terça-feira, 17 de setembro de 2019

Dilutec aposta em aquecimento da demanda de gelcoat para piscina

Produto protege e dá acabamento às peças de compósitos

Piscina de compósitos

Concluído o período de manutenção de moldes, boa parte do setor brasileiro de compósitos volta-se agora ao início da temporada de fabricação de piscinas. A Dilutec, referência em gelcoats para esse tipo de aplicação, acredita que a demanda este ano deve superar a registrada no ano passado.
“Sentimos mais confiança nos transformadores de piscinas. Ainda que a economia não esteja aquecida como esperávamos, há um certo otimismo no ar, principalmente com a redução da taxa de juros”, afirma Marcos Pannellini, gerente comercial da Dilutec.

Na planta que opera em Senador Canedo (GO), a Dilutec fabrica três tipos de produtos para piscinas: o gelcoat Colorgel® ISO/NPG azul e branco – outras cores podem ser formuladas sob encomenda –, o Colorgel® éster-vinílico, para barreira química, e o Colorpatch®, um aditivo destinado ao retoque, recuperação e repintura de piscinas – também é usado na conversão de piscinas de azulejo em compósitos.

Mês passado, a empresa ainda lançou um produto destinado ao assentamento de pastilhas em piscinas de compósitos. Denominada Massa Espatular, a novidade garante excelente índice de aderência ao substrato e mais resistência à osmose do que a resina de poliuretano ou a cola plástica normalmente empregadas nesse tipo de aplicação.
“O mercado de piscinas é estratégico para a Dilutec, por isso estamos desde o início do ano nos preparando para este momento”, observa Pannellini.

Híbrido de resinas e pigmentos, os gelcoats protegem e dão acabamento às peças de compósitos.
Sobre a Dilutec
Fundada em 1995, a Dilutec fabrica gelcoat em Senador Canedo (GO) e thinner em Piracicaba (SP). Também atua no ramo de distribuição de produtos para a moldagem de materiais compósitos. Para mais informações, acesse www.dilutec.com.br
 

(JP)

Abiquim: Déficit em produtos químicos cresce 10,2% até agosto e deverá somar mais de US$ 32 bi em 2019

Alta cambial e economia ainda frágil não inibem importações de US$ 8,8 bi, em julho e agosto, bimestre com mais importações desde 2014

São Paulo, 16/09/2019 – Apesar do cenário econômico ainda estável, marcado pela recente forte alta cambial, e em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China, que poderá colocar a economia mundial em um cenário de estagnação, as importações de produtos químicos até o final do ano deverão ser recorde e superiores a US$ 32 bilhões.

No acumulado do ano, as importações brasileiras de produtos químicos somaram US$ 29,2 bilhões, elevação de 5,7% frente ao mesmo período de 2018. As exportações, por sua vez, alcançaram US$ 8,5 bilhões, redução de 3,7% na comparação com o valor registrado entre janeiro e agosto de 2018. O déficit na balança comercial de produtos químicos, até agosto, chegou a US$ 20,7 bilhões, considerável aumento de 10,2% em relação ao igual período do ano passado.
“Seguidamente estamos sinalizando para a intensificação do déficit. Em julho e agosto, as importações de produtos químicos foram respectivamente de US$ 4,5 bilhões e de US$ 4,3 bilhões, fazendo do bimestre o mais intenso em aquisições do exterior desde igual período em 2014, anterior à grave crise econômica vivenciada pelo Brasil, sobretudo em 2015 e 2016. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2018 a agosto deste ano, o déficit comercial atingiu a marca de US$ 31,5 bilhões”, explica a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim, Denise Naranjo.

De janeiro a agosto, o volume de importações foi de 29,8 milhões de toneladas, elevação de 11,3%, em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento deve-se à aceleração das aquisições de fertilizantes, fato coerente com as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB, que em seu 12º levantamento da safra brasileira de grãos 2018/19, apontou para uma colheita recorde de grãos na safra atual, da ordem de 242,1 milhões de toneladas, além da intensificação das compras em vários outros grupos de produtos.

Em termos de volume, em agosto, as movimentações foram de 4,8 milhões de toneladas importadas, elevação de 7,2% em relação às 4,5 milhões de toneladas em julho, performando um desempenho bimestral fortemente impactado pelas elevadas compras de fertilizantes e seus intermediários, com compras do exterior de praticamente 5,6 milhões de toneladas (2/3 do total da somatória dos dois meses).

“Estamos acompanhando atentamente os fluxos comerciais e advogamos firmemente pelo funcionamento eficiente do sistema brasileiro de defesa comercial, ferramenta indispensável para a entrega pelo Governo de um ambiente leal e isonômico de competição, garantindo a inserção internacional responsável da economia brasileira, especialmente em um momento em que o excedente disponível no mercado internacional com a intensificação da guerra comercial entre as maiores economias representa uma ameaça real à produção nacional e à atração de novos investimentos para o Brasil”, destaca a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo.
Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.bré uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

(JP)

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Projeto Plástico do Bem já encaminha mais de 40 toneladas de plásticos para reciclagem

Escolas municipais de Caxias do Sul e Farroupilha já arrecadaram cerca de R$ 40 mil com iniciativa do Simplás. Em Flores da Cunha, processo de coleta começa nos próximos dias

Já passa de 40 toneladas o volume de material encaminhado para a reciclagem pelo projeto Plástico do Bem. Em contrapartida, as mais de 80 escolas municipais de educação fundamental participantes da iniciativa implementada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em Farroupilha e Caxias do Sul (RS) já arrecadaram cerca de R$ 40 mil. Cada instituição é livre para utilizar sua parcela dos recursos da maneira que considerar mais adequada. Nos próximos dias, começa o processo de coleta e pagamento às escolas municipais de Flores da Cunha (RS) pela empresa recicladora parceira Reciclados Em Cristo.

Desde o início da ação, em abril de 2018, em Farroupilha, até a última semana de agosto, quando se incluiu o quinto e último núcleo de escolas de Caxias do Sul, e o início de setembro, com a finalização do processo em Flores da Cunha, mais de 35 mil estudantes e 3,6 mil professores das redes públicas municipais já foram capacitados para a separação, limpeza e destinação correta de materiais plásticos pós-consumo. A operação é realizada por meio de uma parceria pedagógica com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto do PVC.

“Evidentemente, a renda adicional obtida com a destinação do material para a reciclagem faz muita diferença para cada uma das escolas e é por isso que todas estão tão empenhadas em melhorar cada vez mais o seu desempenho de arrecadação. É um acréscimo importante no orçamento. Mas, para a sociedade como um todo, o principal é a formação e consolidação desta nova geração de cidadãos mais conscientes e responsáveis com aquilo que é produzido e consumido por todos. Este é o benefício coletivo que será percebido realmente no futuro”, assinala a gerente executiva do Simplás, Daniela Camargo.

Outro aspecto importante é que o Plástico do Bem funciona em regime contínuo. Ou seja, após a implementação pelo Simplás, a iniciativa segue em atividade pelo tempo que a escola desejar permanecer engajada – e com total autonomia de trabalho e gestão dos recursos.

Como funciona o projeto Plástico do Bem - em 7 passos
1. o Simplás, em parceria com o Instituto Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, oferece capacitação e material didático para professores e orientadores das escolas dos municípios participantes do projeto

2. os professores e orientadores capacitados pelo Simplás, em parceria com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, trabalham noções de reciclagem e sustentabilidade com suas turmas, ensinando formas de descarte correto, separação e limpeza dos materiais plásticos

3. em suas residências, os estudantes ou demais participantes do projeto coletam, separam e limpam o material plástico que poderá ser reaproveitado e o levam de volta às respectivas escolas

4. nas escolas, o material trazido pelos estudantes é armazenado em recipientes de grande porte (os big bags), também fornecidos pelo Simplás. Quando o big bag estiver cheio, a instituição aciona a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo para fazer a coleta do material

5. a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo vai até cada escola participante, mediante agendamento, recolhe o material, faz a pesagem e substitui os big bags cheios por outros vazios

6. o peso do material recolhido determina o valor pago a escola pela empresa recicladora. É importante que o material esteja separado e limpo corretamente, de acordo com as orientações transmitidas anteriormente, na fase de capacitação

7. cada escola participante do projeto Plástico do Bem poderá utilizar como quiser os recursos obtidos com a venda do material para reciclagem

Que tipos de plásticos limpos podem ser encaminhados ao projeto Plástico do Bem?
  • garrafas PET de qualquer tamanho
  • embalagens rígidas, como as de xampu, cosméticos, detergentes e produtos de limpeza
  • potes e tampas diversos, como os de produtos alimentícios
Após capacitação de estudantes e professores, projeto Plástico do Bem funciona por tempo indeterminado (Foto:Arquivo Simplás)


(JP)

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Nova Geração de máquinas é destaque da Romi na 12ª Intermach

Modernidade e produtividade são os principais focos dos novos modelos


Santa Bárbara d’Oeste, setembro de 2019 – A Romi, líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais, estará presente na feira Intermach 2019, em Joinville/SC. O evento, que acontece entre os dias 17 e 20 de setembro, é o principal do setor metalmecânico na região Sul do Brasil, tendo em sua programação feira, congresso, workshops e rodada de negócios.

Romi GL 300M

Com um estande de 108 m², a Romi levará seu novo Centro de Torneamento, ROMI GL 300M (Nova Geração), equipamento projetado para operar em ambientes de média e alta produção, com potência e torque elevado. A nova linha conta com o sistema de compensação térmica, possibilitando obter resultados dimensionais estáveis mesmo com oscilações de temperatura em longos períodos de trabalho, com velocidade de avanço de 30m/min nos eixos X e Z. Seu principal diferencial é o cabeçote principal com motor tipo built-in, um sistema compacto quando comparado aos convencionais, que garante excelente nível de potência, alto torque em baixas rotações, estabilidade e baixa inércia.

Romi D 800

Outra novidade que estará no estande será o Centro de Usinagem ROMI D 800, também da Nova Geração, equipamento extremamente versátil e que conta com maior área de trabalho, além de garantir precisão, alto desempenho e produtividade. Os modelos destacam-se pela ótima estabilidade térmica e geométrica, alta capacidade de absorção dos esforços de usinagem garantindo grande capacidade de remoção de cavacos e consequente redução dos tempos de usinagem. São equipados com Cabeçote Direct Drive (motor acoplado diretamente ao cartucho), com versões de 10.000 ou 15.000 rpm.

Os dois modelos são equipados com o moderno CNC Fanuc, com tela touch screen e acesso as principais funções em apenas dois toques, além de ter a disposição um sistema integrado às áreas de planejamento, usinagem, melhorias e utilitários diretamente na tela principal, possui também interface Ethernet e porta USB, além de drive para cartão Compact Flash.

Romi EN 220

Já em sua linha de máquinas para plástico, a empresa exibirá a Injetora ROMI EN 220, equipada com o moderno sistema “Stop and Go” que proporciona maior velocidade, alta precisão e baixo consumo de energia. As injetoras ROMI EN atendem desde aplicações limpas, como embalagens para alimentos e indústria médico-farmacêutica, até aplicações técnicas, como as do segmento automotivo. Sua tecnologia permite maiores volumes de injeção, simultaneidade de movimentos no fechamento, maior ganho de velocidade e mínimo nível de ruído.

“Cada dia mais, estamos focados em oferecer soluções alinhadas a Indústria 4.0 e a renovação do parque fabril e nesta edição apresentamos nossas principais linhas, tanto no segmento de máquinas-ferramenta quanto máquinas para plástico. Nosso objetivo é agregar valor ao negócio de nossos clientes, por meio da nova geração de nossas máquinas, priorizando sempre a qualidade e eficiência.”, ressalta o Diretor-Presidente da companhia, Luiz Cassiano Rando Rosolen, que observa no evento uma importante vitrine de negócios e a oportunidade de apresentar oficialmente sua Nova Geração para a Região Sul, importante polo industrial do país.

Para visitar o evento, é possível fazer o credenciamento gratuito no site do evento, além de conferir todas as informações de hospedagens, workshops, seminários e muito mais!

Sobre a Romi - A Indústrias Romi S.A. (B³: ROMI3), fundada em 1930, é líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais e está listada no “Novo Mercado”, que é reservado para as empresas com o maior nível de governança corporativa da Bovespa. A Companhia fabrica máquinas-ferramenta, com foco em tornos, tornos CNC, centros de torneamento e centros de usinagem; máquinas injetoras e sopradoras para termoplásticos; e peças fundidas em ferro cinzento e nodular, que podem ser fornecidas brutas ou usinadas. Seus produtos e serviços são comercializados mundialmente e utilizados por uma grande variedade de indústrias, tais como automotiva, de bens de consumo, máquinas em geral, equipamentos industriais e agrícolas.

(JP)

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Clariant Masterbatches ajuda clientes do setor de embalagens a proteger e melhorar a qualidade de polímeros reciclados


·Aditivos e cores apoiam a economia celular
·Diminuem o impacto ambiental de resíduos de embalagens
·Aumentam a capacidade de reciclagem de plásticos moldados, extrudados e moldados por sopro
Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e sua equipe para o Mercado de Embalagens estão empenhados em garantir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

“Os esforços de reciclagem atualmente têm um impacto importante sobre os plásticos presentes no meio ambiente, e isso é apenas o começo”, afirma Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches. “Podemos recuperar – e precisamos recuperar – volumes muito maiores de resíduos de embalagens e transformá-los novamente em matéria-prima. Para tanto, é necessário superar grandes desafios presentes na triagem adequada de resíduos para produzir um RPC (reciclado pós-consumo) de alta qualidade, bem como em questões relacionadas a coloração, segurança do produto e estabilidade do processo. Na Clariant, estamos comprometidos em utilizar nosso conhecimento em química, aplicações e mercados para lidar com esse problema”.

A Clariant começou a montar uma equipe dedicada a compreender essa dinâmica e reduzir esses riscos, no intuito de permanecer na vanguarda de produtos e tecnologias que aumentem a qualidade dos RPCs. Já estão disponíveis recursos consideráveis na forma de tecnologias novas e existentes de aditivos e corantes, incluindo produtos que evitam o dano ou a perda de propriedades de desempenho durante a reciclagem e outros que efetivamente reparam o dano que inevitavelmente ocorre quando os polímeros são processados, usados e depois reprocessados. Entre aqueles que previnem o dano estão:
   Antioxidantes – A combinação de calor e exposição a oxigênio pode fazer com que os plásticos percam propriedades mecânicas ou desbotem, com risco de formação de manchas pretas e possibilidade de tornar o material inadequado para reuso. Os antioxidantes CESA®-nox da Clariant, adicionados durante a composição de RPCs ou a produção de novas embalagens feitas de material reciclado, previnem esses problemas.
   Auxiliares de processamento – O comportamento de polímeros de RPC derretidos é diferente daquele do material virgem, o que gera um risco maior de acúmulo em torno do molde, onde pode se degradar e desbotar. Os masterbatches de aditivos CESA-process reduzem com eficiência esse efeito e facilitam o processamento.
Para sanar ou reparar o dano causado a resinas recicladas, a Clariant desenvolveu diversos aditivos. Três exemplos operam em nível molecular:

Triagem Aprimorada
A triagem é um elemento crítico para aumentar o volume de embalagens plásticas recicladas, e a Clariant está ajudando nisso. Por exemplo:

                  • Detecção de cores escuras – Recipientes de plástico preto padrão, coloridos com pigmentos que usam carbono negro, são atualmente muito difíceis de detectar por meio de máquinas de triagem em plantas de reciclagem, pois eles absorvem a luz infravermelha próxima (NIR) usada na triagem. Os novos masterbatches CESA-IR da Clariant e sistemas de pigmentos alternativos permitem que plásticos pretos e de coloração escura reflitam a luz NIR, para que sejam visíveis aos sensores de triagem.
                     •Aditivos de marcação – A Clariant está trabalhando para desenvolver um agente de marcação (taggant) para melhorar a eficiência do processo de triagem. A ideia é marcar aplicações específicas (p. ex. tampas de HDPE) de forma que o material possa ser processado separadamente, retendo mais do seu valor e potencialmente permitindo que seja reusado na mesma aplicação.
“É nesse ponto que estamos dedicando a maior parte da nossa atenção atualmente”, declara Mirco Groeseling, Gerente Global de Desenvolvimento de Novos Negócios da Clariant. “Podemos fornecer um portfólio completo de masterbatches de aditivos CESA, bem como soluções de cores RENOL® e REMAFIN®, para ajudar a superar os desafios de reciclagem mais críticos atualmente. Para saber mais sobre esse assunto, entre em contato conosco em recycle2gether@clariant.com

A Clariant Masterbatches ajuda clientes do setor de embalagens a proteger e melhorar a qualidade de polímeros reciclados. (Foto: Clariant)

A Clariant é uma empresa de especialidades químicas focada e inovadora, com sede em Muttenz, próximo a Basel, na Suíça. Em 31 de dezembro de 2018, a companhia empregava 17.901 colaboradores. No ano fiscal de 2018, a Clariant registrou vendas de CHF 4.404 bilhões com seus negócios em operação. A empresa reporta seus resultados em três áreas de negócios: Care Chemicals, Catalysis, Natural Resources. A estratégia corporativa da Clariant baseia-se em cinco pilares: foco em inovação e P&D; criar valor com a sustentabilidade; reposicionar o portfólio; intensificar o crescimento; e aumentar a lucratividade.

(JP)

terça-feira, 10 de setembro de 2019

H.B. Fuller marca presença em uma das maiores feiras de embalagens da América Latina

Empresa participa da Envase Alimentek ao lado dos distribuidores FullPack e Adhesint Stand 228

A H.B. Fuller, líder global em adesivos, reforça sua atuação na América Latina com a participação em uma das maiores feiras de embalagem da região, a Envase Alimentek, que acontece em Buenos Aires, de 10 a 13 de setembro. Ao lado dos distribuidores FullPack e Adhesint, a empresa mostra suas principais marcas e lançamentos.
Depois da inauguração do seu mais completo e moderno centro tecnológico no Brasil, escolhido para ser ponto estratégico de distribuição de soluções adesivas por toda a América Latina, a H.B. Fuller aumenta ainda mais a sua atuação nesta região.
A nova estrutura também possibilita o desenvolvimento de novos produtos, trazendo ainda mais inovação ao mercado global de adesivos e reforçando cada vez mais o conceito “Alcance global, expertise local”. Além disso, ainda possui um espaço projetado especialmente para um futuro showroom, em que clientes terão a oportunidade de ver de perto o desempenho dos produtos produzidos pela H.B. Fuller.
Entre os destaques da empresa na feira, serão apresentadas as marcas Adecol®, Advantra®, Clarity®, e a Flextra®. Entre as linhas de produtos serão apresentadas o portfolio de produtos para embalagem final de linha, rotulagem, paletização, embalagens flexíveis e a linha para fita de reforço de embalagens cartonadas, corrugadas e de fácil abertura Open Sesame®,
“Queremos criar novas parcerias com a feira e mostrar o tamanho de nosso portfólio aos potenciais clientes, ainda mais agora que contamos com uma nova sede, que se trata do maior polo de inovação da H.B. Fuller em toda a América Latina. O que não nos falta é expertise e profissionais para atender toda essa região.”, diz Fernando Raszl, Gerente Técnico de P&D da H.B. Fuller na América Latina.

Sobre a H.B. Fuller
Desde 1887, H.B. Fulller é líder global em adesivos, focando em aperfeiçoar adesivos, selantes e outros produtos químicos de sua especialidade a fim de melhorar produtos e vidas. Com uma receita de mais de US$3 bilhões, o comprometimento da H.B. Fuller com a inovação aproxima pessoas produtos e processos, que respondem e resolvem alguns dos maiores desafios mundiais. Nosso serviço confiável e responsivo cria conexões duradouras e gratificantes com clientes dos setores de eletrônicos, higiene, médicos, transporte, aeroespacial, energia limpa, construção, marcenaria, indústria em geral e outros negócios. E, nossa promessa às pessoas as conectam com oportunidades para inovar e prosperar. 

(AR)

O país do futuro se constrói com inovação na indústria

*Por Fabiano Lourenço, vice-presidente da Mitsubishi Electric

O Brasil é um país de desafios e oportunidades. Analisar a situação macroeconômica atual do país é entender que há espaço para diferentes setores crescerem e conquistarem mercado em meio à incerteza política.
Com PIB projetado a 0,80%* (conforme projeções do relatório FOCUS do Banco Central publicado em 26/08/19) para este ano, discussões acerca da Reforma da Previdência, Tributária e do cenário político, o país continua sendo um terreno fértil para o desafio de todos os setores a encontrar uma saída para lucrar pois o potencial ainda é enorme por aqui.
Evidentemente, se a economia caminha devagar em nível macro, em nível micro, diferentes setores acompanham o ritmo lento. Na indústria, a falta de demanda, o acúmulo de estoque e as condições financeiras debilitadas ganham espaço como algumas das maiores preocupações apontadas por companhias que atuam em território nacional, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Superar essas adversidades depende de múltiplos fatores, relacionados a políticas econômicas eficazes e com efeito suficientemente notório para o setor. Dentro de casa – onde é mais fácil mudar as coisas de lugar – a lição permanece a mesma: investir em produtos e serviços modernos, capazes de atender à demanda dos clientes de maneira eficaz sempre procurando aumento da produtividade. Isso está ligado à modernização de sistemas, evidentemente, mas antes disso, depende de profissionais cada vez mais qualificados, aptos a entender a cadeia de produção de maneira ampla.
Apesar de parecer relativamente óbvio, este é um ponto crucial em que muitas companhias ainda falham. Enquanto isso, nos Estados Unidos e Japão, por exemplo, o processo de formação envolve investimento contínuo em múltiplas frentes. Profissionais deixam de lado o conhecimento técnico acerca de operação de máquinas para compreender o processo como um todo, entendendo o impacto que cada função exerce dentro da linha de produção.
Essa consciência, aliada à modernização das estruturas industriais, garante a competitividade, produtividade e liderança de alguns desses países em longo prazo, com efeitos significativos nas indústrias eletrônica e automotiva. Não à toa, mesmo com o impacto das guerras comerciais e da desaceleração da China, a produção norte-americana continua crescendo (ou, no mínimo, estagnada, como registrado no mês de junho).
No Brasil, mesmo que a passos lentos, alguns benefícios relacionados à automatização de processos podem ser percebidos de maneira rápida e eficaz. No setor de autopeças, por exemplo, aperfeiçoar processos humanos com colaboradores treinados e ferramentas capazes de integrar dados integrados do chão de fábrica à esfera corporativa trazem como resultado a redução de erros, aumento da transparência, qualidade e produtividade.
É evidente que há divergências fundamentais entre ambos os países, em segmentos que vão muito além do industrial. Contudo, o horizonte de inovação pode ser mantido, dado o potencial que o mercado brasileiro representa.
No que depender das perspectivas positivas dos executivos, o caminho está trilhado. O mesmo estudo feito pela CNI mostra que as expectativas seguem positivas em relação ao aumento da produção nos próximos anos, mesmo em meio ao cenário geral tão desafiador.
Transformar o pensamento positivo em realidade demanda tempo e investimentos. Em relação ao primeiro, não há muito que ser feito – a cronologia segue seu fluxo, dia após dia – contudo, o segundo fator demanda um olhar mais atento de lideranças. Mais do que sobreviver, é necessário investir para liderar e preparar-se para o futuro que está logo a frente.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation
Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.519,9 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões *) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2019.

(AR)