sábado, 8 de novembro de 2025
Edição JP Setembro/Outubro 2025
A inovação empresarial no Brasil vive uma virada de chave. Um estudo da Inventta sobre O Futuro da Gestão da Inovação mostra que as empresas estão deixando para trás o modelo de laboratórios e hubs desconectados do negócio. A tendência agora é clara: inovação como parte estruturante da estratégia corporativa.
Segundo
o levantamento, a maioria das lideranças já reconhece que o sucesso não está em
colecionar pilotos ou hackathons, mas em traduzir essas iniciativas em
impacto real para o core business. Isso exige governança clara,
integração com áreas-chave e, sobretudo, o patrocínio do C-Level.
Principais
achados do estudo:
Integração
estratégica: 73% das empresas afirmam que inovação já está
vinculada ao planejamento estratégico.
Pressão
por ROI: 8 em cada 10 líderes relatam que o desafio é provar retorno
financeiro e não apenas “novidade”.
Mudança
de perfil do líder: de executor de POCs para parceiro do C-Level
na definição de prioridades.
Modelos
emergentes: adoção crescente de plataformas próprias de
inovação, IA aplicada e inovação aberta como motores de crescimento.
Para a
Inventta, essa transição é decisiva: empresas que ainda tratam inovação como um
espaço periférico correm o risco de perder relevância. Já aqueles que conseguem
integrar essa agenda ao dia a dia de decisão têm mais chances de transformar
pilotos em resultados concretos.
Sobre
a Inventta
Fundada
em 2004, a Inventta possui mais de 20 anos de atuação. Nesse período, realizou
com sucesso mais de 400 projetos em parceria com mais de 150 empresas,
incluindo clientes renomados como CPFL, Eletrobras, EDP, Johnson & Johnson,
Suzano, Novo Nordisk, Aegea, entre outros.
A
missão da Inventta é transformar negócios a partir da inovação. Focada em
inovação, digital e estratégica, a Inventta ajuda organizações a endereçarem
seus desafios estratégicos e transformarem seus mercados a partir da criação e
execução de novos modelos de negócio, produtos ou serviços. Na Inventta, a
inovação está a serviço do negócio para maximizar seus resultados.
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
Edição JP Setembro/Outubro 2025
Do Pará ao Vietnã: SB COP seleciona 48 cases globais que transformam sustentabilidade em ação climática
Selecionadas
entre mais de 670 propostas, iniciativas foram anunciadas na pré-COP da CNI.
Elas incluem regeneração da Amazônia até cidades neutras em carbono.
No Pará, florestas ganham vida novamente
com a colaboração entre comunidades, investidores e compradores. No Vietnã,
jovens se tornam especialistas em energias renováveis. Em Estocolmo, um bairro
foi construído para operar sem emissões de carbono, unindo qualidade de vida e
sustentabilidade. Esses são apenas três exemplos das 48 iniciativas
selecionadas pela Sustainable Business COP (SB COP), coalizão global lançada
pela Confederação
Nacional da Indústria (CNI) para
articular ações de sustentabilidade do setor privado e apoiar as negociações
climáticas da ONU.
As iniciativas foram destaque do evento
Pré-COP30: “O Papel do Setor Privado na Agenda de Clima”, realizado pela CNI em
15 de outubro, em Brasília. O encontro reuniu líderes empresariais,
representantes do governo e especialistas para apresentar soluções concretas
para a descarbonização da economia.
Os projetos selecionados vieram de pelo
menos 14 países, formando uma rede diversa que incluiu Zâmbia, Paquistão,
Colômbia e Índia. O Brasil se destacou nesse panorama de soluções verdes, com
19 cases, mostrando que o país não é apenas sede da COP30, mas também
uma fonte fértil de respostas para os desafios climáticos globais. Dos 48
projetos, 38 têm uma nacionalidade específica, enquanto os demais 10 reúnem
iniciativas com impacto em diferentes países.
"Os cases são exemplos
concretos de que o setor privado já é parte da solução. A CNI foi pioneira
ao lançar a SB COP justamente para mostrar que a indústria pode liderar pelo
exemplo. Nossa ambição é que os cases sejam uma vitrine de soluções que
inspirem novas políticas públicas e parcerias de impacto global", afirmou
o presidente da CNI, Ricardo Alban.
A programação também contou com a
apresentação da posição da indústria para a COP30 e a realização de painéis
sobre temas como transição energética, bioeconomia, economia circular e
financiamento climático. O objetivo foi mostrar como a atuação do setor privado
é estratégica para o cumprimento das metas do Acordo de Paris.
Da triagem global à seleção final
A SB COP, que reúne quase 40 milhões de
empresas de mais de 60 países, abriu uma chamada pública e recebeu mais de 670
propostas de sucesso do setor privado de todo o mundo. A América do Sul teve
protagonismo: quase 60% dos cases enviados vieram de empresas do
continente. Após um processo de avaliação conduzido por oito grupos de trabalho
(GTs) temáticos, foram selecionadas 48 iniciativas de maior destaque.
"O grande diferencial da SB COP foi
a escala. Nunca houve uma mobilização tão ampla do setor privado em torno da
agenda climática. Em um cenário internacional marcado por instabilidade
geopolítica, é ainda mais urgente que as empresas se unam. Esse esforço
coletivo é o que pode transformar soluções locais em impacto global",
apontou o chair da SB COP, Ricardo Mussa.
Os cases foram organizados de
acordo com os temas dos GTs: transição energética; economia circular e
materiais; bioeconomia; sistemas alimentares; soluções baseadas na natureza;
cidades sustentáveis; finanças e investimentos para a transição; e empregos e
habilidades verdes.
Quando a inovação virou realidade
Regeneração da Amazônia: No
Pará, uma plataforma conecta comunidades, compradores e investidores para
restaurar florestas e promover produção sustentável, promovendo impacto social
e ambiental.
Capacitação em energias renováveis: No Vietnã, um centro de educação
técnica prepara jovens em energia solar e eólica, criando uma rede de
institutos para apoiar a transição energética local e global.
Cidade neutra em carbono: Em Estocolmo, um bairro planejado
para 3 mil pessoas integra residências, escritórios e espaços compartilhados
com energia limpa, biodiversidade e economia circular, oferecendo um modelo de
urbanismo moderno e sustentável.
"Esses exemplos mostram que a
sustentabilidade deixou de ser um projeto paralelo e passou a ser parte da
estratégia de negócios. A inovação está no coração da competitividade das
empresas, e a SB COP ajuda a difundir essas experiências para que mais
companhias adotem práticas transformadoras. A transição climática é também uma
oportunidade de desenvolvimento", destacou o superintendente de Meio
Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo.
A seleção completa mostra a diversidade
das soluções. Entre os exemplos estão a produção sustentável de ácido
hialurônico para produtos de beleza, com pegada ambiental até dez vezes menor;
a restauração de 350 mil hectares de manguezais, unindo mitigação e adaptação
climática; e a reciclagem de 5,5 bilhões de garrafas PET por ano.
Mais informações sobre estes e os outros
45 cases selecionados podem ser conferidas em https://sbcop30.com/.
Edição JP Setembro/Outubro 2025
ESG: Transformando o futuro do setor de embalagens
por Fabiano Dias de Almeida Marques*
No aspecto ambiental, a pressão por
redução de emissões, uso de energia renovável, gestão de resíduos e mitigação
de riscos exige que fabricantes de embalagens repensem processos e materiais.
Não por acaso, a economia nacional, de modo amplo, já caminha nesse sentido:
dados da pesquisa "Avanços e Desafios: A Maturidade ESG nas Empresas
Brasileiras 2024", elaborada pela consultoria Beon ESG e realizada pela
Nexus em parceria com a Aberje, mostram que 51% das companhias já possuem
estratégia de sustentabilidade, 14 pontos percentuais a mais que em 2021,
enquanto a proporção de empresas com metas ambientais subiu de 31% para 43%.
Investir em inovação, como o
desenvolvimento de soluções circulares, que é o caso do uso de plástico
pós-consumo para a confecção de embalagens híbridas ou o desenvolvimento de
novas tecnologias de impressão para latas de aço com menor pegada de carbono (impressão
digital com laminação em aço), permite que as empresas alinhem eficiência
produtiva com menor impacto ambiental, atendendo tanto às demandas regulatórias
quanto às expectativas de consumidores e parceiros comerciais mais exigentes.
Além disso, a adoção de tecnologias digitais para monitoramento de emissões de
GEE (Gases de Efeito Estufa) e controle de consumos em geral fortalece o
gerenciamento ambiental e contribui para decisões mais estratégicas e precisas.
Fabiano Dias de Almeida Marques
Dessa forma, empresas que adotam
práticas estruturadas de sustentabilidade tendem a reduzir custos operacionais,
inovar em produtos e processos, além de criar vantagens competitivas de longo
prazo. Ao mesmo tempo, estão melhor posicionadas para clientes, consumidores e
investidores que valorizam a responsabilidade socioambiental.
O pilar social, por sua vez, demonstra
que negócios saudáveis vão além do lucro. Programas de diversidade, inclusão
etária, igualdade de gênero e apoio a comunidades impactadas fortalecem a
imagem corporativa e criam ambientes de trabalho mais engajados. A promoção de
estágios afirmativos, treinamentos de capacitação e incentivo à participação
ativa dos colaboradores evidenciam um compromisso real com a inclusão, o
pertencimento e o bem-estar das equipes. Empresas que internalizam esses
princípios tendem a atrair e reter talentos, além de consolidar relacionamentos
positivos com a sociedade e parceiros de negócios.
Finalmente, a governança sustenta toda a
estratégia ESG. Conselhos administrativo e de sustentabilidade, comitês
estratégicos atuantes, transparência em processos e treinamento completo
em compliance garantem que as políticas ambientais, de ética e
sociais sejam implementadas de forma consistente e perene. Uma governança
estruturada fortalece a confiança do mercado, melhora a capacidade de captação
de investimentos e assegura que a sustentabilidade seja incorporada ao modelo
de negócios, e não apenas declarada em relatórios anuais ou em peças
publicitárias.
Dessa forma, a integração dos três
pilares ESG não é apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégica para o
setor de embalagens. Seu avanço na economia brasileira reflete uma mudança
cultural e estratégica nas empresas, que passam a enxergar essa agenda, não
como custo, mas como motor de investimento, crescimento e inovação.
No setor de embalagens, integrar o ESG
significa construir operações resilientes, engajar colaboradores e gerar valor
duradouro para toda a cadeia produtiva. Em última análise, empresas que
absorvem esses princípios contribuem para um mundo mais sustentável e mais
inclusivo, posicionando-se na dianteira de um mercado em constante
transformação.
*Coordenador de ESG da
Brasilata
sexta-feira, 8 de novembro de 2024
Desempenho da pequena indústria cresce
no 3º trimestre, aponta CNI
Situação financeira também está melhor. Por outro lado, a indústria de transformação está mais preocupada com a falta de mão de obra qualificada
O Índice de Desempenho da Pequena Indústria registrou alta significativa no 3º trimestre de 2024, mostra levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o Panorama da Pequena Indústria (PPI) divulgado nesta segunda-feira (4), o indicador passou de 45,4 pontos, no 2º trimestre, para 47,5 pontos, no 3º trimestre. O índice está acima da média histórica – que é de 44 pontos – e do resultado registrado no mesmo período do ano passado, de 45,5 pontos.
Segundo o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, o desempenho positivo das indústrias de pequeno porte no período é sinal de que volume de produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada efetiva em relação ao usual vão bem. "Todos esses índices foram mais positivos na passagem do 2º para o 3º trimestre e em comparação ao mesmo período de anos anteriores", destaca Azevedo.
Preocupação com falta de trabalhador qualificado está maior
Questionados sobre os três principais problemas enfrentados pelas empresas no 3º trimestre, 42,5% dos empresários das pequenas indústrias de transformação citaram a elevada carga tributária. Entre os representantes da construção, o problema foi lembrado por 37,5%.
No 2º trimestre, os industriais escolheram problemas relacionados à falta ou alto custo de trabalhador como o 3º maior obstáculo enfrentado pelas pequenas empresas. No caso da indústria de transformação, ganhou importância a falta de trabalhadores qualificados, apontada por 29,8% das empresas, enquanto entre as pequenas indústrias da construção, o problema é a falta de trabalhadores não qualificados, apontada por 25%.
"Quando a indústria tem problemas para encontrar trabalhadores no mercado, tem dificuldades em ampliar e, em muitos casos, até manter a produção. No caso da falta de trabalhador qualificado, muitas vezes a saída é capacitar esse profissional. O funcionário não chega pronto para exercer suas atividades e isso traz ainda mais custos para as empresas, que perdem produtividade", afirma Marcelo Azevedo.
A pequena indústria da transformação aponta a falta ou alto custo de matéria-prima como o 3º problema mais frequente, com 29,3%, enquanto para a pequena indústria da construção são as taxas de juros elevadas, com 24,2%, afirma o levantamento.
Condições financeiras das pequenas indústrias melhoraram
Após avançar 1,7 ponto, o Índice de Situação Financeira das pequenas indústrias fechou o 3º trimestre em 42,8 pontos. O indicador – que considera a satisfação dos empresários com o lucro operacional e com as finanças das empresas – está 4,2 pontos acima da média histórica, o que mostra que a situação financeira é mais favorável que o usual. O índice também é superior ao registrado no mesmo período do ano passado, de 41,4 pontos.
Confiança e perspectivas estáveis em outubro
Em outubro, mês que abre o 4º trimestre, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) das pequenas empresas manteve-se estável: passou de 52 pontos para 51,9 pontos. O indicador continua acima da linha divisória de 50 pontos, mostrando que esses empresários seguem otimistas.
O Índice de Perspectivas, que captura as expectativas das empresas para os próximos seis meses, também ficou estável em outubro, fechando o mês em 49,8 pontos; patamar positivo ao se considerar a média histórica do indicador, de 46,9 pontos.
Amostra
O PPI é uma publicação trimestral produzida a partir dos resultados da Sondagem Industrial, Sondagem Indústria da Construção e Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da CNI.
quinta-feira, 21 de março de 2024
Promaflex mostra na Expo Revestir evolução do seu projeto pioneiro de logística reversa
Maior fabricante de filmes de proteção e superfície da América Latina, a Promaflex Industrial tem mostrado na feira Expo Revestir, em São Paulo, o êxito do seu projeto pioneiro de logística reversa para o setor da construção civil. O programa foi implantado e desenvolvido ao longo de 2023 e é o primeiro do setor no País. A iniciativa, em parceria com a Rafa Resolve, contou com a adesão inicial da construtora Trisul e já atraiu duas novas companhias da área: a Plano&Plano e a BM Engenharia. “O programa de logística reversa confirma o nosso DNA de inovação desde que nossa empresa iniciou suas atividades há 35 anos”, destaca o diretor de Construção Civil da Promaflex, Marcelo Velletri.
quarta-feira, 29 de novembro de 2023
Braskem lança primeiros grades de EVA com matéria-prima reciclada para o mercado de calçados e materiais esportivos no Brasil
Soluções ampliam o portfólio Wenew e reforçam o compromisso da companhia com a economia circular; lançamento faz da empresa pioneira na comercialização de grades de EVA com conteúdo reciclado
Os dois novos grades oferecem benefícios direcionados aos setores calçadista e de materiais esportivos, trazendo novas e mais sustentáveis possibilidades para a indústria. Eles são produzidos a partir de aparas excedentes da indústria calçadista, o que possibilita o endereçamento desses resíduos de maneira adequada para a confecção de novos produtos. Além disso, as aplicações dessas duas soluções fazem com que os produtos finais tenham maior resistência mecânica durante os esforços físicos, proporcionando, assim, qualidade, inovação e sustentabilidade.
Um dos grades pode ser aplicado em chapas que compõe os tatames para academias, palmilhas de tênis e tapetes para yoga. Já o outro produto é destinado à injeção na entressola e unissola de calçados. Essa última solução, além de ser composta por matéria-prima reciclada, contém 30% de resina renovável obtida da cana-de-açúcar (EVA de origem renovável), o que, dependendo da composição final do produto, poderia contribuir para uma solução carbono neutro ou com emissão próxima a zero.
Para Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem na América do Sul, o lançamento dos novos grades estão alinhados com os compromissos de sustentabilidade da companhia. "Até 2030, a Braskem tem como meta incluir 1 milhão de toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado em seu portfólio de produtos e pretende evitar que 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos sejam enviados para incineração, aterros ou descartados no meio ambiente", explica. "Além disso, as novas soluções vão contribuir também para a jornada ESG de nossos parceiros, uma vez que oferecem oportunidade de desenvolvimento mais sustentável aos clientes, transformadores e brand owners, resultando em uma menor emissão de carbono, quando comparado com as resinas de origem fóssil".
Endereçar adequadamente as aparas industriais dos setores calçadista e de materiais esportivos gerando soluções de alta performance no mercado foi um objetivo desafiador. Juliani Capra da Silva, Engenheira de Aplicação da Braskem, destaca o desempenho da companhia em poder contribuir para a sustentabilidade nesses dois setores a partir das novas soluções. "A Braskem vem trabalhando fortemente para impulsionar todos os elos da cadeia rumo à economia circular. Todo esse esforço, somado ao pioneirismo da empresa, nos permitiu desenvolver os primeiros grades de EVA reciclado do Brasil", declara a executiva. "O que estamos fazendo de diferente e inovador é que conseguimos recolher os resíduos excedentes de EVA que as empresas descartariam e transformá-los em matéria-prima para a fabricação de novos produtos, principalmente calçados, com menos emissão de CO2, lidando com o desafio de endereçar um resíduo difícil de destinar ao caminho adequado".
Importante destacar que ambos os grades possuem as mesmas propriedades técnicas dos produtos de origem fóssil, com o atributo positivo de reinserir resíduos plásticos na cadeia produtiva, evitando que eles cheguem na natureza.
As iniciativas da Braskem para oferta de soluções de EVA contendo matéria-prima reciclada fazem parte de Wenew, ecossistema de economia circular da Braskem que engloba desde as soluções circulares (resinas termoplásticas e produtos químicos produzidos pela empresa que possuem conteúdo reciclado em sua composição) até as tecnologias e iniciativas de educação sobre consumo consciente e descarte adequado que apoiam a Braskem em sua jornada em prol da economia circular. Essas iniciativas, no caso, são representadas por Wemove, termo variante que representa a noção de coletividade que pauta a forma de pensar e agir da Braskem para promover a economia circular.
Sobre a Braskem
Sobre a plataforma Braskem 360°
Plataforma virtual e interativa desenvolvida para reforçar a identidade da companhia e inovar na forma de comunicar seus projetos, investimentos, produtos e ações ligadas à economia circular e trazer novas experiências do mundo real para o digital. A plataforma disponibiliza acesso gratuito a conteúdos nos mais diversos segmentos, projetos e eventos promovidos pela Braskem. Acesse: Link
