sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Comunicado Pavan Zanetti

Presidente da Pavan Zanetti falece aos 76 anos

Faleceu dia 03/02, aos 76 anos, o senhor Antonio Gumercindo Pavan, presidente da Pavan Zanetti, um dos principais fornecedores de equipamentos para sopro e injeção do país e o maior fabricante de máquinas para termoplásticos da América do Sul.

Seu Pavan, como era conhecido, deixa um legado de empreendedorismo. Fundou a empresa em Americana, no ano de 1966, juntamente com seu sócio Elísio Zanetti, para a fabricação de moldes e manutenções diversas.

No início dos anos 70, sob a inspiração de seus fundadores, a Pavan Zanetti construiu um protótipo de sopradora para testar moldes de sopro e logo passou a fabricar máquinas sopradoras e injetoras. Hoje, a empresa é uma das mais reconhecidas no setor de transformação de plásticos, atendendo os mais variados segmentos do mercado de embalagens.

Deixa a esposa Ofélia e os filhos Gilson, Leandro e Thelma.

Rhodia tem novo diretor de Pesquisa e Inovação na América Latina

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, nomeou Gabriel Gorescu como diretor de Pesquisas e Inovação na América Latina, em substituição a Thomas Canova, que foi promovido para a função de Head of R&I Portfolio Management do Grupo Solvay, com base em Bruxelas, Bélgica.

Engenheiro químico formado pela USP (Universidade de São Paulo), com MBA em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, Gabriel Gorescu fez toda a sua carreira profissional na Rhodia, onde ingressou como estagiário em 1998. Liderou equipes na área de Fios Industriais da Rhodia, da qual foi coordenador de produção, tendo posteriormente assumido a posição de coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da área de Fios Têxteis.

Entre julho de 2006 a maio de 2008, como Senior Black Belt, assumiu a função de Líder de Projetos Seis Sigma e foi expatriado para Lyon, na França. De volta ao Brasil, no período entre janeiro de 2010 a março de 2013 ocupou a função de gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da área de Poliamida (abrangendo fios têxteis e fios industriais).

Em abril de 2013 foi nomeado responsável pela área de P&D da unidade global de negócios Fibras, função que continuará acumulando com sua posição de Direção de Pesquisas e Inovação na América Latina. Nesse período tem comandado as equipes técnico-científicas da empresa no desenvolvimento a partir do Brasil de novas fibras têxteis inteligentes, entre as quais destacam-se Amni® Soul Eco, primeiro fio têxtil de poliamida biodegradável do mundo, e Amni® Sustainable White, fibra inteligente que contribui para a redução de consumo de água e energia no processo produtivo da área têxtil, além de novas aplicações de Emana®, fio têxtil inteligente que atua para a redução dos sinais da celulite e ajuda no retardamento da fadiga muscular.

Sob sua direção também está o Centro de Pesquisa e Inovação de Paulínia (SP), um dos 21 grandes centros de pesquisas e desenvolvimento do Grupo Solvay no mundo. No Centro de Paulínia, em mais de uma dezena de laboratórios, trabalha uma equipe de cerca de 100 pesquisadores, cientistas, doutores e técnicos, voltados para o desenvolvimento de inovações a partir do Brasil e adaptação de aplicações e moléculas criadas pelo Grupo Solvay no mundo.

O Centro de Pesquisa e Inovação de Paulínia abrange ainda o Laboratório de Biotecnologia Industrial (IBL, na sigla em inglês), dedicado ao desenvolvimento de moléculas e novas aplicações originadas da biomassa brasileira.

Sobre o Grupo Solvay
Como uma empresa internacional de produtos químicos e materiais avançados, o Grupo Solvay auxilia seus clientes a inovar, desenvolver e oferecer produtos e soluções sustentáveis de alto valor, que consomem menos energia e reduzem as emissões de CO2, otimizam a utilização de recursos e melhoram a qualidade de vida. A Solvay atende a mercados finais globais diversificados, incluindo produtos automotivos e aeroespaciais, de consumo e de cuidados de saúde, energia e meio ambiente, eletricidade e eletrônica, edificação e construção, bem como aplicações industriais. A Solvay está sediada em Bruxelas e conta com 30.900 empregados, distribuídos em 53 países. Em 2015, a empresa registrou vendas pro forma líquidas de cerca de € 12,4 bilhões, 90% das quais foram geradas a partir de atividades em que a empresa está entre os três líderes mundiais. A Solvay SA (SOLB.BE) está cotada na Euronext em Bruxelas e Paris (Bloomberg: SOLB.BB - Reuters: SOLB.BR). No Brasil, oGrupo Solvay também atua com a marca Rhodia.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Inovação em pisos permeáveis permite o reaproveitamento da água

Tecnologia possibilita que a água da chuva seja armazenada ou drenada para o lençol freático

Os pisos drenantes, que permitem a vazão da água, têm sido uma solução usada pelos construtores para minimizar os impactos das chuvas, a possibilidade de enchentes, e estão se tornando também um importante aliado para a captação e reaproveitamento da água. Essas são soluções bastante relevantes e inovadoras para o segmento de construção civil e já vem sendo implementadas em diversas obras.

Segundo a Sabesp, usar mangueira para limpeza de quintal e calçada ou lavagem do carro por meia hora consome 560 litros de água. O uso da mangueira por 15 minutos para a rega de plantas chega a gastar 279 litros de água. Com os pisos drenantes, a água reaproveitada pode assumir essas funções. Eles são instalados por cima de um sistema de drenagem e a água da chuva é recolhida e armazenada em reservatórios para reúso.

A utilização desse tipo de revestimento é recomendada para áreas externas, como em calçadas ou estacionamentos, pois eles possibilitam o escoamento imediato da água, com até 90% de permeabilidade. Outra opção seria permitir que a água vá para o lençol freático. Por isso, nas áreas urbanas, em calçadas e estacionamentos, esses pisos podem ser aliados contra enchentes. Nas indústrias, eles podem resolver a questão da área permeável, que é uma exigência técnica.

A CasaE, Casa Ecoeficiente da BASF, tem toda a sua calçada e estacionamento construídos com pisos drenantes inovadores e exclusivos: o Elastopave® e o Concreto Permeável®. O Concreto Permeável® é um concreto com alto índice de vazios, preparado com aditivos da linha Master Builders Solutions da BASF. Tem maior resistência mecânica e acabamento rústico, ideal para áreas de grande circulação, como estacionamentos. Este tipo de concreto tem baixo consumo de água e de areia em sua produção.

Já o Elastopave® é um composto de poliuretano para pisos drenantes – ele funciona como uma supercola para unir agregados, como pedras e cascalhos, formando superfícies resistentes, duráveis e altamente permeáveis que impedem o empoçamento da água. Por ser um agregador, ele também traz liberdade de projeto, possibilitando a escolha das cores, desenhos e tipos de agregados.

Outro fator importante é a resistência e uniformidade garantidas pelo Elastopave®, suportando fluxo intenso de pedestres. Além disso, o produto previne que as raízes das plantas quebrem o pavimento ou o trinquem, garantindo uma excelente durabilidade em ambientes naturais como parques, praças, calçadas, jardins.

A grande diferença em relação às alternativas existentes no mercado, como os pisos intertravados, é que o Concreto Permeável® e o Elastopave® são monolíticos e estáveis, sem juntas ou vãos. Além da melhor estética, os modelos favorecem a acessibilidade de cadeiras de rodas e têm resistência mecânica.

Entenda como funcionam os pisos drenantes presentes na CasaE:


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Simperj realizou seu tradicional jantar de confraternização

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Na foto, José da Rocha Pinto, Presidente do Simperj - Sindicato da Indústria do Material Plástico do Rio de Janeiro e Ângelo Roberto Sardinha Chagas, Diretor do Jornal de Plásticos

Como ocorre, tradicionalmente todos os anos, o Simperj promoveu, no dia 25/11, o Jantar de Confraternização de final de ano para o setor transformador plástico do RJ.
Desta vez o evento, que contou com o apoio e patrocínio da Braskem, aconteceu na Churrascaria Mocelin, na Ilha do Governador, e teve a participação de mais de 200 pessoas.
O JORNAL DE PLÁSTICOS foi representado por seu Diretor, Ângelo Roberto Sardinha Chagas e pelo Consultor do JP, Felipe Augusto Nacif Chagas de Moraes.
Veja na próxima edição do JP on-line a matéria sobre este acontecimento comemorativo.   

Produção da Braskem no Brasil bate recorde no terceiro trimestre de 2016

Companhia registrou recorde de 96% na taxa média de utilização dos crackers no período
A Braskem, maior petroquímica das Américas, bateu recorde de produção no Brasil durante o terceiro trimestre de 2016. A petroquímica registrou taxa média de utilização dos crackers de 96%, quatro pontos percentuais acima do mesmo período do ano passado. A produção de eteno alcançou o recorde de 903 mil toneladas enquanto a de petroquímicos básicos atingiu 1,6 milhão de toneladas, alta, respectivamente, de 4% e 3% sobre igual período de 2015.
Ao longo do terceiro trimestre, a Braskem observou sinais de retomada gradual do mercado brasileiro de resinas. A demanda por resinas foi de 1,3 milhão de toneladas, uma expansão de 6% quando comparada ao mesmo período do ano passado. As vendas da companhia totalizaram 890 mil toneladas, um crescimento de 3% em relação ao terceiro trimestre de 2015. Para fazer frente ao crescimento da demanda interna, a Braskem reduziu o volume de exportações de resinas, verificando queda de 7% na comparação com o trimestre anterior. Já as exportações de petroquímicos básicos atingiram 338 mil toneladas, 11% superior ao volume registrado no segundo trimestre do ano.

Refletindo a boa eficiência operacional, as plantas de produção de polipropileno das unidades dos Estados Unidos e Europa tiveram taxa média de operação de 101%. A produção totalizou 512 mil toneladas durante o período, o que representa uma expansão de 4% em relação ao terceiro trimestre de 2015. As vendas, por sua vez, atingiram 503 mil toneladas, em linha com o mesmo período do ano anterior. Os números são resultado do foco da Braskem no desempenho operacional aproveitando a contínua demanda no mercado de PP nesses mercados, principalmente nos Estados Unidos.

No Complexo Petroquímico da Braskem Idesa, no México, as operações iniciadas em abril apresentaram uma contínua evolução. A taxa média de utilização das plantas de polietileno alcançou 63%. O volume total de produção de polietileno nas plantas foi de 166 mil toneladas e as vendas totalizaram 153 mil toneladas, das quais 39% foram vendidas no mercado mexicano e 61% destinadas à exportação.

EBTIDA
O EBITDA consolidado da Braskem no terceiro trimestre de 2016 voltou a apresentar resultados robustos, atingindo R$ 3 bilhões. Um volume maior de vendas de resinas no mercado brasileiro, a melhoria dos spreads de resinas no mercado internacional e o crescente resultado do Complexo Petroquímico do México impulsionaram o resultado. Houve também impacto negativo por causa da valorização do real frente ao dólar. Em dólares, o EBITDA foi de US$ 924 milhões, 6% superior ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido consolidado da Braskem no trimestre foi de R$ 818 milhões. Aos acionistas da companhia foi destinado um lucro de R$ 889 milhões, referentes ao lucro da controladora.
“Além dos avanços na internacionalização nas Américas e da diversificação no uso de matérias-primas, no terceiro trimestre, as plantas industriais apresentaram alto nível de eficiência operacional em todas as regiões onde temos presença”, avalia Fernando Musa, presidente da Braskem. “Adicionalmente, já é possível observar os primeiros sinais de retomada da atividade econômica do mercado brasileiro.”

UTEC®
A Braskem segue com seu plano de investimentos e crescimento. Já em outubro, a companhia anunciou o comissionamento da sua nova planta de Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular (UHMWPE), em La Porte, no estado norte-americano do Texas. A Braskem comercializa o UHMWPE sob a marca UTEC®, desenvolvida e produzida a partir de tecnologias próprias. A nova planta de UTEC® deve entrar em operação até o fim do ano, fortalecendo a posição da Braskem como uma das maiores produtoras desta resina de alto desempenho.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Curso da Pavan Zanetti no RIO DE JANEIRO


Este mês, na ESCOLA DE PLÁSTICOS DO RIO DE JANEIRO, a PAVAN ZANETTI estará realizando: curso avançado de injeção de termoplásticos e palestra técnica no IMA (Instituto de Macromoléculas da UFRJ :

Data – 25 de novembro de 2016
Local - SENAI (DUQUE DE CAXIAS)


Para efetivar a inscrição, se faz necessário informar a este signatário o nome completo, RG dos participantes.

Cronograma:
8 hs - Início (parte 1)
09.40 as 10.00 hs - Coffe Break
10.00 as 12.15 (parte 2)
12.15 as 13.30 – almoço livre
13.30 as 15.30 – curso (parte 3)
15.30 as 15.50 – Coffe Break
15.50 as 17.30 hs – encerramento (parte 4)


No dia 26/11, palestra técnica:
Data - 26 de novembro
Local - (IMA/UFRJ) às 14hs
Tema: A industria 4.0, ambas as 14 hs.


Obsv.: Número de vagas limitado

Kennedy Cardoso
Representante Comercial

www.krioplast.com.br


Antonio Dottori
Engenharia de Aplicações


19 9 9463 5842 VIVO
19 9 9284 4203 CLARO
19 3475 8500 r 251 fixo
adottori@pavanzanetti.com.br
adottori@gmail.com
www.pavanzanetti.com.br

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Diretor técnico da Sampe EUA ministra cursos durante a Feiplar Composites & Feipur 2016


Paralelamente à FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2016 – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, serão realizados dois cursos técnicos, ministrados pelo diretor técnico da SAMPE EUA, Scott Beckwith, com tradução simultânea. Confira os conteúdos:

Dia 9 de novembro – das 14h30 às 17h30

Tema: Moldes para a fabricação de composites

Conteúdo: Exigências gerais de moldes de cura, materiais p/ moldes e suas propriedades, gerenciamento térmico de moldes, questões spring-in e spring-out, fabricação de moldes, aspectos de moldes mestres, abordagem de moldes em composites, questões de durabilidade com moldes (metal, composites, borracha).

Dia 10 de novembro – das 14h às 17h

Tema: Métodos de teste para composites

Conteúdo: Visão geral dos métodos de testes (começando com uma breve descrição dos parâmetros de interesse como resistência, alongamento e rigidez, entre outros parâmetros chaves), fatores de segurança de design, A-basis e B-basis, exemplos de testes e equipamentos/instalações necessários para a condução dos mesmos, testes de propriedades mecânicas, testes de propriedades físicas (conteúdo nulo-resina-fibra, Tg, outros), FST – testes de flamabilidade, fumaça e toxicidade, mecânica da fratura para defeitos de fabricação, e questões de fatiga e corrosão galvânica

Valor de participação: R$ 200,00/curso

 As inscrições podem ser feitas pelo site www.feiplar.com.br (acesse Demonstrações técnicas & Treinamentos) ou solicitando o cupom de inscrição pelo email: diego@artsim.com.br