segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Laura Nagle Detomini assumiu Liderança de Comunicação do Negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow para América Latina

   

São Paulo, novembro de 2021 – Laura Nagle Detomini é a nova Líder de Comunicação da Dow para o Negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades (P&SP), divisão de negócios responsável pela produção de matérias-primas e soluções direcionadas ao mercado de embalagens e de plásticos, com soluções sustentáveis e de alto desempenho para diversas finalidades. A executiva reportará à Diretora Global de Comunicação de P&SP, Holly Montalbano.

Em sua nova atribuição na Dow, Laura liderará a estratégia de comunicação do negócio de P&SP, com grande foco na agenda relacionada a sustentabilidade, economia circular e redução das emissões de carbono, em linha com a ambição da Dow de ser a empresa de ciências dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo.

Formada em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Comunicação de Mercado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Laura atuou na Dow de 2009 a 2015 e retorna depois de exercer funções em empresas como a farmacêutica Roche e o Mercado Livre.

“Sinto muito orgulho de voltar para a Dow, empresa onde iniciei minha jornada profissional há alguns anos, para um novo ciclo. A Dow vem se posicionando de forma cada vez mais estratégica e relevante em temas essenciais para o futuro da nossa sociedade, como o desenvolvimento da economia circular, e estou muito inspirada para dar continuidade a esse excelente trabalho”, enfatiza a nova Líder de Comunicação de P&SP.

Sobre a Dow
A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo para possibilitar um futuro mais sustentável ao planeta por meio de sua expertise em ciência dos materiais e da colaboração com seus parceiros. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

LANXESS oferece material alternativo ao metal para compartimento de carga de sedans de luxo

• A bateria fonte de energia permanece firmemente presa, mesmo em caso de acidente

• Mais leve do que a chapa de metal

• Alto grau de resistência e rigidez

• Compósito de grande dimensão com formato preciso

São Paulo, 26 de novembro de 2021 - Os materiais compósitos termoplásticos reforçados com fibra contínua da Tepex Dynalite estão cada vez mais sendo usados ​​como uma alternativa ao metal em projetos leves. Uma nova aplicação para esses compósitos da LANXESS é a fabricação do compartimento de carga instalado no Mercedes-Benz S-Class para acomodar a bateria de alimentação de bordo de 48V. Os componentes compósitos podem suportar altas tensões mecânicas e são cerca de 30% mais leves do que componentes produzidos de chapa metálica. "Em caso de colisão, a bateria não deve penetrar ou danificar de forma alguma a parede de reentrância. Isso é garantido pela alta resistência e rigidez de nosso material composto à base de tecido", afirma o Dr. Klaus Vonberg, um especialista em aplicações para Tepex na LANXESS. "O design composto também garante que o compartimento de carga fique à prova de vazamentos, evitando a entrada e saída de fluidos como água e eletrólito da bateria", complementa.

Integração funcional para redução de custos
O componente de segurança é fabricado de forma econômica em um processo de moldagem híbrida usando uma chapa de cerca de 110 x 80 centímetros produzido por uma máquina de corte de água. A chapa é feito de Tepex Dynalite 102-RG600 (2) à base de poliamida-6, que é reforçado com duas camadas de tecidos de fibra de vidro contínua. A poliamida 6 de fluxo fácil Durethan BKV60H20EF DUS060 da LANXESS é usada como material de injeção para a integração econômica de fixações mas também de reforços, sendo que 60% de sua massa é composta por fibras de vidro curtas, o que também o torna extremamente forte e rígido e uma combinação perfeita para o Tepex.

Processo de conformação complexo
A moldagem (conformação) da peça em chapa é realizada por meio de um estampo e é um processo altamente complexo, devido às altas taxas de extração e outras peculiaridades. Isso ocorre porque o material compósito não se expande plasticamente como uma chapa de metal, mas sofre deformação em resposta ao movimento (conformação) do material fibroso, o que significa que o material compósito deve ser fornecido de fora continuamente durante o processo de conformação. Se o movimento for muito grande, as fibras podem inibir o processo de conformação, quebrando e impactando o resto do processo.

Simulação integrada economiza custos de desenvolvimento
A LANXESS emprega uma variedade de modelos de cálculo, permitindo simular com precisão o processo de conformação e, assim, prever e analisar os efeitos da conformação e responder de acordo. A LANXESS não apenas determina as geometrias de corte 2D ideais da peça bruta, como também permite que o comportamento de conformação da peça bruta possa ser analisado virtualmente e de acordo com o conceito de ferramentas do cliente, de modo que os pontos fracos possam ser identificados e eliminados logo no início. Isso gera um grande potencial de economia na concepção desses processos. "Para o compartimento de carga, também determinamos quando o ângulo de cisalhamento crítico do tecido é atingido durante a conformação, onde se formam as rugas e quando as fibras começam a quebrar", diz Vonberg. "Nossos cálculos e simulações também ajudaram a garantir que os cantos arredondados do componente possam suportar as cargas esperadas." A orientação local das próprias fibras contínuas em áreas com um contorno 3D pronunciado (por exemplo, nos cantos arredondados) também foi simulada. Este é um pré-requisito para prever com precisão o comportamento do componente mecânico em termos de simulação integrativa. "Tudo isso faz parte de nossa oferta de serviços sob a marca HiAnt, com a qual apoiamos os especialistas em desenvolvimento de nossos clientes no projeto do compartimento de carga", diz Vonberg.

Outras aplicações da série
No Mercedes-Benz Classe C, a dinalite Tepex agora também é usada para fabricar alojamentos de compartimento de carga projetados para acomodar a bateria de alimentação de bordo. "Também vemos um enorme potencial em veículos elétricos - portanto, para dispositivos de segurança, carcaças de sistema de bateria completo ou componentes para o espaço de armazenamento agora disponíveis sob o 'capô' - porque nosso material estrutural leve é ​​muito mais leve do que o metal e, portanto, ajuda a estender o alcance de veículos elétricos ", diz Vonberg, olhando para o futuro.

Sobre a LANXESS:
A LANXESS é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 6,1 bilhões em 2020. A empresa tem atualmente cerca de 14.800 funcionários em 33 países. O principal negócio da LANXESS é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários e especialidades químicas, aditivos e plásticos. A LANXESS está listada nos principais índices de sustentabilidade, Dow Jones Sustainability Index (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.


 

BASF recebe Troféu TOP SBC 2021 de Desenvolvimento Sustentável

• Prefeitura de São Bernardo do Campo, SP, reconhece empresas que contribuem nos âmbitos Econômico, Social e Ambiental, seguindo a agenda da ONU de 2030 

Marcos Fernandes - Diretor de Tintas Automotivas da Basf para a América do Sul - Troféu TOP SBC 2021


A BASF foi reconhecida pela prefeitura de São Bernardo do Campo, SP, com o Troféu TOP SBC 2021 de Desenvolvimento Sustentável. A premiação tem como objetivo homenagear as instituições do município que contribuem com o desenvolvimento econômico, social, esportivo e ambiental de forma sustentável seguindo a agenda da ONU de 2030. O prêmio foi concedido em solenidade realizada no plenário Tereza Delta, na Câmara Municipal na segunda-feira (22).

"Nos sentimos muito honrados em receber essa homenagem. Temos um grande propósito de criar química para um futuro sustentável e isso baliza todas nossas ações e é um elemento fundamental de nossa gestão. Assim, sermos reconhecidos por nossa atuação nessa área mostra que estamos seguindo o caminho certo em nossas iniciativas que buscam o desenvolvimento sustentável. Além disso, selar a comemoração dos 70 anos de presença na cidade de São Bernardo do Campo com uma premiação, sem dúvida, nos orgulha muito", afirma Marcos Fernandes, Diretor de Tintas Automotivas da BASF para a América do Sul.

Programa Triple E
A BASF tem o compromisso de contribuir para um mundo que proporcione um futuro viável com mais qualidade de vida para todos, fazendo o melhor uso dos recursos disponíveis. Entre as diversas iniciativas que levaram à premiação, destaca-se o programa Triple E (Excelência em Eficiência Energética), iniciado em 2015 no Complexo Químico de Guaratinguetá, SP. Ele tem como objetivo aumentar a competitividade da BASF focando em eficiência energética, melhoria dos custos e redução dos impactos ambientais. Com o bom andamento do programa piloto, a companhia deu início à ampliação em outras unidades, incluindo o Complexo Industrial de Tintas e Vernizes, em São Bernardo do Campo.

Em 2017, a empresa se tornou a primeira grande empresa química do Brasil a receber a certificação internacional ISO 50001, que auxilia as companhias a estabelecerem práticas mais eficientes e modernas em relação à gestão energética e, em 2019, a recomendação foi estendida ao Complexo Industrial de Tintas e Vernizes, atestando assim que a unidade possui políticas para uso consciente de energia e estabelece sistemas e processos de eficiência energética no uso e no consumo.

Essa é a terceira edição do evento TOP SBC, sendo a primeira voltada integralmente à vertente da sustentabilidade, reconhecendo boas práticas de crescimento integradas com o meio ambiente e a área social. A sessão solene foi um tributo a instituições que deram sua contribuição para a evolução de São Bernardo neste sentido em 2021, um ano atípico devido a pandemia de Covid-19. A escolha dos homenageados seguiu critérios técnicos baseados na cartilha dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas) e suas 169 metas de ação global para alcance até 2030.

Sobre a BASF no Brasil
A BASF, empresa alemã e líder mundial na área Química, comemora em 2021, 110 anos de presença no Brasil. Ao longo desse período, a empresa tem investido em produtos e soluções para os diferentes segmentos da indústria brasileira, ressaltando a sustentabilidade e a inovação como temas transversais e considerados chave para o sucesso da companhia. Do total de mais de 110 mil colaboradores da BASF no mundo, sendo 5.850 colaboradores na América do Sul e 4.215 no Brasil - todos atuam com o propósito de criar química para um futuro sustentável, em um ambiente inclusivo, aberto e criativo, que preza por uma cultura de respeito e diversidade.

Com oito unidades fabris no Brasil, a BASF tem como compromisso uma atuação responsável em parceria com clientes e com as comunidades onde está inserida. O portfólio da empresa está organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções Agrícolas. A BASF gerou vendas de € 59 bilhões em 2020 e investiu cerca de € 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e soluções.

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

A contribuição do PVC para o setor calçadista

    O Instituto Brasileiro do PVC realizou um encontro virtual para apresentar as vantagens e características do produto nessa aplicação

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em 2020, o setor registrou queda de 21% na produção, com cerca de 720 milhões de pares produzidos. Já para 2021, a projeção, a partir de melhoras que vêm sendo sentidas pela entidade, é de um crescimento de produção de 14%, em média.


Neste contexto, para evidenciar as vantagens do PVC no segmento calçadista e para esclarecer as principais dúvidas do setor, o Instituto Brasileiro do PVC, como representante da cadeia produtiva do PVC, promoveu em setembro um encontro virtual que teve a participação de fabricantes de matérias primas, de calçados, academia, entre outros.

Segundo explicou Ricardo Prata Miguel, gestor de Portfolio – Calçados e Injetados Flexíveis da Karina Plásticos, o PVC tem como principal característica o fato de poder ser aditivado de diferentes formas, gerando diferentes resultados. Ele explica que a grande versatilidade do PVC é um diferencial e, dessa forma, o produto confere propriedades perfeitas para a performance exigida (impermeabilidade, diversidade de cores, abrasão, maleabilidade, resistência à baixa temperatura etc) em diferentes tipos de calçado (chinelos, calçados esportivos, galochas para chuva, botas frigoríficas, calçados de segurança e outros).

Ricardo explicou também que, quando formulado corretamente, respeitando os quesitos e normas técnicas, o PVC não causa danos ou desgaste em máquinas ou equipamentos periféricos. "Nesse processo, a qualificação do profissional que vai atuar com o produto é importante, assim como matéria prima adequada e laboratórios de teste confiáveis", completa.

Humberto Gibin, gerente de Aplicação e Tecnologia de Produto da Dacarto, falou aos participantes sobre a importância dos ensaios e normas técnicas, relacionados ao PVC que é utilizado em diversos tipos de calçados, para que o produto final seja adequado às diversas aplicações. Tecnicamente, ele expôs dois grupos de análises, sendo o primeiro para caracterizar o composto de PVC para quem fabrica - análises de peso específico (densidade), dureza e variação da cor. Já o segundo, para caracterizar o desempenho já na aplicação em cada tipo de calçado, principalmente os solados.

Os trabalhos também contaram com a participação de Mônica Debarba, gerente Controle da de Qualidade e Desenvolvimento de Produto da empresa PVC Sul, que trouxe a sustentabilidade como tema de sua apresentação. Ela explica que o PVC, por sua natureza química, conta com 57% de sua composição o sal marinho, uma fonte inesgotável na natureza, o que a diferencia dos demais polímeros. Explica também que se trata de uma resina atóxica, o que possibilita seu uso em aplicações sensíveis, como em medicamentos, bolsas de soro e sangue ou embalagens de alimentos.

Especificamente sobre as possibilidades de formulação do PVC para o adequar a cada aplicação. "Para que essa composição seja o mais sustentável possível, a indústria vem aprimorando seus produtos, plastificantes, estabilizantes, lubrificantes e outros ativos mais sustentáveis, sempre dentro do que a legislação permite, em todo o mundo, inclusive no Brasil", comenta Mônica.

Ela também reforça que o PVC é, ainda, 100% reciclável. Como 70% do PVC é usado para aplicações de longa duração (entre 50 e 100 anos), trata-se de uma material pouco encontrado no lixo. Ainda assim, a média de reciclagem do PVC descartado em 10 anos é acima de 16%, segundo dados do Instituto Brasileiro do PVC.

Segundo afirma Alexandre de Castro, presidente do Instituto Brasileiro do PVC, o objetivo da entidade é apresentar para o segmento calçadista, para seus usuários como a cadeia produtiva do PVC tem se desenvolvido para, a cada dia, atender de forma mais eficiente às demandas de performance e sustentabilidade para este setor entre outros.

"Entendemos que é por meio da informação e da transparência que o diálogo entre os importantes segmentos da indústria que atendemos e nossa cadeia produtiva estará cada vez mais estreito, para o desenvolvimento das melhores e mais competitivas soluções ao mercado", afirma o executivo.

Para rever o encontro sobre PVC em calçados,

acesse: https://www.youtube.com/watch?v=kgSIWvprnec

 

Sobre o Instituto Brasileiro do PVC: O Instituto Brasileiro do PVC é uma associação de classe que existe para representar, defender e difundir os interesses da cadeia produtiva do PVC para o mercado, poder público, academia, entidades nacionais e internacionais, além da sociedade de forma geral, mantendo a individualidade de cada associado e apoiando a integração e o desenvolvimento dessa indústria, fundamentado na postura ética e no respeito ao bem-estar social e ao meio ambiente. Tem como visão consolidar-se como referência legítima e proativa sobre os assuntos relacionados ao PVC, com foco em sua versatilidade, sustentabilidade, eficiência, inovação e qualidade das diversas aplicações. Para mais informações: www.pvc.org.br

 

Evento voltado para o setor de impressão 3D acontece em novembro e promete reunir milhares de profissionais

A terceira edição da Mega Live de Impressão 3D, “Thangs Edition”, que acontece em 15 de novembro, das 9h às 21h, no canal 3D Geek Show, no YouTube, apresentará as principais novidades do mercado de impressão 3D, além de muita informação e debates pertinentes para este setor que só no ano passado cresceu 150% no país

São Paulo, 27 de outubro de 2021 – O mercado de impressão 3D vem ganhando espaço no Brasil. Só no ano passado, ele cresceu 150% e a estimativa é que cresça 35% ainda neste ano, chegando a um faturamento de R$ 71 milhões. E é justamente para falar mais sobre esse mercado, suas oportunidades e desafios, além de também apresentar as novidades que a indústria oferece para este segmento que não para de crescer, que milhares de profissionais se envolvem na Mega Live Thangs Edition. O evento acontece em 15 de novembro, das 9h às 21h, no canal 3D Geek Show, do YouTube.


A Live, que entra na terceira edição, é na verdade uma versão digital da Expo3DBr - maior evento voltado ao setor de impressão 3D da América Latina. “Surgimos da necessidade de intensificar a troca de conhecimentos da comunidade de impressão 3D e apresentar para a sociedade o potencial desta tecnologia”, explica Rubens Medido, diretor da Expo3DBr, organizador do evento.

A Mega Live Thangs Edition é dividida entre palestras e debates com profissionais do mercado e conta com a participação de diversos fabricantes de impressoras, filamentos e outros insumos da impressão 3D. No total, cerca de 110 empresas nacionais e internacionais participam do evento e prometem falar ainda de serviços e manutenção, além de outros temas pertinentes ao conhecimento técnico destes equipamentos.

O empreendedorismo, que é sempre o foco no evento, já que esse é um mercado que tem atraído bastante gente que está iniciando seu próprio negócio, ganha ainda mais destaque nesta edição. “Só para se ter uma ideia, o Brasil reúne atualmente cerca de 100 mil usuários de impressão 3D e mais de um milhão de makers. Assim, empresários do setor - gente que apostou na área e que tem conseguido êxito - também participam do encontro. Eles darão dicas importantes e vão tirar as dúvidas dos espectadores que estão interessados em investir neste segmento”, explica Medido.

“Queremos mostrar para as pessoas que a impressão 3D é uma ferramenta que viabiliza negócios com segurança e baixo investimento. Para isso, informação é vital, assim como a troca de experiências”, completa Cleber Rampazo, organizador do evento.

Milhares de pessoas são esperadas para participarem desta edição da Mega Live Thangs Edition que, além de todo o conteúdo informativo, irá distribuir brindes oferecidos pelas empresas parceiras, como cursos, filamentos, impressoras e diferentes insumos. Na edição anterior da Mega Live, foram oferecidos R$ 46 mil em brindes.

Além da Expo3DBr, participam da organização do evento as empresas FabLab 3D Toy, a Revista Impresso 3D, Loja 3DX Filamentos e o Canal 3D Geek Show.

Para mais informações ou para visualizar a programação do evento, acesse o site expo3dbr.weebly.com


sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Associados Adirplast apostam em um segundo semestre levemente melhor

O volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos associados ADIRPLAST de janeiro a julho deste ano foi de 130.444 toneladas. A entidade acredita que o segundo semestre será mais rentável que o primeiro



A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) informa que o volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos seus associados de janeiro a julho deste ano foi de 130.444 toneladas. “Tivemos o pior primeiro semestre dos últimos dez anos. Após janeiro, que apresentou uma leve melhora, tivemos uma péssima venda”, diz a vice-presidente da ADIRPLAST, Cecília Vero, da TIV Plásticos, distribuidora de filmes biorientados. A executiva conta que, apesar de janeiro ter sido um mês favorável, o resto do período foi muito ruim. Para ela, a grave crise de consumo pela qual o Brasil está passando e a alta inflação são parte do problema. “Precisamos reequilibrar a cadeia para termos um 2022 melhor.”

Apesar dos problemas, Vero acredita em um segundo semestre melhor, impulsionado principalmente pela sazonalidade e melhora das restrições impostas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Assim, ela estima que ainda seja possível que este ano feche com queda de volume entre 10 e 20% em relação a 2019, ano pré-pandêmico. “No ano passado, 2020, vendemos o que tínhamos e o que não tínhamos. Neste ano, a configuração é diferente. Apesar disso, temos uma perspectiva melhor para o segundo semestre. Mas, claro, é preciso acompanhar esse processo inflacionário e lembrar que o consumidor final empobreceu. Também é preciso reconhecer que estamos passando por uma crise logística no mundo inteiro e que está deixando os fretes altíssimos.”

Julho foi um mês positivo para o segmento de filmes BOPP e BOPPET. De acordo com dados da ADIRPLAST, o volume de venda dos associados no mês de julho foi 22,7% maior que junho deste ano. Mas é preciso reforçar que as vendas dos sete primeiros meses deste ano foram 30,3% menores que nos últimos sete meses de 2020.

Francielo Fardo, da ColorFix, do setor de masterbatches e compostos, também vê o segundo semestre com mais esperança. “Com o avanço significativo das vacinações, a reabertura do comércio e o retorno às aulas, estamos bem mais próximos das rotinas pré-Covid. Entendemos que o horizonte tende a ser bem positivo em termos de negócios para o segundo semestre. Já tivemos um incremento de negócios em julho, que até agora ocupa o lugar de melhor mês do ano aqui na empresa.”

O segmento de engenharia também parece ter sido menos impactado pela má fase do mercado. Fabrício Bento, diretor comercial da Polyfast, distribuidor de plásticos de engenharia, conta que, em termos de vendas, o primeiro semestre de 2021 foi positivo. “Apesar da falta de produtos, nossos principais parceiros suportaram bem a nossa demanda, o que nos ajudou a sustentar um crescimento de aproximadamente 20% em relação ao mesmo período de 2020.”

Além da falta de demanda que assusta muitos empresários do setor, os problemas de abastecimento podem atrapalhar os planos de crescimento no segundo semestre. “Atualmente estamos com problema em todo o nosso portfólio e essa falta de produto e aumento de lead time podem dificultar o desempenho”, conta Campos.

“O volume de julho deste ano, considerando todos os associados de diferentes segmentos, foi de 18.884 toneladas, já junho foi de 14.818. É um aumento expressivo que demonstra um cenário mais positivo para este segundo semestre”, afirma Laercio Gonçalves, presidente da entidade. O executivo também afirma que a retomada da demanda interna e a sazonalidade favorável prometem um segundo semestre positivo para produtores e distribuidores de resinas termoplásticas. “Até julho, o consumo dos principais plásticos - polietileno (PE), polipropileno (PP) e poliestireno (PS) - no país exibia evolução de 6%, mas é importante reforçar que esse ritmo pode perder força já que as vendas na segunda metade do ano passado foram turbinadas pela recomposição de estoques”, finaliza.

A entidade
A ADIRPLAST tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e crédito. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Para mais informações, acesse www.adirplast.org.br e aproveite para cadastrar seu e-mail e receber informações sobre distribuição de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Termotécnica conquista Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira com a conservadora para transporte de mangas para exportação

O Troféu Bronze habilita a companhia a concorrer novamente à premiação mundial Worldstar onde foi vencedora em 2019


A Termotécnica – líder em soluções de embalagens em EPS (isopor*) na América Latina –, conquistou o Troféu Bronze do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira com a conservadora para transporte de mangas na categoria Estratégica – Exportação. Essa é a terceira vez que a empresa conquista o prêmio da Associação Brasileira de Embalagens: foi premiada em 2017, na categoria Design Estrutural – Funcionalidade e em 2020, na categoria E-commerce. O posicionamento da Termotécnica com esta embalagem premiada enfatiza benefícios reais que os produtores de manga terão ao utilizar a Conservadora DaColheita na exportação e a sustentabilidade proporcionada. Também conscientiza sobre a reciclagem do EPS, e o descarte pós-consumo, com uma rede de recicladores parceiros no Brasil e na Europa, para que aconteça a economia circular na prática.

O Prêmio ABRE também credenciou a Termotécnica a concorrer ao Prêmio Worldstar 2019, um dos mais importantes reconhecimentos mundiais do mercado de embalagens, conquistando o primeiro lugar nas categorias Food e Save Food, com a conservadora DaColheita. “Com esse reconhecimento, a Termotécnica consolida-se como referência mundial em soluções pós-colheita contribuindo para que frutas, legumes e verduras brasileiras ganhem mais destaque nos mercados internacionais e combatendo o desperdício de alimentos. Agora, estamos novamente credenciados a participar do Worldstar, concedido pela WPO (World Packaging Organization)”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

A Termotécnica vem crescendo sua atuação na venda de conservadoras para exportações de frutas. Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca DaColheita (FarmFresh no mercado internacional), a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados internacionais. O aumento do shelf-life em até 30% em relação a outros tipos de embalagens possibilita a exportação para locais distantes, com longo transit time.

Cargas aéreas para exportação de manga já estão sendo despachadas para Europa nas conservadoras DaColheita desde 2020. De acordo com os traders, além de ser uma fruta que produz bastante, a manga brasileira é muito rentável para exportação pois tem um grande apelo no mercado internacional, principalmente da Europa. Especificamente para o acondicionamento de manga, as conservadoras produzidas na sua unidade em Petrolina (PE) acomodam os diferentes tipos e calibres de mangas, gerando ganhos de processo para o produtor, permitindo o uso em vários modais de transporte., possui funcionalidades adequadas aos processos e qualidades das frutas, material 100% reciclável.

Para atender ao exigente mercado europeu os produtores de manga para exportação buscam cuidados com o pós-colheita além da excelência em todas as etapas de produção. As frutas premium tipo exportação exigem todo um cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para o consumo. Nesse sentido a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV.

Pensando nessa qualidade, da produção da manga premium no campo até a mesa do consumidor, as soluções DaColheita têm sido um diferencial que agrega muito valor. Ou seja, as conservadoras DaColheita performam em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores.

A embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras tipo exportação.

Os clientes relatam as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens. Os benefícios quanto aos custos logísticos da conservadora em EPS DaColheita em relação a outros materiais são comprovados. Dependendo do tipo de fruta, em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, o que representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo.

Testes de transporte e armazenamento de mangas realizados com as conservadoras DaColheita concluíram que ela é a melhor opção no comparativo com caixas de papelão, conservando o frescor da fruta por muito mais tempo.

As soluções de embalagens em EPS DaColheita proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação:

•Redução significativa de perdas nos embarques de longa distância.

•Conservação da temperatura, sem quebra de frio na cadeia, e menor desidratação da fruta.

•A conservadora em EPS é 60% mais leve que a de papelão o que representa menor custo no frete aéreo, com quilos a menos por pallet, gerando economia no custo total do frete.

•Valorização da fruta no ponto de venda, com ganho de market share.


Redução da pegada ambiental no transporte de frutas

Outra questão importante para atender ao mercado externo, principalmente na Europa, é a preocupação com a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. “O mundo e os mercados estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Neste sentido, desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens. O infográfico anexo apresenta detalhes do case “Processo de Logística Reversa e Reciclagem de Conservadoras de Manga na Holanda”, onde a economia circular das conservadoras DaColheita foi adotada na prática, iniciando no Brasil e finalizando na Holanda com a logística reversa e reciclagem do EPS.

Recentemente a Termotécnica encomendou um estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus, onde foram comparadas as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) para transporte de cargas de mangas simulando um cenário em conservadoras e paletes de EPS e em caixas de papelão com paletes de madeira. Foram feitos comparativos em transporte combinando os modais rodoviário nacional e aéreo internacional, para Europa, na exportação de manga. O estudo mostra que a utilização de soluções de embalagens em EPS DaColheita contribuem para a redução da pegada ambiental no transporte de frutas.

O comparativo envolvendo os dois tipos de materiais para as embalagens, foi realizado com uma carga de manga (110 caixas) entre Petrolina (PE), Viracopos (SP) e Lisboa (POR), sendo o primeiro trecho por transporte terrestre e o segundo por via aérea. Neste cenário, as emissões de GEE somadas no transporte terrestre e aéreo de manga em embalagens e paletes de EPS foram 5,44% menores que o transporte de manga em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira. A diferença no transporte de manga foi de 2.492,39 toneladas. Como comparação, esta quantidade equivale a emissões de 88.226 pessoas/dia, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da plataforma SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa).

Falando em sustentabilidade, as caixas conservadoras DaColheita contribuem em três frentes:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.
2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.
3) Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 equivalente, no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, diz Albano Schmidt.

Para saber mais sobre a estratégia sustentável da Termotécnica acesse a íntegra o recém lançado Relatório de Sustentabilidade da companhia, clicando aqui

*isopor é marca registrada de terceiro