O secretário estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, e o presidente do Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo), José Ricardo Roriz Coelho, assinam hoje o protocolo de intenções destinado à realização de ações sustentáveis no setor. “Uma das prioridades é o aumento do volume de material reciclado, com efetivos ganhos ambientais”, salienta Roriz.
O acordo prevê, ainda, estudos e avaliações para o estabelecimento de incentivos à reciclagem de plásticos no Estado de São Paulo, conforme estabelecido nas políticas nacional e estadual de resíduos sólidos. Outro objetivo refere-se à adoção contínua de boas práticas ambientais pelas empresas do setor.
Será constituído grupo de trabalho misto, no prazo de 30 dias a partir da assinatura do protocolo. O documento será firmado nessa sexta-feira (2/12), na cidade de São Paulo.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Produção da indústria do plástico caiu 1,5% em 2011, diz Abiplast
Perspectivas para 2012 apresentam melhora no desempenho do setor
A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) divulga, em balanço anual, a queda de 1,5% da produção física do setor, que encolheu de 6 milhões de toneladas, em 2010, para 5,9 milhões em 2011. “A expectativa é de que esse indicador suba para 2% no acumulado de 2012, porém apenas mantendo o crescimento registrado no ano passado”, analisa José Ricardo Roriz Coelho, presidente da entidade.
Ainda no comparativo 2010 e 2011, o estudo apresentou um suave aumento de 2% nas exportações dos transformados plásticos, enquanto as importações cresceram 20%. “O grande vilão de nossa indústria é o valor dos insumos, em especial das resinas, pelas quais pagamos mais caro do que nossos concorrentes. Além disso, há a excessiva carga tributária, o câmbio desfavorável e os juros muito altos, a despeito da retração para 11% da Selic, que acaba de ser anunciada pelo Copom. Estamos perdendo mercado e teremos mais dificuldades de exportar, não só pela baixa competitividade endêmica do Brasil, como pela retração econômica mundial”, explica Roriz, referindo-se ao déficit da balança comercial do setor, que triplicou em três (2008/2011) e cresceu 40% em 2011, em relação a 2010, saltando de US$ 1,36 bilhão para US$ 1,89 bilhão.
Roriz avalia que a perda de competitividade da indústria de transformação precisa ser revertida, sob pena de o Brasil parar de crescer. “O governo precisa avaliar diversos pontos, como a carga tributária, por exemplo. A indústria de transformação é o setor que mais contribui para a arrecadação de tributos: 37,4% do total, de 2005 a 2009. Há, ainda, o fator agravante da burocracia, que custa R$ 20 bilhões para os brasileiros, num complexo emaranhado de 85 tributos, com normas complicadas e ambíguas. Somente a Receita Federal cria uma nova regra a cada 26 minutos!”, desabafa o presidente da entidade.
O estudo apresentou, ainda, aumento na demanda nacional por produtos transformados, que saltou de R$ 48 bilhões para R$ 52 bilhões em 2011, crescimento de 6,4% em relação a 2010. Porém, os dados do comércio exterior evidenciam que esse aumento está sendo suprido, em grande parte, pela importação.
Na oportunidade, Roriz questionou se o modelo da cadeia de produtos plásticos nacional está adequado para atender ao crescimento do nosso mercado, principalmente, porque os números do balanço apresentados são preocupantes. “Para evitar a retração do setor, todos os envolvidos da cadeia produtiva: o governo, a primeira, a segunda e a terceira geração da cadeia do plástico precisam repensar váriosaspectos da indústria, de modo que seja possível termos uma cadeia de produtos plásticos forte e competitiva”, comenta o executivo.
Apesar da queda da competitividade nacional, a indústria do plástico mantém-se, em 2011, como o terceiro maior setor empregador industrial do Brasil. São 357 mil empregados no ano, contra 347 mil em 2010, representando um crescimento de 3%. No Estado de São Paulo, o setor é o segundo maior empregador industrial e fechou o ano com cerca de 190 mil trabalhadores. (Fonte: Assessoria de Imprensa da Abiplast).
A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) divulga, em balanço anual, a queda de 1,5% da produção física do setor, que encolheu de 6 milhões de toneladas, em 2010, para 5,9 milhões em 2011. “A expectativa é de que esse indicador suba para 2% no acumulado de 2012, porém apenas mantendo o crescimento registrado no ano passado”, analisa José Ricardo Roriz Coelho, presidente da entidade.
Ainda no comparativo 2010 e 2011, o estudo apresentou um suave aumento de 2% nas exportações dos transformados plásticos, enquanto as importações cresceram 20%. “O grande vilão de nossa indústria é o valor dos insumos, em especial das resinas, pelas quais pagamos mais caro do que nossos concorrentes. Além disso, há a excessiva carga tributária, o câmbio desfavorável e os juros muito altos, a despeito da retração para 11% da Selic, que acaba de ser anunciada pelo Copom. Estamos perdendo mercado e teremos mais dificuldades de exportar, não só pela baixa competitividade endêmica do Brasil, como pela retração econômica mundial”, explica Roriz, referindo-se ao déficit da balança comercial do setor, que triplicou em três (2008/2011) e cresceu 40% em 2011, em relação a 2010, saltando de US$ 1,36 bilhão para US$ 1,89 bilhão.
Roriz avalia que a perda de competitividade da indústria de transformação precisa ser revertida, sob pena de o Brasil parar de crescer. “O governo precisa avaliar diversos pontos, como a carga tributária, por exemplo. A indústria de transformação é o setor que mais contribui para a arrecadação de tributos: 37,4% do total, de 2005 a 2009. Há, ainda, o fator agravante da burocracia, que custa R$ 20 bilhões para os brasileiros, num complexo emaranhado de 85 tributos, com normas complicadas e ambíguas. Somente a Receita Federal cria uma nova regra a cada 26 minutos!”, desabafa o presidente da entidade.
O estudo apresentou, ainda, aumento na demanda nacional por produtos transformados, que saltou de R$ 48 bilhões para R$ 52 bilhões em 2011, crescimento de 6,4% em relação a 2010. Porém, os dados do comércio exterior evidenciam que esse aumento está sendo suprido, em grande parte, pela importação.
Na oportunidade, Roriz questionou se o modelo da cadeia de produtos plásticos nacional está adequado para atender ao crescimento do nosso mercado, principalmente, porque os números do balanço apresentados são preocupantes. “Para evitar a retração do setor, todos os envolvidos da cadeia produtiva: o governo, a primeira, a segunda e a terceira geração da cadeia do plástico precisam repensar váriosaspectos da indústria, de modo que seja possível termos uma cadeia de produtos plásticos forte e competitiva”, comenta o executivo.
Apesar da queda da competitividade nacional, a indústria do plástico mantém-se, em 2011, como o terceiro maior setor empregador industrial do Brasil. São 357 mil empregados no ano, contra 347 mil em 2010, representando um crescimento de 3%. No Estado de São Paulo, o setor é o segundo maior empregador industrial e fechou o ano com cerca de 190 mil trabalhadores. (Fonte: Assessoria de Imprensa da Abiplast).
Mudança na diretoria do Siresp

No último dia 24 de novembro, em reunião de diretoria, o executivo da Innova, Flávio Barbosa, assumiu a presidência do Siresp - Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas no lugar de Luiz Mendonça, responsável pelas operações da Braskem América. A saída de Mendonça da presidência do Siresp foi em função da intensa agenda do executivo nos Estados Unidos.
Flávio Barbosa, que foi eleito vice-presidente na chapa de Mendonça, em agosto de 2010, assume, pela segunda vez o Siresp, com mandato até agosto de 2013.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Cai lei que suspende o uso de sacolas plásticas em São Paulo
A Plastivida-Instituto Socio Ambiental dos Plásticos informa que o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista da cidade de São Paulo. Pela lei, que havia sido sancionada em maio pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), as sacolinhas plásticas deveriam ser banidas dos supermercados da cidade a partir de 1º de janeiro de 2012.
Jantar de confraternização do Simperj
Na foto vêem-se, no sentido horário: Cícero Luís Machado Gomes, Diretor da Plasmar Ind. Com. Plast. Ltda; Reinaldo Janke, Consultor; Carlos Gil, da Braskem; Marcelo Oazen, Vice-Presidente do Simperj; Marco Antônio Abreu Feijó, Diretor de Projetos da Cedae; Paulo Teixeira, Superintendente Executivo da Abiplast/Sindiplast e Angelo Roberto Sardinha Chagas, Diretor do Jornal de Plásticos
O setor petroquímico/plástico do RJ esteve, mais uma vez, em festa: O Simperj - Sindicato da Indústria do Material Plástico do RJ, promoveu, dia 18 de novembro de 2011, no Restaurante Porcão Rio’s, Rio de Janeiro-RJ, o tradicional jantar de confraternização de final de ano.
Reuniram-se em torno de 200 personalidades entre empresários do setor de plástico, do setor petroquímico e autoridades do Governo do Estado do Rio.
O “mestre de cerimônias” do evento, como sempre, foi a simpática figura de José da Rocha Pinto, Presidente do Simperj.
O JORNAL DE PLÁSTICOS fez-se representar por seu Diretor, Engº Ângelo Roberto Sardinha Chagas.
Dow é reconhecida como uma das 100 empresas inovadoras em 2011 pela Thomson Reuters
A Dow e a Rohm & Haas, empresa adquirida em 2009, participam do primeiro ranking da Thomson Reuters para Liderança Global de Inovação em Performance
A Dow Chemical Company (NYSE: DOW) foi reconhecida na primeira edição do Top 100 Global – Empresas Mais Inovadoras, segundo a agência de notícias Thomson Reuters. O ranking é baseado em uma metodologia própria para identificar as organizações mais influentes no mundo, por meio de seus trabalhos, patentes e dados de propriedade intelectual. A empresa Rohm & Haas, adquirida pela Dow em 2009, também participa do prêmio. As duas empresas foram homenageadas separadamente, pois foram consideradas as patentes registradas durante o período de 2008 a 2010.
“Como uma empresa transformadora, fortalecida pela integração com a Rohm & Haas, estamos capacitados a enfrentar os grandes desafios de um planeta em evolução, proporcionando maior valor aos nossos clientes”, afirma Andrew Liveris, presidente e CEO global da Dow. "Juntas, as duas empresas são uma companhia focada em soluções que reforçam o investimento em pesquisa e desenvolvimento e mantém uma estratégia de negócios e inovações em todo o mundo.”
A metodologia do ranking Top 100 Global 2011 da Thomson Reuters é baseada em quatro critérios: taxa de aprovação de patentes, alcance global das patentes, citações de literatura do setor e volume de patentes em geral. A metodologia foi elaborada usando diferentes ferramentas, como a Thomson Reuters Derwent Patents Index ® Mundial (DWPI) - que avalia informações de 47 autoridades de patentes diferentes ao redor do mundo. Análise financeira comparativa também foi utilizada como base para o estudo.
“Este importante reconhecimento da Thomson Reuters contribui com nosso rigoroso sistema de gestão em pesquisa e desenvolvimento, que nos ajuda a medir a importância e a influência de nossas inovações”, afirma Dr. William F. Banholzer, Vice-Presidente Executivo da Dow. "Nossas pesquisas e investimentos estão alinhados à megatendências globais (infraestrutura, alimentação, energia e bens de consumo) e apoiados em sólidos negócios. Na Dow sabemos que a inovação transforma o conhecimento em novas soluções, cria valor e impulsiona o crescimento”, diz.
Desde 2009 a Dow investiu mais de US$ 400 milhões (EBITDA) em inovação e espera alcançar aproximadamente US$ 1 bilhão em 2012 e US$ 2 bilhões em 2015. Alguns exemplos de soluções inovadoras que serão significativas para o portfólio da companhia são a tecnologia de Polímeros para telhas solares POWERHOUSE DOW ™ e o plástico verde a ser desenvolvido no Brasil.
“A inovação é um meio de crescimento e prosperidade para as empresas e nações que lutam para superar a estagnação econômica e alcançar vantagem competitiva”, afirma David Brown, presidente de negócio de Soluções IP da Thomson Reuters.
A Dow Chemical Company (NYSE: DOW) foi reconhecida na primeira edição do Top 100 Global – Empresas Mais Inovadoras, segundo a agência de notícias Thomson Reuters. O ranking é baseado em uma metodologia própria para identificar as organizações mais influentes no mundo, por meio de seus trabalhos, patentes e dados de propriedade intelectual. A empresa Rohm & Haas, adquirida pela Dow em 2009, também participa do prêmio. As duas empresas foram homenageadas separadamente, pois foram consideradas as patentes registradas durante o período de 2008 a 2010.
“Como uma empresa transformadora, fortalecida pela integração com a Rohm & Haas, estamos capacitados a enfrentar os grandes desafios de um planeta em evolução, proporcionando maior valor aos nossos clientes”, afirma Andrew Liveris, presidente e CEO global da Dow. "Juntas, as duas empresas são uma companhia focada em soluções que reforçam o investimento em pesquisa e desenvolvimento e mantém uma estratégia de negócios e inovações em todo o mundo.”
A metodologia do ranking Top 100 Global 2011 da Thomson Reuters é baseada em quatro critérios: taxa de aprovação de patentes, alcance global das patentes, citações de literatura do setor e volume de patentes em geral. A metodologia foi elaborada usando diferentes ferramentas, como a Thomson Reuters Derwent Patents Index ® Mundial (DWPI) - que avalia informações de 47 autoridades de patentes diferentes ao redor do mundo. Análise financeira comparativa também foi utilizada como base para o estudo.
“Este importante reconhecimento da Thomson Reuters contribui com nosso rigoroso sistema de gestão em pesquisa e desenvolvimento, que nos ajuda a medir a importância e a influência de nossas inovações”, afirma Dr. William F. Banholzer, Vice-Presidente Executivo da Dow. "Nossas pesquisas e investimentos estão alinhados à megatendências globais (infraestrutura, alimentação, energia e bens de consumo) e apoiados em sólidos negócios. Na Dow sabemos que a inovação transforma o conhecimento em novas soluções, cria valor e impulsiona o crescimento”, diz.
Desde 2009 a Dow investiu mais de US$ 400 milhões (EBITDA) em inovação e espera alcançar aproximadamente US$ 1 bilhão em 2012 e US$ 2 bilhões em 2015. Alguns exemplos de soluções inovadoras que serão significativas para o portfólio da companhia são a tecnologia de Polímeros para telhas solares POWERHOUSE DOW ™ e o plástico verde a ser desenvolvido no Brasil.
“A inovação é um meio de crescimento e prosperidade para as empresas e nações que lutam para superar a estagnação econômica e alcançar vantagem competitiva”, afirma David Brown, presidente de negócio de Soluções IP da Thomson Reuters.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Niterói Naval Offshore 2011 começa com onda de otimismo
Autoridades e representantes da indústria destacam oportunidades do setor.
A Niterói Naval Offshore Expo and Conference 2011 começou nesta segunda-feira (7) em clima de otimismo em relação ao bom momento da indústria naval brasileira. Com 118 expositores no pavilhão montado no Caminho Niemeyer, no Centro de Niterói, o evento funcionará até quinta-feira, das 14h às 21h, com Rodada de Negócios, palestras e minicursos. São esperados cerca de 15 mil visitantes. A entrada é franca.
Na abertura do evento, o presidente da Transpetro, Sergio Machado, afirmou que, apesar da crise econômica internacional, o país vive as expectativas positivas do início da exploração do petróleo no pré-sal. "O desafio no Brasil hoje é de gestão, é de gente. Temos que fazer parcerias para aumentar a formação de pessoal e não perder as grandes oportunidades. Não estou falando do chão de fábrica, mas de gestores intermediários. Até 2003 a indústria naval estava desacreditada e, hoje, com os avanços conquistados, somos o país com o maior potencial no setor. Temos que construir sondas, barcos de apoio, petroleiros, mas o maior desafio é formar gente. Ficamos muito tempo sem formação porque a indústria naval não tinha perspectivas. O peixe no mar é muito importante, porém, se não souber puxar a rede, ele vai ficar lá”, afirmou.
Para o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, a NNO é uma oportunidade de confirmação do potencial do setor em gerar novos negócios e empregos. Segundo Rocha, a cidade é o grande polo da indústria naval no país e só tende a crescer. Ele afirmou que o segmento emprega hoje 20 mil pessoas diretamente e que, até o fim do ano, serão gerados mais de 9 mil postos de trabalho.
"Este evento acontece num momento importante para Niterói, depois dos dois piores anos da cidade, com momentos difíceis. Hoje, pesquisas como a da Firjan mostram que Niterói voltou a ser melhor do Estado do Rio para se viver. Destacamos o nosso apoio à indústria naval porque, se ela é importante para Niterói, é mais fundamental ainda para o desenvolvimento do país", disse o prefeito Jorge Roberto Silveira.
A inovação também foi foco dos discursos. "Temos nesta edição da NNO maior participação das universidades, e as indústrias precisam desse apoio tecnológico. A Baía de Guanabara é a maior concentração de conhecimento naval do país e isso, às vezes, não é percebido. Precisamos de mais inovação tecnológica", frisou o secretário José Raymundo Martins Romêo. "Niterói foi o berço da indústria naval no Brasil e é também o berço do futuro do setor.”
O presidente do Instituto de Engenharia Aplicada à Sustentabilidade Socioambiental, Pedro Thadeu Silva, destacou a importância do evento, que o ITAESA promove em parceria com a Prefeitura de Niterói. “É um aglutinador de talentos e recursos através da Rodada de Negócios, do Networking Empresarial, das conferências, além da exposição de bens e serviços, focando sempre na indústria nacional. A indústria precisa superar obstáculos tecnológicos e a NNO é uma oportunidade para Niterói e Região mostrarem a sua força."
A Niterói Naval Offshore Expo and Conference 2011 começou nesta segunda-feira (7) em clima de otimismo em relação ao bom momento da indústria naval brasileira. Com 118 expositores no pavilhão montado no Caminho Niemeyer, no Centro de Niterói, o evento funcionará até quinta-feira, das 14h às 21h, com Rodada de Negócios, palestras e minicursos. São esperados cerca de 15 mil visitantes. A entrada é franca.
Na abertura do evento, o presidente da Transpetro, Sergio Machado, afirmou que, apesar da crise econômica internacional, o país vive as expectativas positivas do início da exploração do petróleo no pré-sal. "O desafio no Brasil hoje é de gestão, é de gente. Temos que fazer parcerias para aumentar a formação de pessoal e não perder as grandes oportunidades. Não estou falando do chão de fábrica, mas de gestores intermediários. Até 2003 a indústria naval estava desacreditada e, hoje, com os avanços conquistados, somos o país com o maior potencial no setor. Temos que construir sondas, barcos de apoio, petroleiros, mas o maior desafio é formar gente. Ficamos muito tempo sem formação porque a indústria naval não tinha perspectivas. O peixe no mar é muito importante, porém, se não souber puxar a rede, ele vai ficar lá”, afirmou.
Para o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, a NNO é uma oportunidade de confirmação do potencial do setor em gerar novos negócios e empregos. Segundo Rocha, a cidade é o grande polo da indústria naval no país e só tende a crescer. Ele afirmou que o segmento emprega hoje 20 mil pessoas diretamente e que, até o fim do ano, serão gerados mais de 9 mil postos de trabalho.
"Este evento acontece num momento importante para Niterói, depois dos dois piores anos da cidade, com momentos difíceis. Hoje, pesquisas como a da Firjan mostram que Niterói voltou a ser melhor do Estado do Rio para se viver. Destacamos o nosso apoio à indústria naval porque, se ela é importante para Niterói, é mais fundamental ainda para o desenvolvimento do país", disse o prefeito Jorge Roberto Silveira.
A inovação também foi foco dos discursos. "Temos nesta edição da NNO maior participação das universidades, e as indústrias precisam desse apoio tecnológico. A Baía de Guanabara é a maior concentração de conhecimento naval do país e isso, às vezes, não é percebido. Precisamos de mais inovação tecnológica", frisou o secretário José Raymundo Martins Romêo. "Niterói foi o berço da indústria naval no Brasil e é também o berço do futuro do setor.”
O presidente do Instituto de Engenharia Aplicada à Sustentabilidade Socioambiental, Pedro Thadeu Silva, destacou a importância do evento, que o ITAESA promove em parceria com a Prefeitura de Niterói. “É um aglutinador de talentos e recursos através da Rodada de Negócios, do Networking Empresarial, das conferências, além da exposição de bens e serviços, focando sempre na indústria nacional. A indústria precisa superar obstáculos tecnológicos e a NNO é uma oportunidade para Niterói e Região mostrarem a sua força."
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