sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Abiplast: mensagem de fim de ano do Presidente José Ricardo Roriz Coelho


"Encerramos o ano de 2018 com grandes expectativas para 2019.

O empresariado brasileiro, em sua eterna mobilização em prol do crescimento e do desenvolvimento do País, projeta no próximo ano suas esperanças de uma saída definitiva deste ciclo de recessão.

Além dessa preocupação, que o empresário enfrenta cotidianamente, vemos ações contra o plástico Brasil afora. Temos o desafio de fornecer o conhecimento – especialmente aos novos deputados federais e senadores – para que entendam a real importância social e econômica do nosso setor.

Após meses de ruidosa exposição midiática, é preciso desenvolver um trabalho de excelência para a reconstrução da reputação e da imagem do plástico. É o que a ABIPLAST vem fazendo e o que continuaremos dando prioridade no próximo ano. O debate sobre a preservação e o futuro do planeta deve sempre existir e cabe a toda a cadeia promover uma discussão construtiva sobre o uso consciente do plástico.

Para 2019, a expectativa da indústria é grande também com a nova edição da consagrada FEIPLASTIC, que acontecerá de 22 a 26 de abril. Teremos novidades no espaço destinado às inovações do setor em Economia Circular, startups e Indústria 4.0.

Todo esse trabalho da ABIPLAST não teria a eficiência e o sucesso que tem tido sem a participação de cada um dos seus associados e parceiros. Só temos a agradecer a cada um que dedica tempo e energia para nos ajudar a fazer uma associação cada vez melhor.

Com a cabeça erguida e a perseverança que nos fazem levantar cedo todos os dias para contribuir com o crescimento deste País, vamos lutar cada vez mais para fortalecer a indústria do plástico, de maneira que esse revolucionário e indispensável material continue contribuindo para a vida contemporânea.

Que 2019 seja um ano de muita prosperidade para todos nós! Felizes festas a todos!

José Ricardo Roriz Coelho

Presidente da ABIPLAST"


Fonte: Publicado originalmente no site da Abiplast : 
http://www.abiplast.org.br/noticias/mensagem-do-presidente/ 


Mercado de chapas acrílicas cresce 14% em relação a 2017

Apesar de ainda não ter recuperado índice de vendas de 2013, setor comemora segundo ano positivo e se diz otimista; importação continua sendo problema
O INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) divulgou levantamento que aponta o desempenho do mercado de chapas acrílicas no país em 2018. E, embora ainda não se deva recuperar o mesmo patamar de vendas de 2013, quando foram comercializadas no país cerca de 12 mil toneladas de chapas acrílicas, o país ultrapassará neste ano as 8.000 toneladas vendidas em 2017, e chegará as 9.100 toneladas. Isso equivale a um crescimento de 14%.
Este é o segundo ano positivo consecutivo do setor depois de três anos seguidos de quedas – entre 2014 e 2016 – quando as vendas despencaram de 12 mil toneladas para 7.500 toneladas.
Tal desempenho deixa os empresários do segmento mais otimistas e a previsão para 2019 é de que o mercado chegue as 10.500 toneladas e consolide um crescimento de cerca 15%. Eles também estimam que até o final de 2020 o país volte ao patamar de 2013.
Boa notícia também para o setor em relação às chapas recicladas, que totalizaram esse ano mil toneladas comercializadas.
Já o desempenho das importações é o que tira o sono dos produtores de chapas nacionais. Não é para menos. Neste ano, 5.800 toneladas de chapas foram importadas. 700 toneladas a mais no que no ano anterior. Isso equivale a 62% de todas as chapas comercializadas no país neste ano.
Segundo João Orlando Vian, executivo do INDAC, o crescimento das importações nos últimos anos no país tem sido fortemente alimentado pela disputa tributária sobre importação entre os Estados, gerando um ambiente de insegurança fiscal, com consequências graves para a competitividade no setor. "Entre as produtoras nacionais de chapas que já somaram 20, hoje ficaram apenas 12", conclui.
Com mercado mais aquecido, INDAC confirma continuidade de ações que desenvolve junto ao mercado nacional, como o curso Cosi di Acrilico, que essa ano ganha edições especiais, uma delas focada exclusivamente no mercado de comunicação visual e outra itinerante, que deve acontecer em um caminhão-escola, montado especialmente para as aulas.
Depois de já apresentar alguns bons resultados neste ano, o Acrílico em Ação, por meio do qual, o instituto disponibiliza uma equipe voltada à apresentação do acrílico e de todas as suas funcionalidades junto a clientes potenciais – como agências de propaganda e escritórios de arquitetura – também continua em 2019.

Sobre o INDAC
O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 18 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.
A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Evonik realiza em São Paulo a terceira edição do seu prêmio global de segurança viária

Júri de especialistas internacionais em segurança viária elegeu o projeto do DER-SP como vencedor. O prêmio de 10.000 Euros foi doado ao Fundo Social de
Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp)
A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas e inventora da sinalização viária plástico a frio de metil metacrilato (MMA), realizou neste dia 18 de dezembro, em São Paulo, a terceira edição do “Evonik Road Safety Award”.
O Prêmio de Segurança Rodoviária da Evonik, que foi criado para apoiar iniciativas sustentáveis de segurança no trânsito em todo o mundo e em apoio a Década de Ação para Segurança no Trânsito – ONU, foi concedido ao DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo). O órgão teve o projeto “Avaliação ​​de sinalizações viárias mais visíveis - Estradas do Estado de São Paulo” escolhido como vencedor da premiação em 2018 por um júri internacional independente.
A cerimônia de premiação ocorreu no auditório da sede do DER-SP e contou com a presença do Secretário de Estado de Logística e Transportes, Mario Mondolfo; Maria Teresa Garcia, representante da Presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, professora Lúcia França; o Superintendente do DER, Raphael do Amaral Campos Junior; do vice-presidente da Evonik, Claudio Iwakura e demais autoridades.
O DER-SP foi agraciado com um troféu, um certificado e um prêmio de 10.000 €. O valor foi integralmente doado pela autarquia ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp) e o cheque simbólico foi recebido pela assessora Maria Teresa Garcia, que representou a professora Lúcia França, presidente da entidade que conduz ações sociais sem fins lucrativos com propósito de melhorar a qualidade de vida dos segmentos mais carentes da população do Estado de São Paulo.

Foco na melhoria da segurança viária
Há mais de 50 anos, a Evonik – inventora do plástico a frio de MMA para sinalização viária – está na vanguarda dos esforços para a melhoria da segurança viária e a disseminação das melhores práticas nesta área.
O “Evonik Road Safety Award”, criado em 2015 e que teve a primeira premiação em 2016 tem como objetivo premiar autoridades públicas por seus esforços em prol da melhora da segurança viária. O principal critério para a escolha do projeto ou da iniciativa vencedora é a sua contribuição para a segurança viária ( 60 % ) e a sustentabilidade, bem como seu caráter inovador e seu potencial de replicabilidade.
Os cases são avaliados por um júri independente de especialistas reconhecidos internacionalmente no campo da segurança no trânsito, transportes e projetos urbanos; incluindo, dentre outros, a International Road Federation (IRF), de Genebra e a Road Safety Foundation (Reino Unido). Realizado este ano pela terceira vez, o “Evonik Road Safety Award” teve 12 projetos inscritos por autoridades públicas de sete países.

Estudo prático
O júri considerou que as descobertas feitas pelo DER-SP no case “Avaliação ​​de sinalizações viárias mais visíveis - Estradas do Estado de São Paulo”, são práticas e úteis para comprovar que as demarcações horizontais de alta durabilidade no formato estrutura mantêm a retrorrefletividade por mais tempo e especialmente durante a noite e com água na superfície da via. Isso melhora diretamente a segurança rodoviária através de excelente visibilidade da demarcação mesmo em condições críticas para os usuários.
O estudo implementado pelo DER-SP contou com três anos de pesquisa e avaliou diversos aspectos técnicos relacionados à visibilidade das sinalizações, em pavimento seco e em pavimento molhado, comparação entre sistemas de sinalização viária usuais, incidências e intervenções de manutenção e estatísticas de acidentes no período.
Os valores de retrorrefletância dos sistemas Plástico a Frio Estrutura e Multipontos foram superiores em aproximadamente 130 %, mesmo após três anos de aplicação em relação a sistemas de demarcação planos aplicados a quente, e com valores de retrorrefletância bem acima da normas mínimas e exigidas pelo DER-SP, mesmo em pavimentos molhados.
O Superintendente do DER, Raphael do Amaral Campos Junior, destaca que sinalização viária resultante da aplicação do sistema Plástico a Frio Estrutura e Multipontos teve uma desenvoltura superior à convencional, quando levado em consideração a questão da refletividade em condições de pouca visibilidade, ao trafegar em pista molhada ou à noite.
“O resultado foi positivo, pois não houve registro de acidentes com vítimas fatais – motivo pelo qual o DER vem trabalhando intensamente ao longo dos anos. O prêmio também é fruto deste trabalho do DER-SP, que por meio de seu Comitê de Tecnologia, procura estar sempre atento aos novos produtos e técnicas que garantam melhores condições de segurança viária, conforto e boa trafegabilidade aos motoristas e usuários das rodovias estaduais paulistas”, afirma o Superintendente do DER.
“Com a apresentação deste projeto vencedor, o DER-SP demonstra a importância de se implementar sistemas efetivos de avaliação de performance dos elementos de segurança viária aplicados nas vias”, reforça Débora Rebuelta, gerente de negócios para América do Sul, da área Coatings & Adhesive Resins da Evonik.
“É uma honra entregar este prêmio ao DER-SP e reconhecer seus esforços em busca de soluções inovadoras e sustentáveis para as vias do Estado de São Paulo - soluções estas que impactam positivamente os usuários para que se sintam mais seguros e que retornem bem para suas casas e para suas famílias”, complementa Débora.
Durante a cerimônia de premiação, o Superintendente do DER, Raphael do Amaral Campos Junior, destacou o orgulho de terem o estudo “Avaliação ​​de sinalizações viárias mais visíveis” escolhido pela Evonik dentre todos os trabalhos do Brasil e de outros países inscritos. “Agradecemos a disposição dos técnicos do DER envolvidos - coordenados pelo nosso Comitê de Tecnologia - empenhados em novos procedimentos e tecnologias no âmbito rodoviário”.

A questão das embalagens no âmbito da economia circular

*Por Elcio Herbst
Um dos pontos da economia circular diz respeito à maximização da reutilização e reciclagem de recursos, permitindo menores custos de produção comparados à processos que utilizem somente matéria prima virgem.
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 12 (ODS) busca assegurar padrões de consumo e produção sustentáveis e dentre suas metas, cabe ressaltar algumas que envolvem, de maneira mais direta, os produtos e suas embalagens na visão da economia circular:
Ø Até 2030 - Reduzir pela metade o desperdício e perdas de alimentos, e reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reutilização.
Ø Até 2020 - Alcançar o manejo ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos;
Segundo estudos da Fundação Ellen MacArthur, apenas 14% das embalagens plásticas produzidas em todo o mundo são recicladas atualmente.
A princípio, é necessário destacar a necessidade da embalagem. Elas não existem por si só, mas são indispensáveis para a garantia da qualidade e segurança dos produtos para a sociedade. As embalagens não podem ser totalmente evitadas, mas podem ser bem planejadas e estudadas, buscando diminuir os impactos ambientais negativos de sua geração.

Como as empresas podem se envolver de forma mais efetiva com o tema?
A necessidade de as empresas migrarem para um sistema que resulte em uma melhor performance econômica e socioambiental é premente, em especial diante da atual conjuntura econômica que vive o país e o mundo.
Muitas empresas já vêm aplicando um modelo de economia mais circular, contemplando desde a pesquisa e o projeto de suas embalagens, levando evidentemente em consideração o cumprimento de suas funções e normativas existentes, além de permitir redução de desperdícios e perdas de produtos, bem como maximizar as possibilidades de aproveitamento de suas embalagens pós-consumo, destacando:
Ø Redução da quantidade de insumos necessários para produção de embalagens;
Ø  Participar efetivamente dos programas de logística reversa de embalagens e/ou de seus produtos;
Ø  Ampliar a utilização de matéria-prima reciclada na composição de suas embalagens;
Ø  Maximizar o uso de embalagens retornáveis;
No que diz respeito às embalagens secundárias, as ações são mais simples e podem envolver principalmente a prática de sistemas reutilizáveis, a exemplo caixas de madeira, caixas plásticas, entre outros, que permitam prolongar sua vida útil.
A análise do ciclo de vida dos produtos e embalagens deve estar sempre presente no setor de P&D (Pesquisa & Desenvolvimento) das empresas, priorizando elementos 100% reaproveitáveis, que possam e devam retornar ao ciclo industrial, adotando um design mais sustentável.
A utilização de novos materiais na composição das embalagens, que auferem redução no peso e volume, traz ganhos ambientais com a menor utilização de matérias primas, na redução da geração de resíduos e também contribuem para uma menor pegada ecológica. As emissões de carbono são reduzidas e, com isso, corroboram também para ações de mitigação no âmbito das mudanças climáticas, promovendo uma “pegada de carbono” ainda menor.

Desafios
As embalagens de vidro e alumínio já utilizam grande percentual de material reciclado em sua composição (em torno de 60%), enquanto as embalagens plásticas apresentam mais dificuldades para seu aproveitamento.
Cabe ressaltar que um dos principais desafios ainda diz respeito às questões tributárias, que acarretam em custos adicionais sobre as resinas recicladas (pós-consumo).
O desafio por uma economia mais circular é global. Em algumas situações existe ganho ambiental, um exemplo é a substituição de derivados do petróleo pelo etanol da cana de açúcar na fabricação de embalagens plásticas, mas por outro lado essa alteração provoca oneração nos custos de produção.
Sabemos que somente 20% dos municípios brasileiros dispõem de coleta seletiva, o que dificulta o retorno das embalagens e a logística reversa propriamente dita.
A maior parte das embalagens é recolhida e triada pelos catadores, os quais representam mais de um milhão, atuando de forma individual, em todo o país e aproximadamente mil cooperativas de catadores organizadas, sendo um grande desafio a formalização e a estruturação deste setor. Neste aspecto, ações de implantação da logística reversa vêm auxiliando tanto na infraestrutura de equipamentos, quanto na capacitação dos catadores, permitindo a profissionalização dos mesmos e melhorando os ganhos em produção e qualidade de vida, além da segurança laboral.
As Cooperativas de Catadores não são meras absorvedoras de resíduos, mas representam um elo imprescindível da reciclagem, e devem ser reconhecidas como prestadoras de serviços.
Segundo a fundação Ellen MacArthur, a taxa de recuperação de embalagens plásticas no mundo é de apenas 14%, podendo chegar a 70% caso haja investimentos em centrais de triagem, ampliação de coleta seletiva, aplicação de design sustentável e uso de novos materiais. Cada tonelada de plástico recuperado representa uma injeção de cerca de US$290, o que permitiria movimentar a economia e a geração de renda e trabalho.
* Elcio Herbst é consultor técnico do Instituto Paranaense de Reciclagem (InPAR), e consultor técnico em negócios do SENAI/PR - IST de Meio Ambiente e Química.

PICPlast encerra 2018 com R$ 200 milhões de investimentos em prol da cadeia

Desde 2013 Plano realizou mais de 30 inciativas que contemplaram cerca de mil participantes.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast - chega ao final de 2018 completando cinco anos de atuação. Desde o seu lançamento, já foram investidos mais de R$ 17 milhões em ações voltadas para aumento da competitividade do setor, R$ 170 milhões no incentivo à exportação e cerca de R$ 10 milhões em ações de promoção das vantagens do plástico. O foco se mantém: aproximar os elos da cadeia e executar iniciativas para promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico.
"Completamos cinco anos com a certeza que estamos no caminho certo. Ao longo deste período, foram R$ 200 milhões de investimentos, distribuídos entre os pilares Competitividade e Inovação, Exportação de Transformados e Vantagens do Plástico. O retorno que temos da indústria reforça a contribuição de todas as iniciativas do PICPlast, construindo uma cadeia cada vez mais desenvolvida e competitiva, capaz de enfrentar os inúmeros desafios do nosso mercado", diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.
"O PICPlast vem sendo o parceiro estratégico de quem atua na indústria da transformação do plástico. Para os próximos anos, buscaremos ampliar ainda mais esta parceria, por meio da promoção de conhecimento e da viabilização de oportunidades de negócios para os nossos associados, para propiciar um mercado robusto, maduro e sustentável", afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.
O PICPlast é uma iniciativa pioneira, fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.
No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e http://www.plasticotransforma.com.br.

BASF conquista prêmio da Ford para batentes de suspensão em Cellasto


A BASF recebeu um novo prêmio Q1 da Ford, desta vez com as soluções para batentes de suspensão em Cellasto®, tecnologia em poliuretano microcelular exclusiva da empresa. Com esta certificação na América do Sul, a divisão de Cellasto® torna-se globalmente reconhecida por seu alto nível de qualidade, confiabilidade e excelência nas operações, garantindo a segurança no processo de fornecimento de peças para a Ford.
"Este prêmio é uma grande honra para nós, representa um reconhecimento, não só pela qualidade da solução, mas também porque cumprimos um rígido e abrangente processo relacionado à produção, logística e um alto nível de excelência operacional", comemora Jefferson Schiavon, gerente de Cellasto para a América do Sul.
"Gostaríamos de dividir esse reconhecimento com toda a equipe, por seu comprometimento e eficiência, que garantiu o estreitamento das relações com a Ford como parceira", afirma Sérgio Gonçalves, responsável pela Qualidade de Materiais de Performance da BASF para a América do Sul.
O Cellasto®, elastômero de poliuretano microcelular utilizado nos sistemas de suspensão veiculares, atua na redução do ruído e vibração do veículo, melhora da durabilidade da peça e aumento da segurança e do conforto ao dirigir o carro. A solução atende a uma das grandes tendências automotivas de melhorar a dirigibilidade e segurança nos veículos. Além dos batentes de suspensão, os componentes em Cellasto® são aplicados na indústria automotiva como solução de absorção de energia, por exemplo, em isoladores de mola. A divisão também vem introduzindo na região a tecnologia para top mounts.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Indústria Química apresenta Compromisso Voluntário com a Economia Circular dos Plásticos


Lançamento do Compromisso será realizado no

Encontro Anual da Indústria Química, em São Paulo, no dia 7 de dezembro

São Paulo, 05/12/2018 – A Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim lançará o “Compromisso Voluntário com a Economia Circular dos Plásticos”, durante o 23º ENAIQ – Encontro Anual da Indústria Química, que será realizado no dia 7 de dezembro, no Hotel Unique, na capital paulista.

O compromisso assumido pelos produtores de resinas termoplásticas associados à entidade tem o objetivo de promover e ampliar o alcance da economia circular nas embalagens termoplásticas, que demandará o esforço conjunto dos diferentes elos da cadeia do plástico, governo e sociedade. A apresentação do compromisso será feita pelo coordenador da Comissão Setorial das Resinas Termoplásticas (Coplast) da Abiquim, Edison Terra, que atenderá à imprensa às 13 horas no Hotel Unique.

Segundo o Compromisso, as empresas do setor têm como aspiração que até 2040 100% das embalagens de plástico sejam reutilizadas, recicladas ou revalorizadas. Como meta intermediária, o objetivo é atingir 50% até 2030. Ao assumir esse compromisso as empresas ampliam o trabalho que já desenvolvem por meio do Programa Atuação Responsável®, ação voluntária da indústria química mundial e com a qual se comprometem todas as associadas da Abiquim.

As produtoras de resinas plásticas associadas à Abiquim também deverão adotar até 2020 as melhores práticas do “Manual Perda Zero de Pellets”, que teve como base o programa Internacional Operation Clean Sweep, que busca atender uma das metas previstas pelo Objetivo do Desenvolvimento Sustentável nº 14 (ODS-14), de até 2025, “prevenir e reduzir significativamente a poluição marinha de todos os tipos, especialmente a advinda de atividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes”. O documento foi produzido como parte do convênio entre a Plastivida - Instituto Socioambiental do Plástico e o Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo.

A adoção de um compromisso com a economia circular dos plásticos pela indústria química brasileira segue a tendência mundial do setor. A American Chemistry Council (ACC), a associação de fabricantes de plásticos da Europa, Plastic Europe, e a Asociación Nacional de la Industria Química (ANIQ), do México, já tornaram públicos seus compromissos com metas semelhantes.

A Abiquim e suas associadas têm consciência que para o sucesso do Compromisso é necessário o engajamento de toda a cadeia produtiva, sociedade e governo e convida outras associações, entidades setoriais e empresas a participarem dessa iniciativa em prol da sustentabilidade.

O 23º ENAIQ – Encontro Anual da Indústria Química tem o patrocínio das empresas: BASF, Braskem, Cesari, Deten, Dow, Eastman, Elekeiroz, Granel Química, Ingevity, Innova, Nitro Química, Nouryon, Oxiteno, Rhodia Solvay, Suatrans, Unigel, Unipar Carbocloro e White Martins.

23º Encontro Anual da Indústria Química – ENAIQ 2018
Lançamento do Compromisso Voluntário com a Economia Circular dos Plásticos
Data: 7 de dezembro
Horário: a partir das 9 horas
Local: Hotel Unique
Endereço: Avenida Brigadeiro Luís Antônio, nº 4700, São Paulo – SP
Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Feiplar Composites & Feipur 2018


CONGRESSO SAMPE BRASIL

No primeiro dia da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2018, dia 6 de novembro, será realizada a sexta edição do Congresso Internacional SAMPE Brasil, com palestras de renomados profissionais da área de composites de vários países. Confira a programação:
- 8h40 - Abertura SAMPE, com Gregg Balk e Jorge Nasseh (SAMPE Global e SAMPE Brasil)
- 8h50 - O futuro da fibra de carbono na indústria automotiva, com Scott Tolson - Sigmatex (Inglaterra)
- 9h30 - Composites termoplásticos na indústria de óleo & gás, com Kim Gingras - Solvay (EUA)
- 10h10 - O futuro dos materiais de núcleo na energia eólica, com Magalena Sandstrom – Diab (Suécia)
- 10h50 - Qualificação de termoplásticos reforçados com fibra de carbono em tubulações de composites termoplásticos para aplicações de óleo e gás, com Carsten Schuett, Evonik (Alemanha)
-11h30 - Os efeitos de repetidas operações de calor e pressão nas propriedades físicas e mecânicas de laminados com PEEK, com Joe Spangler - Teijin Carbon America (EUA)
- 12h10 - Sistemas epóxi tenacificados para vasos de pressão, com Benjamin Benz - OLIN Corporation (EUA)
- 12h50 - Análise de elementos finitos para tanques em composites para saneamento básico, com Jorge Nasseh - Barracuda Advanced Composites (Brasil)
- 13h30 - Desenvolvimento de produtos em materiais composites para a indústria aeronáutica, com Dario Gustavo Davalos e Mariane Regina Souza - Akaer (Brasil)
- 14h10 - Influência da técnica de corte em corpos de prova de compósitos, indo além das tolerâncias de normas, com Jose Maria Fernandes Marlet, Alltec Composites (Brasil)
-14h50 - Encerramento
Momentive destaca a consolidação da linha Niax* durante a Feipur 2018

Em mais uma edição da Feipur, visitantes poderão conhecer detalhes sobre as características inovadoras dos aditivos de poliuretanos da linha Niax*

A Momentive marcará presença na Feiplar Composites & Feipur 2018, que será realizada de 6 a 8 de novembro, no Expo Center Norte (Pavilhão Verde), na zona norte de São Paulo. No estande A1B da empresa, os visitantes poderão obter mais informações sobre as características inovadoras dos aditivos de poliuretanos da linha Niax*.
Os produtos de alta tecnologia foram desenvolvidos pela Momentive para aplicação em espumas flexíveis, rígidas, moldadas e microcelulares. “Essa linha vem se consolidando a cada ano no mercado mundial e brasileiro de poliuretanos, pois possibilita aos fabricantes desenvolver produtos de excelente qualidade, que atendem às normas e especificações do setor”, afirma Celso Trasferetti, executivo de contas de Uretanos da Momentive.
O aditivo Niax* L-595, por exemplo, é um silicone surfactante de alta eficiência que melhora as características de distribuição de densidade ao longo do bloco (topo e fundo), proporcionando assim um melhor gradiente de passagem de ar, dureza e resiliência na espuma flexível.
Os aditivos de poliuretanos da linha Niax* possuem uma ampla gama de aplicações nos setores automotivo e industrial, na construção civil, em móveis e estofamentos em geral, colchões, equipamentos esportivos, isolamentos térmicos e acústicos, entre outros.
A Momentive tornou-se líder de mercado pelo compromisso em desenvolver soluções inovadoras ao longo de mais de 50 anos da marca Niax*. “Também oferecemos amplo suporte técnico aos clientes no desenvolvimento de formulações e avaliações de propriedades físicas das espumas de acordo com as principais normas do setor”, acrescenta Celso Trasferetti.
Para assegurar a excelência dos aditivos, a empresa conta com laboratórios e equipamentos de ponta, além de uma equipe especializada no Controle de Qualidade.
O executivo Paulo Vianna, gerente geral da Momentive na América Latina, complementa: “Além de produzirmos localmente nossa linha de aditivos Niax*, seguimos investindo em laboratórios e engenheiros de aplicação de campo. Dessa forma, mantemos o nível de excelência em suporte técnico, colaborando com os nossos clientes em suas necessidades e reforçando o compromisso da Momentive com o crescimento da indústria no Brasil”.

Visite o estande A3

Momentive
Líder mundial no setor de silicones e derivados, a Momentive Performance Materials Inc. mantém o compromisso inabalável com pesquisa, inovação, qualidade e serviço

No Brasil, a empresa está localizada em Itatiba, na região de Campinas, interior de São Paulo. A unidade conta com capacidade instalada para a produção de silicone industrial e seus derivados para os segmentos de Tintas, Adesivos, Aditivos de Uretanos, Cosméticos e Cuidados Pessoais, Têxtil, Agricultura, Construção Civil e Especialidades para a Indústria Automobilística.

Nos últimos anos, a Momentive se preparou para a recuperação da economia brasileira, investindo em capacidade, tecnologia, inovação e infraestrutura. Recentemente, a empresa concluiu, por exemplo, o processo de ampliação e modernização de sua unidade fabril em Itatiba.

Informações adicionais sobre a Momentive e seus produtos estão disponíveis em www.momentive.com.

Evonik participará da Feiplar Composites & Feipur 2018

Com a participação de várias linhas de negócios, a Evonik apresentará amplo portfólio de matérias-primas para os segmentos de composites, poliuretanos e plásticos de engenharia

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, participará da Feiplar Composites & Feipur 2018 – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, que ocorrerá entre os dias 6 e 8 de novembro, das 12 às 20 horas, no Expo Center Norte, em São Paulo.
Com um amplo portffólio de produtos inovadores, apresentará materiais de núcleo para estruturas sanduíches, matrizes para resinas termoplásticas e termofixas, bem como componentes essenciais para matrizes, como reticuladores, catalisadores, modificadores de resistência ao impacto ou aditivos de processamento.
A linha de Poliuretanos da Evonik apresentará ainda o portfólio combinado após a aquisição da linha de aditivos de performance da Air Products, bem como os novos desenvolvimentos decorrentes da sinergia desta aquisição.
O objetivo é promover novos produtos e reforçar a posição da Evonik como uma das principais fornecedoras de soluções para as indústrias que atuam nos mercados de energia eólica, óleo e gás, automotivo, aeroespacial e esporte e lazer, entre outros que exigem cada vez mais soluções de alta tecnologia e customizadas para cada aplicação.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

Simplás faz palestra de abertura do 3º Congresso Brasileiro do Plástico

Presidente do sindicato, Jaime Lorandi apresenta 
“A Solução dos Plásticos”na terça-feira (16), 
às 8h50, na PUCRS, em Porto Alegre


O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) será o responsável pela atração de abertura do 3º Congresso Brasileiro do Plástico, na terça-feira (16), a partir das 8h50, na PUCRS (prédio 40), em Porto Alegre. A Solução dos Plásticos será apresentada pelo presidente do sindicato, Jaime Lorandi. Mais informações e inscrições estão disponíveis pelo site congressodoplastico.com.br.

A palestra desenvolvida pelo Simplás, que mostra os benefícios dos plásticos para o avanço na qualidade de vida da humanidade, além da importância da educação para a destinação correta dos materiais depois de consumidos, já foi vista pelos públicos da feira Interplast, em Joinville (SC), e da tradicional Reunião-Almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS).

“É bastante didática e, de uma forma bem acessível, mostra que a sociedade não poderia viver da mesma maneira sem os plásticos, pois são muitos os benefícios. E, por outro lado, mostra que é preciso buscar alternativas para ampliar a utilização e o acesso ao material e torna-lo mais amigável às pessoas”, avalia o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho, que acompanhou a apresentação em Joinville.

O próprio Simplás já desenvolveu um projeto para levar o discurso à prática, disseminando a educação para a destinação correta dos materiais pós-consumo e promovendo a economia circular com a geração de recursos a partir da reciclagem: o Plástico do Bem.

Com o Plástico do Bem, deflagrado na última semana de março deste ano, o Simplás já doou coletores individuais de plásticos para 6,5 mil alunos e 500 professores de 22 escolas públicas municipais de Farroupilha (RS), que até o fim do primeiro semestre já haviam arrecadado e encaminhado para reciclagem mais de 10 toneladas de plásticos. E assim, obtiveram uma renda extra de aproximadamente R$ 8 mil. Os recursos serão aplicados da maneira que cada instituição considerar mais adequada.

No fim de agosto, em alusão aos 29 anos do Simplás, o Plástico do Bem começou a ser implantado na CIC de Caxias do Sul, alcançando 26 entidades, por onde circulam diariamente mais de 150 pessoas. E anteriormente, já estava em aplicação na unidade Nilo Peçanha, do Senai, também em Caxias do Sul.

“Os plásticos representam 40% dos resíduos sólidos domésticos que produzimos hoje. Então, por óbvio, ao adquirirmos a cultura da separação para o plástico, naturalmente, vamos evoluir para o vidro, o metal, o papel e o papelão, entre outros materiais”, conclui o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.

Foto: Júlio Soares

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Flex do Brasil destina 180 toneladas de resíduos para reciclagem

Empresa produz 150 mil colchões de mola por ano e destina quase todos os seus resíduos para reaproveitamento, gerando renda para fabricantes menores

Com uma produção de cerca de 150 mil colchões por ano empregando diferentes molas, camadas de preenchimento, designs e tecnologias agregadas, a Flex do Brasil destinou 182.640 quilos de resíduos gerados de janeiro a agosto deste ano para reciclagem. "Estamos falando de espumas, plásticos, ferros, madeiras e outros materiais que deixaram de ser descartados em aterros para gerar renda a fabricantes de diversos produtos", explica o diretor geral da empresa, Edson Ayub.

Este volume diminui substancialmente o descarte da linha de produção, tornando a companhia, que detém as marcas Simmons, Flex e Epeda, altamente sustentável. Dentro da fábrica, situada em um terreno de 48 mil m2 em Limeira (SP), há vários postos de coletas cujos materiais são enviados à central de resíduos interna, onde são separados, classificados, prensados e armazenados em caçambas para serem enviados a dezenas de fabricantes espalhados pelo interior do estado.

Os matelados e as espumas são triturados para serem usados como enchimentos de almofadas e travesseiros, enquanto os plásticos viram sacolas e os ferros têm várias destinações estruturais. Os papelões são constantemente reciclados para ficarem "novos" de novo e as madeiras servem como combustível de queima para energia em caldeiras.

De acordo com Fernando Cavina, proprietário da Ambiental Recicláveis, que desde 2013 é a responsável pela coleta na Flex do Brasil, os matelados, plásticos e ferros responderam por 79% do total de janeiro a agosto. A empresa cumpre todas as normas da Política Nacional de Resíduos Sólidos na realização do processo.

A Flex do Brasil está entre as cinco maiores fabricantes de colchões do Brasil e todas as suas marcas, com diferentes linhas e medidas, são 100% certificadas pelo Inmetro. A companhia faz parte do Flex Bedding Group, um dos dez maiores do mundo na fabricação de colchões com mais de 100 anos de história. Opera em sete países com fábricas próprias e atende grandes redes varejistas como Carrefour, Macy's, Bloomingdales, El Corte Inglés, Harrods, entre outros, além das maiores redes de hotéis.

Sobre o Grupo Flex
A Flex do Brasil é uma empresa especializada na fabricação de colchões e comercializa as seguintes marcas: Simmons, Flex e Epeda. 100% dos seus colchões têm certificação do Inmetro, o que atesta a qualidade dos seus produtos, proporcionando aos consumidores mais saúde através de um sono reparador. Membro do Flex Bedding Group, de origem espanhola, a Flex do Brasil iniciou suas atividades no país em 2000 e hoje possui fábrica em Limeira, interior do Estado de SP. O Flex Bedding Group opera em sete países com operação e fábrica próprias: EUA, Chile, Portugal, Espanha, Reino Unido. Brasil e Cuba, atendendo a grandes redes varejistas como Carrefour, Macy's, Bloomingdales, El Corte Inglés, Harrods, entre outros, além de atender também as maiores redes de hotéis no Brasil e no mundo. O grupo tem mais de 100 anos de história, é líder de vendas na Espanha e está entre os 10 maiores do mundo na fabricação de colchões, camas articuladas, edredons, travesseiros, roupas de cama e mobiliários para dormitórios. Mais informações: www.flexdobrasil.com.br

Dow anuncia nova vice-presidente comercial para área de Plásticos na América Latina

Daniella Souza Miranda substituirá Paloma Alonso, que assume a diretoria global de Aromatics

A Dow anuncia Daniella Souza Miranda como vice-presidente comercial da área de Plásticos (SP) na América Latina. A executiva será responsável pelos resultados financeiros da área na região, pela condução da estratégia de negócios e criação de iniciativas de geração de valor que impulsionem o crescimento da empresa.

Daniella trabalha há mais de 20 anos na Dow e já atuou em diferentes áreas e regiões onde a empresa está presente, em posições de planejamento de produção e da cadeia de fornecimento, gerente de Supply Chain global para o negócio de Poliuretanos, diretora de Compras e diretora de Relações Públicas e Governamentais para a América Latina, além de diretora de vendas para os negócios de Poliuretanos e Soluções Industriais para região Andina. Sua última posição foi a de presidente da região Andina e também diretora de Negócios de Tintas e Monômeros de Performance para América Latina.

A executiva reportará a Diego Donoso, líder global do negócio de Plásticos na companhia, e dará continuidade ao trabalho de quase três anos realizado por Paloma Alonso, que assumirá a cadeira de diretora global de Aromatics e a diretoria comercial do segmento de Olefins, Aromatics & Alternatives (OAA) para Europa, Oriente Médio e África. Bacharel em Engenharia Química pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Daniella também é mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Abiplast promove 8º Seminário de Competividade

O 8º Seminário de Competitividade, promovido pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), propôs uma reflexão sobre o futuro da indústria do plástico e a sua relação com a Economia Circular e a Indústria 4.0. O presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho, ressaltou que a indústria 4.0 não é algo “fora da realidade” ou algo que exige investimentos altíssimos, mas sim utilizar as tecnologias de ponta já disponíveis para melhorar a produtividade de sua empresa. A ABIPLAST vem firmando parcerias com várias instituições para facilitar o acesso do setor às informações e formas de agregar tecnologias às empresas.

“Indústria 4.0 é sobre integrar e facilitar a comunicação entre a cadeia de valor e municiar as empresas de instrumentos que analisem os dados gerados no processo, possibilitando que se evite ou identifique possíveis problemas de produção – e os corrija - a um custo bem menor”, conclui Roriz.

A indústria química também foi convidada a participar do encontro e teve a oportunidade de apresentar seu posicionamento sobre a Economia Circular. Na visão da palestrante Fabiana Quiroga Garbin, diretora da Braskem, a palavra-chave para a Economia Circular é cooperação. Além disso, ela defendeu que é preciso engajar os consumidores, mostrar a importância ambiental, econômica e social do material reciclado e que novas formas de comportamento trazem oportunidades para os transformadores do setor plástico.

Para debater o tema “Para onde o vento sopra – O futuro do plástico em seus principais mercados” foram convidados especialistas de diversas áreas que tiveram o desafio não apenas de trazer informações atualizadas e tendências de consumo, mas também provocar um questionamento que pudesse balizar planos estratégicos das empresas.

A consultora Giovanna Fischer, da Kantar Worldpannel Brasil, apresentou como a atual conjuntura econômica e política e estratégias de promoção, bem como o impacto dos valores reconhecidos de uma marca, afetam a decisão de compra do consumidor. Enquanto Vanessa Mathias, da White Rabbit, abordou como é o relacionamento das novas gerações com o consumo e de que maneira os movimentos de determinados grupos de pessoas sinalizam o surgimento de uma tendência. Segundo Vanessa, estar atento a essas mudanças poderá contribuir para que empresas antecipem posicionamentos e as utilizem a seu favor.

O mercado denominado “atacarejo” corresponde hoje a 15% das vendas de itens de consumo doméstico. Seu principal apelo é o preço, o que faz com que 56% da população brasileira faça suas compras neste tipo de loja. Paralelamente a esse fenômeno, as compras em e-commerce crescem e faturam aproximadamente R$ 69 bilhões, sendo que cerca de 220 milhões de pedidos tem ticket médio de R$ 310,00. O consultor Celso Negrão Gonçalves debateu sobre a falta de produtos específicos para esses canais, e como o setor poderia explorar melhor esse mercado. Também enfatizou que vivenciamos a era da experiência e que as embalagens também precisam ser positiva e emocionalmente impactante.

Como a inovação colaborativa promove a diversidade de conhecimento e o envolvimento de diferentes áreas na busca de soluções foi o tema abordado por Yuri Tomina Carvalho, gerente de desenvolvimento de mercado de PE da Braskem. Segundo ele, a abordagem da Braskem para embalagens está ligada a esse conceito de trabalho em rede e colaboração de departamentos diversos como os de reciclagem, sustentabilidade, análise de ciclo de vida, etc.

Já a revolução que a manufatura aditiva e a impressão 3D proporcionam para o dia a dia dos transformadores plásticos e recicladores foram os assuntos apresentados por Fabio Lamon da Braskem e Klaus Gargitter, da Monster Filamentos - respectivamente.

Modernização de parque industrial amplia representação da Radici Performance Plastics no Brasil

Com investimentos na ordem R$ 13 milhões, companhia deve atingir
uma produção anual de 20 mil toneladas, de maneira sustentável

Crescer de maneira orgânica e sustentável são algumas das premissas da Radici Performance Plastics – reconhecida como uma das líderes mundiais na produção de plásticos de engenharia. Aqui no Brasil, a companhia está situada no município de Araçariguama, em São Paulo, e o ritmo de crescimento e expansão anda, completamente, na contramão da crise econômica do país. Só entre 2017 e 2018, a unidade investiu mais de R$ 13 milhões em equipamentos para o seu centro de pesquisa e parque industrial, todos com foco no aumento da capacidade de produção e no menor consumo energético e recursos hídricos. Com este novo cenário, a empresa deve atingir o índice, anual, de 20 mil toneladas, um aumento de produção local na ordem de 50% – ampliando assim sua representação e autonomia para atender a crescente demanda dos mercados, principalmente, da indústria automotiva.

“Mais que crescer e gerar resultados temos que ser conscientes. E este é um dos pilares da companhia mundialmente. Por isso, estamos sempre investindo e trazendo para a nossa planta: maquinários e processos com alto desempenho de produção, mas acima de tudo sustentáveis”, declara Jane Campos – Country Manager da filial brasileira da RadiciGroup Performance Plastics.
E os planos de expansão da companhia no mercado Sulamericano são ambiciosos e, estrategicamente, estão sendo alcançados antes do prazo. Em 2016, a meta era sair do patamar de 12% e chegar em 20% ou 25% até 2021. Mas com um modelo de negócios criativo, oferta de produtos, atendimento personalizado e desenvolvimento de mão de obra, a filial brasileira registrou em 2017 crescimento de 20%. Já para 2018, a previsão é fechar com 10%, mas até o mês de julho, o índice já apontava 11% de aumento, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Mas, a executiva aponta que um dos pilares deste sucesso são os treinamentos, a qualidade, a agilidade e bom atendimento porque não adianta comprar maquinários modernos sem ter a base profissional capacitada. Por isso, a RadiciGroup é umas das empresas mais preocupadas quando o assunto é qualidade e gestão de pessoas. “Nos últimos dois anos, tivemos que suspender as férias coletivas da fábrica para atender aos pedidos dos clientes. E ao invés de abrir vagas temporárias mantivemos o mesmo quadro de funcionários, pois acreditamos na capacitação diária e nas ações de incentivo que oferecemos para todos, sem exceção. E o resultado superou as nossas expectativas, pois atendemos todas as solicitações e a produção foi acima da meta”, finaliza.

RADICIGROUP - Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros, em 2017, e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia. Atualmente, a RadiciGroup é considerada uma das principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos. Produtos elaborados graças a um know-how químico de excelência e à integração vertical no setor da poliamida, desenvolvidos para aplicação em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos. A estratégia da RadiciGroup está focada na inovação, qualidade, satisfação dos clientes e na sustentabilidade social e ambiental. Com macro áreas de negócio - Specialty Chemicals, Performance Plastics e Synthetic Fibres & Nonwovens (Performance Yarn, Comfort Fibres, Extrusion Yarn) - a companhia é integrante de uma ampla estrutura industrial que inclui também o negócio mecanotêxtil (ITEMA) e o da energia (GEOGREEN) e da Hotelaria (SAN MARCO). 

Fibertex Nonwovens investe em expansão para o mercado sul americano

Expansão da capacidade de produção em 20% visa acompanhar a crescente demanda do setor automotivo e outros segmentos potenciais

Em fevereiro de 2018, a Fibertex Nonwovens, que pertence ao conglomerado industrial dinamarquês Schouw & Co., adquiriu a fabricante brasileira de não-tecidos Duci (Joint Venture entre DuPont Cipatex). Seis meses após a aquisição, a Fibertex Nonwovens anuncia a expansão de sua capacidade de produção. “O processo de integração da operação no Brasil superou em muito nossas expectativas. Nossos clientes sul-americanos nos deram uma calorosa recepção e já estamos diante de uma necessidade urgente de ampliar nossa produção”, disse o CEO da Fibertex Nonwovens, Jørgen Bech Madsen. Ainda segundo o executivo, a ideia é aumentar 20% a capacidade produtiva atual E acelerar o planejamento de outros projetos de expansão.

“O investimento é estimado em cerca de R$ 10 milhões e deverá ser totalmente implementado até maio de 2019. A Fibertex Nonwovens já tem destino certo para a capacidade extra para o crescente mercado brasileiro, que é de quase 286.000 toneladas por ano. O Brasil é um dos seis maiores do mundo e responde por mais da metade de todo o mercado sul-americano”, explica explica Carlos Benatto, CEO da subsidiária brasileira da Fibertex Nonwovens.

Fibertex Nonwovens - experiência em produtos especializados
A Fibertex Nonwowens aplica a tecnologia de spunlaced técnico em suas instalações no Brasil e é uma das duas únicas empresas na América do Sul capazes de produzir esse tipo de produto. A empresa acumula experiência de não-tecidos por muitos anos, mas há uma grande diferença entre os produtos simples de alto volume, como os geotêxteis e os materiais utilizados em lenços umedecidos, e os produtos especiais usados para filtração, soluções acústicas, aplicações internas e externas em carros e outros fins, panos para limpeza técnica industrial e institucional ou produtos especiais para a indústria de calçado.
A Fibertex Nonwovens é líder global em produtos para fins especiais e trabalha para aplicar seu conhecimento e tecnologia de produção em suas novas instalações no Brasil. A demanda para esses fins está crescendo mais rapidamente do que qualquer outra parte da indústria, e não apenas no mercado brasileiro. Vários outros mercados da América do Sul, incluindo a Argentina, estão relatando um forte crescimento na produção industrial, de modo que o investimento da Fibertex Nonwovens no Brasil provou ter acontecido no momento certo, pondera Carlos Benatto.
A Fibertex Nonwovens é líder de mercado no fornecimento de não-tecidos para a indústria automobilística. Um veículo médio consome, em média, 30m2 de nãotecidos, que são aplicados em faróis, assentos e prateleiras e até em aplicações externas, como em carcaças de roda, isolamento de motor, underbody, etc. “Na Schouw & Co., nossa receita subiu para US$ 2.7 bilhões em 2017, com o Fibertex Nonwovens contribuindo com pouco mais de US$ 230 milhões. Em 2018, esperamos aumentar a receita da empresa para cerca de US$ 250 milhões. E estaremos focando US$ 300 milhões até 2020. Em outras palavras, estabelecemos metas de crescimento muito ambiciosas para Fibertex Nonwovens, e é aí que o Brasil e o mercado sul-americano terá um papel crucial. Estamos absolutamente confiantes de que o potencial está presente, especialmente considerando o know-how único e as capacidades de produção que possuímos em termos de produtos para fins especiais ”, explica o CEO da Schouw & Co., Jens Bjerg Sørensen.

Fatos sobre não-tecidos Fibertex
A Fibertex Nonwovens é líder global em soluções técnicas e inovadoras de não-tecidos. Além de oferecer produtos de valor agregado para clientes em mais de 70 países, a Fibertex Nonwovens oferece parcerias sólidas e profundo conhecimento do setor e uma plataforma de tecnologia de ponta. Os não tecidos são utilizados em várias áreas diferentes, incluindo as indústrias automóvel, de filtração e de construção, para geotêxteis e em nichos industriais tais como a indústria médica e toalhetes, que são produtos para limpeza e higiene.
Fibertex Nonwovens A/S é de propriedade integral da Schouw & Co. e está sediada em Aalborg, onde a empresa foi fundada em 1968. A empresa gera receita anual de 230MM Doláres em 2017 e tem instalações de produção na Dinamarca, França, República Checa República, Turquia, EUA, África do Sul e Brasil, além de escritórios de vendas na França, Portugal, Espanha, Índia e China.

Conheça os rótulos retráteis de PETG que facilitam a reciclagem

A Sun Chemical acaba de lançar o SunLam™, adesivo de fácil remoção para frascos com rótulos termoencolhíveis. O novo produto, graças ao fato de ser facilmente descolado, ajuda os recicladores a melhorar o processo de reciclagem do tereftalato de polietileno reciclado (rPET), sem alterações no processo.

Desenvolvido em parceria, a Sun Chemical e a Eastman testaram amplamente o SunLam em rótulos feitos com o copoliéster Embrace™ LV da Eastman. O adesivo recebeu da Associação de Recicladores de Plásticos (APR) o “Reconhecimento de Inovação Responsável", após passar por testes rigorosos delineados pela APR.

Ao mudar, de um solvente tradicional, para o adesivo SunLam de fácil remoção, as estiquetas descolam e são liberadas durante o processo de reciclagem úmida, sem sacrificar o desempenho da etiqueta. A remoção da etiqueta ocorre antes das separações por coloração, infravermelho e manual, evitando, assim, que garrafas PET com rótulo retraído sejam removidas da triagem do fluxo rPET, devido a erros de identificação.

A eficácia do adesivo SunLam™ de fácil remoção foi testada em frascos com rótulos termoencolhíveis, fabricados com o copoliéster Embrace™ LV da Eastman. Os testes utilizaram equipamentos de lavagem de garrafas inteiras, em instalações de reciclagem comerciais e produziram resultados de mais de 95% de remoção de rótulos, com resultados que excederam 99%.

“Quando o desafio de remover rótulos encolhíveis, durante a reciclagem de PET, foi trazido à atenção da indústria pela APR e pela Associação Nacional de Recursos de Contêineres PET em 2012, a Eastman se prontificou a aceitar o desafio e organizou um consórcio para prover maneiras de resolver essa questão”, disse Ronnie Little, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Eastman. “Os fardos de garrafa PET, normalmente, contêm cinco por cento de garrafas PET com rótulo encolhível. Muitos desses rótulos não saem no processo de reciclagem, reduzindo o rendimento do rPET. Nós tivémos o prazer de fazer uma parceria com a Sun Chemical nesse processo para desenvolver uma tecnologia que satisfaça o desejo dos consumidores de reciclar, o objetivo de uma marca de ser responsável e reconhecida, e a missão da APR de eliminar barreiras à reciclagem comercial bem-sucedida”.

“Consumidores e marcas também esperam que as garrafas PET sejam recicladas, mas, infelizmente, muitas delas acabam em aterros sanitários porque a etiqueta não consegue ser removida", disse Russell Schwartz, diretor de tecnologia da Sun Chemical. “Na Sun Chemical, consideramos nossa responsabilidade abordar os problemas da indústria que participamos e de promover a liderança na solução de problemas, enfrentados por nossos parceiros e clientes. Ao tomarmos conhecimento sobre essas preocupações, iniciamos um grande projeto para resolver esse desafio de todo o setor. Estamos satisfeitos em apresentar o adesivo SunLam de fácil remoção, ecologicamente correto, como parte de nossa contribuição para a economia circular.”

Ao usar o adesivo SunLam de fácil remoção, as marcas podem continuar a se beneficiar do desempenho superior do copoliéster Embrace LV da Eastman. Eles não precisam sacrificar cobertura, encolhimento ou qualidade dos rótulos retráteis de corpo inteiro. Os proprietários de marcas podem continuar a usar rótulos encolhíveis de corpo inteiro em seus frascos. Um adicional de 20% da área da superfície da etiqueta é recuperada com rótulos de corpo inteiro, em comparação com a porção da garrafa que deve ser deixada descoberta para evitar falhas na separação no infravermelho próximo ou por coloração, pois estas podem ser rejeitadas por equipamentos de seleção automática de IV ou cor.

Sobre a Sun Chemical
A Sun Chemical, membro do grupo DIC, é líder na produção de tintas de impressão, revestimentos e suprimentos, pigmentos, polímeros, compostos líquidos, compostos sólidos e materiais de aplicação. Juntamente com a DIC, a Sun Chemical tem vendas anuais de mais de US $ 7,5 bilhões e mais de 20.000 funcionários apoiando clientes em todo o mundo.
A Sun Chemical Corporation é uma subsidiária da Sun Chemical Group Coöperatief U.A., Holanda, e está sediada em Parsippany, New Jersey, EUA. Para mais informações, visite nosso site em www.sunchemical.com.

Sobre a Associação de Recicladores de Plástico
A Associação de Recicladores de Plásticos (APR) é "A Voz da Reciclagem de Plásticos". Como associação comercial internacional que representa a indústria de reciclagem de plásticos, a associação inclui empresas independentes de reciclagem de todos os tamanhos, bem como empresas de produtos de consumo e fabricantes de equipamentos, laboratórios de teste, organizações e outros comprometidos com o sucesso da reciclagem de plásticos
A APR trabalha para melhorar a qualidade e aumentar a oferta através de recursos técnicos, programas de teste, soluções de design, treinamento corporativo, liderança regulatória e programas de educação.

Sobre a Eastman:
A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos encontrados em itens que as pessoas usam todos os dias. Com um portfólio de negócios especializados, a Eastman trabalha com seus clientes para oferecer produtos e soluções inovadoras, mantendo um compromisso com a segurança e com a sustentabilidade. Suas abordagens orientadas pelo mercado são favorecidas por plataforma de tecnologia de classe mundial e de suas posições de liderança em atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman se concentra em criar valor consistente e superior para todos os interessados. Como uma empresa globalmente diversificada, a Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo. Para obter mais informações, visite www.eastman.com


Reciclagem de esponjas engaja consumidores e alcança a marca de 1 milhão de unidades coletadas

Movimento de caráter socioambiental já promoveu a doação de cerca de R$ 30 mil para ONGs e escolas públicas

Anualmente são produzidas milhões de esponjas, que por terem um tempo indeterminado de decomposição, podem causar grande impacto ambiental quando descartadas incorretamente. Pensando nesta questão, a marca Scotch-Brite da 3M se uniu à TerraCycle para criar o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas, voltado à coleta e processamento desse resíduo. Após 4 anos de existência, a iniciativa acaba de alcançar 1 milhão de unidades coletadas por consumidores, escolas, instituições sem fins lucrativos, cooperativas, empresas privadas, entre outros.

Por ser um programa gratuito e acessível a todos os brasileiros, qualquer pessoa pode participar, sendo que alguns se tornam verdadeiros agentes mobilizadores e chegam a engajar cidades inteiras na coleta das esponjas. Um dos protagonistas dessa transformação ambiental encontra-se na cidade de Monte Azul Paulista - SP, que incorporou a coleta de esponjas ao Projeto Crescendo com Qualidade, realizado pela Associação Vida Bem Vivida. Desde 2014, o time promove uma campanha de reciclagem nas escolas municipais, conscientizando a população acerca dos problemas trazidos pelo descarte incorreto do lixo e da importância da reciclagem. Além disso, a cada 100 esponjas enviadas, a Associação recebe R$ 2,00 em doações que contribuem com o propósito da instituição de oferecer subsídios para promover a qualidade de vida das crianças assistidas e seus familiares, beneficiando a sociedade como um todo.

Outro time que tem colaborado ativamente com este resultado é o Centro de Promoção para um Mundo Melhor, localizado na cidade de Campinas, em São Paulo. Inscrito há três anos no programa, o Centro que atua com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, lançou a campanha “Reciclar é Ajudar” que já enviou mais de 10 mil esponjas para reciclagem. A entidade conta com a ajuda da voluntária Cris Umino que realiza um trabalho de conscientização entre os membros da comunidade e se responsabiliza pelo envio das esponjas coletadas.

A Escola Municipal Rizzieri Poletti, de Cândido Rodrigues, interior de São Paulo, também aderiu ao programa criando o Time Rodriguense, que movimenta todo o município na coleta de esponjas e outros materiais para a reciclagem. A diretora, Marly Cambero conta: “Estamos engajados desde 2017 no projeto das esponjas e poder fazer parte da marca histórica de 1 milhão de unidades coletadas é motivo de orgulho para nós, sobretudo por sermos uma escola de 270 alunos localizada em uma cidade de apenas 2.000 habitantes! Vamos continuar coletando!”

O Programa de Reciclagem de Esponjas mobilizou o país inteiro, permitindo que aproximadamente R$ 30 mil fossem arrecadados em doações para ONGs e escolas públicas, engajando diretamente cerca de 800 mil pessoas. Os resultados alcançados até o momento mostram o poder da união entre indivíduos comprometidos com uma causa.

Para fazer parte deste movimento socioambiental, basta se cadastrar no site da TerraCycle e inscrever-se no Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas. Se você tem interesse em saber como funciona o processo de reciclagem, acesse o vídeo produzido pela TerraCycle.

Sobre a TerraCycle
A TerraCycle é líder global em soluções ambientais para resíduos de difícil reciclabilidade e responsável por transformar, nos 21 países onde atua, mais de 2 mil toneladas de lixo/mês em matéria-prima para gerar novos produtos, como baldes, vasos, bancos, entre outros. Por meio de seus programas de reciclagem, a TerraCycle engaja globalmente mais de 80 milhões de consumidores, verdadeiros protagonistas desta transformação socioambiental, que não só viabiliza o descarte ambientalmente correto de resíduos, como também promove doações a instituições sem fins lucrativos escolhidas pelos próprios participantes. Em 2016, a TerraCycle foi premiada no Eco Brasil, o prêmio promovido pela Amcham em parceria com o Estadão, é o mais tradicional troféu de sustentabilidade do país. E também foi eleita uma das 11 pequenas empresas com maior potencial de fazer a diferença na economia verde e inclusiva, com publicação no Guia de Inovação para Sustentabilidade em MPE, edição especial da Revista Página 22 (FGV-SP). Atualmente, tem parcerias no Brasil com marcas como Faber-Castell, Avon, Pampers, Always, Melitta, L’Occitane, Pilão, L’OR e 3M (Scotch-Brite).

Cipatex® investe em nova linha de produção para ampliar a capacidade fabril de adesivos



Um dos objetivos é aumentar a participação no segmento de embalagem, oferecendo produtos utilizados pela indústria alimentícia, farmacêutica e de cosméticos

A Cipatex®, líder em revestimentos sintéticos, anuncia investimento de R$ 1,5 mi e expansão da capacidade produtiva da unidade Adesivos, localizada em Cerquilho, interior de São Paulo. A aquisição de equipamentos de alta tecnologia e a modernização da estrutura física e logística visam triplicar a produção de adesivos Hot Melt para atender os segmentos de embalagem, gráfico, automotivo, moveleiro e calçadista.

De acordo com Paulo Henrique Alves, gerente da Cipatex® Adesivos, o objetivo do investimento é ampliar a participação da unidade no mercado e figurar entre as principais fornecedoras do país. “Oferecemos uma gama variada de soluções e tecnologias aos mercados, e um dos focos é aumentar a presença nestes segmentos ampliando cada vez mais a qualidade e eficiência de atendimento. Queremos estar sempre presentes e prontos, a cada momento que o cliente precisar.”

A unidade, que já lidera o mercado de adesivos Hot Melt para baterias automotivas, registrou acréscimo de aproximadamente 400% nos últimos três anos. “O crescimento dos negócios da unidade, as movimentações do mercado de adesivos industriais e a estrutura corporativa do Grupo Cipatex® foram determinantes para colocar em prática o plano de expansão das operações”, afirma o gerente.

Segundo Alves, a nova tecnologia empregada garantirá o aprimoramento do processo de produção, ganho de produtividade e materiais disponíveis para pronta entrega. “O Grupo Cipatex® tem DNA brasileiro, é uma organização familiar, mas tem estrutura de multinacional. Tais características permitem um atendimento diferenciado aos clientes, com flexibilidade de negociação e agilidade na entrega dos produtos”.

Sobre o Grupo Cipatex®
Há 54 anos o Grupo Cipatex® oferece ao mercado soluções confiáveis e inovadoras em revestimentos sintéticos, buscando sempre uma posição de vanguarda, com responsabilidade social e ambiental. Criada em 1964, a companhia se diversificou constantemente e hoje conta com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Por essa dedicação tornou-se líder na fabricação de revestimentos sintéticos. Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Aditivos para plástico proporcionam maior durabilidade aos filmes para cultivo protegido

O uso do plástico na agricultura, a chamada plasticultura, responde ao pedido de sustentabilidade para que se produza mais utilizando menos recursos. A plasticultura visa aumentar a produtividade dos cultivos, reduzindo drasticamente o consumo de água e promovendo o uso mais racional de insumos agrícolas, sem esquecer que os plásticos usados ​​na agricultura, especialmente os filmes para estufas, podem ser reciclados.

Segundo o especialista em aplicações de aditivos para plásticos, Manuele Vitali, chefe de Pesquisa & Desenvolvimento da BASF na Itália, há uma tendência em adotar filmes plásticos de maior durabilidade para reduzir a produção e o consumo total de plástico. “Pretendemos apoiar o crescimento atual e futuro do cultivo protegido, cuja maior parte é realizada por meio da plasticultura, oferecendo tecnologias que ajudam os agricultores a obter safras maiores com menor consumo de recursos”, afirma Vitali. “O investimento em P&D para oferecer tecnologias criativas que contribuam para esse setor é um compromisso da empresa”.

A partir de uma consultoria técnica especializada, a companhia customiza as soluções para que o fabricante alcance melhor qualidade e resultados efetivos. Essa orientação profissional cobre as características das diferentes regiões do mundo. Segundo Vitali, a Europa e o Oriente Médio são mercados maduros e que já exploram tecnologias mais avançadas. Entretanto, o crescimento do mercado é limitado pela extensão das terras cultiváveis. A América do Norte segue o mesmo padrão, embora em áreas geográficas limitadas. Para ele, a Ásia e a América do Sul mostram os maiores potenciais, embora com características diferentes. Na Ásia, a plasticultura já é muito utilizada, mas não há uma preocupação em adotar tecnologias que deixem o plástico mais durável. Na América do Sul, a busca dos produtores é, em geral, semelhante à da Europa, com requisitos técnicos para conferir maior durabilidade ao filme plástico, “Há um enorme potencial de crescimento, com o uso mais extensivo dos filmes de longa duração, além de silobags para armazenamento de grãos, uma área de foco para a BASF, uma vez que a empresa possui soluções que estão respondendo bem às necessidades emergentes”, considera o especialista.

A BASF é líder em tecnologia na estabilização de plásticos e é a criadora da tecnologia NOR-HALS,para que os plásticos tenham longa duração em presença do uso intensivo de defensivos agrícolas, utilizados em todos os tipos de cultivos agrícolas. Com uma ampla gama de aditivos plásticos para a indústria do plástico, é possível melhorar a qualidade técnica dos materiais com antioxidantes, estabilizadores de luz e calor, a absorvedoresUV, entre outras possibilidades, atendendo às necessidades específicas de cada aplicação.



terça-feira, 28 de agosto de 2018

Plastic Bank: a criptomoeda do Plástico é atração do seminário Conexão Setorial nesta quarta, 29/08, na Firjan

A palestra ‘Produção Sustentável: o caminho para a indústria’ também integra o evento do setor de Plástico, que terá encontro de relacionamento entre empresários para discutir convergência entre 9 setores da indústria

Dov Rosenmann, do Plastic bank, falará sobre o “Plastic Bank: a criptomoeda do Plástico" no Seminário Conexão Setorial que a Firjan promove nesta quarta-feira (29/8), no Centro do Rio. O encontro reunirá 9 setores da indústria, que discutirão pontos de convergência e novo modelo de consumo.
O primeiro painel será com o doutor em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), Alexander Turra, e a especialista em Meio Ambiente da Firjan, Carol Zocolli. Os dois debaterão na palestra "Produção, Consumo e Descarte: o impacto na indústria", voltada para os profissionais da indústria de Plástico.

Já Lucas Amendola, da Coca-Cola, e Ederson Munhoz, da Braskem, falarão sobre a "Produção Sustentável: o caminho para indústria".
Após os debates da tarde, haverá um momento de networking entre os empresários participantes de 9 setores da indústria: além do plástico, alimentos e bebidas, audiovisual, joias, construção civil, mobiliário, TIC, moda e gráfico.
O seminário Conexão Setorial visa estimular pontos de convergência, disseminar novos conhecimentos e promover encontro de relacionamento entre os empresários de todos os setores. O evento será aberto, pela manhã, com a palestra “Omnichannel: a experiência do usuário nos multicanais” da especialista Fabíola Paes, que apresentará casos inspiradores para o mercado.

“Há pouco tempo, falava-se de venda por telefone e representantes. Hoje, há plataformas online e uso de inteligência artificial. A ideia é apresentar diversos canais para fomentar o empresário fluminense a se tornar um omnichannel”, diz Ana Carla Torres, coordenadora de Desenvolvimento dos Setores de Consumo da Firjan.



sexta-feira, 24 de agosto de 2018

DuPont Advanced Printing falará sobre Colorimetria no Flexo Talk & Show, da Abflexo, em Porto Alegre, dia 25 de agosto

Diego Souza abordará diversos aspectos da Colorimetria,
com ênfase aos desafios e benefícios da implantação do gerenciamento de cores.

A DuPont Advanced Printing (DuPont) participará de mais uma edição do Flexo Talk & Show, evento organizado pela Abflexo (Associação Brasileira Técnica de Flexografia), cuja proposta é oferecer conteúdo técnico para os participantes sobre as mais recentes tecnologias de flexografia em anilox, clichês, tintas e impressoras. A edição gaúcha está agendada para este sábado, dia 25 de Agosto, no Senai Porto Alegre – Rio Grande do Sul.

Diego Souza, Técnico especialista em Pré-impressão de DuPont™ Cyrel® no Brasil, terá como tema central de sua palestra a Colorimetria. “Abordarei os principais desafios na implementação do gerenciamento de cores, bem como os principais benefícios na adoção desta metodologia. Em linhas gerais sabemos que os principais resultados deste gerenciamento são repetibilidade, comparabilidade e previsibilidade; tudo aplicado à flexografia.”

A última edição do ano do Flexo Talk & Show será em 06 de outubro (Curitiba – PR). Mais informações visite www.abflexo.org.br.

Seminário debate oportunidades no setor de petróleo e gás diante da retomada do crescimento


O Conselho de Óleo e Gás da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) promoverá o seminário ‘Setor de Petróleo e Gás – Rumo à Retomada’, no dia 30 de agosto, a partir das 13h30, em São Paulo.

No evento, representantes dos ministérios de Minas e Energia (MME) e Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e da empresa Equinor Brasil, além da ABIMAQ, mostrarão as oportunidades de exploração e produção em Offshore e Onshore, biocombustíveis, gás natural, navipeças e na logística de distribuição e comercialização dos derivados do petróleo.

Serviço:
Data: 30/08/2018
Horário: das 13h30 às 18hs
Endereço: Av. Jabaquara, 2925 – São Paulo/SP
Mais informações e inscrições: https://bit.ly/2wl2KxY

Solicitamos a confirmação de presença pelos 
e-mails: marcia.azevedo@abimaq.org.br; felipe.cruz@abimaq.org.br

17º Congresso de Atuação Responsável tem recorde de público

Evento da Abiquim recebeu 650 participantes que acompanharam debates de temas ligados
à saúde, segurança, meio ambiente e sustentabilidade
O 17º Congresso de Atuação Responsável da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim, recebeu o público recorde de 650 participantes entre representantes do governo, de instituições internacionais, de órgãos regulatórios, associações, ongs, sindicatos, profissionais da indústria e de empresas de logística.
O evento, que teve como tema a "Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios", foi realizado no Novotel Center Norte, na capital paulista, nos dias 15 e 16 de agosto, e promoveu debates, em salas com a capacidade máxima, sobre importantes temas como o modelo regulatório para gestão segura de substancias químicas, controle de emissões e contribuições da química para a qualidade do ar, interação das indústrias com comunidades e a sociedade, diversidade e estocagem segura de produtos químicos.
O presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi, ressaltou na cerimônia de abertura que a Associação tem o objetivo de engajar mais empresas a adotarem o Programa Atuação Responsável®. "O Congresso apresenta temas que impactam a atividade industrial e celebra o compromisso da indústria química com a melhoria contínua de seus processos e produtos gerando maior segurança aos funcionários e comunidades vizinhas", explicou De Marchi.
A presença de palestrantes internacionais foi mais um dos destaques desta edição do Congresso, que teve a participação do chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA), Patrick Vandenhoeke; do vice-diretor executivo da European Chemicals Agency (ECHA), Jukka Malm; do diretor-geral da Health Canada, David Morin; do sócio da Gilson Environmental, Don Gilson; do engenheiro sênior da Ingevity, Glenn Passavant; do presidente da CES-Silicones Europe e presidente do Global Silicones Council, Ralf Maecker; do diretor-executivo do Global Silicones Council, Karluss Thomas; e da diretora global de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Dow Chemical, Eunice Heath; entre outros.

Além de representantes do Ministério do Meio Ambiente, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o evento contou com importantes e ativas participações de Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Corpo de Bombeiros, Marinha, Secretarias de Meio Ambiente, Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), além de representantes de ONGs, sindicatos e associações representando setores industrias consumidores de produtos químicos.

O vice-presidente de governança corporativa e questões públicas da Solvay e chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA), Patrick Vandenhoeke, destacou a importância global do Programa e da estratégia da indústria para engajar cada vez mais empresas de todos os portes.

Outro destaque da sessão plenária foi a participação da coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) e as novas metas do fórum.

Ainda na plenária, o deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), coordenador do tema Saúde e Segurança do Trabalho da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) elogiou o trabalho da indústria química na busca pela sustentabilidade e a responsabilidade do setor com o meio ambiente e com a segurança de colaboradores e comunidades. O coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, apresentou os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável, que estão disponíveis para download no site da Abiquim (www.abiquim.org.br). O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, apresentou o "Manual Perda Zero de Pellets", disponível para download no site www.porummarlimpo.org.br. E o coordenador do Comitê para o Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, Weber Porto, apresentou o "Benchmarking de Sustentabilidade da Indústria Química", estudo realizado pela Fundação Dom Cabral, que identifica os temas econômicos, sociais e ambientais mais relevantes para a indústria química nacional e internacional.

O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, destacou o trabalho dos colaboradores da indústria química, dos membros dos Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs) e dos jornalistas, que cobrem as atividades da associação. "A Abiquim é uma entidade em que ongs, sociedade, políticos e jornalistas devem se senti a vontade para debater os temas de interesse da sociedade brasileira, queremos ser uma entidade aberta, onde todos podem discutir com honestidade os desafios e oportunidades da indústria química".

Outro destaque da sessão plenária foi a participação da coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) e as novas metas do fórum.

Ainda na plenária, o deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), coordenador do tema Saúde e Segurança do Trabalho da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) elogiou o trabalho da indústria química na busca pela sustentabilidade e a responsabilidade do setor com o meio ambiente e com a segurança de colaboradores e comunidades. O coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, apresentou os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável, que estão disponíveis para download no site da Abiquim (www.abiquim.org.br). O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, apresentou o "Manual Perda Zero de Pellets", disponível para download no site www.porummarlimpo.org.br. E o coordenador do Comitê para o Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, Weber Porto, apresentou o "Benchmarking de Sustentabilidade da Indústria Química", estudo realizado pela Fundação Dom Cabral, que identifica os temas econômicos, sociais e ambientais mais relevantes para a indústria química nacional e internacional.

O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, destacou o trabalho dos colaboradores da indústria química, dos membros dos Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs) e dos jornalistas, que cobrem as atividades da associação. "A Abiquim é uma entidade em que ongs, sociedade, políticos e jornalistas devem se senti a vontade para debater os temas de interesse da sociedade brasileira, queremos ser uma entidade aberta, onde todos podem discutir com honestidade os desafios e oportunidades da indústria química".

O 17º Congresso de Atuação Responsável foi patrocinado pelas empresas Arlanxeo, Basf, Birla Carbon, Braskem, Chemours, Clariant, Comissão Setorial de Silicones, Covestro, Croda, Dow, Elekeiroz, Evonik, ExxonMobil, Huntsman, Ingevity, Innova, Nitro Química, Oxiteno, Solvay, Suatrans, Unigel e Unipar Carbocloro.

A cobertura completa do 17º Congresso de Atuação Responsável estará disponível na newsletter especial do evento.

Fotos: GrupoPhoto Fotografia/Abiquim