desejar. “Sabemos que existe total possibilidade de retorno desses investimentos no prazo de um ano”, afirma Dias. A nova linha de alumínios especiais está à venda desde fevereiro e já existem medidas sendo repostas por terem sido totalmente vendidas. “Os pedidos são bem relevantes já que são usados para grandes projetos”.
Na BrasilPlast, a GGD tem estande de destaque com mais de 20 atendentes diariamente de plantão. “A feira é uma das mais expressivas para nós, pois sempre tivemos a indústria de moldes plásticos como forte foco”. A empresa já se especializou em atender a indústria de termoplásticos, desde quando a RCC (uma das empresas que formou a GGD após fusão em 2008) trouxe as primeiras remessas de alumínios para moldes há mais de 15 anos.
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