São Paulo, fevereiro de 2019 - A executiva Lidiane Oliveira é desde o início de fevereiro deste ano a nova Diretora de Pesquisa e Inovação do Grupo Solvay na América Latina.
Doutora em Química, com formação pela Unicamp, onde também obteve os títulos de bacharel e mestre em Química, Lidiane Oliveira acumula 20 anos de carreira profissional em indústrias químicas e de bens de consumo, liderando equipes na área de Pesquisa e Desenvolvimento, e atuando nos mercados de motores elétricos e transformadores, tintas flexográficas, alimentos, bem como de Home&Personal Care e Fragrâncias.
Lidiane trabalha no Grupo Solvay desde maio de 2014, tendo ingressado na empresa como Gerente de Pesquisa e Inovação para a unidade global de negócios Novecare na América Latina. Foi responsável pelas equipes de síntese e aplicação de especialidades químicas para os mercados de Agroquímicos, Home & Personal Care, Tintas e Revestimentos, Petróleo & Gás e Soluções e Processos Industriais.
Entre as missões de Lidiane Oliveira está o reforço do pipeline de projetos de inovação conduzidos pelo Centro de Pesquisa e Inovação de Paulínia (SP), um dos 21 grandes centros de pesquisas e desenvolvimento do Grupo Solvay no mundo. Nesse Centro de Paulínia, em mais de uma dezena de laboratórios, trabalha uma equipe de cerca de 100 pesquisadores, cientistas, doutores e técnicos, voltados para o desenvolvimento de inovações a partir do Brasil e adaptação de aplicações e moléculas criadas pela Solvay no mundo.
O Centro de Pesquisa e Inovação de Paulínia abrange, ainda, o Laboratório de Biotecnologia Industrial (IBL, na sigla em inglês), centro global dedicado ao desenvolvimento de moléculas e novas aplicações originadas da biomassa brasileira.
Sobre o Grupo Solvay
A Solvay é uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas, comprometida com o desenvolvimento da Química que aborda os principais desafios da sociedade. A Solvay inova e faz parcerias com clientes em diversos mercados finais globais. Seus produtos e soluções são utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações que promovem a sustentabilidade. Seus materiais leves e avançados aumentam a mobilidade mais limpa, suas formulações otimizam o uso de recursos e seus produtos químicos de desempenho melhoram a qualidade do ar e da água. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 26800 pessoas em 61 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,1 bilhões em 2017, em 90% de atividades nas quais a Solvay está entre as três maiores empresas do mundo, resultando em uma margem de EBITDA de 22%. A Solvay SA (SOLB.BE) está cotada na Euronext Brussels e Paris (Bloomberg: SOLB: BB- Reuters: SOLB.BR) e nos Estados Unidos as suas acções (SOLVY) são transacionadas através de um programa ADR de nível 1. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
quantiQ e Chevron anunciam parceria para o segmento de lubrificantes
Fornecimento local e suporte técnico auxiliará fabricantes na otimização das formulações
São Paulo, fevereiro de 2019 – A Chevron Products Company, uma divisão da Chevron U.S.A Inc., selecionou a distribuidora brasileira quantiQ, para comercializar seus óleos básicos premium no Brasil. A empresa, controlada pelo grupo GTM, é líder em distribuição de produtos químicos no País e foi escolhida devido à vasta experiência que possui no mercado brasileiro de lubrificantes.Com um amplo portfólio de produtos, que abrange mais de 20 mercados e mais de 5 mil clientes, a quantiQ oferece aos clientes de óleos básicos uma série de serviços como industrialização, envase, armazenagem de produtos químicos (embalados e granel), além do suporte de uma equipe altamente capacitada.
O mercado brasileiro de lubrificantes, o maior na América Latina, está migrando para os produtos premium para atender aos requisitos de desempenho e performance requeridos pela modernização da frota de veículos. O extenso portfólio de qualificações da Chevron, juntamente com o suporte técnico regional da quantiQ, pode ajudar os formuladores a integrarem com perfeição os óleos básicos do Grupo II em sua cadeia de desenvolvimento e suprimentos.
“A quantiQ é a distribuidora ideal para os óleos básicos do Grupo II da Chevron no Brasil”, comenta Tracey Gardiner, vice-presidente da Chevron Base Oils. “Eles conhecem as necessidades do mercado e, com nossos óleos básicos do Grupo II disponíveis em seus tanques, eles podem oferecer aos clientes uma linha completa de óleos básicos premium apoiados por uma equipe de suporte técnico que pode ajudar a otimizar formulações em todas as linhas de produtos dos clientes”. “Ao trabalhar com a quantiQ, somos mais ágeis no suporte às necessidades de nossos clientes. Essa é sempre a nossa maior prioridade.”, finaliza Gardiner.
A Chevron Base Oils está no Brasil há mais de cinco anos e está empenhada em auxiliar os formuladores de lubrificantes a transitarem pelo labirinto de mudanças nas especificações. "A parceria com a Chevron conclui uma grande etapa da nossa unidade de lubrificantes”, disse Marcelo Giacomelli, Gerente de Unidade de Negócios do mercado de Lubrificantes da quantiQ. "Ela complementa nosso portfólio dentro da família de óleos básicos. Estamos trabalhando com clientes para ajudá-los a entender os benefícios de incluir os Óleos Básicos Premium do Grupo II em sua cadeia de suprimentos.”, conclui Marcelo.
Sobre a quantiQ
A quantiQ é referência em distribuição de produtos químicos no Brasil e pertence a GTM Holdings S.A. Com atuação em diversos segmentos do mercado, possui portfólio com mais de 1.000 produtos divididos entre industriais, especialidades e customer solutions, oferecendo soluções para mais de 5 mil clientes. Atua em todo o país por meio de uma ampla estrutura comercial e logística, que conta com centros de distribuição e escritórios nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Além da distribuição de produtos químicos, a quantiQ oferece ao mercado prestação de serviços de industrialização, envase, armazenagem de produtos químicos embalados e granel, gestão de processos de importação, além de laboratório de controle de qualidade e uma unidade produtora de lubrificantes. Para mais informações, visite www.quantiq.com.br
Sobre a Chevron
A Chevron Products Company, uma divisão da Chevron U.S.A. Inc., é uma subsidiária integral da Chevron Corporation, uma das principais empresas de energia do mundo. Por meio de suas subsidiárias que atuam em todo o mundo, a Chevron Corporation está envolvida em praticamente todas as atividades do setor de energia. A Chevron explora, produz e transporta petróleo bruto e gás natural; refina, comercializa e distribui combustíveis e lubrificantes; fabrica e vende petroquímicos e aditivos; gera energia e produz energia geotérmica; desenvolve e implementa tecnologias que aumentam o valor do negócio em todos os aspectos das operações da empresa. A Chevron está sediada em San Ramon, Califórnia. Mais informações sobre a Chevron acessse em www.chevron.com.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Abiplast: mensagem de fim de ano do Presidente José Ricardo Roriz Coelho
"Encerramos o ano de 2018 com grandes expectativas para 2019.
O empresariado brasileiro, em sua eterna mobilização em prol do crescimento e do desenvolvimento do País, projeta no próximo ano suas esperanças de uma saída definitiva deste ciclo de recessão.
Além dessa preocupação, que o empresário enfrenta cotidianamente, vemos ações contra o plástico Brasil afora. Temos o desafio de fornecer o conhecimento – especialmente aos novos deputados federais e senadores – para que entendam a real importância social e econômica do nosso setor.
Após meses de ruidosa exposição midiática, é preciso desenvolver um trabalho de excelência para a reconstrução da reputação e da imagem do plástico. É o que a ABIPLAST vem fazendo e o que continuaremos dando prioridade no próximo ano. O debate sobre a preservação e o futuro do planeta deve sempre existir e cabe a toda a cadeia promover uma discussão construtiva sobre o uso consciente do plástico.
Para 2019, a expectativa da indústria é grande também com a nova edição da consagrada FEIPLASTIC, que acontecerá de 22 a 26 de abril. Teremos novidades no espaço destinado às inovações do setor em Economia Circular, startups e Indústria 4.0.
Todo esse trabalho da ABIPLAST não teria a eficiência e o sucesso que tem tido sem a participação de cada um dos seus associados e parceiros. Só temos a agradecer a cada um que dedica tempo e energia para nos ajudar a fazer uma associação cada vez melhor.
Com a cabeça erguida e a perseverança que nos fazem levantar cedo todos os dias para contribuir com o crescimento deste País, vamos lutar cada vez mais para fortalecer a indústria do plástico, de maneira que esse revolucionário e indispensável material continue contribuindo para a vida contemporânea.
Que 2019 seja um ano de muita prosperidade para todos nós! Felizes festas a todos!
José Ricardo Roriz Coelho
Presidente da ABIPLAST"
Além dessa preocupação, que o empresário enfrenta cotidianamente, vemos ações contra o plástico Brasil afora. Temos o desafio de fornecer o conhecimento – especialmente aos novos deputados federais e senadores – para que entendam a real importância social e econômica do nosso setor.
Após meses de ruidosa exposição midiática, é preciso desenvolver um trabalho de excelência para a reconstrução da reputação e da imagem do plástico. É o que a ABIPLAST vem fazendo e o que continuaremos dando prioridade no próximo ano. O debate sobre a preservação e o futuro do planeta deve sempre existir e cabe a toda a cadeia promover uma discussão construtiva sobre o uso consciente do plástico.
Para 2019, a expectativa da indústria é grande também com a nova edição da consagrada FEIPLASTIC, que acontecerá de 22 a 26 de abril. Teremos novidades no espaço destinado às inovações do setor em Economia Circular, startups e Indústria 4.0.
Todo esse trabalho da ABIPLAST não teria a eficiência e o sucesso que tem tido sem a participação de cada um dos seus associados e parceiros. Só temos a agradecer a cada um que dedica tempo e energia para nos ajudar a fazer uma associação cada vez melhor.
Com a cabeça erguida e a perseverança que nos fazem levantar cedo todos os dias para contribuir com o crescimento deste País, vamos lutar cada vez mais para fortalecer a indústria do plástico, de maneira que esse revolucionário e indispensável material continue contribuindo para a vida contemporânea.
Que 2019 seja um ano de muita prosperidade para todos nós! Felizes festas a todos!
José Ricardo Roriz Coelho
Presidente da ABIPLAST"
Fonte: Publicado originalmente no site da Abiplast :
http://www.abiplast.org.br/noticias/mensagem-do-presidente/
http://www.abiplast.org.br/noticias/mensagem-do-presidente/
Mercado de chapas acrílicas cresce 14% em relação a 2017
Apesar de ainda não ter recuperado índice de vendas de 2013, setor comemora segundo ano positivo e se diz otimista; importação continua sendo problema
O INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) divulgou levantamento que aponta o desempenho do mercado de chapas acrílicas no país em 2018. E, embora ainda não se deva recuperar o mesmo patamar de vendas de 2013, quando foram comercializadas no país cerca de 12 mil toneladas de chapas acrílicas, o país ultrapassará neste ano as 8.000 toneladas vendidas em 2017, e chegará as 9.100 toneladas. Isso equivale a um crescimento de 14%.Este é o segundo ano positivo consecutivo do setor depois de três anos seguidos de quedas – entre 2014 e 2016 – quando as vendas despencaram de 12 mil toneladas para 7.500 toneladas.
Tal desempenho deixa os empresários do segmento mais otimistas e a previsão para 2019 é de que o mercado chegue as 10.500 toneladas e consolide um crescimento de cerca 15%. Eles também estimam que até o final de 2020 o país volte ao patamar de 2013.
Boa notícia também para o setor em relação às chapas recicladas, que totalizaram esse ano mil toneladas comercializadas.
Já o desempenho das importações é o que tira o sono dos produtores de chapas nacionais. Não é para menos. Neste ano, 5.800 toneladas de chapas foram importadas. 700 toneladas a mais no que no ano anterior. Isso equivale a 62% de todas as chapas comercializadas no país neste ano.
Segundo João Orlando Vian, executivo do INDAC, o crescimento das importações nos últimos anos no país tem sido fortemente alimentado pela disputa tributária sobre importação entre os Estados, gerando um ambiente de insegurança fiscal, com consequências graves para a competitividade no setor. "Entre as produtoras nacionais de chapas que já somaram 20, hoje ficaram apenas 12", conclui.
Com mercado mais aquecido, INDAC confirma continuidade de ações que desenvolve junto ao mercado nacional, como o curso Cosi di Acrilico, que essa ano ganha edições especiais, uma delas focada exclusivamente no mercado de comunicação visual e outra itinerante, que deve acontecer em um caminhão-escola, montado especialmente para as aulas.
Depois de já apresentar alguns bons resultados neste ano, o Acrílico em Ação, por meio do qual, o instituto disponibiliza uma equipe voltada à apresentação do acrílico e de todas as suas funcionalidades junto a clientes potenciais – como agências de propaganda e escritórios de arquitetura – também continua em 2019.
Sobre o INDAC
O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 18 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.
A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.
Evonik realiza em São Paulo a terceira edição do seu prêmio global de segurança viária
Júri de especialistas internacionais em segurança viária elegeu o projeto do DER-SP como vencedor. O prêmio de 10.000 Euros foi doado ao Fundo Social de
Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp)
A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas e inventora da sinalização viária plástico a frio de metil metacrilato (MMA), realizou neste dia 18 de dezembro, em São Paulo, a terceira edição do “Evonik Road Safety Award”.O Prêmio de Segurança Rodoviária da Evonik, que foi criado para apoiar iniciativas sustentáveis de segurança no trânsito em todo o mundo e em apoio a Década de Ação para Segurança no Trânsito – ONU, foi concedido ao DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo). O órgão teve o projeto “Avaliação de sinalizações viárias mais visíveis - Estradas do Estado de São Paulo” escolhido como vencedor da premiação em 2018 por um júri internacional independente.
A cerimônia de premiação ocorreu no auditório da sede do DER-SP e contou com a presença do Secretário de Estado de Logística e Transportes, Mario Mondolfo; Maria Teresa Garcia, representante da Presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, professora Lúcia França; o Superintendente do DER, Raphael do Amaral Campos Junior; do vice-presidente da Evonik, Claudio Iwakura e demais autoridades.
O DER-SP foi agraciado com um troféu, um certificado e um prêmio de 10.000 €. O valor foi integralmente doado pela autarquia ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp) e o cheque simbólico foi recebido pela assessora Maria Teresa Garcia, que representou a professora Lúcia França, presidente da entidade que conduz ações sociais sem fins lucrativos com propósito de melhorar a qualidade de vida dos segmentos mais carentes da população do Estado de São Paulo.
Foco na melhoria da segurança viária
Há mais de 50 anos, a Evonik – inventora do plástico a frio de MMA para sinalização viária – está na vanguarda dos esforços para a melhoria da segurança viária e a disseminação das melhores práticas nesta área.
O “Evonik Road Safety Award”, criado em 2015 e que teve a primeira premiação em 2016 tem como objetivo premiar autoridades públicas por seus esforços em prol da melhora da segurança viária. O principal critério para a escolha do projeto ou da iniciativa vencedora é a sua contribuição para a segurança viária ( 60 % ) e a sustentabilidade, bem como seu caráter inovador e seu potencial de replicabilidade.
Os cases são avaliados por um júri independente de especialistas reconhecidos internacionalmente no campo da segurança no trânsito, transportes e projetos urbanos; incluindo, dentre outros, a International Road Federation (IRF), de Genebra e a Road Safety Foundation (Reino Unido). Realizado este ano pela terceira vez, o “Evonik Road Safety Award” teve 12 projetos inscritos por autoridades públicas de sete países.
Estudo prático
O júri considerou que as descobertas feitas pelo DER-SP no case “Avaliação de sinalizações viárias mais visíveis - Estradas do Estado de São Paulo”, são práticas e úteis para comprovar que as demarcações horizontais de alta durabilidade no formato estrutura mantêm a retrorrefletividade por mais tempo e especialmente durante a noite e com água na superfície da via. Isso melhora diretamente a segurança rodoviária através de excelente visibilidade da demarcação mesmo em condições críticas para os usuários.
O estudo implementado pelo DER-SP contou com três anos de pesquisa e avaliou diversos aspectos técnicos relacionados à visibilidade das sinalizações, em pavimento seco e em pavimento molhado, comparação entre sistemas de sinalização viária usuais, incidências e intervenções de manutenção e estatísticas de acidentes no período.
Os valores de retrorrefletância dos sistemas Plástico a Frio Estrutura e Multipontos foram superiores em aproximadamente 130 %, mesmo após três anos de aplicação em relação a sistemas de demarcação planos aplicados a quente, e com valores de retrorrefletância bem acima da normas mínimas e exigidas pelo DER-SP, mesmo em pavimentos molhados.
O Superintendente do DER, Raphael do Amaral Campos Junior, destaca que sinalização viária resultante da aplicação do sistema Plástico a Frio Estrutura e Multipontos teve uma desenvoltura superior à convencional, quando levado em consideração a questão da refletividade em condições de pouca visibilidade, ao trafegar em pista molhada ou à noite.
“O resultado foi positivo, pois não houve registro de acidentes com vítimas fatais – motivo pelo qual o DER vem trabalhando intensamente ao longo dos anos. O prêmio também é fruto deste trabalho do DER-SP, que por meio de seu Comitê de Tecnologia, procura estar sempre atento aos novos produtos e técnicas que garantam melhores condições de segurança viária, conforto e boa trafegabilidade aos motoristas e usuários das rodovias estaduais paulistas”, afirma o Superintendente do DER.
“Com a apresentação deste projeto vencedor, o DER-SP demonstra a importância de se implementar sistemas efetivos de avaliação de performance dos elementos de segurança viária aplicados nas vias”, reforça Débora Rebuelta, gerente de negócios para América do Sul, da área Coatings & Adhesive Resins da Evonik.
“É uma honra entregar este prêmio ao DER-SP e reconhecer seus esforços em busca de soluções inovadoras e sustentáveis para as vias do Estado de São Paulo - soluções estas que impactam positivamente os usuários para que se sintam mais seguros e que retornem bem para suas casas e para suas famílias”, complementa Débora.
Durante a cerimônia de premiação, o Superintendente do DER, Raphael do Amaral Campos Junior, destacou o orgulho de terem o estudo “Avaliação de sinalizações viárias mais visíveis” escolhido pela Evonik dentre todos os trabalhos do Brasil e de outros países inscritos. “Agradecemos a disposição dos técnicos do DER envolvidos - coordenados pelo nosso Comitê de Tecnologia - empenhados em novos procedimentos e tecnologias no âmbito rodoviário”.
A questão das embalagens no âmbito da economia circular
*Por Elcio Herbst
Um dos pontos da economia circular diz respeito à maximização da reutilização e reciclagem de recursos, permitindo menores custos de produção comparados à processos que utilizem somente matéria prima virgem.
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 12 (ODS) busca assegurar padrões de consumo e produção sustentáveis e dentre suas metas, cabe ressaltar algumas que envolvem, de maneira mais direta, os produtos e suas embalagens na visão da economia circular:
A princípio, é necessário destacar a necessidade da embalagem. Elas não existem por si só, mas são indispensáveis para a garantia da qualidade e segurança dos produtos para a sociedade. As embalagens não podem ser totalmente evitadas, mas podem ser bem planejadas e estudadas, buscando diminuir os impactos ambientais negativos de sua geração.
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 12 (ODS) busca assegurar padrões de consumo e produção sustentáveis e dentre suas metas, cabe ressaltar algumas que envolvem, de maneira mais direta, os produtos e suas embalagens na visão da economia circular:
Ø Até 2030 - Reduzir pela metade o desperdício e perdas de alimentos, e reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reutilização.
Ø Até 2020 - Alcançar o manejo ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos;
Segundo estudos da Fundação Ellen MacArthur, apenas 14% das embalagens plásticas produzidas em todo o mundo são recicladas atualmente.A princípio, é necessário destacar a necessidade da embalagem. Elas não existem por si só, mas são indispensáveis para a garantia da qualidade e segurança dos produtos para a sociedade. As embalagens não podem ser totalmente evitadas, mas podem ser bem planejadas e estudadas, buscando diminuir os impactos ambientais negativos de sua geração.
Como as empresas podem se envolver de forma mais efetiva com o tema?
A necessidade de as empresas migrarem para um sistema que resulte em uma melhor performance econômica e socioambiental é premente, em especial diante da atual conjuntura econômica que vive o país e o mundo.
Muitas empresas já vêm aplicando um modelo de economia mais circular, contemplando desde a pesquisa e o projeto de suas embalagens, levando evidentemente em consideração o cumprimento de suas funções e normativas existentes, além de permitir redução de desperdícios e perdas de produtos, bem como maximizar as possibilidades de aproveitamento de suas embalagens pós-consumo, destacando:
A análise do ciclo de vida dos produtos e embalagens deve estar sempre presente no setor de P&D (Pesquisa & Desenvolvimento) das empresas, priorizando elementos 100% reaproveitáveis, que possam e devam retornar ao ciclo industrial, adotando um design mais sustentável.
A utilização de novos materiais na composição das embalagens, que auferem redução no peso e volume, traz ganhos ambientais com a menor utilização de matérias primas, na redução da geração de resíduos e também contribuem para uma menor pegada ecológica. As emissões de carbono são reduzidas e, com isso, corroboram também para ações de mitigação no âmbito das mudanças climáticas, promovendo uma “pegada de carbono” ainda menor.
A necessidade de as empresas migrarem para um sistema que resulte em uma melhor performance econômica e socioambiental é premente, em especial diante da atual conjuntura econômica que vive o país e o mundo.
Muitas empresas já vêm aplicando um modelo de economia mais circular, contemplando desde a pesquisa e o projeto de suas embalagens, levando evidentemente em consideração o cumprimento de suas funções e normativas existentes, além de permitir redução de desperdícios e perdas de produtos, bem como maximizar as possibilidades de aproveitamento de suas embalagens pós-consumo, destacando:
Ø Redução da quantidade de insumos necessários para produção de embalagens;
Ø Participar efetivamente dos programas de logística reversa de embalagens e/ou de seus produtos;
Ø Ampliar a utilização de matéria-prima reciclada na composição de suas embalagens;
Ø Maximizar o uso de embalagens retornáveis;
No que diz respeito às embalagens secundárias, as ações são mais simples e podem envolver principalmente a prática de sistemas reutilizáveis, a exemplo caixas de madeira, caixas plásticas, entre outros, que permitam prolongar sua vida útil.A análise do ciclo de vida dos produtos e embalagens deve estar sempre presente no setor de P&D (Pesquisa & Desenvolvimento) das empresas, priorizando elementos 100% reaproveitáveis, que possam e devam retornar ao ciclo industrial, adotando um design mais sustentável.
A utilização de novos materiais na composição das embalagens, que auferem redução no peso e volume, traz ganhos ambientais com a menor utilização de matérias primas, na redução da geração de resíduos e também contribuem para uma menor pegada ecológica. As emissões de carbono são reduzidas e, com isso, corroboram também para ações de mitigação no âmbito das mudanças climáticas, promovendo uma “pegada de carbono” ainda menor.
Desafios
As embalagens de vidro e alumínio já utilizam grande percentual de material reciclado em sua composição (em torno de 60%), enquanto as embalagens plásticas apresentam mais dificuldades para seu aproveitamento.
Cabe ressaltar que um dos principais desafios ainda diz respeito às questões tributárias, que acarretam em custos adicionais sobre as resinas recicladas (pós-consumo).
O desafio por uma economia mais circular é global. Em algumas situações existe ganho ambiental, um exemplo é a substituição de derivados do petróleo pelo etanol da cana de açúcar na fabricação de embalagens plásticas, mas por outro lado essa alteração provoca oneração nos custos de produção.
Sabemos que somente 20% dos municípios brasileiros dispõem de coleta seletiva, o que dificulta o retorno das embalagens e a logística reversa propriamente dita.
A maior parte das embalagens é recolhida e triada pelos catadores, os quais representam mais de um milhão, atuando de forma individual, em todo o país e aproximadamente mil cooperativas de catadores organizadas, sendo um grande desafio a formalização e a estruturação deste setor. Neste aspecto, ações de implantação da logística reversa vêm auxiliando tanto na infraestrutura de equipamentos, quanto na capacitação dos catadores, permitindo a profissionalização dos mesmos e melhorando os ganhos em produção e qualidade de vida, além da segurança laboral.
As Cooperativas de Catadores não são meras absorvedoras de resíduos, mas representam um elo imprescindível da reciclagem, e devem ser reconhecidas como prestadoras de serviços.
Segundo a fundação Ellen MacArthur, a taxa de recuperação de embalagens plásticas no mundo é de apenas 14%, podendo chegar a 70% caso haja investimentos em centrais de triagem, ampliação de coleta seletiva, aplicação de design sustentável e uso de novos materiais. Cada tonelada de plástico recuperado representa uma injeção de cerca de US$290, o que permitiria movimentar a economia e a geração de renda e trabalho.
As embalagens de vidro e alumínio já utilizam grande percentual de material reciclado em sua composição (em torno de 60%), enquanto as embalagens plásticas apresentam mais dificuldades para seu aproveitamento.
Cabe ressaltar que um dos principais desafios ainda diz respeito às questões tributárias, que acarretam em custos adicionais sobre as resinas recicladas (pós-consumo).
O desafio por uma economia mais circular é global. Em algumas situações existe ganho ambiental, um exemplo é a substituição de derivados do petróleo pelo etanol da cana de açúcar na fabricação de embalagens plásticas, mas por outro lado essa alteração provoca oneração nos custos de produção.
Sabemos que somente 20% dos municípios brasileiros dispõem de coleta seletiva, o que dificulta o retorno das embalagens e a logística reversa propriamente dita.
A maior parte das embalagens é recolhida e triada pelos catadores, os quais representam mais de um milhão, atuando de forma individual, em todo o país e aproximadamente mil cooperativas de catadores organizadas, sendo um grande desafio a formalização e a estruturação deste setor. Neste aspecto, ações de implantação da logística reversa vêm auxiliando tanto na infraestrutura de equipamentos, quanto na capacitação dos catadores, permitindo a profissionalização dos mesmos e melhorando os ganhos em produção e qualidade de vida, além da segurança laboral.
As Cooperativas de Catadores não são meras absorvedoras de resíduos, mas representam um elo imprescindível da reciclagem, e devem ser reconhecidas como prestadoras de serviços.
Segundo a fundação Ellen MacArthur, a taxa de recuperação de embalagens plásticas no mundo é de apenas 14%, podendo chegar a 70% caso haja investimentos em centrais de triagem, ampliação de coleta seletiva, aplicação de design sustentável e uso de novos materiais. Cada tonelada de plástico recuperado representa uma injeção de cerca de US$290, o que permitiria movimentar a economia e a geração de renda e trabalho.
* Elcio Herbst é consultor técnico do Instituto Paranaense de Reciclagem (InPAR), e consultor técnico em negócios do SENAI/PR - IST de Meio Ambiente e Química.
PICPlast encerra 2018 com R$ 200 milhões de investimentos em prol da cadeia
Desde 2013 Plano realizou mais de 30 inciativas que contemplaram cerca de mil participantes.
O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast - chega ao final de 2018 completando cinco anos de atuação. Desde o seu lançamento, já foram investidos mais de R$ 17 milhões em ações voltadas para aumento da competitividade do setor, R$ 170 milhões no incentivo à exportação e cerca de R$ 10 milhões em ações de promoção das vantagens do plástico. O foco se mantém: aproximar os elos da cadeia e executar iniciativas para promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico.
"Completamos cinco anos com a certeza que estamos no caminho certo. Ao longo deste período, foram R$ 200 milhões de investimentos, distribuídos entre os pilares Competitividade e Inovação, Exportação de Transformados e Vantagens do Plástico. O retorno que temos da indústria reforça a contribuição de todas as iniciativas do PICPlast, construindo uma cadeia cada vez mais desenvolvida e competitiva, capaz de enfrentar os inúmeros desafios do nosso mercado", diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.
"O PICPlast vem sendo o parceiro estratégico de quem atua na indústria da transformação do plástico. Para os próximos anos, buscaremos ampliar ainda mais esta parceria, por meio da promoção de conhecimento e da viabilização de oportunidades de negócios para os nossos associados, para propiciar um mercado robusto, maduro e sustentável", afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.
O PICPlast é uma iniciativa pioneira, fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.
No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e http://www.plasticotransforma.com.br.
No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e http://www.plasticotransforma.com.br.
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