quinta-feira, 26 de março de 2015

Torneio de hóquei dos Jogos Olímpicos Rio 2016 será disputado em gramado sintético de padrão mundial produzido com tecnologia Dow

Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos, a Dow trabalha com cliente estratégico para fornecer de superfícies de alto desempenho para os campos do Centro Olímpico de Hockey
Baseado no sucesso da experiência dos Jogos Olímpicos Londres 2012, a solução inovadora de grama sintética produzida com as tecnologias de polietileno (PE) e poliuretano (PU) da Dow será a superfície oficial dos campos onde acontecerão as disputas de hóquei dos Jogos Olímpicos Rio 2016, na Região de Deodoro.
A Dow, Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos, vai trabalhar novamente em parceria com a Polytan STI, empresa com sede na Alemanha e fornecedora líder de superfícies esportivas para áreas internas e externas, para oferecer uma solução de grama sintética de alto desempenho, maior confiabilidade e velocidade para os melhores jogadores de hóquei do mundo que estarão no Rio. A Dow e seu cliente trabalharam juntos no Riverbank Arena, durante os Jogos Olímpicos Londres 2012, e ajudaram a definir um novo padrão para os mais importantes campeonatos de hóquei sobre grama do mundo.

Características inovadoras
Dois campos e uma área de aquecimento do Centro Olímpico de Hóquei, localizado no Parque Olímpico de Deodoro, além de dois campos a serem construídos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), contarão com uma superfície de jogo completa, composta de materiais específicos de alto desempenho unidos por meio de camadas múltiplas. O sistema de superfície é projetado para oferecer maior durabilidade, aumentando a vida útil do campo e garantindo uniformidade durante o intenso cronograma de competições dos Jogos.
A produção de grama sintética é um processo complexo. O sistema começa com a produção da base principal (masterbatch) e dos fios para a grama. Os passos seguintes, de inserção de tufos e desenvolvimento do suporte, proporcionam uma liga mais resistente, mesmo quando a grama está molhada. Para a camada superior da superfície, o fio polimérico proporciona resistência ao desgaste e absorção de energia, combinado com suavidade e velocidade. Este sistema de grama completo, que embute propriedades de amortecimento, oferece propriedades de estabilidade, durabilidade, absorção de impactos e redução de esforço, beneficiando os jogadores e o esporte.
O sistema com certificação internacional também possui capacidade de coloração, o que possibilita características estéticas e de design personalizadas para a superfície de jogo. As Olimpíadas de Londres 2012 marcaram o primeiro campeonato olímpico de hóquei em gramado azul da história. O azul permite que jogadores, equipe de arbitragem, espectadores e profissionais de mídia acompanhem mais facilmente o jogo por oferecer um alto nível de contraste com a bola amarela e as linhas demarcatórias brancas.
“O posicionamento único da Dow como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e líder global no setor de plásticos, combinado à experiência de nosso cliente em superfícies de jogo sintéticas, nos permite oferecer as melhores condições de gramado para os maiores atletas do mundo – não só de hóquei, mas também de outros esportes”, destacou Ana Carolina Haracemiv, Diretora Global de Marketing para a unidade de Embalagens e Plásticos de Especialidade da Dow. “A solução que desenvolvemos em conjunto é durável, exige pouca manutenção, mantém-se uniformemente plana e veloz partida após partida, além de não necessitar de água como a grama natural”.

Contribuindo para o legado Olímpico no Rio
Além dos atletas olímpicos, os cidadãos do Rio se beneficiarão das inovadoras superfícies de jogo que serão instaladas em Deodoro, uma vez que o parque olímpico será um dos principais legados da cidade após o término das Olimpíadas. A Dow e seu cliente planejam doar material para a construção dos campos de hóquei a fim de garantir seu uso em longo prazo.
“A contribuição que estamos recebendo da Dow e seu cliente é um exemplo extraordinário de como os Jogos Olímpicos Rio 2016 estão transformando – para melhor – a nossa cidade e suas comunidades”, afirmou Sidney Levy, CEO do Rio 2016. “São necessários verdadeiro espírito olímpico, parcerias sólidas e cidadania corporativa para que possamos oferecer esse legado único para o futuro do Rio”.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Carlos Fadigas assume a Presidência da Abiquim

O executivo Carlos Fadigas, presidente da Braskem, foi eleito ontem presidente do Conselho Diretor da Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química para um mandato de dois anos, até março de 2017.
Como presidente do Conselho da Abiquim, Fadigas tem o desafio de lutar pelo aumento da competitividade do setor, que vendo sendo comprometida por fatores externos como deficiência da infraestrutura, alta carga tributária, juros elevados, além dos altos custos de insumos e de matérias-primas estratégicas.
“A indústria química e petroquímica tem uma importância inequívoca no desenvolvimento do Brasil, com a presença de produtos químicos em várias cadeias produtivas. Entretanto o setor vem enfrentando nos últimos anos um processo de desindustrialização que precisa ser revertido”, diz Carlos Fadigas. “Para isso, é necessário um esforço estruturado e consistente de resgate dos fatores que afetam a competitividade da indústria.”
A Assembleia Geral Ordinária realizada ontem também promoveu alterações no Conselho Diretor da Abiquim. O novo Conselho é composto pelos presidentes e principais executivos de 37 empresas químicas brasileiras e multinacionais com atuação no País. Foram eleitos também os novos integrantes do Conselho Fiscal da entidade para os próximos dois anos.
A indústria química é o quarto maior PIB industrial respondendo com aproximadamente 10% de participação do setor no Brasil. Em 2014, faturou mais de R$ 350 bilhões. O setor reúne 976 unidades industriais em todo o território brasileiro.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Importações de produtos químicos somam US$ 3,2 bilhões em janeiro: resinas termoplásticas foram os produtos químicos mais importados e os mais exportados no mês

Recente recuo do déficit comercial possui caráter conjuntural e não alivia pressões externas

As importações brasileiras de produtos químicos totalizaram US$ 3,2 bilhões em janeiro de 2015, o que representa uma redução de 7,1% na comparação com o mês de dezembro passado e de 9,3% na comparação com janeiro de 2014. Já as exportações, de US$ 1,1 bilhão, também acusaram quedas de 9,6% e de 7,4%, respectivamente nos mesmos períodos. As resinas termoplásticas foram, concomitantemente, os produtos químicos mais importados e os mais exportados pelo País no mês, representando 12,5% (US$ 397,5 milhões) do total importado em janeiro e 14,3% (US$ 157,3 milhões) das vendas externas brasileiras de produtos químicos.
O resultado da balança comercial de produtos químicos indicou um déficit de aproximadamente US$ 2,1 bilhões no primeiro mês do ano e de mais de US$ 30,9 bilhões nos últimos doze meses.
Em termos de volumes, as importações de 2,6 milhões de toneladas representam uma diminuição de 6,9% em relação a janeiro passado e de expressivos 16,6% na comparação com dezembro de 2014. Por sua vez, as exportações de 1,4 milhão de toneladas significaram um crescimento de 7,1% em relação a janeiro de 2014 e de 4,4% em relação a dezembro passado.
Para a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo, os números da balança comercial de produtos químicos em janeiro carregam fortes traços do comportamento observado ao longo de todo o segundo semestre do ano passado. “O recente e leve recuo do déficit em produtos químicos não pode ser visto como um alívio para o setor, pois, infelizmente, possui caráter conjuntural, marcado pela conjugação de preços internacionais deprimidos e de fraco desempenho de toda a indústria de transformação no País”, destaca Denise.
Ainda na visão da diretora, são imperativas medidas com foco na competitividade industrial e no fomento à exportação. “Para que efetivamente possamos vislumbrar uma mudança estrutural no perfil da balança comercial em produtos químicos são necessárias ações imediatas de fortalecimento do ambiente de negócios no Brasil e na região (Mercosul), como a garantia de níveis tarifários saudáveis para novas produções (indústria nascente), e de fomento à exportação, a exemplo do aguardado Plano Nacional de Exportação, atualmente em elaboração com participação intensa de toda a indústria”.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pavan Zanetti realiza a quinta edição da “Pláztico&Negócios”: 10 a 12 de março


De 10 a 12 de março, a Pavan Zanetti promoverá a quinta edição da “Pláztico&Negócios”, uma feira de máquinas e de conhecimento do plástico. As atividades acontecerão das 8 às 18 horas, no showroom da empresa, que está localizada às margens da Rodovia Anhanguera, próximo ao km 125, com acesso pela Avenida Angelina Pascote, 4.405, em Americana (SP).
Além da exposição de máquinas operando com moldes, o evento promoverá visitas às instalações da empresa e oferecerá cursos técnicos, ministrados por profissionais da área, com certificado de participação para os que tiverem 100% de frequência. Haverá transmissão ao vivo pela internet e informações sobre Finame para máquinas nacionais.

Confira a programação:

10 de março (terça-feira):
· Princípios Básicos da Moldagem por Sopro PE PP, contínuo e com acumulação.
Carga horária: 8 horas (das 9h às 13h e das 14h às 18h).
Programa:
- Sopradora, princípios básicos da máquina, principais componentes e funções;
- Moldes, Ar Comprimido, Refrigeração e Periféricos na Moldagem por Sopro;
- Matérias Primas e Pigmentação;
- Máquina adequada ao produto e Processo;
- Influência das variáveis na peça final;
- Defeitos na peça moldada, causas e possíveis soluções.

11 de março (quarta-feira):
· Máquinas Injetoras e Sopradoras, Futuro. Eficiência Energética. NR 12, Princípios Básicos.
Carga horária: 2 horas (das 10h às 12h).
· Princípios Básicos da Moldagem por Sopro de pré-formas de PET por estiramento e sopro.
Carga horária: 4 horas (das 14h às 18h).
Programa:
- Sopradora, princípios básicos da máquina, principais componentes e funções;
- Moldes, Ar Comprimido, Refrigeração e Periféricos na Moldagem por Sopro;
- Pré-formas, influencia no processo, no sopro, cuidados na injeção;
- Pré-formas recicladas;
- Máquina adequada ao produto e Processo;
- Influência das variáveis na peça final;
- Defeitos na peça moldada, causas e possíveis soluções.

12 de março (quinta- feira):
· Princípios Básicos da Moldagem por Injeção de Termoplásticos.
Carga horária: 8 horas 8 horas (das 9h às 13h e das 14h às 18h).
 Programa:
- Injetora, princípios básicos da máquina, principais componentes e funções;
- Moldes, Refrigeração e Periféricos na Moldagem por Injeção;
- Matérias Primas e Pigmentação;
- Máquina adequada ao produto e Processo;
- Influência das variáveis na peça final;
- Defeitos na peça moldada, causas e possíveis soluções.

Informações adicionais:
Fone (19) 3475-8500 ou no site www.pavanzanetti.com.br.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A NPE2015 será a maior de todas as NPEs: mais de 400 expositores com máquinas operando a plena capacidade

Com o apoio do setor de plásticos em crescimento, a NPE2015 já ultrapassa a maior entre todas as NPEs em espaço de exposição, e muito mais ainda será acrescentado até o dia da inauguração

WASHINGTON, DC, EUA, 2 de fevereiro de 2015: É oficial: A NPE2015 já ultrapassou o recorde das NPEs anteriores em termos de espaço de exposição, conforme anunciado hoje pela SPI: The Plastics Industry Trade Association, que realiza a NPE a cada três anos.
Com base no número de expositores até agora, os estandes ocuparão mais de 106.000 metros quadrados de espaço de exposição, o total utilizado na NPE2000, a maior NPE registrada até agora. E com mais empresas já previstas, a SPI espera uma ocupação adicional de 930 metros quadrados antes da inauguração da feira no dia 23 de março de 2015.
As empresas expositoras citam o sucesso da NPE de 2012 e o crescimento contínuo da indústria plástica como os motivos para o maior investimento na NPE2015. Para as empresas fabricantes de equipamentos, isso resultou em estandes maiores, nos quais pudessem expor e operar mais máquinas. Uma dessas empresas, a Milacron Inc., terá 2.285 metros quadrados de espaço, constituindo o maior estande na história das NPEs. De um modo geral, mais de 600 empresas terão equipamentos em seus estandes, e mais de 400 terão sistemas em operação. As exposições apresentarão várias máquinas operando simultaneamente, algumas das quais células de fabricação completamente integradas.
“Com tantos expositores operando seus equipamentos, o pavilhão da exposição representará um panorama dinâmico de fabricação em ação”, afirmou Gene Sanders, vice-presidente sênior de feiras e conferências da SPI. “Os visitantes encontrarão diversas oportunidades de ver de perto demonstrações das tecnologias e materiais mais recentes e de interagir com especialistas em equipamentos e produtos. Isso permitirá aos compradores a rara oportunidade de testar antes de investir.”

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A NPE - The International Plastics Showcase - é uma exposição que ocorre a cada três anos, fundada e realizada pela SPI: The Plastics Industry Trade Association. A NPE2015 ocorrerá de segunda a sexta-feira, 23 a 27 de março de 2015, no Orange County Convention Center em Orlando, Flórida. Será o maior evento da indústria de plásticos em 2015, incluindo uma feira em escala mundial e vários programas educacionais. A feira incluirá 2.000 expositores em um espaço de mais de 93 mil metros quadrados. A NPE2015 contará com mais de 60 mil profissionais do setor, de mais de 120 países.

Fundada em 1937, a SPI: The Plastics Industry Trade Association promove o crescimento no setor de plástico dos EUA, avaliado em US$ 380 bilhões. Representando quase 900 mil trabalhadores americanos no terceiro maior setor de fabricação dos EUA, a SPI fornece aconselhamento jurídico, pesquisas de mercado, promoções da indústria e o estímulo a relações comerciais, além de estratégias de desperdício zero. Desde fornecedores de resina e fabricantes de equipamentos a processadores e proprietários de marcas, a SPI tem orgulho de representar todas as facetas do setor de plásticos dos EUA. A SPI também é proprietária e produz a feira comercial internacional NPE. Todos os lucros da NPE são reinvestidos nos serviços da SPI à indústria. 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Plásticos de engenharia (PA6, PA66, PC, PBT, Poliacetal POM), resinas reforçadas, resinas carregadas – Vendem-se

Glicil Ltda., empresa com mais de 25 anos de experiência em produtos para o setor plástico nacional através de parceria com fornecedores internacionais das matérias primas acima citadas, reduziu o custo para os interessados: a importação é realizada diretamente pelo cliente!

Para maiores informações:
Fone: (21) 2717-0375
(Se a informação desejada for via e-mail, sugerimos, para uma maior agilização na resposta, que o mesmo seja enviado em cópia para os dois endereços)

Evonik apresenta primeiro composto para moldagem em PMMA para janelas automotivas


O mais novo produto da família Acrylite®/Plexiglas®, da Evonik Industries, 
permite ampla liberdade de design e traz como vantagens a redução de peso e opção 
de integração de uma variedade de funções. Além disso, é um composto 
especial para moldagem por injeção e extrusão

O polimetilmetacrilato (PMMA) é utilizado há muito tempo em uma variedade de aplicações veiculares, sendo empregado, por exemplo, em lentes para lanternas traseiras e peças não transparentes para carrocerias. Em outras aplicações, ele conquista cada vez mais espaço de mercado. Incluem-se aplicações para o interior de veículos, como elementos decorativos, iluminação ambiente e frisos nas portas. Janelas automotivas de polímeros é um dos campos que oferecem o maior potencial de crescimento.
Redução no peso, liberdade de design e a integração de várias funções diferentes: esses são os principais benefícios das janelas automotivas feitas em polímeros em comparação com o vidro convencional.
A Evonik Industries apresenta um novo composto especial para moldagem, o Plexiglas® Resist AG 100, para a fabricação de janelas automotivas. Plexiglas® Resist AG 100 é o primeiro composto especial para moldagem em PMMA para essa aplicação. Ele confere a alta resistência à luz UV e à intempérie pelas quais o Plexiglas® já é reconhecido, foi modificado ao impacto e proporciona até 30 vezes a resistência à ruptura do vidro mineral. Nossos cientistas também conseguiram reduzir significativamente o haze que ocorre em produtos convencionais modificados ao impacto em temperaturas muito altas ou muito baixas.
Em virtude de seu perfil de propriedades balanceado, o novo composto especial para moldagem atende todos os requisitos relevantes no segmento de janelas automotivas. Plexiglas® Resist AG 100 também foi aprovado em todos os testes que compõem a regulamentação ECE R43. O relatório dos testes realizados pela Agência de Testes de Materiais de North Rhine-Westphalia está disponível para sistemas baseados no Plexiglas® Resist AG 100 utilizados em janelas laterais traseiras, teto e janelas traseiras.
O novo composto especial para moldagem em PMMA pode ser utilizado em todos os processos de transformação de termoplásticos como moldagem por injeção, moldagem por injeção-compressão ou, ainda, por extrusão com subsequente termoformação de chapas.
Plexiglas® Resist AG 100 também apresenta excelentes resultados em relação a aplicação do hard coat. Como o material já possui resistência inerente à luz UV e à intempérie, a aplicação do hard coat é feita em uma única etapa e tem como objetivo apenas aumentar ainda mais a resistência à abrasão, que já é satisfatória, do Plexiglas®. Hard coatings aplicados em uma única etapa e adequados ao Plexiglas® foram testados com sucesso e também estão de acordo com as exigências do regulamento ECE R43. Outros termoplásticos menos resistentes à intempérie têm de ser protegidos mediante um processo de revestimento em duas etapas, o que acarreta custos mais altos. A proteção UV aplicada também prejudica o desempenho mecânico do hard coating.
O novo Plexiglas® Resist AG 100 concede liberdade quase ilimitada aos designers quando se trata do desenvolvimento de modelos com linhas curvas. Isso também se aplica a componentes feitos nesse material, que combinam diversas funções em uma única peça.
Outra característica convincente para a indústria automotiva é a ótima avaliação do ciclo de vida do Plexiglas®, que foi determinado e confirmado ao longo de todo o ciclo de vida do produto, de acordo com a norma DIN ISO 14040. E, ao final da vida útil de um carro, o Plexiglas® pode ser totalmente reciclado e utilizado novamente em outras aplicações transparentes.
A Evonik Industries é fabricante mundial de produtos de PMMA comercializados sob a marca Plexiglas® na Europa, na Ásia, na África e na Austrália, e sob a marca Acrylite® nas Américas.