quinta-feira, 4 de junho de 2020

Plastivida dá início à implementação do Programa Pellets Zero - OCS®

A Plastivida, licenciadora do Programa Internacional Operation Clean Sweep (OCS®), dá início ao processo de implementação do Programa Pellets Zero - OCS®. A implantação seguirá os parâmetros estabelecidos dentro do Fórum Ambiental dos Plásticos Por Um Mar Limpo, e será realizada na indústria petroquímica e nas empresas que atendem à logística dessa indústria. Na sequência, será lançada para a indústria de transformação em parceria, dentro do Fórum, com a ABIPLAST. O Programa tem por objetivo auxiliar a essas empresas na redução de eventual perda de pellets plásticos para o ambiente.
A partir de junho, as empresas que assinarem o compromisso com o Programa Pellets Zero - OCS® receberão a certificação com uma estrela e, com o processo de implementação do Programa, realizado em fases, graduações serão acrescentadas a seu certificado, até a pontuação máxima de 4 estrelas. Neste momento, a empresa poderá optar por seguir os parâmetros do OCS® Blue, conseguindo, assim a quinta e última estrela.
O sistema de estrelas foi desenvolvido no Brasil e é inovador no mundo e foi construído dentro do Fórum Ambiental dos Plásticos Por Um Mar Limpo. Aprovado pelo OCS®, pretende mostrar que essa certificação é um processo contínuo de desenvolvimento e monitoramento, feito de forma transparente e rastreável. Seu funcionamento é simples e padronizado. Cada estrela é obtida a partir das entregas das atividades necessárias para a certificação à licenciadora dentro de prazos definidos. A primeira estrela é obtida no momento que a empresa assume Compromisso com a sua licenciadora, a segunda a partir da realização do Diagnóstico das unidades, a terceira, após a elaboração do Plano de Trabalho e a quarta com a Implementação deste plano. Todo este processo tem prazo máximo de dois anos para ser concluído, mas a expectativa é que aconteça muito antes. Esse processo pode acontecer com apoio da licenciadora, que no Brasil são a Plastivida e Abiplast.
Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, esse é um importante passo, resultado de anos de estudos e de dedicação sobre o tema. "A Plastivida, como licenciadora do OCS® e conveniada com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo - IOUSP, está realizando um trabalho consistente de mitigação da questão dos resíduos nos oceanos", afirma o executivo. E completa: "esperamos a ampla adesão ao Programa para avançarmos nessa importante pauta ambiental. Embora a perda de pellet para o meio ambiente seja mínima quando comparado a outras fontes como a de resíduos sólidos urbanos, por exemplo, é um eventual tipo de resíduo que está dentro da Governança da indústria e por isso esta precisa fazer a sua parte".
A base do Programa é o Manual do Programa Pellets Zero - OCS®, adaptado à realidade brasileira. O Manual busca atender às metas previstas pelo Objetivo do Desenvolvimento Sustentável nº 14 (ODS-14), de conservação e uso sustentável dos oceanos, e às assumidas pelos governos de diversos países e por organizações intencionais da sociedade civil, durante a Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, em 2017.

Histórico
A atenção da Plastivida com a questão dos resíduos nos mares vem de longa data. Em 2011, foi lançado o Compromisso de Honolulu, com o objetivo de estimular o compartilhamento de soluções para reduzir o lixo marinho, buscando a melhoria da gestão dos resíduos em todo o mundo. Dirigido a Governos, Indústrias, ONGs e demais interessados, o documento tem o objetivo de servir como instrumento de gestão para a redução da entrada de resíduo de origem terrestre e de atividades marinhas no mar, bem como prever a retirada do material que já existe nos oceanos.
Decorrente dessa ação, no mesmo ano, foi assinada a "Declaração Global Conjunta da Indústria dos Plásticos", da qual a Plastivida é signatária, que formaliza a posição desta indústria mundial com relação ao tema dos resíduos nos mares. Organizações ligadas à cadeia produtiva do plástico de todo o mundo se comprometeram a trabalhar em conjunto com representantes dos governos, organizações não‐governamentais, pesquisadores e outros tomadores de decisão para prevenir o lixo no mar.
Em 2012, a Plastivida firmou um convênio com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo - IOUSP, para se capacitar e desenvolver estudos científicos para endereçar as discussões sobre o tema no Brasil. Esse trabalho resultou, em 2016, no lançamento do "Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo", que promove estudos, interagem com players mundiais sobre o tema e gera ações práticas, tanto de educação ambiental, quanto de solução para a questão. São signatários do Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo, além da própria Plastivida, a Abief, Abiplast, Abiquim, Abrade, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto de Engenharia, RadiciGroup Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sindiplast, Sinplast e Sinproquim. Para saber mais, acesse www.porummarlimpo.org.br.

SERVIÇO: Lançamento do Programa Pellet Zero - OCS®
Datas
• 5 de junho (manhã) - apresentação para a indústria petroquímica;
• 5 de junho (tarde) - apresentação para operadores logísticos da petroquímica;
• 8 de junho - apresentação para a transformação (para participação online, neste dia, fazer a inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfg63fiwqb24Ma-P2Dcs7ifjDHYR3MzScxT0d_9GYqH9XN-rQ/viewform )
Horário: 10h

Sobre a Plastivida: A Plastivida é o Instituto Socioambiental dos Plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos - suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado - a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. Para mais informações: www.plastivida.org.br


Projetos em acrílico têm ajudado a inibir a proliferação do Covid-19 em ambientes públicos

O acrílico atende especificações dos mais variados projetos e em diferentes estabelecimentos comerciais – como restaurantes, mercados, farmácias, bancos e até veículos de transporte público de passageiros, entre outros – permitindo que pessoas se encontrem ou que trabalhem de forma mais segura                                            
                                         

São Paulo, 03 de junho de 2020 – Nada está e nem deve ficar como antes. A pandemia tem mudado a vida de todos no mundo todo. Muitos não podem sair de casa ou quando podem, precisam evitar proximidade. O distanciamento social virou uma regra, pelo menos até que exista uma vacina ou tratamento eficaz para a Covid-19. Enquanto isso, quem trabalha com o público precisa se precaver para não se contaminar e nem contaminar aos outros. E é justamente neste sentido que o acrílico têm sido peça-chave. Leve, resistente, fácil de limpar e totalmente transparente, o material é usado em projetos como escudos protetores, divisórias, cubas e até viseiras médicas, entre outros itens.

Vistas pela primeira vez na Europa e na Ásia, as barreiras de proteção em acrílico para restaurantes permitem que as pessoas se encontrem e sentem-se juntas à mesa, sem que tenham contato direto. As peças podem ser facilmente instaladas em mesas e balcões e se adaptam bem em qualquer ambiente, podendo ser também moldadas e impressas à laser. Nesses projetos, a enorme variedade de espessura das chapas, além de cores, ainda pode contribuir para que o estabelecimento possa aliar sua identidade visual ao projeto de proteção.

Esses escudos se mostram fundamentais em épocas como essas, mas a verdade é que permitem a proteção de quem trabalha com o público durante todo o ano, não apenas do Coronavírus. Por isso, sua instalação em balcões de atendimento, como os de bancos e até caixas de supermercados, correios, lotéricas, farmácias e padarias, têm sido ampliada e deve se tornar cada vez mais comum.

E não é só em estabelecimentos comerciais padrões que as barreiras acrílicas podem ajudar a diminuir a contaminação. Essas divisórias também estão sendo usadas no setor de transporte de passageiros, como táxis e aplicativos. Como o acrílico é um material fácil de moldar, foi possível criar, através dele, uma barreira bonita, sofisticada e visualmente agradável para o interior de veículos. Ela é apoiada no encosto dos bancos dianteiros e divide a cabine do carro em dois ambientes. Assim, motorista e passageiros tem o menor contato possível. O produto, que é feito e oferecido por diversas empresas associadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), tem se tornado cada vez mais comum. Há inclusive empresas de locação de carros que oferecem o item como opcional. Fácil de instalar e de limpar, a peça pode ser adquirida inclusive pela internet. "Fazemos o produto com chapas cristais de 3 ou 4 mm de espessura. Modernas, elas atendem a demanda do setor por mais segurança sem comprometer o visual do carro", explica Isabella Covre, relações públicas da Emporium Acrílicos.

Embora alguns desconheçam, a área médica não é novidade para as empresas do setor de acrílico. A produção de incubadoras e berços em acrílico hospitalar para recém-nascidos são alguns dos itens comuns desenvolvidos pelo segmento e algumas das empresas ligadas ao INDAC. Assim, nada mais natural que as empresas deste setor ofereçam aos hospitais, além de outros segmentos, inúmeros outros projetos e produtos, como viseiras protetoras para profissionais da saúde e cubas, usadas na intubação de pacientes, além dos mais diversos tipos de porta-objetos.

Segundo Carlos Marcelo Thieme, Diretor Presidente do INDAC, esse não é um período fácil para ninguém, nem para as pessoas, nem para as empresas. Mas os associados do INDAC têm procurado se reinventar e ajudar o país da maneira que sabem, trabalhando com o acrílico.

Além das vendas, muitas empresas ligadas à entidade têm doado material para hospitais e centros de atendimento que atuam no combate ao Covid-19. "Acreditamos que esse é o Brasil que dá certo, quando cada um contribui com o que pode", conta Ralf Sebold, diretor da Bold.

As vantagens na escolha do acrílico como matéria-prima:
Transparência: 92% em qualquer espessura – a maior dentre todos os materiais, além de opções de chapas jateadas ou anti-refletivas;
Resistência ao impacto: 10 vezes superior ao vidro;
Variação de espessuras e tamanhos: de 1,0 a 50,0 mm e chapas de 1 x 1 até 2 x 3 metros;
Facilidade de dobragem, colagem e moldagem;
Infinitas opções de cores transparentes, como verde vidro, azul piscina, amarelo bebê ou gradações de fumês – adequando-se a necessidade e ousadia de qualquer projeto.
Importante salientar que a matéria prima do acrílico (MMA) e toda cadeia produtiva, chapas e peças são nacionais e não possuem dependência do mercado internacional para seu desenvolvimento.
Limpeza: deve ser feita com água e sabão neutro.

Arkema finaliza a venda de seus negócios de Poliolefinas Funcionais

A venda do negócio de poliolefinas funcionais da Arkema para a SK Global Chemical foi finalizada em 1º de junho e está totalmente alinhado com a estratégia de reorientar as atividades do Grupo em Materiais Especiais. 
Com vendas de cerca de € 250 milhões, o negócio de Poliolefinas Funcionais, que faz parte da atividade do PMMA, compreende copolímeros e terpolímeros de etileno para os mercados de embalagens de alimentos, cabos, eletrônicos e revestimentos.
Este negócio emprega cerca de cem pessoas na França e possui uma rede internacional de vendas de cerca de trinta pessoas, que agora se juntarão à SK Global Chemical, uma subsidiária do grupo sul-coreano SK.
Com base no valor da empresa de 335 milhões de euros, esse desinvestimento está totalmente alinhado com a estratégia do Grupo de se especializar em Materiais Especiais até 2024, apresentado em 2 de abril de 2020, centrado nos três segmentos complementares e altamente inovadores de: soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento.
Com base em seu conjunto exclusivo de conhecimento em ciência de materiais, a Arkema, segundo informam, "oferece um portfólio de tecnologias de primeira qualidade para atender à crescente demanda por materiais novos e sustentáveis. Com a ambição de se tornar, em 2024, um participante puro em Materiais Especiais, o Grupo está estruturado em 3 segmentos complementares, resilientes e altamente inovadores, dedicados a Materiais Especiais - soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento - representando cerca de 80% das vendas do grupo, e um segmento de intermediários bem posicionado e competitivo. A Arkema oferece soluções tecnológicas de ponta para enfrentar os desafios atuais, entre outras coisas, novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade, além de promover um diálogo permanente com todas as partes interessadas. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países, com 20.500 funcionários em todo o mundo." www.arkema.com.br

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Evonik lança SURFYNOL® 104 de baixo VOC

  • Quando se trata de desempenho, não fazemos concessões
  • Melhor classificação quanto a regulamentações e rotulagem internacional, mais fácil de manusear
O que poderia ser melhor que um aditivo multifuncional de alta performance? O mesmo aditivo, mas sem VOC! A linha de negócios Coating Additives da Evonik apresenta a próxima geração do produto favorito de seus clientes: SURFYNOL® 104 Z. São muitas as aplicações que usam o aditivo para melhorar tanto a formulação quanto o revestimento acabado. Em revestimentos automotivos ou industriais, revestimentos para plásticos ou madeira, ou tintas de impressão, há muito o SURFYNOL® 104 é um dos aditivos mais conhecidos e de maior sucesso na indústria mundial de tintas e revestimentos.

O aditivo de nova geração é tão eficaz quanto seu predecessor, com um benefício decisivo: apresenta virtualmente zero VOC (dependendo de diretrizes regionais e métodos de medição). Em virtude dessa vantagem significativa, o produto necessita de um mínimo de rotulagem especial e, por esse motivo, é mais fácil de usar, processar e armazenar. SURFYNOL® 104 Z é um aditivo sem silicone que foi desenvolvido em resposta aos requisitos regulatórios cada vez mais restritivos.

Como ocorre com a geração anterior, o novo aditivo também é adequado para aplicações que exigem conformidade em relação ao contato com alimentos, cumprindo os requisitos da FDA e Swiss A. Além do menor teor de VOC e melhor rotulagem de produto, o SURFYNOL® 104 Z ainda oferece os benefícios pelos quais é conhecido: antiespumante, umectante, melhora nivelamento e, acima de tudo, não interfere na fórmula. Conforme exigido, o produto pode ser usado em qualquer estágio do processo de formulação: moagem, completagem, produção ou durante o controle de qualidade subsequente.

SURFYNOL® 104 Z é um surfactante multifuncional de tecnologia conhecida como gemini que promove o equilíbrio entre a umectação dinâmica e a antiespumação molecular. O produto contém 50% de ativos. O novo aditivo não contém HAPs e facilita a transição dos formuladores de sistemas base solvente para sistemas base água.

Para mais informações sobre o SURFYNOL® 104 Z, acesse 
www.coating-additives.com.

Informações da Empresa
A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019. A Evonik vai muito além da química para criar soluções inovadoras, rentáveis e sustentáveis para os clientes. Mais de 32.000 colaboradores trabalham juntos com um propósito em comum: queremos melhorar a vida das pessoas, todos os dias.


Sobre Resource Efficiency
O segmento Resource Efficiency, dirigido pela Evonik Resource Efficiency GmbH, produz materiais de alta performance, aditivos especiais ambientalmente amigáveis e sistemas eficientes em energia aplicados nas indústrias automotivas, de tintas & revestimentos, de adesivos e da construção, dentre muitas outras. Com cerca de 10.000 colaboradores, o segmento gerou vendas de aproximadamente 5,7 bilhões de euros em 2019 em operações contínuas.

terça-feira, 31 de março de 2020

Produção e vendas da indústria química crescem no 1º bimestre de 2020


Setor segue apreensivo em relação ao impacto do Covid-19
sobre a indústria química e a economia brasileira

São Paulo, 27/03/2020 –
No primeiro bimestre de 2020 os principais índices de volume dos produtos químicos de uso industrial cresceram em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim.

A produção cresceu 0,7% e as vendas internas 1,47%, nos dois primeiros meses do ano. O volume de importações dos produtos do Relatório de Acompanhamento Conjuntural (RAC) da Abiquim cresceu 3,1%, enquanto as exportações caíram 15,4%, no mesmo período.

No entanto, a demanda por produtos químicos de uso industrial medida pelo Consumo Aparente Nacional (CAN) caiu 2,1% nos meses de janeiro e fevereiro na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o índice de utilização da capacidade instalada manteve-se estável em 73%, nos dois primeiros meses do ano, mesmo nível de igual período de 2019.

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, as expectativas iniciais eram positivas, mas é muito difícil prever em que medida o setor químico será afetado. “Até meados de fevereiro, as expectativas eram as de que em 2020 os resultados seriam melhores do que foram nos dois anos anteriores, mas a eclosão e disseminação do Covid-19 gerou uma mudança radical do cenário”, explica Fátima. Segundo a executiva, a Abiquim vem colhendo informações qualitativas sobre o desempenho de março e previsões para os próximos meses, até para atender demanda do próprio governo. Em uma avaliação ainda preliminar, Fátima explica: “que os dados qualitativos referentes a março dão a indicação ainda de algum aquecimento, por conta da ampliação da demanda em segmentos mais críticos. O impacto maior deverá recair sobre o setor a partir da última semana de março e começo de abril. Há uma preocupação das empresas em relação a algumas medidas que vem sendo tomadas na direção da quarentena e que podem inviabilizar a produção, a logística do transporte de produtos pelas rodovias, além do fato de os trabalhadores não conseguirem chegar às fábricas”.

A diretora da Abiquim alerta que devido a natureza essencial do setor e da ampla utilização de produtos na área de saúde, a indústria química está pronta e sedenta para contribuir com a sociedade no combate ao vírus, lembrando que há um espaço a ser ocupado pela ociosidade elevada de cerca de 30%. “Muitos produtos fabricados ao longo da cadeia química são utilizados para garantir a higienização dos ambientes (cloro, álcool gel, sanitizantes, desinfetantes, detergentes, entre outros), muitos entram na linha de frente diretamente nos hospitais (medicamentos, gases medicinais, destaque para o oxigênio, anestésicos, luvas, máscaras cirúrgicas e descartáveis em geral, bolsas de sangue), dentre tantos outros. Neste momento, a principal questão é manter a produção das fábricas de insumos em operação e, inclusive, ocupar eventuais capacidades ociosas. Inclusive, está havendo um enorme esforço das áreas técnicas das empresas em direcionar a produção para esses produtos de maior necessidade neste momento, e que estão em falta no mundo, para suprir as necessidades de ampliação da demanda. Não basta apenas facilitar a importação, a questão é que para alguns produtos não há de onde trazer. Precisamos aproveitar as cadeias existentes e estimular todas as empresas na busca por alternativas”, explica Fátima.

Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

Grupo Tigre anuncia novos membros no Conselho de Administração

O Grupo Tigre, multinacional brasileira presente em 30 países e líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, anuncia mudanças em seu Conselho de Administração. Francisco Amaury Olsen, que ocupou a presidência da Tigre por 15 anos, e Walter Herbert Dissinger, CEO da WMDM Design de Ecossistemas, Consultoria e Investimentos, assumem como membros do Conselho, que tem como presidente Felipe Hansen.

Deixam o conselho Antônio Cortizas Noguerol, que continuará atuando no Comitê de Auditoria, Finanças e Riscos (CAFR) e no Conselho de Família Hansen, e Leonardo Fausto Zipf. Dessa forma, o novo colegiado será composto por Felipe Hansen, Décio da Silva, Fábio Hering, Francisco Amaury Olsen e Walter Herbert Dissinger.

Sobre o Grupo Tigre
Com uma história de quase 80 anos, a Tigre é uma multinacional brasileira com forte presença internacional, líder em soluções para construção civil e cuidado com a água. A empresa oferece um amplo portfólio de produtos que atende os mercados predial, de infraestrutura, de irrigação e industrial. Presente em 30 países, conta com cerca de sete mil funcionários, 11 plantas no Brasil e 12 no exterior: Argentina (2), Bolívia (2), Chile (2), Colômbia, Equador, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. Além de tubos e conexões, fazem parte do Grupo: Claris Tigre (esquadrias de PVC), Ferramentas para Pintura, Tigre-ADS (tubulações de PEAD para saneamento e drenagem), Fabrimar e Tigre Metais (no segmento de metais sanitários), além da TAE -- Tigre Água e Efluentes (tratamento e reutilização da água).

Indústria química implanta ações de combate ao Coronavírus

Para garantir o abastecimento de cloro para o tratamento de água e fabricação de produtos de limpeza, Unipar manteve a operação no mesmo ritmo de antes da crise, ampliou o monitoramento sanitário e já observa 15% de alta na procura por insumos

A importância de garantir o transporte e o fluxo de produtos capazes de assegurar o abastecimento de itens essenciais, como alimentos e produtos usados na higienização de espaços privados e públicos, e tratamento de água, caso do cloro, que tem sido sucessivamente abordado pelas autoridades brasileiras, a exemplo do ministro Luiz Henrique Mandetta.

É dentro dessa perspectiva que a Unipar, uma das indústrias químicas líderes na produção de cloro, soda, derivados do cloro e PVC na América do Sul, se preparou e tem implantado uma série de ações para enfrentar a pandemia que se alastra por todo mundo e começa e tomar novos contorno no Brasil.

O cloro e hipoclorito de sódio produzidos pela empresa, por exemplo, são usados no tratamento de água, esgoto, efluentes e desinfecção. A soda caustica, para produção de sabão e detergentes para higienização geral, e também na produção de alimentos. Já o PVC, para produção de bolsas de sangue e soro, equipos e cateteres, blisters de medicamentos e embalagens para alimentos, limpeza e higiene pessoas.

Para garantir o fornecimento de insumos com finalidades tão essenciais, a Unipar indica que iniciativas já em curso foram estabelecidas para manter a operação das fábricas em ritmo normal, similar ao praticado antes dos efeitos do Coronavírus, como detalha o diretor-presidente da companhia, Mauricio Russomanno.
"Instauramos um comitê de crise na Unipar, responsável por comunicar, integrar e definir os próximos passos. Esse grupo é formado por gestores e representantes de todas as áreas, que respondem diretamente à diretoria executiva da companhia, e discutem frequentemente todas as ações que devem ser executadas nesse regime especial de funcionamento".

Além disso, o diretor-presidente da Unipar aponta que ações técnicas foram definidas para intensificar a segurança sanitária de todas as cargas que entram e saem das três plantas da companhia, instaladas nas cidades de Cubatão (SP) e Santo André (SP), no Brasil, e Bahía Blanca, na Argentina, inclusive com ajuda da tecnologia.

Para isso, foi elaborado um plano de contingenciamento com a implantação de máquinas e impressão de QR Code para aposentar o uso das canetas durante a identificação de fornecedores na recepção das fabricas, além de monitoramento constante de todo o transporte de volumes. "Instauramos ainda procedimentos como a medição da temperatura de todas as pessoas que acessam a fábrica, inspeções especiais de entrada dos motoristas com carregamentos nos sites, para operações de importação e exportação de insumos e fizemos a projeção de estoques de produção de PVC, soda, cloro e clorados", explica Russomano. A companhia também passou a dimensionar a priorização de entregas dos insumos, sempre com foco nas operações sanitárias, mais urgentes em meio a uma situação grave de saúde pública.

Para o empresário, controlador e presidente do Conselho de Administração da Unipar, Frank Geyer, as medidas tomadas pela empresa devem ser unanimidade no setor para minimizar ao máximo o impacto dessa pandemia em território nacional. "Entendemos que essa possa ser a forma mais eficiente de contribuirmos para evitar um colapso social, econômico e de saúde no Brasil", diz ele.

Sobre a Unipar
A Unipar é uma das indústrias químicas líderes da América do Sul, referência na fabricação de cloro, soda cáustica e PVC, insumos que formam a base de todas as indústrias e tem ações negociadas na bolsa de valores brasileira (B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão).
Com atuação de cerca de 1400 funcionários em seus escritórios e plantas industriais em Cubatão (SP) e Santo André (SP), no Brasil, e Bahía Blanca, na Argentina, a Unipar tem foco em qualidade, segurança, respeito ao meio ambiente, integração comunitária e valorização de seus colaboradores.
Ao longo de seus 50 anos de história, a Unipar se conecta e se integra à comunidade por meio de seu Conselho Consultivo Comunitário (CCC), que reúne vizinhos, organizações sociais e representantes da empresa. Além disso, é pioneira na implementação do Programa Fábrica Aberta, que mantém suas plantas abertas aos visitantes durante todos os dias do ano, 24 horas por dia.

terça-feira, 24 de março de 2020

Acionamentos da NORD para extrusoras da indústria de plásticos

Os fabricantes da indústria do processamento de plásticos apreciam a longa vida útil, a necessidade reduzida de manutenção e a elevada eficiência energética das soluções em acionamentos da NORD DRIVESYSTEMS. Para aplicação em extrusoras, a empresa oferece acionamentos otimizados para operações industriais.

Perfeitos para a indústria dos plásticos: acionamentos tipo extrusora da NORD DRIVESYSTEMS para forças axiais máximas

A extrusão está estabelecida como a técnica de fabricação mais importante no setor da produção e processamento de termoplásticos. As unidades de engrenagens industriais de alto desempenho MAXXDRIVE® da NORD DRIVESYSTEMS garantem a utilização do acionamento adequado na extrusora. Enquanto um dos mais importantes fabricantes, a empresa especialista em acionamentos produz soluções completas em acionamentos para extrusora. Isto permite adaptação a praticamente quase todos os dimensionais comuns. Graças a rolamentos axiais de dimensões generosas, é possível garantir uma absorção segura das forças dos processos e uma longa vida útil. A opção de "extrusora" pode ser personalizada de acordo com o eixo do cliente e idealmente adaptada às suas exigências com diversas variantes de rolamentos. Isto oferece aos construtores de fábricas e fabricantes e processadores de plásticos a oportunidade de desenvolverem unidades de acionamento seguras, altamente fiáveis e particularmente versáteis. Os acionamentos tipo extrusora estão disponíveis para as unidades de engrenagens industriais MAXXDRIVETM nos tamanhos de 5 a 11 com torques nominais de 15 a 75 kNm.

Visão geral da empresa
Há mais de 50 anos a NORD DRIVESYSTEMS desenvolve, produz e vende tecnologia em acionamentos com seus mais de 4.000 funcionários e é um fornecedor completo e líder internacional no segmento. Além de acionamentos padronizados a NORD também fornece conceitos e soluções personalizadas para requisitos especiais, como por exemplo, acionamentos com redução de consumo de energia ou sistemas à prova de explosão. O faturamento anual no exercício de 2018 foi de aprox. 700 milhões de euros. Atualmente a NORD possui filiais próprias e revendedores em 98 países do mundo todo. A ampla rede de vendas e assistência assegura cobertura ideal, com prazos de entrega curtos e uma rede de serviço próxima aos clientes. A NORD produz uma gama muito variada de redutores, para torques desde 10 Nm até mais de 250 kNm, fornece motores elétricos na faixa de potências desde 0,12 até 1.000 kW e, com os inversores de frequência fabrica também a eletrônica de potência necessária até 160 kW. Estão disponíveis soluções de inversores tanto para a instalação clássica no painel elétrico como também para unidades de acionamento descentralizadas e totalmente integradas.

segunda-feira, 9 de março de 2020

Nouryon participa da 44ª edição da Fimec

 Empresa reforça sua liderança no segmento de 
calçados com o produto Expancel

Vinicius Magliano, gerente comercial de Expancel

De 10 a 12 de março, a Nouryon, empresa do ramo de Especialidades Químicas, participará da 44ª Fimec, feira que reúne toda a operação do setor coureiro-calçadista em um mesmo local - Nova Hamburgo (RS). A empresa terá um estande próprio, reforçando sua presença e liderança no mercado de microesferas expansíveis para solas de calçados com o produto Expancel.
                                                       
De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefato (Assintecal), esse mercado vem crescendo nos últimos anos, em particular os calçados contendo sola de PVC e outros compósitos expandidos. Esse crescimento, aliado a uma mudança na tecnologia de expansão, que vem, ao longo dos últimos 5 anos, substituindo os antigos expansores químicos por microesferas expansíveis - melhorando a qualidade do calçado - levou a um aumento de mais de 100% na demanda desse tipo de material.

Seguindo essa tendência e fortalecendo sua posição de líder nesse mercado, a principal fábrica de Expancel da Nouryon, em Sundsval, Suécia, passou recentemente por uma expansão, aumentando a capacidade produtiva em mais de 40%, de acordo com Vinícius Magliano, gerente comercial e marketing de Expancel para a América Latina.

O Expancel é formado por microesferas termoplásticas expansíveis, compostas de uma membrana copolimérica que encapsula um gás hidrocarboneto. Quando aquecidas, essas esferas aumentam de tamanho diminuindo a densidade. Essa tecnologia promove a redução de peso dos solados de calçados de forma muito mais controlada, resultando em bom acabamento, sem o inconveniente do "amarelamento" da sola, gerado por outras tecnologias.

Além de líder no mercado de expansores termoplásticos, a Nouryon é a única produtora desses materiais com equipe própria no Brasil e em demais países da América Latina: Argentina, Colômbia e México. "Estaremos na Fimec para reforçar nossa presença no mercado da América Latina de calçados, que é o principal segmento de atuação desse produto", comenta Vinícius Magliano.

No Brasil, o Expancel está presente nas melhores marcas de calçados há mais de sete anos, sendo utilizado pela indústria devido a sua qualidade, amplamente reconhecida.

Maior feira do setor da América Latina, a Fimec reunirá, durante três dias, centenas de expositores com lançamentos de produtos, tecnologias e serviços, além de milhares de visitantes qualificados de todo o mundo, proporcionando o ambiente ideal para prospecção e fechamento de negócios. A feira ainda oferecerá diversas atividades, como a Fábrica Conceito, espaço que mostra a produção de calçados em tempo real, com o objetivo de apresentar ao visitante a aplicabilidade dos processos tecnológicos e produtos expostos no evento.

Outra atração é o Estúdio Fimec, que busca trazer a visão do consumidor aos produtos e matérias-primas apresentadas, com tendências que proporcionam um direcionamento para as criações dos visitantes.

"Os visitantes da feira poderão conhecer alguns produtos que utilizam o Expancel, que estarão expostos em nosso estande, assim como tirar dúvidas de suas aplicações no mercado de calçados", finaliza Magliano.

Sobre a Nouryon
"Somos uma líder global em especialidades químicas. Indústrias de todo o mundo utilizam os nossos produtos químicos, que são essenciais para a fabricação de produtos como papel, plásticos, materiais de construção, alimentos, produtos farmacêuticos e itens para cuidados pessoais. Graças aos nossos quase 400 anos de história, a dedicação de nossos 10.000 colaboradores e o nosso compromisso mútuo com o crescimento dos negócios, um forte desempenho financeiro, segurança, sustentabilidade e inovação, criamos uma empresa de nível internacional e construímos fortes parcerias com os nossos clientes. Possuímos atividades em mais de 80 países e o nosso portfólio inclui as principais marcas do mercado, tais como a Eka, Dissolvine, Trigonox e a Berol."

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Nesta terça-feira (18), o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, participará do seminário "Economia Circular do Plástico", no Espírito Santo

O evento, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (FINDES) e Assembleia Legislativa do Espírito Santo, tem por objetivo reunir representantes técnicos do setor de plásticos e legisladores, para discutirem as questões dos plásticos no ambiente legislativo e, assim, assegurar que as questões técnicas e4 científicas sejam levadas em consideração quando se trata de leis que dizem respeito aos produtos plásticos.

A Plastivida - Instituto Socioambiental dos Plásticos - tem se posicionado de forma contrária a iniciativas restritivas ou de banimento de descartáveis plásticos em geral.

A entidade acredita que o banimento de qualquer tipo de produto não educa a sociedade a consumir conscientemente, sem desperdício; não sensibiliza as pessoas nem os estabelecimentos comerciais a separarem e destinarem seus resíduos para a reciclagem; não incentiva o poder público a ampliar a capilaridade dos serviços de coleta seletiva para que os recicláveis cheguem às empresas de reciclagem, fomentando este setor que gera empregos, renda e tributos; e faz com que o mercado coloque no lugar dos plásticos, opções muitas vezes mais danosas ao meio ambiente, nem sempre recicláveis e que também irão parar nos esgotos, rios, mares e ruas da mesma forma. Todos perdem.

O presidente da Plastivida está à disposição para entrevistas.

Sobre a Plastivida: A Plastivida é o Instituto Socioambiental dos Plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos - suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado - a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. Para mais informações: www.plastivida.org.br

Indústrias Romi: Entrada de Pedidos no 4T19 apresentou crescimento de 19,5% em relação ao 4T18, devido à recuperação do mercado brasileiro

SANTA BÁRBARA D'OESTE, Brasil, 14 de fevereiro de 2020 - /PRNewswire/ -- A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou, no 4T19, crescimento de 19,5% em relação ao 4T18, com destaque para as Unidades de Negócio Máquinas Romi e Fundidos e Usinados, reflexo da retomada mais consistente da economia brasileira e da demanda por peças fundidas de grande porte.

A Unidade de Fundidos e Usinados, no 4T19 apresentou crescimento de 7,5% na receita operacional líquida em relação ao 4T18, devido ao início das entregas das peças de grande porte. A margem operacional apresentou crescimento 12,8 p.p., reflexo do maior volume de produção e faturamento e dos projetos focados na melhoria da eficiência operacional.

A carteira de pedidos, ao final de 2019, apresentou crescimento de 9,7% em relação a 2018, com destaque para as Unidades de Negócio Máquinas Romi e Fundidos e Usinados.

A posição líquida de caixa da Companhia atingiu R$34,0 milhões em 31 de dezembro de 2019, representando uma geração de caixa, no 4T19, de R$18,2 milhões, resultado do maior volume de faturamento e da redução dos estoques.

"O ano de 2019 demonstrou uma recuperação da economia doméstica, principalmente, a partir do segundo semestre, quando pode-se notar uma maior consistência dessa recuperação com melhoria do otimismo e da confiança, refletindo positivamente no volume de oportunidades de negócios. Essa melhora nos dados macroeconômicos e no ambiente geral da economia começa a se materializar, principalmente, na unidade de negócio Máquinas Romi, que, diante de um cenário mais estável, encoraja os clientes a retomar os seus investimentos. O segmento de Fundidos e Usinados também demonstrou importante evolução na entrada de pedidos, com a retomada da demanda por peças de grande porte para o segmento de energia. Estrategicamente, definimos como prioridade o lançamento de novas gerações de produtos em 2017 e 2018, sendo que as primeiras linhas já lan&ccedi l;adas estão fazendo muito sucesso. Isso nos dá confiança de que estamos muito bem preparados para atender a demanda doméstica e a exportação", menciona Luiz Cassiano R. Rosolen, diretor-presidente da Romi.

FONTE: Indústrias Romi S.A.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Termotécnica lança marca internacional para suas soluções de conservação de produtos frescos na FRUIT LOGISTICA 2020, em Berlim

Como parte da estratégia de aumentar participação no mercado externo, companhia apresenta em primeira mão na Alemanha a marca FarmFresh

As soluções de conservação da Termotécnica estão obtendo grande aceitação no agronegócio por valorizar a fruta brasileira permitindo atender mercados mais distantes, mantendo a qualidade e o frescor por mais tempo. Esse é o quarto ano que a empresa vem participando dos mais importantes eventos internacionais para o agronegócio.

Como parte da estratégia de aumentar participação no mercado externo, na edição de 2020 da Fruit Logistica Berlin, que acontece de 5 a 7 de fevereiro, a Termotécnica vai apresentar soluções de conservação pós-colheita com a nova marca FarmFresh. A iconografia da marca é a mesma utilizada para a linha DaColheita, mas o nome em inglês facilita o entendimento nos mercados mundiais e reforça o frescor que é o grande atributo das soluções.

O diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira, define o posicionamento da linha FarmFresh como um grande “companheiro de viagens” para as frutas cultivadas pelos produtores brasileiros chegarem em perfeito estado aos mercados exigentes como o europeu. “Ou seja, as nossas soluções pós-colheita garantem que depois que os produtores colham as frutas, elas sejam acondicionadas, transportadas, entregues e expostas aos seus clientes em diversos países com a mesma qualidade, frescor e cuidado do processo de cultivo e colheita.”

Marcando presença no Pavilhão Brasil junto a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados), serão apresentadas as soluções da linha FarmFresh para acondicionamento de mamão, manga, limão Tahiti, abacate e a caixa para quatro cumbucas que atende várias culturas e permite também o porcionamento de frutas e outros vegetais frescos.

O momento e o local não poderiam ser mais propícios para esse lançamento, já que no último dia 18 de janeiro, os governos do Brasil e da Alemanha firmaram acordo de cooperação técnica no setor agrícola. O acordo foi assinado pelas ministras Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Julia Klöckner (Alimentação e Agricultura da Alemanha), em Berlim. “Esse acordo vai aproximar mais os dois países, trocaremos conhecimento e nós poderemos mostrar a tecnologia que desenvolvemos para criar a agricultura tropical brasileira”, disse Tereza Cristina. Ainda em Berlim, a Ministra teve reuniões bilaterais com Argentina, Holanda, Organização Mundial do Comércio (OMC) e com o diretor-geral da FAO, Dongyu Qu.

Soluções pós-colheita valorizam as frutas brasileiras nos mercados internacionais e combatem o desperdício de alimentos

Nesta verdadeira corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. Com tecnologia e designs patenteados, permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte. Isso representa também dias a mais com a fruta saudável nas gôndolas com muitas vantagens para o varejista.

Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha Farm Fresh sustentável e adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo. “Apresentamos os resultados de testes e quantificamos os ganhos de acordo com cada realidade. Com a ampliação do shelf-life e todas as características de eficiência logística, como redução no frete, ajudamos os clientes a aumentar a competitividade e, consequentemente, seus volumes de venda e participação nos mercados em todo o mundo”, afirma Nivaldo de Oliveira.

E com a premiação WorldStar 2019, concedido pela WPO (World Packaging Organization), dos mais importantes reconhecimentos do mercado de embalagens, nas categorias Food e Save Food, a Termotécnica consolida-se como referência mundial em soluções pós-colheita contribuindo para que frutas, legumes e verduras (FLV) brasileiros ganhem mais destaque nos mercados internacionais e combatendo o desperdício de alimentos.
Inovação e Tecnologia pela Sustentabilidade
As soluções FarmFresh reforçam o compromisso da Termotécnica em desenvolver soluções de embalagens inovadoras, ativas e sustentáveis. O EPS é um material 100% reciclável formado por 98% de ar, não utiliza CFC e HCFC e por isso não gera danos à camada de ozônio. Por ser inerte, não prolifera fungos e bactérias. O seu processo requer baixíssima utilização de recursos naturais como água e energia, não contamina e não gera riscos à saúde e ao meio ambiente.

No ano passado, às vésperas de iniciar o fornecimento de embalagens para a exportação de frutas –, um dos produtos de maior valor agregado do agronegócio brasileiro –, a Termotécnica também reforçou suas parcerias com as empresas do Global Packaging Alliance, formada por dezenas de fornecedores que garantem a reciclagem de embalagens de EPS em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Holanda, França, Reino Unido e Estados Unidos.

No Brasil, desde 2007, a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – ou seja, 1/3 de todo o material consumido no país.

Além da parceria próxima com os produtores e agentes de toda a cadeia logística, a Termotécnica amplia também o trabalho com os varejistas para aderirem ao Reciclar EPS e disponibilizarem ao consumidor final pontos de recolhimento para reciclagem deste material.

Com as soluções pós-colheita a Termotécnica contribui com ODS 12 (Objetivo do Desenvolvimento Sustentável) que tem a meta de cortar pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento.


Sobre a Fruit Logistica Berlin
Maior evento do comércio internacional de produtos frescos, todos os anos, a feira reúne 3.200 expositores e 78.000 visitantes de negócios. Cobre todos os setores do negócio de produtos frescos e fornece uma imagem completa das últimas inovações, produtos e serviços em todos os elos da cadeia de suprimentos internacional.

Sobre a Termotécnica
Aos 58 anos, a Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina e uma das empresas mais sustentáveis do Brasil, de acordo com o Guia Exame 2019. Empreendedora, produz desde soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas até itens para Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR) e Pirabeiraba (SC).

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

BASF conclui aquisição do negócio de poliamida da Solvay

• Capacidade ampliada de plásticos de engenharia permite soluções inovadoras
• Melhor acesso aos mercados de crescimento na Ásia e nas Américas
• Integração vertical consolidada cobre toda a cadeia de valor da poliamida 6.6 com acesso direto à matéria-prima ADN

Em 31 de janeiro de 2020, a BASF concluiu a aquisição do negócio de poliamida (PA 6.6) da Solvay. A transação amplia os recursos de poliamida da BASF por meio dos produtos inovadores e conhecidos, como os da marca Technyl®. Isso permite que a BASF ofereça a seus clientes um suporte ainda melhor em soluções de plásticos de engenharia como, por exemplo, para direção autônoma e mobilidade elétrica. A transação também reforça o acesso da empresa a mercados em crescimento na Ásia, América do Norte e América do Sul. Por meio da integração vertical com a principal matéria-prima, a adiponitrila (ADN), a BASF estará presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6, incrementando sua confiabilidade em termos de fornecimento. O preço de compra do negócio de poliamida adquirido pela BASF, à vista e isento de dívidas totaliza € 1,3 bilhão, sendo que as vendas geradas em 2018 foram de aproximadamente € 1,0 bilhão. O negócio será integrado às divisões de Materiais de Performance e Monômeros da BASF.

"Com um portfólio mais amplo, uma presença regional mais forte e maior confiabilidade em termos de fornecimento, a BASF trará benefícios significativos aos nossos clientes", comentou Wayne T. Smith, membro da Junta Diretiva da BASF SE. "A aquisição representa o nosso forte compromisso com os negócios de poliamida globalmente".

A transação entre a Solvay e a BASF inclui oito unidades de produção na Alemanha, França, China, Índia, Coréia do Sul, Brasil e México, além de centros de pesquisa e desenvolvimento e centros de consultoria técnica na Ásia, América do Norte e do América do Sul. Além disso, engloba participações de duas joint ventures na França: a participação de 50% da Solvay na joint venture da Butachimie com a Invista, para a fabricação de adiponitrila (ADN) e hexametilenodiamina (HMD), e uma participação de 51% na nova joint venture Alsachimie entre a BASF e a DOMO Chemicals, para fabricação de ácido adípico.

Com a conclusão da transação, cerca de 700 colaboradores da Solvay ingressam na BASF. A joint venture da Alsachimie com a BASF e a DOMO Chemicals na França emprega aproximadamente 650 colaboradores e a joint venture Butachimie entre a BASF e a Invista possui aproximadamente 400 colaboradores.

Em setembro de 2017, a BASF assinou um acordo com a Solvay sobre a aquisição do negócio global de poliamida, sujeito à aprovação das autoridades antitruste relevantes. A Comissão da União Europeia aprovou a aquisição do negócio de poliamida, sob certas condições, em 18 de janeiro de 2019. Essas condições exigiram a venda de partes do escopo original da transação a terceiros, especificamente as plantas de produção da Solvay e os recursos de inovação no campo de plásticos de engenharia na Europa. A DOMO Chemicals, em Leuna, na Alemanha, foi aprovada pela Comissão da U.E como compradora. A transação entre a Solvay e a DOMO Chemicals também foi concluída em 31 de janeiro de 2020.

Sobre a BASF
Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nós combinamos o sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. O Grupo BASF conta com aproximadamente 122 mil colaboradores que trabalham para contribuir com o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e países do mundo. Nosso portfólio é organizado em 6 segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição e Care e Soluções para Agricultura. A BASF registrou vendas de € 63 bilhões em 2018. As ações da BASF são comercializadas no mercado de ações de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.basf.com/br

Braskem Labs abre inscrições para a edição 2020

A plataforma conta com duas modalidades de programas de aceleração e atua na busca por soluções que causem impacto socioambiental positivo
Empreendedores de todo o Brasil podem se inscrever até 26 de fevereiro para participar dos programas de aceleração do Braskem Labs, plataforma de empreendedorismo de impacto da Braskem. Os interessados podem escolher entre as modalidades Scale e Ignition do programa, que buscam alavancar negócios que causem impacto positivo na sociedade. A inscrição é gratuita e pode ser feita por meio do site www.braskemlabs.com .

Aproveitando a experiência de mercado da Braskem, o Labs foca em empresas que considerem a química e/ou o plástico como parte da solução. Neste contexto, o Scale se dedica a startups em fase de tração e escala, ou seja, que estejam operacionais, tenham clientes e faturamento. Já o Ignition tem como propósito ser uma pré-aceleração para quem está na fase de validação de modelo de negócio.

Entre os critérios gerais para seleção estão o grau de inovação das soluções apresentadas, potencial de mercado, perfil do empreendedor e da equipe envolvida, modelo de negócio e impacto socioambiental gerado. É importante que os empreendedores tenham mais de 18 anos e disponibilidade para estar presente nos encontros realizados na cidade de São Paulo.

Marina Rossi, gerente de Desenvolvimento Sustentável da Braskem e responsável pelo Braskem Labs, explica que ambas as modalidades do programa buscam empresas que atuem em áreas diversas, como agronegócio, saúde, infraestrutura, mobilidade, biotecnologia e economia circular. "As startups possuem um grande potencial para trazer inovação para o nosso setor, contribuindo para encontrarmos novos caminhos para o desenvolvimento de negócios sustentáveis", afirma.

Para o desenvolvimento dos programas, a Braskem conta com o apoio do Quintessa, aceleradora dedicada a negócios de impacto social ou ambiental positivo. "O alinhamento de propósito que temos com o Quintessa é o que torna nossa parceria tão produtiva. Acreditamos que a experiência deles de mais de uma década acelerando negócios de impacto torna o Labs ainda mais robusto, agregando conhecimento aos empreendedores e aos integrantes da Braskem envolvidos no projeto", comenta Marina.

Na prática, os programas do Braskem Labs combinam capacitação e mentoria, por meio de encontros individuais e em grupo. As empresas selecionadas participam da aceleração por cerca de cinco meses e recebem, entre outros itens, diagnóstico de negócio, apoio personalizado, acesso a uma rede diversa de mentores Quintessa e de executivos da Braskem, networking com conexão a potenciais clientes e parceiros estratégicos do mercado. Ao final do programa, ainda há a oportunidade de se apresentar para investidores e possíveis clientes.

"Além de tudo, o modelo de atuação do Labs é equity free. Este diferencial reforça nossa posição em prol da contribuição inovadora e positiva com nosso setor e com toda a sociedade", explica Marina. "Vale destacar que as conexões geradas durante o programa são totalmente espontâneas, sejam entre os empreendedores ou conosco. Neste sentido, mais de 25% das empresas participantes fizeram algum tipo de negócio com a Braskem", finaliza.

Para Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, os programas do Braskem Labs se destacam perante outros oferecidos no mercado: "eles têm uma proposta de valor única, mesclando conteúdos e metodologias do Quintessa, sessões de mentoria com executivos da Braskem, apoio personalizado e individualizado dos nossos gestores, além de acessarem o mercado com o endosso da Braskem. Além disso, é uma relação ganha-ganha, pois do outro lado, estes negócios possuem potencial para ser fonte de inovação em novos produtos, mercados e formas de relacionamento para a Braskem -- tendo o impacto positivo como premissa. Acredito que o Braskem Labs é um grande exemplo de inspiração para outras grandes empresas que desejam se aproximar do ecossistema empreendedor".

Mais informações sobre o Braskem Labs podem ser obtidas no site www.braskemlabs.com .

Sobre a Braskem
Os 8 mil Integrantes da Braskem se empenham todos os dias para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico, engajados na cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Tramontina dispõe de Painel Móvel com Tomadas para atmosferas explosivas

Os Painéis Móveis da Tramontina atendem a todos os tipos de instalações elétricas realizadas em atmosferas explosivas, especialmente em refinarias, usinas, plataformas, silos e indústrias alimentícia, química, farmacêutica, etc
A Tramontina, por meio de sua divisão Ex - dedicada a produtos para atmosferas explosivas – dispõe do Painel Móvel com Tomadas para Atmosferas Explosivas. São várias versões, fabricados em aço inox, aço carbono, poliéster ou liga de alumínio, para atender aos mais diversos tipos de ambientes.

O portfólio de Painéis Móveis para atmosferas explosivas pode ser aplicado em refinarias, usinas, plataformas, silos e indústrias alimentícia, química, farmacêutica, etc.

Os Painéis Móveis são projetados de forma dedicada para atender às necessidades do projeto do ambiente e de seus usuários, contemplando a montagem com equipamentos e componentes internos. São aplicados em zonas 1, 2, 21 e 22 e grupos IIC e IIIC, com grau de proteção IP66 - que possibilita a instalação com segurança em ambientes externos, sob sol e chuva, podendo ainda ser utilizados em ambientes com grande incidência de poeira e em locais suscetíveis a jatos potentes de água.

As soluções podem ser fornecidas com bornes, acionamentos de comando e sinalização, amperímetros, voltímetros, disjuntores, contadores, relés, proximitors, barreiras isoladoras, barreiras zener, condicionadores de sinal, repetidores digitais e analógicos, drivers digitais e analógicos, monitor de velocidade, conversores de sinais, monitores de movimento, entre outros, todos com certificados para Atmosfera Explosiva no âmbito SBAC.

Os produtos da Tramontina Ex atendem às normas brasileiras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e estão em concordância com as normas internacionais IEC (International Electrotechnical Commission).

Tramontina, o prazer de fazer bonito
A Tramontina acredita que tudo o que é feito com carinho é especial. Por isso, gosta tanto do bem-estar que as pessoas sentem quando preparam algo com as próprias mãos, quando a receita dá certo, quando veem o jardim florido ou a bicicleta do filho consertada. Essa filosofia nasceu há mais de 100 anos com Valentin Tramontina em sua pequena ferraria. Ainda hoje é mantida pela empresa, honrando os valores pelos quais foi criada e estimulando seus 8 mil funcionários para que os consumidores tenham um mix de mais de 18 mil itens entre utensílios e equipamentos para cozinha, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, construção civil, além de materiais elétricos e móveis de madeira ou de plástico, além da ampla linha de equipamentos dirigíveis. A Tramontina tem, nos Centros de Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento, um valioso suporte. Os parceiros de mercado também podem contar com cinco centros de logística e cinco escritórios regionais de vendas no Brasil para satisfazer, com agilidade, os seus clientes. Além disso, uma atuação sustentável faz com que a Tramontina faça bonito também em suas comunidades e no cuidado com o meio ambiente, valores que acompanham a marca no Brasil e nos diferentes continentes onde está presente com 16 unidades internacionais. Hoje, a Tramontina exporta para mais de 120 países. Tudo isso nos motiva. Um prazer estampado com orgulho no que a gente faz. Que nos faz criar, fazendo a diferença para a marca e seus consumidores. Esse é o nosso prazer de fazer bonito.

Saiba por que a Eletrik faz bonito
Fundada em 1976, na cidade de Carlos Barbosa (RS), a Tramontina Eletrik oferece o melhor em segurança, design e soluções técnicas em materiais elétricos para instalações residenciais, comerciais e industriais. Nos últimos anos, a empresa vem aplicando sua expertise de mais de 40 anos na ampliação de seu portfólio e investindo no lançamento de linhas de produtos em novos segmentos. 2018 marcou a entrada da marca no segmento de lâmpadas LED. Em anos anteriores, a empresa investiu em linhas de disjuntores e quadros de distribuição, além de divisões dedicadas aos setores de atmosferas explosivas e injeção de alumínio sob encomenda. Seu moderno parque fabril ocupa uma área construída de 40 mil m², conta com 13 células de injeção de alumínio e 18 de injeção de plástico, e possui capacidade instalada para processar 3.000 toneladas/ano de alumínio e outras 3.000 toneladas/ano de plástico, estando apta a fabricar mais de 7 mil itens dentro dos mais altos padrões de qualidade e precisão, sempre com matérias-primas certificadas. Desempenho, segurança e estética estão alinhados em todos os produtos para que o consumidor possa fazer bonito ao utilizá-los.

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Vendas de pneus fecham 2019 com queda de 0,1%

Já o mês de dezembro encerrou com queda de 8,6% em decorrência da baixa demanda do mercado de montadoras e reposição

São Paulo, janeiro de 2020 - Em 2019, as vendas de pneu apresentaram uma queda de 0,1% em relação ao ano de 2018, somando 59.486.917 unidades comercializadas. Apesar do ano não ter mostrado avanço na comparação com o anterior e o cenário econômico não indique crescimento, é possível manter um moderado otimismo para 2020, uma vez que as montadoras estimam uma ligeira alta na sua produção.

Considerando apenas o mês de dezembro, a indústria nacional de pneumáticos teve uma queda de 8,6% em comparação ao mesmo período de 2018. O resultado se deve às baixas de 33,5% nas vendas para montadoras, acompanhando a queda na produção de veículos no último mês do ano, e de 6,5% nas vendas do mercado de reposição. Somente as vendas de pneus de carga (1,8%) e motos (0,8%) registraram avanço, enquanto as de pneus de passeio (-0,3%) e de comerciais leves (-3,9%) apresentaram resultados negativos. Com isso, o mês de dezembro fechou com um total de 4.403.766 unidades comercializadas.

Todos os dados fazem parte do levantamento setorial divulgado pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos).


Kurt Politzer premia microbaterias seguras e sustentáveis

O vice-presidente do Conselho Diretor da Abiquim Manfredo Rübens (BASF); os pesquisadores Frank Nelson Crespilho e Graziela Sedenho; o vice-presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Eduardo Knust (Artecola); e o coordenador da Comissão de Tecnologia da Abiquim, Rafael Pellicciotta, na entrega do Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia durante o ENAIQ 2019

O vice coordenador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), Polo São Carlos e coordenador do Grupo de Bioeletroquímica e Interfaces da USP, Frank Nelson Crespilho, e a aluna de doutorado em Físico-Química do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, Graziela Sedenho, venceram a categoria “Pesquisador” do Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia, entregue no Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), em dezembro de 2019, com o trabalho “Baterias orgânicas e organometálicas não corrosivas, seguras, sustentáveis e com baixa toxicidade”.

O trabalho teve a colaboração dos pesquisadores Michael Aziz e Roy Gordon da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, e consiste em uma microbateria com potencial para aumentar a segurança em dispositivos médicos.

A microbateria revestida de silicone é feita a base de agarose, um biopolímero constituído de açúcar, que pode ser extraído de algas marinhas, e é capaz de gerar cerca de 0,75 volts.

Para viabilizar a produção de energia, os pesquisadores investigaram duas moléculas eletroquimicamente ativas compostas de carbono, nitrogênio e hidrogênio, ou seja, elementos abundantes na Terra. Essas moléculas foram sintetizadas em parceria com os pesquisadores norte-americanos e inseridas na gelatina, onde passaram a reagir e gerar eletricidade.

Por ser produzida a partir de gelatina vegetal a microbateria é menos tóxica que as baterias tradicionalmente usadas na área de saúde, feitas de prata ou lítio, e pode ser assimilada pelo organismo em caso de rompimento e ser descartada sem prejuízos ao meio ambiente. Segundo a pesquisadora Sedenho, além das baterias desenvolvidas com gelatina vegetal, outros hidrogéis naturais e novas moléculas vêm sendo testados na USP. “Estamos com duas novas configurações de bateria sendo desenvolvidas em nossos laboratórios, por exemplo, que são promissoras para gerar cerca de 1,0 volt. Estamos também inovando na automatização da produção utilizando impressão 3D, o que coaduna com as perspectivas da Indústria Química 4.0”, complementa a pesquisadora Graziela Sedenho.

“As perspectivas para este e para os próximos anos são positivas. Demos um passo inicial na prova de conceito da funcionalidade das microbaterias para a área biomédica e para sua aplicação em outros dispositivos que requerem mais energia. Atingimos os patamares na etapa de laboratório e constatamos que poderíamos direcionar a produção em escala industrial com alguns ajustes no produto para melhorar e otimizar a bateria ao mercado. Já estamos buscando parceiros no Brasil e no exterior para que haja a transferência da tecnologia e o scale up”, afirma Crespilho.
(Fonte: Abiquim Informa)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Inovação e tecnologia para soluções médicas personalizadas

Tecnologia tridimensional capaz de modificar a vida das pessoas faz parte do desenvolvimento de produtos da CPMH, empresa confirmada na Medical Fair Brasil 2020

A CPMH é uma empresa de produtos inovadores para área de saúde, com uso de tecnologias tridimensionais nas análises pré cirúrgicas, desenvolvimento de implantes sob medida fabricados em PEEK (polieteretercetona), titânio e PMMA (polimetilmetacrilato), biomodelos pré cirúrgicos para melhores diagnósticos e decisões de condutas no procedimento cirúrgico, caso seja indicado.

Durante a Medical Fair Brasil (MFB), edição brasileira da MEDICA, que ocorre de 5 a 8 de maio no Expo Center Norte, em São Paulo, a empresa estará expondo seus produtos como: Implantes sob medida; Dispositivo para coluna vertebral; Fixadores ortopédicos; Radiofrequência para tratamento da dor ortopedica – Diros; Ancorfix (sistema avançado para ancoragem ortodôntica); Implantes para harmonização facial (smartmolds); Próteses para cranioplastia sob medida em PEEK, PMMA e titânio (Fastmold), Impressora 3D (Formlabs).

Em setembro passado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União (DOU) certificação atendendo a normativa RDC nº 305/2019 para a fabricação de implantes ortopédicos sob medida, podendo realizar também a exportação de maneira segura dos seus implantes personalizados. A principal novidade trazida pela Resolução foi justamente o estabelecimento das definições de nomenclatura, e suas respectivas diferenças, para os dispositivos médicos personalizados.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Alunos de Engenharia desenvolvem soluções sustentáveis para energia e meio ambiente

Produção de biogás e análise de potencial energético estão entre os projetos apresentados por alunos do Centro Universitário FEI, em São Bernardo do Campo

Formandos em Engenharia Elétrica, Automação e Controle, Produção, Química, Civil, Materiais e Ciência da Computação do Centro Universitário FEI, desenvolveram soluções sustentáveis para problemas de diversos setores da sociedade. Todos os projetos foram exibidos recentemente durante o evento INOVAFEI (Exposição de Projetos de Formatura), no campus São Bernardo do Campo (SP).

Entre os destaques, alunos de Engenharia Química apresentaram um estudo e simulação da produção de biogás a partir da vinhaça para geração de energia limpa, reaproveitando um dos resíduos gerados pela indústria sucroalcooleira que pode causar problemas ambientais.

Outro grupo de formandos em Engenharia Química focaram seus estudos na produção de carvão ativado através da borra do café para tratamento de efluentes contaminados. O carvão produzido mostrou-se mais viável tecnicamente quando comparado aos carvões comerciais, alcançando alta capacidade de adsorção.

Já o projeto Saver, feito por estudantes de Engenharia Elétrica, é uma solução de IoT (Internet of Things) que analisa a viabilidade de utilização de energias renováveis por indústrias. Utilizando uma estação meteorológica em campo para coletar os dados específicos de cada microclima e uma interface gráfica para facilitar seu uso, o Saver facilita e agiliza a análise de potencial energético para o local.

Além desses, outros projetos com foco na saúde, agronegócio e mobilidades foram desenvolvidos pelos formandos e que foram avaliados por renomados profissionais da indústria durante o evento.

Sobre o Centro Universitário FEI
Com 78 anos de tradição, o Centro Universitário FEI é referência entre as instituições de Ensino Superior no Brasil nas áreas de Administração, Ciência da Computação e Engenharia. A Instituição, que possui história em inovar, já formou mais de 60 mil profissionais e tem como propósito proporcionar conhecimento aos seus alunos por todos os meios necessários, visando à construção de uma sociedade desenvolvida, humana e justa.
Mantido pela Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros, o Centro Universitário FEI integra a Rede Jesuíta de Educação e oferece os cursos de Administração, Ciência da Computação e Engenharia - habilitações em Engenharia Civil; Engenharia de Automação e Controle; Engenharia de Materiais; Engenharia de Produção; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica e Engenharia Mecânica com ênfase Automobilística; Engenharia Química e Engenharia de Robôs. Oferece ainda cursos de pós-graduação lato sensu nas áreas de Gestão, Tecnologia e Engenharia; mestrado em Administração, Engenharia Elétrica, Mecânica e Química; e doutorado em Administração e Engenharia Elétrica.

Déficit em produtos químicos avança 6,6% em 2019, totalizando US$ 31,5 bilhões

Quantidades importadas, de 47,6 milhões de toneladas em 2019, são as maiores de todos os tempos

O Brasil importou US$ 44,1 bilhões em produtos químicos em 2019, valor total pago pela aquisição de pouco mais de 47,6 milhões de toneladas entre as diversas mercadorias acompanhadas pela Abiquim no âmbito da balança comercial setorial. Na comparação com os resultados de 2018, foi registrado um aumento de 2% no valor monetário das importações, ao passo que as quantidades físicas adquiridas pelo País foram 5,4% superiores. Em termos históricos, as quantidades importadas em 2019 são as maiores de todos os tempos, confirmando as projeções da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim do recorde em 2019 de aquisições estrangeiras em produtos químicos. Quando comparadas com as 37,5 milhões de toneladas de 2013, ano em que foi registrado o maior déficit no histórico da balança comercial de produtos químicos, de US$ 32 bilhões, observa-se um aumento de 27%, sobretudo em produtos químicos para o agronegócio, que poderiam ser fabricados no País. Entre os grupos acompanhados, os intermediários para fertilizantes foram perceptivelmente o principal item da pauta de importação do setor com compras de praticamente US$ 8,1 bilhões, em 2019, equivalentes a 67,8% (28,4 milhões de toneladas) das 47,6 milhões de toneladas em compras externas de produtos químicos.

As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, de US$ 12,6 bilhões, em 2019, tiveram uma sensível redução de 8,1% na comparação com o ano anterior, no contexto da difícil situação econômica da Argentina – tradicional principal mercado regional para produtos químicos brasileiros – considerando uma movimentação de 13,9 milhões de toneladas para os mais diversos mercados de destino. Quanto ao grupo de produtos químicos mais exportados, as resinas termoplásticas, com vendas externas de US$ 1,8 bilhão, ocuparam tal posto, não obstante redução de 12,9% do valor das vendas para o exterior na comparação com 2018.

O déficit na balança comercial de produtos químicos totalizou US$ 31,5 bilhões em 2019, um crescimento constante e progressivo nos últimos quatro anos, conforme vinha alertando a Abiquim, especialmente alavancado pelo vertiginoso agravamento do resultado desfavorável com países Asiáticos (particularmente China e Índia), que, somados, passaram da representação de 20% do total do déficit, em 2013, para praticamente 30%, em 2019, e pelo recuo das vendas externas a praticamente todos os dez principais destinos de exportações (somados representam mais de 65% do total de US$ 12,6 bilhões exportados em 2019), em especial para a Argentina e outros mercados na América Latina, ao passo que países asiáticos passaram a crescentemente ocupar presença comercial nesses mercados naturais para os produtos brasileiros. Avaliando-se as trocas comerciais com os principais blocos econômicos regionais, em 2019, o Brasil foi superavitário apenas em relação aos países vizinhos e históricos parceiros comerciais, do Mercosul e da Aladi, respectivamente saldos comerciais de US$ 879 milhões e de US$ 455 milhões. Entretanto, também foram novamente registrados resultados estruturais negativos expressivos em relação à União Europeia e ao Nafta (América do Norte), que somados ultrapassaram um déficit agregado de US$ 16,2 bilhões, além do mencionado crescente desbalanceamento com a Ásia (déficit com essa região se amplia de US$ 4,3 bilhões, em 2010, para US$ 9,5 bilhões, em 2019).

Para a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo, 2019 foi marcado como um ano de destaque na agenda de melhorias estruturais da economia brasileira, com a aprovação da reforma da previdência e a celebração dos acordos comerciais com a União Europeia e com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA, em inglês). Contudo, para ela, ainda é imperativa uma rápida e compreensiva agenda de ajustes competitivos (energia, gás natural, matérias-primas) preconizados pelo Governo e que contam com total engajamento do setor químico. “Em síntese, tanto o presente quanto o futuro de toda a indústria brasileira, especialmente a química, estão em pauta e é exatamente por isso que o setor químico defende uma agenda de política comercial externa amparada em avaliação de impacto econômico e regulatório, dialogada, transparente e condicionada à redução progressiva do “Custo Brasil”, destaca Denise.

Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Embalagens produzidas por empresas brasileiras se destacam na premiação Packaging Innovation Award da Dow

Empresas ganharam notoriedade na premiação que reconhece as principais realizações do setor de embalagens e movimenta a cadeia com novas ideias

São Paulo, 22 de janeiro de 2020 – A 31ª edição do Packaging Innovation Award, premiação realizada pela Dow, que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens, foi marcada pelo reconhecimento de empresas brasileiras entre as finalistas e vencedoras. As três companhias nacionais - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Incom Packing e Unilever - se destacaram na avaliação dos jurados, sendo reconhecidas pelas inovações em seus projetos dentro das categorias Diamond, Gold e Silver award, além de menções honrosas nas categorias Collaboration e Sustainability.

A Unilever, vencedora na categoria Silver, apresentou a Love Beauty and Planet, primeira marca vegana que utiliza embalagens plásticas 100% feitas de material reciclado em sua composição. Para o desenvolvimento da linha, a empresa escolheu cinco pilares: formulações vindas de matérias-primas sustentáveis, material 100% reciclado nas garrafas, tecnologia de enxágue rápido, redução da pegada de carbono e apoio a influenciadores ambientalistas. De acordo com a marca, a beleza com propósito é o grande foco de atuação e os investimentos sempre serão direcionados para a criação de itens que priorizem a sustentabilidade em toda a cadeia de produção para então diminuir o impacto ambiental na jornada de cada produto. A linha de shampoos, condicionadores e cremes já está em fase comercial nas grandes drogarias e supermercados brasileiros.

Já a empresa brasileira de embalagens para cosméticos, Incom Packing, recebeu o reconhecimento na categoria Silver com o perfume SPOT, cuja embalagem é inspirada em uma taça de vidro de Martini. O design inovador do frasco trouxe o conceito invertido, onde a tampa serve como a base do produto e a fragrância fica no topo. Diversos testes foram realizados, dimensões e proporções revistas para que o projeto se tornasse viável, incluindo a escolha de materiais resistentes. Para o frasco, os fabricantes utilizaram vidro e, para a tampa, a opção escolhida foi a resina SURLYIN® da Dow, que trouxe a semelhança ao vidro. Com isso, a Incom Packing mostrou que é possível combinar recursos estéticos com conhecimento teórico para fornecer soluções inovadoras e questionar o status quo de toda a indústria. O produto já está em fase comercial e foi lançado pela marca Hinode, especialista no segmento de beleza e cuidados com o corpo.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também teve uma participação notória no Packaging Innovation Award. Finalista na principal categoria da premiação, Diamond Award, e reconhecida com uma menção honrosa na categoria Collaboration, a companhia concorreu, em parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia e o IMA, Instituto Macromolecular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com uma embalagem que mantém as frutas frescas e sem marcas por mais tempo. O produto foi desenvolvido como um sistema de duas peças. A primeira serve como um estojo para substituir a caixa de madeira tradicional e é feita de polietileno de alta densidade (HDPE). Já a segunda, onde as frutas são embaladas, é feita de PET formado e é colocada sobre a caixa HDPE formada, ao seu redor. As bordas superiores desta peça se ligam à parte superior da caixa de HDPE e as frutas são guardadas na camada PET dentro da caixa circundante. Graças às essas peças, a embalagem teve como um dos seus principais diferenciais a personalização de formato e tamanho de acordo com cada fruta, o que reduz substancialmente lesões mecânicas durante o transporte até o varejo. Outro atributo importante é que o recipiente, por ser um sistema fechado, otimiza o uso de refrigeração, diminui o gasto com energia e mantém a qualidade das frutas, reduzindo as perdas pós-colheita para menos de 5%.

“Para nós, é um prazer reunir anualmente importantes empresas e profissionais para reconhecer grandes projetos e debater sobre inovação na indústria. A edição de 2019 do Packaging Innovation contou com uma média de 250 inscrições de mais de 30 países. Celebramos ainda mais o resultado obtido no Brasil, que tem mostrado seu potencial para trazer tecnologias inovadoras e sustentáveis. Agradecemos a cada um dos participantes e parabenizamos os vencedores por seu excelente trabalho”, diz Angels Domenech, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento do Negócio de Plásticos para a Dow na América Latina.

Já Daniella Souza, Vice-Presidente do negócio de Plásticos para a Dow na América Latina, afirma: “O Packaging Innovation Award está em sua 31ª edição e é a premiação mais antiga do setor de embalagens, reconhecendo, em âmbito mundial, os avanços do setor e incentivando organizações no desenvolvimento de soluções que visam, prioritariamente, a inovação e a sustentabilidade”.

As inscrições para a 32ª edição da premiação começarão em breve.

Sobre a Dow Packaging & Specialty Plastics
A Packaging and Specialty Plastics (P&SP), uma unidade de negócios da Dow (NYSE: DOW), combina os principais pontos fortes de P&D, alcance mundial, amplas linhas de produtos e experiência no setor para oferecer tecnologias de alto desempenho para mercados de uso final em embalagens de alimentos, higiene pessoal, infraestrutura, bens de consumo e transporte. A P&SP é uma das maiores produtoras mundiais de resinas de polietileno, polímeros funcionais e adesivos e é uma das principais inovadoras e colaboradoras de toda a cadeia de valor no desenvolvimento sustentável de aplicações e no design do ciclo de vida da economia circular para plásticos.

Esmalte à base de resina epóxi da Solventex oferece proteção antimicrobiana

A versatilidade da tinta esmalte com a resistência à proliferação de bactérias
Altamente recomendável para ser aplicado em superfícies sujeitas à contaminação bacteriana, o Esmalte Epóxi Poliamina pode ser usado para ajudar na proteção de ambientes contra a proliferação de bactérias como banheiros, centros cirúrgicos, indústrias de bebidas e alimentícias, ou qualquer espaço sujeito a esse tipo de contaminação.

Trata-se de um produto atóxico, que apresenta resistência química e física. O efeito epóxi do Esmalte Epóxi da Solventex também garante a resistência à abrasão, o que facilita as condições de limpeza e manutenção.

O produto pode ser aplicado em estruturas metálicas, azulejos, rebocos e concreto, com ótima aderência, ajudando no não deterioramento das superfícies e evitando infiltração de água.


Sobre a Solventex:
A Solventex Tintas está no mercado de tintas industriais há 56 anos e é líder no segmento de serralheria, detendo mais de 50% das vendas deste setor. Seu portfolio oferece hoje mais de 30 produtos distribuídos em duas linhas: Industrial e Industrial Especial. Suas soluções são voltadas para os mais diversos segmentos de indústrias. Com capacidade de produção superior a 2,0 milhões de litros/mês e certificada ISO 9001, a companhia tem investido fortemente em uma estrutura modernizada, com tecnologia de ponta, novos equipamentos, mão de obra altamente qualificada, além de laboratórios de controle de qualidade e desenvolvimento.



Plastivida promove a educação ambiental e a reciclagem dos plásticos no Recreio nas Férias dos CEUs de São Paulo

   

Por meio de jogos e atividades lúdicas, as crianças se familiarizam com os conceitos de descarte correto, consumo consciente, reciclagem, e reutilização dos plásticos                                                    

Janeiro, 2020 - A Plastivida dá início às atividades de 2020 em parceria com os Centros de Educação Unificada (CEU) da Prefeitura Municipal de São Paulo e a primeira delas é a participação no Recreio nas Férias, que será realizado até 24 de janeiro.
Com o objetivo de aproximar as crianças de conceitos sustentáveis como o do descarte correto, consumo consciente, reciclagem e reutilização dos plásticos, a entidade desenvolve jogos e atividades lúdicas durante o Recreio nas Férias. "A criança brinca, se diverte e, ao mesmo tempo, se envolve com boas práticas que levará, mais tarde, para o seu dia a dia", conta Miguel Bahiense, presidente da Plastivida.

O executivo afirma, ainda, que a educação ambiental é a melhor ferramenta para transformar o comportamento das pessoas com relação ao consumo responsável e ao descarte correto, promovendo, dessa forma ganhos ambientais reais. "Quando oferecemos à população a informação correta sobre os benefícios dos plásticos e sobre como ele pode ser usado e descartado de forma responsável, mudamos a relação da sociedade com os plásticos e com o meio ambiente, promovendo o desenvolvimento sustentável", completa o executivo.

As atividades da Plastivida no Recreio nas Férias, este ano, deverão envolver mais de 2.000 alunos das Diretorias Regionais de Educação (DRE) Pirituba-Jaraguá, Ipiranga e Santo Amaro.

Educação Ambiental e Reciclagem dos Plásticos - A Plastivida e a Secretaria Municipal de Educação (SME) da Prefeitura de São Paulo são parceiras no Projeto Educação Ambiental e Reciclagem dos Plásticos nos CEUs, que vem modificando a relação das crianças, de seus familiares, dos educadores e de toda a comunidade com os plásticos.

O trabalho contempla o curso para educadores "Educação e Sustentabilidade: Os plásticos, reciclagem e os resíduos sólidos", ministrado pela Plastivida, que torna os educadores multiplicadores desses conceitos e práticas. Esse curso é homologado pela SME e possibilita pontos curriculares, contribuindo para a evolução profissional do educador.

O Projeto também contempla diversas atividades práticas que promovem o conhecimento sobre os plásticos, coleta seletiva, reutilização e reciclagem, valorizando as ações já realizadas pelos educadores dessas unidades. São parte dessas ações o trabalho com tampinhas plásticas, baseado no Programa Tampinha Legal®, que promove a coleta seletiva de tampas plásticas de maneira didática e pedagógica; e o Projeto Papa Cartão® , que promove a coleta de cartões de plástico (crédito, débito, fidelidade, etc.) para que sejam reciclados e transformados em placas de sinalização utilizadas nos diversos espaços dos CEUs.

Do início das ações-piloto do Projeto Educação Ambiental e Reciclagem dos Plásticos, em 2016, até o momento, mais de 50 mil pessoas – educadores, estudantes, familiares e comunidade – já foram sensibilizadas sobre as boas práticas de consumo e descarte dos plásticos. A parceria prevê ações em 20 unidades dos CEUs até 2021, com possibilidade de extensão.

Sobre a Plastivida: A Plastivida é o Instituto Socioambiental dos Plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos - suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado - a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. Para mais informações: www.plastivida.org.br