terça-feira, 17 de setembro de 2019

Dilutec aposta em aquecimento da demanda de gelcoat para piscina

Produto protege e dá acabamento às peças de compósitos

Piscina de compósitos

Concluído o período de manutenção de moldes, boa parte do setor brasileiro de compósitos volta-se agora ao início da temporada de fabricação de piscinas. A Dilutec, referência em gelcoats para esse tipo de aplicação, acredita que a demanda este ano deve superar a registrada no ano passado.
“Sentimos mais confiança nos transformadores de piscinas. Ainda que a economia não esteja aquecida como esperávamos, há um certo otimismo no ar, principalmente com a redução da taxa de juros”, afirma Marcos Pannellini, gerente comercial da Dilutec.

Na planta que opera em Senador Canedo (GO), a Dilutec fabrica três tipos de produtos para piscinas: o gelcoat Colorgel® ISO/NPG azul e branco – outras cores podem ser formuladas sob encomenda –, o Colorgel® éster-vinílico, para barreira química, e o Colorpatch®, um aditivo destinado ao retoque, recuperação e repintura de piscinas – também é usado na conversão de piscinas de azulejo em compósitos.

Mês passado, a empresa ainda lançou um produto destinado ao assentamento de pastilhas em piscinas de compósitos. Denominada Massa Espatular, a novidade garante excelente índice de aderência ao substrato e mais resistência à osmose do que a resina de poliuretano ou a cola plástica normalmente empregadas nesse tipo de aplicação.
“O mercado de piscinas é estratégico para a Dilutec, por isso estamos desde o início do ano nos preparando para este momento”, observa Pannellini.

Híbrido de resinas e pigmentos, os gelcoats protegem e dão acabamento às peças de compósitos.
Sobre a Dilutec
Fundada em 1995, a Dilutec fabrica gelcoat em Senador Canedo (GO) e thinner em Piracicaba (SP). Também atua no ramo de distribuição de produtos para a moldagem de materiais compósitos. Para mais informações, acesse www.dilutec.com.br
 

(JP)

Abiquim: Déficit em produtos químicos cresce 10,2% até agosto e deverá somar mais de US$ 32 bi em 2019

Alta cambial e economia ainda frágil não inibem importações de US$ 8,8 bi, em julho e agosto, bimestre com mais importações desde 2014

São Paulo, 16/09/2019 – Apesar do cenário econômico ainda estável, marcado pela recente forte alta cambial, e em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China, que poderá colocar a economia mundial em um cenário de estagnação, as importações de produtos químicos até o final do ano deverão ser recorde e superiores a US$ 32 bilhões.

No acumulado do ano, as importações brasileiras de produtos químicos somaram US$ 29,2 bilhões, elevação de 5,7% frente ao mesmo período de 2018. As exportações, por sua vez, alcançaram US$ 8,5 bilhões, redução de 3,7% na comparação com o valor registrado entre janeiro e agosto de 2018. O déficit na balança comercial de produtos químicos, até agosto, chegou a US$ 20,7 bilhões, considerável aumento de 10,2% em relação ao igual período do ano passado.
“Seguidamente estamos sinalizando para a intensificação do déficit. Em julho e agosto, as importações de produtos químicos foram respectivamente de US$ 4,5 bilhões e de US$ 4,3 bilhões, fazendo do bimestre o mais intenso em aquisições do exterior desde igual período em 2014, anterior à grave crise econômica vivenciada pelo Brasil, sobretudo em 2015 e 2016. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2018 a agosto deste ano, o déficit comercial atingiu a marca de US$ 31,5 bilhões”, explica a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim, Denise Naranjo.

De janeiro a agosto, o volume de importações foi de 29,8 milhões de toneladas, elevação de 11,3%, em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento deve-se à aceleração das aquisições de fertilizantes, fato coerente com as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB, que em seu 12º levantamento da safra brasileira de grãos 2018/19, apontou para uma colheita recorde de grãos na safra atual, da ordem de 242,1 milhões de toneladas, além da intensificação das compras em vários outros grupos de produtos.

Em termos de volume, em agosto, as movimentações foram de 4,8 milhões de toneladas importadas, elevação de 7,2% em relação às 4,5 milhões de toneladas em julho, performando um desempenho bimestral fortemente impactado pelas elevadas compras de fertilizantes e seus intermediários, com compras do exterior de praticamente 5,6 milhões de toneladas (2/3 do total da somatória dos dois meses).

“Estamos acompanhando atentamente os fluxos comerciais e advogamos firmemente pelo funcionamento eficiente do sistema brasileiro de defesa comercial, ferramenta indispensável para a entrega pelo Governo de um ambiente leal e isonômico de competição, garantindo a inserção internacional responsável da economia brasileira, especialmente em um momento em que o excedente disponível no mercado internacional com a intensificação da guerra comercial entre as maiores economias representa uma ameaça real à produção nacional e à atração de novos investimentos para o Brasil”, destaca a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo.
Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.bré uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

(JP)

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Projeto Plástico do Bem já encaminha mais de 40 toneladas de plásticos para reciclagem

Escolas municipais de Caxias do Sul e Farroupilha já arrecadaram cerca de R$ 40 mil com iniciativa do Simplás. Em Flores da Cunha, processo de coleta começa nos próximos dias

Já passa de 40 toneladas o volume de material encaminhado para a reciclagem pelo projeto Plástico do Bem. Em contrapartida, as mais de 80 escolas municipais de educação fundamental participantes da iniciativa implementada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em Farroupilha e Caxias do Sul (RS) já arrecadaram cerca de R$ 40 mil. Cada instituição é livre para utilizar sua parcela dos recursos da maneira que considerar mais adequada. Nos próximos dias, começa o processo de coleta e pagamento às escolas municipais de Flores da Cunha (RS) pela empresa recicladora parceira Reciclados Em Cristo.

Desde o início da ação, em abril de 2018, em Farroupilha, até a última semana de agosto, quando se incluiu o quinto e último núcleo de escolas de Caxias do Sul, e o início de setembro, com a finalização do processo em Flores da Cunha, mais de 35 mil estudantes e 3,6 mil professores das redes públicas municipais já foram capacitados para a separação, limpeza e destinação correta de materiais plásticos pós-consumo. A operação é realizada por meio de uma parceria pedagógica com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto do PVC.

“Evidentemente, a renda adicional obtida com a destinação do material para a reciclagem faz muita diferença para cada uma das escolas e é por isso que todas estão tão empenhadas em melhorar cada vez mais o seu desempenho de arrecadação. É um acréscimo importante no orçamento. Mas, para a sociedade como um todo, o principal é a formação e consolidação desta nova geração de cidadãos mais conscientes e responsáveis com aquilo que é produzido e consumido por todos. Este é o benefício coletivo que será percebido realmente no futuro”, assinala a gerente executiva do Simplás, Daniela Camargo.

Outro aspecto importante é que o Plástico do Bem funciona em regime contínuo. Ou seja, após a implementação pelo Simplás, a iniciativa segue em atividade pelo tempo que a escola desejar permanecer engajada – e com total autonomia de trabalho e gestão dos recursos.

Como funciona o projeto Plástico do Bem - em 7 passos
1. o Simplás, em parceria com o Instituto Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, oferece capacitação e material didático para professores e orientadores das escolas dos municípios participantes do projeto

2. os professores e orientadores capacitados pelo Simplás, em parceria com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, trabalham noções de reciclagem e sustentabilidade com suas turmas, ensinando formas de descarte correto, separação e limpeza dos materiais plásticos

3. em suas residências, os estudantes ou demais participantes do projeto coletam, separam e limpam o material plástico que poderá ser reaproveitado e o levam de volta às respectivas escolas

4. nas escolas, o material trazido pelos estudantes é armazenado em recipientes de grande porte (os big bags), também fornecidos pelo Simplás. Quando o big bag estiver cheio, a instituição aciona a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo para fazer a coleta do material

5. a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo vai até cada escola participante, mediante agendamento, recolhe o material, faz a pesagem e substitui os big bags cheios por outros vazios

6. o peso do material recolhido determina o valor pago a escola pela empresa recicladora. É importante que o material esteja separado e limpo corretamente, de acordo com as orientações transmitidas anteriormente, na fase de capacitação

7. cada escola participante do projeto Plástico do Bem poderá utilizar como quiser os recursos obtidos com a venda do material para reciclagem

Que tipos de plásticos limpos podem ser encaminhados ao projeto Plástico do Bem?
  • garrafas PET de qualquer tamanho
  • embalagens rígidas, como as de xampu, cosméticos, detergentes e produtos de limpeza
  • potes e tampas diversos, como os de produtos alimentícios
Após capacitação de estudantes e professores, projeto Plástico do Bem funciona por tempo indeterminado (Foto:Arquivo Simplás)


(JP)

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Nova Geração de máquinas é destaque da Romi na 12ª Intermach

Modernidade e produtividade são os principais focos dos novos modelos


Santa Bárbara d’Oeste, setembro de 2019 – A Romi, líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais, estará presente na feira Intermach 2019, em Joinville/SC. O evento, que acontece entre os dias 17 e 20 de setembro, é o principal do setor metalmecânico na região Sul do Brasil, tendo em sua programação feira, congresso, workshops e rodada de negócios.

Romi GL 300M

Com um estande de 108 m², a Romi levará seu novo Centro de Torneamento, ROMI GL 300M (Nova Geração), equipamento projetado para operar em ambientes de média e alta produção, com potência e torque elevado. A nova linha conta com o sistema de compensação térmica, possibilitando obter resultados dimensionais estáveis mesmo com oscilações de temperatura em longos períodos de trabalho, com velocidade de avanço de 30m/min nos eixos X e Z. Seu principal diferencial é o cabeçote principal com motor tipo built-in, um sistema compacto quando comparado aos convencionais, que garante excelente nível de potência, alto torque em baixas rotações, estabilidade e baixa inércia.

Romi D 800

Outra novidade que estará no estande será o Centro de Usinagem ROMI D 800, também da Nova Geração, equipamento extremamente versátil e que conta com maior área de trabalho, além de garantir precisão, alto desempenho e produtividade. Os modelos destacam-se pela ótima estabilidade térmica e geométrica, alta capacidade de absorção dos esforços de usinagem garantindo grande capacidade de remoção de cavacos e consequente redução dos tempos de usinagem. São equipados com Cabeçote Direct Drive (motor acoplado diretamente ao cartucho), com versões de 10.000 ou 15.000 rpm.

Os dois modelos são equipados com o moderno CNC Fanuc, com tela touch screen e acesso as principais funções em apenas dois toques, além de ter a disposição um sistema integrado às áreas de planejamento, usinagem, melhorias e utilitários diretamente na tela principal, possui também interface Ethernet e porta USB, além de drive para cartão Compact Flash.

Romi EN 220

Já em sua linha de máquinas para plástico, a empresa exibirá a Injetora ROMI EN 220, equipada com o moderno sistema “Stop and Go” que proporciona maior velocidade, alta precisão e baixo consumo de energia. As injetoras ROMI EN atendem desde aplicações limpas, como embalagens para alimentos e indústria médico-farmacêutica, até aplicações técnicas, como as do segmento automotivo. Sua tecnologia permite maiores volumes de injeção, simultaneidade de movimentos no fechamento, maior ganho de velocidade e mínimo nível de ruído.

“Cada dia mais, estamos focados em oferecer soluções alinhadas a Indústria 4.0 e a renovação do parque fabril e nesta edição apresentamos nossas principais linhas, tanto no segmento de máquinas-ferramenta quanto máquinas para plástico. Nosso objetivo é agregar valor ao negócio de nossos clientes, por meio da nova geração de nossas máquinas, priorizando sempre a qualidade e eficiência.”, ressalta o Diretor-Presidente da companhia, Luiz Cassiano Rando Rosolen, que observa no evento uma importante vitrine de negócios e a oportunidade de apresentar oficialmente sua Nova Geração para a Região Sul, importante polo industrial do país.

Para visitar o evento, é possível fazer o credenciamento gratuito no site do evento, além de conferir todas as informações de hospedagens, workshops, seminários e muito mais!

Sobre a Romi - A Indústrias Romi S.A. (B³: ROMI3), fundada em 1930, é líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais e está listada no “Novo Mercado”, que é reservado para as empresas com o maior nível de governança corporativa da Bovespa. A Companhia fabrica máquinas-ferramenta, com foco em tornos, tornos CNC, centros de torneamento e centros de usinagem; máquinas injetoras e sopradoras para termoplásticos; e peças fundidas em ferro cinzento e nodular, que podem ser fornecidas brutas ou usinadas. Seus produtos e serviços são comercializados mundialmente e utilizados por uma grande variedade de indústrias, tais como automotiva, de bens de consumo, máquinas em geral, equipamentos industriais e agrícolas.

(JP)

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Clariant Masterbatches ajuda clientes do setor de embalagens a proteger e melhorar a qualidade de polímeros reciclados


·Aditivos e cores apoiam a economia celular
·Diminuem o impacto ambiental de resíduos de embalagens
·Aumentam a capacidade de reciclagem de plásticos moldados, extrudados e moldados por sopro
Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e sua equipe para o Mercado de Embalagens estão empenhados em garantir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

“Os esforços de reciclagem atualmente têm um impacto importante sobre os plásticos presentes no meio ambiente, e isso é apenas o começo”, afirma Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches. “Podemos recuperar – e precisamos recuperar – volumes muito maiores de resíduos de embalagens e transformá-los novamente em matéria-prima. Para tanto, é necessário superar grandes desafios presentes na triagem adequada de resíduos para produzir um RPC (reciclado pós-consumo) de alta qualidade, bem como em questões relacionadas a coloração, segurança do produto e estabilidade do processo. Na Clariant, estamos comprometidos em utilizar nosso conhecimento em química, aplicações e mercados para lidar com esse problema”.

A Clariant começou a montar uma equipe dedicada a compreender essa dinâmica e reduzir esses riscos, no intuito de permanecer na vanguarda de produtos e tecnologias que aumentem a qualidade dos RPCs. Já estão disponíveis recursos consideráveis na forma de tecnologias novas e existentes de aditivos e corantes, incluindo produtos que evitam o dano ou a perda de propriedades de desempenho durante a reciclagem e outros que efetivamente reparam o dano que inevitavelmente ocorre quando os polímeros são processados, usados e depois reprocessados. Entre aqueles que previnem o dano estão:
   Antioxidantes – A combinação de calor e exposição a oxigênio pode fazer com que os plásticos percam propriedades mecânicas ou desbotem, com risco de formação de manchas pretas e possibilidade de tornar o material inadequado para reuso. Os antioxidantes CESA®-nox da Clariant, adicionados durante a composição de RPCs ou a produção de novas embalagens feitas de material reciclado, previnem esses problemas.
   Auxiliares de processamento – O comportamento de polímeros de RPC derretidos é diferente daquele do material virgem, o que gera um risco maior de acúmulo em torno do molde, onde pode se degradar e desbotar. Os masterbatches de aditivos CESA-process reduzem com eficiência esse efeito e facilitam o processamento.
Para sanar ou reparar o dano causado a resinas recicladas, a Clariant desenvolveu diversos aditivos. Três exemplos operam em nível molecular:

Triagem Aprimorada
A triagem é um elemento crítico para aumentar o volume de embalagens plásticas recicladas, e a Clariant está ajudando nisso. Por exemplo:

                  • Detecção de cores escuras – Recipientes de plástico preto padrão, coloridos com pigmentos que usam carbono negro, são atualmente muito difíceis de detectar por meio de máquinas de triagem em plantas de reciclagem, pois eles absorvem a luz infravermelha próxima (NIR) usada na triagem. Os novos masterbatches CESA-IR da Clariant e sistemas de pigmentos alternativos permitem que plásticos pretos e de coloração escura reflitam a luz NIR, para que sejam visíveis aos sensores de triagem.
                     •Aditivos de marcação – A Clariant está trabalhando para desenvolver um agente de marcação (taggant) para melhorar a eficiência do processo de triagem. A ideia é marcar aplicações específicas (p. ex. tampas de HDPE) de forma que o material possa ser processado separadamente, retendo mais do seu valor e potencialmente permitindo que seja reusado na mesma aplicação.
“É nesse ponto que estamos dedicando a maior parte da nossa atenção atualmente”, declara Mirco Groeseling, Gerente Global de Desenvolvimento de Novos Negócios da Clariant. “Podemos fornecer um portfólio completo de masterbatches de aditivos CESA, bem como soluções de cores RENOL® e REMAFIN®, para ajudar a superar os desafios de reciclagem mais críticos atualmente. Para saber mais sobre esse assunto, entre em contato conosco em recycle2gether@clariant.com

A Clariant Masterbatches ajuda clientes do setor de embalagens a proteger e melhorar a qualidade de polímeros reciclados. (Foto: Clariant)

A Clariant é uma empresa de especialidades químicas focada e inovadora, com sede em Muttenz, próximo a Basel, na Suíça. Em 31 de dezembro de 2018, a companhia empregava 17.901 colaboradores. No ano fiscal de 2018, a Clariant registrou vendas de CHF 4.404 bilhões com seus negócios em operação. A empresa reporta seus resultados em três áreas de negócios: Care Chemicals, Catalysis, Natural Resources. A estratégia corporativa da Clariant baseia-se em cinco pilares: foco em inovação e P&D; criar valor com a sustentabilidade; reposicionar o portfólio; intensificar o crescimento; e aumentar a lucratividade.

(JP)

terça-feira, 10 de setembro de 2019

H.B. Fuller marca presença em uma das maiores feiras de embalagens da América Latina

Empresa participa da Envase Alimentek ao lado dos distribuidores FullPack e Adhesint Stand 228

A H.B. Fuller, líder global em adesivos, reforça sua atuação na América Latina com a participação em uma das maiores feiras de embalagem da região, a Envase Alimentek, que acontece em Buenos Aires, de 10 a 13 de setembro. Ao lado dos distribuidores FullPack e Adhesint, a empresa mostra suas principais marcas e lançamentos.
Depois da inauguração do seu mais completo e moderno centro tecnológico no Brasil, escolhido para ser ponto estratégico de distribuição de soluções adesivas por toda a América Latina, a H.B. Fuller aumenta ainda mais a sua atuação nesta região.
A nova estrutura também possibilita o desenvolvimento de novos produtos, trazendo ainda mais inovação ao mercado global de adesivos e reforçando cada vez mais o conceito “Alcance global, expertise local”. Além disso, ainda possui um espaço projetado especialmente para um futuro showroom, em que clientes terão a oportunidade de ver de perto o desempenho dos produtos produzidos pela H.B. Fuller.
Entre os destaques da empresa na feira, serão apresentadas as marcas Adecol®, Advantra®, Clarity®, e a Flextra®. Entre as linhas de produtos serão apresentadas o portfolio de produtos para embalagem final de linha, rotulagem, paletização, embalagens flexíveis e a linha para fita de reforço de embalagens cartonadas, corrugadas e de fácil abertura Open Sesame®,
“Queremos criar novas parcerias com a feira e mostrar o tamanho de nosso portfólio aos potenciais clientes, ainda mais agora que contamos com uma nova sede, que se trata do maior polo de inovação da H.B. Fuller em toda a América Latina. O que não nos falta é expertise e profissionais para atender toda essa região.”, diz Fernando Raszl, Gerente Técnico de P&D da H.B. Fuller na América Latina.

Sobre a H.B. Fuller
Desde 1887, H.B. Fulller é líder global em adesivos, focando em aperfeiçoar adesivos, selantes e outros produtos químicos de sua especialidade a fim de melhorar produtos e vidas. Com uma receita de mais de US$3 bilhões, o comprometimento da H.B. Fuller com a inovação aproxima pessoas produtos e processos, que respondem e resolvem alguns dos maiores desafios mundiais. Nosso serviço confiável e responsivo cria conexões duradouras e gratificantes com clientes dos setores de eletrônicos, higiene, médicos, transporte, aeroespacial, energia limpa, construção, marcenaria, indústria em geral e outros negócios. E, nossa promessa às pessoas as conectam com oportunidades para inovar e prosperar. 

(AR)

O país do futuro se constrói com inovação na indústria

*Por Fabiano Lourenço, vice-presidente da Mitsubishi Electric

O Brasil é um país de desafios e oportunidades. Analisar a situação macroeconômica atual do país é entender que há espaço para diferentes setores crescerem e conquistarem mercado em meio à incerteza política.
Com PIB projetado a 0,80%* (conforme projeções do relatório FOCUS do Banco Central publicado em 26/08/19) para este ano, discussões acerca da Reforma da Previdência, Tributária e do cenário político, o país continua sendo um terreno fértil para o desafio de todos os setores a encontrar uma saída para lucrar pois o potencial ainda é enorme por aqui.
Evidentemente, se a economia caminha devagar em nível macro, em nível micro, diferentes setores acompanham o ritmo lento. Na indústria, a falta de demanda, o acúmulo de estoque e as condições financeiras debilitadas ganham espaço como algumas das maiores preocupações apontadas por companhias que atuam em território nacional, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Superar essas adversidades depende de múltiplos fatores, relacionados a políticas econômicas eficazes e com efeito suficientemente notório para o setor. Dentro de casa – onde é mais fácil mudar as coisas de lugar – a lição permanece a mesma: investir em produtos e serviços modernos, capazes de atender à demanda dos clientes de maneira eficaz sempre procurando aumento da produtividade. Isso está ligado à modernização de sistemas, evidentemente, mas antes disso, depende de profissionais cada vez mais qualificados, aptos a entender a cadeia de produção de maneira ampla.
Apesar de parecer relativamente óbvio, este é um ponto crucial em que muitas companhias ainda falham. Enquanto isso, nos Estados Unidos e Japão, por exemplo, o processo de formação envolve investimento contínuo em múltiplas frentes. Profissionais deixam de lado o conhecimento técnico acerca de operação de máquinas para compreender o processo como um todo, entendendo o impacto que cada função exerce dentro da linha de produção.
Essa consciência, aliada à modernização das estruturas industriais, garante a competitividade, produtividade e liderança de alguns desses países em longo prazo, com efeitos significativos nas indústrias eletrônica e automotiva. Não à toa, mesmo com o impacto das guerras comerciais e da desaceleração da China, a produção norte-americana continua crescendo (ou, no mínimo, estagnada, como registrado no mês de junho).
No Brasil, mesmo que a passos lentos, alguns benefícios relacionados à automatização de processos podem ser percebidos de maneira rápida e eficaz. No setor de autopeças, por exemplo, aperfeiçoar processos humanos com colaboradores treinados e ferramentas capazes de integrar dados integrados do chão de fábrica à esfera corporativa trazem como resultado a redução de erros, aumento da transparência, qualidade e produtividade.
É evidente que há divergências fundamentais entre ambos os países, em segmentos que vão muito além do industrial. Contudo, o horizonte de inovação pode ser mantido, dado o potencial que o mercado brasileiro representa.
No que depender das perspectivas positivas dos executivos, o caminho está trilhado. O mesmo estudo feito pela CNI mostra que as expectativas seguem positivas em relação ao aumento da produção nos próximos anos, mesmo em meio ao cenário geral tão desafiador.
Transformar o pensamento positivo em realidade demanda tempo e investimentos. Em relação ao primeiro, não há muito que ser feito – a cronologia segue seu fluxo, dia após dia – contudo, o segundo fator demanda um olhar mais atento de lideranças. Mais do que sobreviver, é necessário investir para liderar e preparar-se para o futuro que está logo a frente.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation
Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.519,9 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões *) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2019.

(AR)

Nouryon investe em planta de alquílicos metálicos em Roterdã

A Nouryon fez uma série de investimentos em sua planta de alquílicos metálicos em Roterdã, na Holanda, para melhorar a eficiência e aumentar a capacidade. Os projetos permitirão que a empresa continue atendendo à crescente demanda dos clientes na indústria de polímeros e melhore a confiabilidade da oferta na Europa.
 
"A fábrica de Roterdã tem aumentado a capacidade de produção em mais de 40% nos últimos três anos e estes últimos investimentos nos direcionam para um crescimento sustentável", diz Jeroen Jungschlager, gerente da fábrica de Roterdã. "Com isso, vamos poder levar volumes maiores para nossos clientes de maneira mais fiável e consistente".

O investimento mais recente inclui a automação do manejo de matérias-primas, melhorando a eficiência e segurança no local e evitando riscos potenciais de exposição. Este projeto também permite que o material seja fornecido a granel, o que reduz os custos de transporte.
"Projetos como estes refletem a nossa estratégia de acelerar o crescimento por meio da excelência operacional e investimentos especificamente adequados às necessidades dos nossos clientes", diz Johan Landfors, diretor de Química de Polímeros da Nouryon.

A Nouryon fortaleceu ainda mais a sua posição de liderança no mercado de alquílicos metálicos com a recente aquisição da Zhejiang Friend Chemical Co. É a maior produtora chinesa de trietilalumínio (TEAL) - um alquílico metálico utilizado na produção de polímeros de alto volume, incluindo polipropileno e polietileno.

Sobre a Nouryon
Somos uma líder global em especialidades químicas. Indústrias de todo o mundo utilizam os nossos produtos químicos, que são essenciais para a fabricação de produtos como papel, plásticos, materiais de construção, alimentos, produtos farmacêuticos e itens para cuidados pessoais. Graças aos nossos quase 400 anos de história, a dedicação de nossos 10.000 colaboradores e o nosso compromisso mútuo com o crescimento dos negócios, um forte desempenho financeiro, segurança, sustentabilidade e inovação, criamos uma empresa de nível internacional e construímos fortes parcerias com os nossos clientes. Possuímos atividades em mais de 80 países e o nosso portfólio inclui as principais marcas do mercado, tais como a Eka, Dissolvine, Trigonox e a Berol.

(AR)

Polímero biodegradável contribui para melhor solo, maior produtividade e mais sabor para os tomates

n O ecovio® M 2351 em filmes biodegradáveis para mulching favorece a produção de alimentos e contribui com o meio ambiente
n  Polímero é metabolizado por microrganismos do solo, dispensando a etapa de retirada do filme
Os tomates são os vegetais mais cultivados no mundo para a indústria de processamento de alimentos. Em muitos países, os agricultores usam os filmes mulching de polietileno (PE) para aumentar a produtividade do tomate controlando ervas daninhas, a temperatura do solo e o uso dos recursos hídricos. Entretanto, os finos filmes mulching de PE devem ser retirados do solo depois da colheita. Como normalmente é impossível recolher totalmente, os resíduos acabam se acumulando no solo, pois não podem ser biodegradados pelos microrganismos.

Já, os filmes feitos com o polímero biodegradável da BASF, ecovio® M 2351, podem ser deixados no solo depois da colheita, eliminando a necessidade da trabalhosa remoção e reciclagem. Assim, economizam trabalho, custos e oferecem enorme ganho em sustentabilidade. O material pode inclusive ser arado no solo depois da colheita mecânica, já que os microrganismos que ocorrem naturalmente no substrato reconhecem a estrutura do filme como um alimento que eles podem metabolizar.

O ecovio® M 2351 é um plástico da BASF biodegradável e certificado, desenvolvido para filmes mulching e são fabricados com polímeros biodegradáveis produzidos a partir de matérias-primas renováveis e do co-poliéster biodegradável ecoflex® de polibutileno adipato co-tereftalato (PBAT).

Além disso, o uso dos filmes mulching feitos de ecovio® podem promover o aumento da produtividade do tomate em 15% a 50%, redução do consumo de água, além de permitir melhor controle de ervas daninhas usando menos herbicidas em comparação ao solo descoberto. Os agricultores também observaram maior resistência do cultivo às doenças fúngicas, menor tempo para colheita, além de uma qualidade melhor e mais homogênea do cultivo. Igualmente, notaram um índice Brix, que se refere à proporção de açúcar/água nos tomates, mais alto. Assim, é possível combinar a agricultura sustentável à produção eficiente de alimentos, com maior produtividade e produtos de alta qualidade.

Agricultura sustentável: provada e testada no trabalho agrícola diário
Um estudo realizado pela ETH de Zurique, na Suíça, mostrou que os micróbios do solo, como bactérias e fungos, podem usar os filmes feitos com o plástico PBAT como alimento. Os micro-organismos retiram o carbono do polímero para gerar energia e para formar biomassa. Os produtos finais restantes depois da biodegradação são CO2, água e biomassa. Isso significa que o PBAT se degrada biologicamente e não permanece no solo, como microplásticos como o PE fazem. Portanto, os filmes mulching biodegradáveis no solo contribuem para o melhor desenvolvimento da raiz, melhor crescimento da planta e melhor qualidade do solo. O ecovio® M 2351 foi o primeiro material a ser certificado como biodegradável no solo, segundo a norma europeia DIN EM 17033. Muitos países também aceitam o uso de filme mulching feito com ecovio® para cultivos orgânicos.

Há mais de seis anos os agricultores usam os filmes mulching certificados e biodegradáveis no solo feitos com ecovio®, desde sua introdução no mercado em 2012. “Em muitos países nós incentivamos os agricultores a usarem os filmes mulching feitos com ecovio®”, afirma Dirk Staerke do marketing de biopolímeros para agricultura da BASF. “Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a produção agrícola mundial precisa crescer em 70% se quisermos alimentar uma população mundial que deve chegar a nove bilhões de pessoas em 2050. Os filmes mulching biodegradáveis podem contribuir com esse desafio, sem poluir o solo com resíduos de filme não degradável”.

Benefícios também para os fabricantes de filme
O Ecovio® M 2351 é um composto pronto para extrusão de filmes finos. Ele pode ser processado com facilidade em máquinas convencionais de filme soprado para PE. Devido às suas excelentes propriedades mecânicas em relação a força e resistência a rasgo, esses filmes podem ser fabricados em diferentes espessuras de 12, 10 e 8 µm. O composto já contém agentes deslizante e antibloqueio.

Mais informações: www.ecovio.basf.com e www.biopolymers.basf.com

Sobre a divisão de Materiais de Performance da BASF
A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba todo know-how de materiais da BASF em relação aos plásticos inovadores e personalizados sob o mesmo teto. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria - transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo - a divisão tem um amplo portfólio de produtos e serviços combinados com um profundo entendimento de soluções de sistema orientadas para a aplicação. A estreita colaboração com os clientes e um grande foco em soluções são os principais fatores de lucratividade e crescimento. A sólida competência em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) fornece a base para o desenvolvimento de produtos inovadores e aplicações. Em 2018, a Divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 7,65 bi. Para maiores informações acesse www.plastics.basf.com.

Sobre a BASF
Na BASF, nós transformamos a química para um futuro sustentável. Nós combinamos o sucesso econômico, proteção ambiental e responsabilidade social. O Grupo BASF conta com aproximadamente 122.000 colaboradores que trabalham para contribuir com o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e países do mundo. Nosso portfólio é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição e Cuidados e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de cerca de € 63 bilhões em 2018. As ações da BASF são comercializadas no mercado de ações de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos EUA. Para mais informações, acesse: www.basf.com.br.

(AR)

Henkel apresenta soluções inovadoras na Exposibram

A Henkel, líder em soluções de adesivos, selantes e tratamento de superfície, participa da Exposibram, que está acontecendo de 9 a 12 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte/MG. No evento, os visitantes têm a oportunidade de conhecer uma gama de soluções direcionadas às minas e pedreiras desenvolvidas pela multinacional alemã. Considerada uma das maiores exposições de mineração da América Latina, a feira acontece em paralelo ao Congresso Brasileiro de Mineração.

Entre os destaques está o LOCTITE HY 4070 – adesivo estrutural que conta com a patenteada tecnologia híbrida. Entre os benefícios estão a rápida fixação e cura e também a resistência à umidade. O produto fixa em menos de 60 segundos e atinge 50% da resistência total em até 30 minutos, preenchendo folgas de até 5 mm. É ideal para reparos diversos nas plantas fabris, com variadas possibilidades de aplicação em diferentes substratos.

Os visitantes também podem conhecer o sistema de reparo de correias transportadoras LOCTITE PC 7350, poliuretano bicomponente com cura sob temperatura ambiente de alta resistência. É uma excelente escolha para reparos no local de trabalho - especialmente para esteiras transportadoras e de outros componentes de borracha.

A Henkel ainda apresenta o LOCTITE PC 9020 - sistema epóxi de preenchimento para placas de desgaste metálicas em britadores giratórios ou de cone. O produto não precisa de nenhum equipamento especial, além de ter alta estabilidade hidrolítica (baixa absorção de água) e volumétrica que elimina a formação de vazios entre as estruturas de apoio e suporte ou revestimentos.

Além da apresentação dos produtos, o time técnico da Henkel realiza demonstrações ao vivo ao longo do evento no seu estande (P 14) – que conta com uma área exclusiva para mostrar algumas aplicações.

Serviço:
Henkel participa da Exposibram
Data: 9 a 12 de setembro de 2019
Local: Expominas
Endereço: Av. Amazonas, 6200 – Gameleira - Belo Horizonte/MG

(AR)

Vasos para plantas fabricados a partir de tampas plásticas reforçam o compromisso da Braskem com a Economia Circular


Vasos da linha Cultivar, produzidos a partir de plástico reciclado (Foto: Divulgação Braskem)


A Braskem, em parceria com o programa Tampinha Legal e a Martiplast, lançam a linha Cultivar, da marca < Ou >, que conta com vasos feitos a partir de plástico reciclado, demonstrando a capacidade de toda a cadeia em trabalhar em prol da economia circular agregando funcionalidade, beleza e design ao produto final. O projeto, que fecha o ciclo de consumo de tampas plásticas e conta com o envolvimento de todos os elos deste processo, já está disponível ao mercado.

O programa Tampinha Legal dá início ao projeto, fazendo a logística de tampas plásticas utilizadas em garrafas e destinando-as para a reciclagem. O material já separado passa pelo reciclador, que viabiliza seu retorno à cadeia produtiva como matéria-prima, chegando ao transformador que produz o vaso. O produto final, comercializado pela marca < Ou >, segue o mote "Recicle suas ideias. Sua atitude faz a diferença!".

Segundo a coordenadora do Tampinha Legal, Simara Souza, o programa propõe ações modificadoras de comportamento de massa, com o objetivo de incentivar a destinação correta do material plástico. Por meio da parceria, podemos perceber a economia circular na prática. Queremos que as pessoas vejam as maravilhas que podemos confeccionar com as tampinhas e que, com isso, elas entendam a importância de suas atitudes fazendo com que o plástico retorne para indústria e todos se beneficiem", afirma.

Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular e Reciclagem da Braskem, explica que a empresa busca incentivar o ciclo sustentável dos produtos plásticos por meio de parcerias como esta, que unem indústria, brand owners e sociedade em prol da estruturação da cadeia de reciclagem como um todo. "Estamos muito satisfeitos com este lançamento, apoiamos o Tampinha Legal há alguns anos e a < Ou > é uma antiga parceira da Braskem. Os vasos feitos a partir de material reciclado demonstram o valor do resíduo plástico quando descartado corretamente, possibilitando seu retorno ao ciclo produtivo. A parceria reafirma nossa crença de que a mudança requer a participação de todos", afirma.

Segundo Vinicius Martini, Head de Produto da marca < Ou >, a economia circular é a resposta para um mundo que demanda um consumo mais consciente, e a indústria de transformação precisa se posicionar como protagonista neste processo. Além disso, ressalta que a parceria busca fortalecer o Tampinha Legal e apoiar seu caráter educativo e socioambiental, auxiliando entidades assistenciais e moldando uma cultura correta sobre o potencial do plástico. "A nossa marca busca transformar a vida das pessoas ao entregar produtos com cor, beleza e design. Provar que isto é possível com material reciclado e oriundo de um programa tão nobre como o Tampinha Legal nos faz acreditar cada vez mais em impactar positivamente a vida dos nossos consumidores", pontua.

Sobre a < Ou >
Criar novos produtos para os novos jeitos de viver. É isso que a < Ou > faz há mais de duas décadas, criando utensílios que deixam a rotina da casa muito mais bonita, prática e cheia de vida. A < Ou > é uma marca Martiplast, presente em mais de 5 mil pontos de venda no Brasil e em mais de 30 países, levando cor, funcionalidade e design para os lares de milhões de consumidores.

Sobre o Tampinha Legal
O Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo de iniciativa da indústria de transformação do plástico na América Latina. De iniciativa do Instituto SustenPlást, busca a melhor valorização de mercado para o material. Em breve, atingirá R$ 500mil (quinhentos mil reais) destinados para as entidades assistenciais participantes, valores provenientes da reciclagem do material. Recentemente, lançou as ações Copinho Legal e Canudinho Legal, que, seguindo o modelo do Tampinha Legal, destina os recursos obtidos com a venda dos copos e canudos plásticos para as entidades assistenciais cadastradas no programa. Além do site, também é possível acompanhar o trabalho do Tampinha Legal por redes sociais, como YouTube e Facebook.

Sobre a Braskem
Os 8 mil Integrantes da Braskem se empenham todos os dias para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico, engajados na cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

(AR)

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Palestra online traz dicas técnicas sobre uso dos sistemas de poliuretanos para calçados da BASF

Conteúdo via internet deve esclarecer principais dúvidas dos fabricantes de calçados

Para facilitar o uso da plataforma digital da BASF de soluções para a indústria calçadista, a empresa vai realizar, no próximo dia 13 de agosto, uma palestra online, que trará dicas e orientações técnicas. O formato via internet foi escolhido para levar aos usuários o conteúdo com maior comodidade. O especialista para o mercado de calçados, Paulo Horie, vai abordar temas técnicos sobre o uso do material, como deve ser o ajuste da máquina e como solucionar os problemas mais comuns. A apresentação começa às 9h30. Para participar, é preciso fazer inscrição pelo link: http://basf.izap.com.br/login. O tema do webinar foi escolhido pelos clientes, por votação.

A plataforma da BASF, www.shop.basf.com.br/calcados, é uma ferramenta online, de interface amigável, que dá acesso aos sistemas de poliuretano de acordo com as necessidades do fabricante. Os materiais disponíveis são adequados para a produção de saltos, solas, entressolas, palmilhas e outros componentes, que conferem aos calçados uma melhor performance, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores.

Além do apoio técnico, entre os principais benefícios está a possibilidade de aquisição de embalagens menores e a flexibilidade no prazo de pagamento. Há mais de quarenta anos, a BASF é uma das principais fornecedoras de materiais para a indústria calçadista e colabora diretamente com fabricantes durante o processo de desenvolvimento.

terça-feira, 30 de julho de 2019

Grupo Cartonplast consolida suas operações no Brasil em parceria pioneira com a Casa Valduga

CPL, empresa do Grupo Cartonplast, é a nova fornecedora de separadores plásticos para o transporte de garrafas de vinho e espumante de uma das vinícolas mais importantes do país

Separadores Plásticos CPL

Jacareí, julho de 2019 - A CPL - líder mundial no segmento de locação, higienização e gestão logística de separadores plásticos utilizados no transporte e acondicionamento de garrafas de vidro e latas de alumínio - inicia parceria pioneira com a Casa Valduga, uma das vinícolas mais importantes da serra gaúcha e líder no segmento de vinhos e espumantes de luxo. Através de uma iniciativa conjunta entre as empresas, o principal objetivo é implementar um modelo de negócio que siga rígidas normas de qualidade dentro de um padrão mundial de higiene e segurança alimentar.

As garrafas, produzidas por uma das maiores fabricantes mundiais de embalagens de vidro para alimentos e bebidas - com sede em São Paulo e fábrica no Rio Grande do Sul -, passam a ser fornecidas exclusivamente para a Casa Valduga embaladas em forma de camadas sobre pallets e protegidas por separadores plásticos fornecidos pela CPL. Após utilizados, os separadores plásticos são coletados, selecionados, higienizados, inspecionados e finalmente devolvidos pela CPL para serem novamente reutilizados no processo de embalagem das garrafas.

Desde a sua fundação, em 1875, a Casa Valduga sempre esteve na vanguarda da indústria em termos de investimento, tecnologia e uso de processos e equipamentos. "A inovação está presente no DNA do Grupo Famiglia Valduga desde os primórdios de sua fundação. Oferecer ao consumidor produtos de alta qualidade, que proporcionam prestígio e experiências inovadoras é uma premissa constante", conta Daniel Dalla Valle, Enólogo e Diretor Técnico da Casa Valduga.

Com mais de 30 anos de experiência na gestão de materiais de embalagem reutilizáveis, o Grupo Cartonplast é especializado na entrega, coleta, seleção e limpeza de separadores plásticos. No Brasil, o grupo multinacional alemão está presente através de sua subsidiária, a CPL, que tem como objetivo replicar e ampliar o modelo de negócio da empresa, amplamente consolidado na Europa e em diversos países da Ásia e África. "Buscamos parcerias duradouras com empresas que estejam sempre na vanguarda da tecnologia e enxergamos nesta parceria com a Casa Valduga uma grande oportunidade de melhoria de qualidade, tanto em termos de higiene e segurança alimentar, como também no quesito sustentabilidade", reforça Elcio de Moura, Diretor Geral da CPL no Brasil. 

A parceria contará com o fornecimento de separadores plásticos que substituirão os tradicionais separadores de madeira, que são utilizados no processo de embalagem, transporte e acondicionamento das garrafas de vidro utilizadas pela vinícola para o envase de vinhos e espumantes. "Estamos sempre atentos para evoluir nossos processos produtivos, do vinhedo até a casa de nosso consumidor e, ao implementar a padronização internacional no sistema de embalagens de nossas garrafas, agregamos melhorias em qualidade, higiene, produtividade e sustentabilidade", finaliza Dalla Valle.

Na Europa e América do Norte, os separadores plásticos utilizados nos sistemas de embalagem de garrafas de vidro já se tornaram um padrão há algumas décadas e, no Brasil, o mercado começou - finalmente - a aceitar suas vantagens econômicas e ambientais. "O Brasil é um mercado em crescimento e extremamente importante para a CPL. Estamos muito satisfeitos em expandir nossa presença no mercado brasileiro e oferecer serviços de alta qualidade", acrescenta Moura.

Os separadores plásticos são produzidos a partir de Polipropileno (PP), substância inerte e que possibilita a higienização através dos processos de limpeza desenvolvidos pela CPL, antes de sua posterior reutilização. Desta maneira, o material pode entrar em contato com as bocas das garrafas, pois a higienização assegura um produto livre de contaminações. Além disso, os separadores plásticos são retornáveis e podem ser utilizados diversas vezes, reduzindo os descartes frequentes que ocorrem atualmente com os separadores de madeira.

Outro fator importante na utilização dos separadores plásticos é que são 100% recicláveis e, após expirar sua vida útil, são transformados novamente em matéria-prima para produção de novos separadores plásticos, mantendo - ainda assim - a mesma qualidade de um produto produzido com a matéria-prima virgem. Por fim, sua produção com Polipropileno é extremamente importante para a redução de emissão de Carbono (CO2). Estima-se que é gerado apenas 1,7 kg de CO2 para fabricação de 1kg de Polipropileno, um dos índices mais baixos de emissão de Carbono na indústria de plásticos. A adoção de separadores plásticos é uma tendência mundial, que visa o aumento no uso de materiais altamente sustentáveis e benéficos ao meio ambiente.

Sobre a CPL - Cartonplast Group
A CPL, empresa do Grupo Cartonplast, foi fundada em 1985 e sua matriz está localizada na cidade de Dietzenbach, na Alemanha. As Chapas Separadoras Plásticas fornecidas pela CPL são utilizadas em mais de 130 localidades distribuídas em, aproximadamente, 20 países para o transporte de garrafas vidro e latas de alumínio, com o objetivo de abastecer as indústrias de alimentos e bebidas. A multinacional é a maior fornecedora de Chapas Separadoras Plásticas reutilizáveis no sistema de Ciclo Logístico Fechado, através do modelo de negócio de Locação. Como pioneira no uso de embalagens sustentáveis, a CPL possui mais de 30 anos de experiência no fornecimento, coleta, limpeza e higienização, além da gestão logística de embalagens reutilizáveis. O modelo de negócio ofertado é o mais bem-sucedido sistema sustentável da Europa, com mais de 7.300 clientes finais nos segmentos de alimentos e bebidas em mais de 30 países. Atualmente a CPL movimenta mais de 45 milhões de separadores plásticos reutilizáveis, os quais geram aproximadamente 140 milhões de ciclos de utilização, gerenciados por 17 Centros de Serviços em todo o mundo.

Posicionamento Plastivida sobre canudos plásticos

"O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), e o governador do estado, João Doria, sancionaram projeto de lei que proíbe o comércio de distribuir canudos plásticos para o consumo de bebidas.

A Plastivida é uma entidade que atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental e realização de projetos nas áreas de sustentabilidade para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos, suas propriedades, aplicações, reciclabilidade uso responsável e descarte adequado, com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental.

Assim sendo, a entidade se posiciona contrária a normas restritivas aos plásticos, pois se trata de um material em total sinergia com o conceito de Economia Circular e com os três pilares da sustentabilidade - social, econômico e ambiental. A vilanização de um determinado produto não promove a mudança no hábito consumo e descarte das pessoas. O que faz isso é a educação ambiental.

Os canudos, por exemplo, foram criados para oferecer higiene, conforto e bem-estar às pessoas. O banimento do canudo plástico não educa o consumidor a consumir menos. Não sensibiliza os estabelecimentos comerciais (lanchonetes, bares e restaurantes) a separarem seus resíduos para a reciclagem. Não incentiva o poder público a ampliar a capilaridade dos serviços de coleta seletiva para que os recicláveis cheguem às empresas de reciclagem, que inclusive hoje atuam com ociosidade por falta de material a ser reciclado.

O banimento do canudo somente priva as pessoas de seus benefícios. Pior: a substituição dos canudos plásticos por canudos de outros materiais somente mudam o tipo de matéria prima que amanhã será encontrada jogada nas ruas, nos rios e mares.
Precisamos aprender a consumir conscientemente e a descartar corretamente os produtos – sejam plásticos ou não - após o seu uso. Só assim vamos mudar a realidade da reciclagem no Brasil.

O principio da Economia Circular só será efetivado de investirmos na difusão do consumo consciente, sobre a necessidade da redução do desperdício e a importância da coleta seletiva. Em complemento, a Economia Circular depende também de um poder público atuante no que diz respeito à coleta seletiva.
Um produto coletado e reciclado preserva o meio ambiente, gera emprego e renda. Ou seja, a sociedade, os catadores, a indústria de reciclagem, o poder público e, principalmente, o meio ambiente ganham quando são incentivadas ações voltadas à educação.

Antes tínhamos 1 tipo de canudo, o plástico, e extrema dificuldade em lidar com seu consumo consciente e descarte correto. Hoje, com as leis de banimento, temos 8 tipos de canudos e continuamos sem saber como nos relacionar com seu consumo e descarte, pois cada um exige uma forma diferente de tratamento.
O que aprendemos com o banimento? Nada, mas vamos continuar consumindo canudos exageradamente; vamos usar mais e mais água para lavar as novas versões em vidro ou alumínio, sem a segurança da higienização adequada; vamos continuar a descartar de forma incorreta as atuais alternativas de uso único.
Acreditamos que as normativas que discutem restrição e o banimento dos plásticos são um desserviço à sociedade. É a contramão do processo de sustentabilidade, pois não agregam informação, não educam e atrapalham a construção de uma sociedade mais responsável. Eliminam os benefícios dos plásticos, que levaram anos para serem desenvolvidos com seus respectivos propósitos e funções e, por fim, não geram ganhos ambientais.

Miguel Bahiense
Presidente
Plastivida"

Nouryon participa da Semana da Engenharia Química da Unicamp

A Nouryon, antiga AkzoNobel Especialidades Químicas, participa como patrocinadora da 22ª edição da Semana de Engenharia Química da Unicamp - Universidade Estadual de Campinas, a ser realizada entre os dias 30 de julho e 4 de agosto.
Durante o já tradicional evento, também conhecido como SEQ, a Nouryon estará com o seu time de Recursos Humanos presente no evento para conversar com os alunos da Unicamp. Desta maneira, eles poderão conhecer mais sobre a atuação da empresa no setor químico e também a respeito de suas oportunidades de emprego.
"Para a Nouryon é de extrema importância marcar presença na SEQ da Unicamp. Trata-se de uma oportunidade para dialogar com os potenciais futuros talentos da área química. Como a Nouryon, a Unicamp foca na excelência e na inovação, e vemos essas qualidades em seus alunos", explica Robson Rigoni, Gerente Regional de Recursos Humanos da Nouryon para a América do Sul.
A edição de 2019 da Semana de Engenharia Química da Unicamp também marca a primeira participação da companhia enquanto Nouryon.

Sobre a Nouryon
Somos uma líder global em especialidades químicas. Indústrias de todo o mundo utilizam os nossos produtos químicos, que são essenciais para a fabricação de produtos como papel, plásticos, materiais de construção, alimentos, produtos farmacêuticos e itens para cuidados pessoais. Graças aos nossos quase 400 anos de história, a dedicação de nossos 10.000 colaboradores e o nosso compromisso mútuo com o crescimento dos negócios, um forte desempenho financeiro, segurança, sustentabilidade e inovação, criamos uma empresa de nível internacional e construímos fortes parcerias com os nossos clientes. Possuímos atividades em mais de 80 países e o nosso portfólio inclui as principais marcas do mercado, tais como a Eka, Dissolvine, Trigonox e a Berol.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Nova diretoria no Simperj – Sindicato da Indústria do Material Plástico do Rio de Janeiro

Novo Presidente do SIMPERJ, a partir de 1º de agosto, Gladstone José dos Santos Junior, da empresa Nova A3 Ind. e Comércio Ltda.

Em eleição realizada no final de junho, na sede do SIMPERJ, no auditório Ataliba Belleza Chagas, foi escolhida a nova diretoria da entidade dos plásticos do RJ que tomará posse em 01/08/2019.

Encabeça a diretoria, como Presidente, Gladstone Santos Júnior, da empresa Nova A3 Ind. e Comércio Ltda.

Presidente eleito recebeu condecoração
Na segunda-feira, 08/07, o presidente eleito do SIMPERJ, Gladstone Santos Junior, foi condecorado com a Medalha do Mérito Industrial no Rio de Janeiro.
Recebeu a comenda das mãos do presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira. Gladstone é industrial de longa carreira, responsável pela administração da Nova A3, situada no “polo industrial do plástico” no município de Três Rios.
Ele iniciará seu mandato como presidente do sindicato, no próximo dia 1º de Agosto, como já foi dito anteriormente.

Composição da nova diretoria do SIMPERJ

Divulgamos abaixo a composição da nova diretoria do SIMPERJ para o triênio 2019 - 2022:

Efetivos
Presidente
Gladstone José Dos Santos Junior - Nova A3 Ind. e Comércio Ltda

1º Vice-Presidente
Ronaldo Castilho Thomaz – Bywer Indústria de Plásticos LTDA.

2º Vice-Presidente
Cláudio Patrick Vollers - Bauen Indústrias Plásticas Eireli.

Diretor - 1º Secretário
Fernanda Coelho Brites Pinto - FL Ind. e Com. de Produtos Descartáveis LTDA

Diretor - 2º Secretário
Pedro Antonio Loureiro da Silva - Tecnoplastic Comércio e Serviços Ltda EPP

Diretor - 1º Tesoureiro
Franklin Soares Vieira - Artmed Artigos de Medição Ind. e Com. Ltda

Diretor - 2º Tesoureiro
Francisco Piragine Junior - Uf Brindes Industriais e Comércio Ltda EPP

Suplentes
Rafael Borges Sette - Nova Lamitech Laminados Plasticos Eireli
André Lima de Castro - Elc Produtos de Segurança Indústria e Comércio Ltda
Rodrigo Mesquita Carnaval - CBS – Indústria, Comércio, Importação e Exportação Ltda
Reynaldo Thurler - Indústria Thurleflex Ltda
Tullio Giunti - Center Pack Rio Industrial Ltda.
Julio Cesar dos Santos Coelho - Indústria de Plásticos S. Sebastião Ltda
Rafael Mangaravite - Fortplast Itaperuna Embalagens Plásticas Ltda

Conselho Fiscal
Efetivos
Antônio Guarino de Souza - Indústrias Plásticas Zarzur Ltda.
José Simões de Lima - J. Simões Plásticos Ind. e Com. Ltda.
Flávio Ozon Boghossian - Riopet Embalagens LTDA
Suplentes
Alexandre Alberto Nascimento Silva - Xtransformações Fabricação de Embal. e Artef. Plásticos Ltda-ME
Franklin Pires de Oliveira - Frilca Ind. e Com. de Sacos Plásticos Ltda

Delegados Representantes Junto à FIRJAN
Efetivos
Gladstone José dos Santos Junior - Nova A3 Ind. e Comércio Ltda
Ronaldo Castilho Thomaz - Bywer Indústria de Plásticos LTDA
Suplentes
Cláudio Patrick Vollers - Bauen Indústrias Plásticas Eireli.
Franklin Soares Veira - Artmed Artigos de Medição Ind. e Com. Ltda
(Fonte: SIMPERJ)

domingo, 21 de julho de 2019

PICPlast: Novos ares para o Nordeste transformador

Em parceria com a Fundação Dom Cabral, o PICPlast promoveu em Recife o seminário Vendas e Mercado?. O treinamento contou com a presença da consultora da FDC, Áurea Ribeiro, e do responsável por Novos Negócios da Braskem, Ederson Matos. Estiveram em pauta temas importantes sobre as estratégias de negócio e conceitos de Economia Circular aplicados à cadeia do plástico.
Com o apoio do Simpepe (Sindicato da Indústria de Material Plástico do estado de Pernambuco) e do Sinplast (Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do estado de Alagoas), o evento contou com a participação de mais de 40 empresas, tanto do Recife quanto de cidades do interior do estado e de outras regiões do Nordeste do país.

Logística reversa
O tema da logística reversa gerou um intenso debate entre os transformadores que compareceram ao seminário. O palestrante Ederson Matos ficou bastante impressionado com a proatividade e o interesse de todos, considerando que muitos dos executivos que participaram do treinamento possuíam cargos de alta liderança em suas empresas.
Empresa veterana em participações nos eventos do PICPlast, a Ruplast já aplica em seus processos a prática de reaproveitar resíduos para a fabricação de subprodutos. O diretor Marcello Rushansky conta que essa iniciativa partiu de um de seus clientes:






Os processos de reciclagem também já fazem parte da estrutura da Samplás há bastante tempo. Para o diretor comercial Marcos Sampaio, as empresas em geral não têm a dimensão correta da importância de se ter um produto sustentável. Para o transformador, a troca de informações sobre logística reversa só confirmou que a empresa está no caminho certo para continuar crescendo.







"Água mole em pedra dura"...
A palestra da consultora Áurea Ribeiro trouxe números e dados sobre a relação entre custo e produtividade, mostrando que nem sempre o comprador mais frequente é o melhor cliente. Para a gerente executiva do Simpepe, Solange Macedo, criar uma cultura de eventos e palestras dedicados à cadeia do plástico geraria maior competição entre os transformadores da região.






Gilvan Severiano Leite, presidente do Sinplast, reforça a importância de eventos e treinamentos como os realizados pelo PICPlast.







(Fonte: PICPlast)

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Braskem renova parceria com startup francesa especializada em desenvolvimento de microrganismos


Acordo prevê cultivo automático de microrganismos para pesquisa e desenvolvimento em químicos renováveis


São Paulo, 10 de julho de 2019 - Em linha com seu compromisso em prol do desenvolvimento sustentável, a Braskem, maior produtora mundial de biopolímeros, anuncia a renovação da parceria com a Altar, startup francesa especializada no desenvolvimento de linhagens de microrganismos em sistemas automáticos de cultivo. A parceria, iniciada há dois anos, fortalece a estratégia da companhia em pesquisa e desenvolvimento de químicos renováveis.

Segundo Iuri Gouvea, coordenador de Biotecnologia da Braskem, a tecnologia compartilhada pela Altar auxilia na automatização do cultivo de linhagens de microrganismos, sem interferência humana, possibilitando o desenvolvimento de características importantes que não seriam possíveis por meio de uma técnica manual. "Os microrganismos funcionam como biofábricas e têm apresentado rotas mais sustentáveis para a indústria química e do plástico. A parceria com a Altar complementa nossas propostas de biotecnologia e permite a pesquisa e o desenvolvimento de soluções mais inovadoras e sustentáveis para a cadeia onde estamos inseridos", afirma Gouvea.

Para Simon Trancart, CEO da Altar, o acordo entre as duas empresas permite o avanço de ferramentas muito importantes para o desenvolvimento da biotecnologia no mundo. "A Altar vem trabalhando com a Braskem nos últimos dois anos como facilitadora dos seus projetos de engenharia metabólica e nós temos boas expectativas para a parceria multiprojeto com uma líder global em química sustentável", afirma Trancart.

Um dos pilares da estratégia da Braskem para o desenvolvimento sustentável é construir um portfólio de produtos de matérias-primas renováveis. Protagonista neste setor, a empresa, que já comercializa polietileno verde e EVA verde, ambos produzidos a partir da cana-de-açúcar, acredita no potencial dos biopolímeros como ferramenta de captura de carbono, contribuindo para a redução na emissão de gases causadores do efeito estufa.

O trabalho em parceria com a Altar contribui com a capacidade de engenharia metabólica da Braskem no Centro de Pesquisa em Química Renovável em Campinas (SP), assim como nos centros de Pesquisa e Desenvolvimento em Triunfo (RS), Pittsburgh (EUA) e Boston (EUA). "A renovação da parceria nos possibilita trabalhar com os mais diversos conjuntos de projetos e contribui para reforçar a nossa posição de protagonistas na química do futuro", finaliza Gouvea.
Sobre Altar
Localizada em Evry, na França, a Altar, antiga Heurisko, é uma empresa privada de biotecnologia que se dedica ao desenvolvimento de cepas microbianas, utilizando uma plataforma fluídica proprietária para o cultivo automatizado de células. Sua tecnologia exclusiva aproveita a seleção natural para o desenvolvimento de cepas robustas com desempenho aprimorado. A Altar opera como prestadora de serviços para empresas de biotecnologia e desenvolve cepas proprietárias, sozinhas ou em colaboração com parceiros. www.altar.bio
Sobre a Braskem
Os 8 mil Integrantes da Braskem se empenham todos os dias para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico, engajados na cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

Setor químico apoia compromisso firmado entre Cade e Petrobras


Acordo promoverá a concorrência no mercado de gás natural e abertura do setor


A Abiquim apoia o Termo de Compromisso de Cessação homologado entre o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – Cade e a Petrobras, no dia 8 de julho, que deverá estimular a concorrência no mercado de gás natural e, consequentemente, promover uma abertura no setor.

Segundo a Abiquim, o acordo entre Cade e Petrobras contribui para a efetivação do Programa Novo Mercado do Gás. Ele gera a possibilidade da entrada de novos players no mercado, o que tornará o setor mais competitivo, e a cadeia produtiva poderá explorar seu potencial de produção de gás natural, isso permitirá à indústria química, maior consumidora do gás natural no País, ter acesso a energia e matéria-prima a preços competitivos com os do mercado internacional.

"O desenvolvimento efetivo do mercado livre de gás com independência, a desverticalização do transporte e a abertura do mercado são alguns dos pleitos antigos da entidade para aumentar a competitividade da indústria química nacional", explica o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo.

A perspectiva do setor químico é que o aumento da competitividade promova a redução no preço do gás natural para o consumidor residencial e industrial, atraindo investimentos em todos os setores da economia.

Pelos termos do acordo firmado entre Cade e Petrobras, a estatal precisará vender as transportadoras: Nova Transportadora do Sudeste (NTS), Transportadora Associada de Gás (TAG) e Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), além de alienar sua participação acionária indireta em companhias distribuidoras, alienando suas ações na Gaspetro ou buscando a alienação da participação da Gaspetro nas companhias distribuidoras.

O desinvestimento deve ser concluído até 31 de dezembro de 2021. O prazo poderá ser estendido por um ano, a critério do Cade, desde que o pedido de prorrogação seja devidamente justificado pela Petrobras. Os novos compradores dos ativos da estatal não poderão possuir participação societária da Petrobras ou de suas empresas afiliadas, terem recursos financeiros para manter e desenvolver esses ativos para aumentar a competição no mercado e serem independentes em relação aos agentes dos demais elos da cadeia de gás natural. (Fonte: "Abiquim Informa")

terça-feira, 9 de julho de 2019

Simplás define nova diretoria para o triênio 2019 – 2022

A partir de 1º de agosto, Gelson de Oliveira será o presidente da entidade, sucedendo a duas gestões sob o comando de Jaime Lorandi


Gelson de Oliveira - Presidente Simplás 2019-2022


De 1º de agosto de 2019 a 31 de julho de 2022, a presidência do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) estará a cargo do empresário Gelson de Oliveira (foto). Diretor da Natiplast Tecnologia em Polímeros, 66 anos, ele sucede a Jaime Lorandi, 59 anos, diretor da Plásticos Itália, que finaliza duas gestões no comando e então passa a integrar o Conselho Fiscal do sindicato. O pleito e a apuração dos votos ocorreram dia 26 de junho, na sede do Simplás, em Caxias do Sul (RS).
As vice-presidências da entidade no período serão ocupadas por Eugênio Misturini, 44 anos, atual tesoureiro do sindicato e diretor da Lineform, e Orlando Marin, 61 anos, integrante da atual diretoria e presidente por três gestões consecutivas anteriormente, diretor da Plasmosul. A nominata executiva se completa com Leocádio Nonemacher (Sulbras – 1º secretário), Paulo Francisco Weber (Pisani – 2º secretário), Mateus Bertolini Sonda (Plasmosul – 1º tesoureiro) e Jones Pellini (Kaballa – 2º tesoureiro).
O termo formal de posse será assinado na reunião-almoço da Câmara de Indústria Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS) do dia 5 de agosto e a solenidade de posse, com pronunciamento oficial do novo presidente, ocorrerá na noite de 23 de agosto, durante o jantar de outorga do Mérito Plástico Pietro Zanella e comemorativo aos 30 anos do Simplás.

Sobre o Simplás 
O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país. E figura entre as cinco maiores geradoras de empregos do setor no Brasil. Em 2019, o Simplás completa 30 anos de fundação.

Crédito da foto: Júlio Soares – Objetiva Fotografia

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Braskem é reconhecida nos EUA por Liderança em Sustentabilidade

A multinacional brasileira foi reconhecida pelo Conselho Norte-Americano da Química (ACC) com prêmio inédito por sua atuação em prol da Economia Circular

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, foi reconhecida pelo American Chemistry Council's (ACC) (Conselho Norte-Americano da Química) com o prêmio inédito Liderança em Sustentabilidade, na categoria "Environmental Protection & Circularity" ("Proteção Ambiental e Circularidade"). A atuação da companhia em prol da Economia Circular foi reconhecida por conta da parceria com o time de futebol americano Philadelphia Eagles, anunciada em 2018.

Desenvolvido pelo ACC, o prêmio tem o objetivo de reconhecer conquistas e contribuições para três áreas: Transparência e Colaboração; Proteção Ambiental e Circularidade; e Contribuições para a Sociedade. A categoria em que a Braskem foi reconhecida considera iniciativas como a redução mensurável de emissões de gases de efeito estufa e poluentes em processos produtivos; contribuições para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; esforços para melhorar a conservação de materiais e recursos; e ações em prol da redução de resíduos por meio da recuperação, reúso e/ou reciclagem. O júri que avalia os projetos inscritos é independente e composto por cinco especialistas em sustentabilidade.

A Braskem e o Philadelphia Eagles se uniram para contribuir com o desenvolvimento de soluções ecologicamente corretas para comunidades em toda a região da Filadélfia. Juntos, iniciaram um programa de coleta e reciclagem para tampas e garrafas e outros produtos plásticos utilizados no estádio Lincoln Financial Field e no centro de treinamento do time. Até agora, foram recolhidas e destinadas para reciclagem mais de 300 mil tampas de garrafas.

O acordo de cooperação inclui, ainda, uma plataforma de educação on-line para 30 escolas públicas da região da Filadélfia, na Pensilvânia, que visa desenvolver líderes nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

"Ficamos honrados com reconhecimento do Conselho Norte-Americano de Química. Temos muito orgulho da parceria com o Philadelphia Eagles, que promove a Economia Circular e colabora com a inspiração profissional de alunos de toda a região da Filadélfia. Buscamos apoiar iniciativas em prol do desenvolvimento sustentável em todas as regiões onde operamos e reconhecimentos como este indicam que estamos no caminho certo", comenta Mark Nikolich, responsável pela Braskem nos Estados Unidos.

Com atuação global, a Braskem possui 41 unidades industriais entre Brasil, Estados Unidos, Alemanha e México. A companhia promove ações em prol da Economia Circular em todos os países em que atua.

Sobre a Braskem
Os 8 mil Integrantes da Braskem se empenham todos os dias para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico, engajados na cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.