quinta-feira, 4 de junho de 2020

Plastivida dá início à implementação do Programa Pellets Zero - OCS®

A Plastivida, licenciadora do Programa Internacional Operation Clean Sweep (OCS®), dá início ao processo de implementação do Programa Pellets Zero - OCS®. A implantação seguirá os parâmetros estabelecidos dentro do Fórum Ambiental dos Plásticos Por Um Mar Limpo, e será realizada na indústria petroquímica e nas empresas que atendem à logística dessa indústria. Na sequência, será lançada para a indústria de transformação em parceria, dentro do Fórum, com a ABIPLAST. O Programa tem por objetivo auxiliar a essas empresas na redução de eventual perda de pellets plásticos para o ambiente.
A partir de junho, as empresas que assinarem o compromisso com o Programa Pellets Zero - OCS® receberão a certificação com uma estrela e, com o processo de implementação do Programa, realizado em fases, graduações serão acrescentadas a seu certificado, até a pontuação máxima de 4 estrelas. Neste momento, a empresa poderá optar por seguir os parâmetros do OCS® Blue, conseguindo, assim a quinta e última estrela.
O sistema de estrelas foi desenvolvido no Brasil e é inovador no mundo e foi construído dentro do Fórum Ambiental dos Plásticos Por Um Mar Limpo. Aprovado pelo OCS®, pretende mostrar que essa certificação é um processo contínuo de desenvolvimento e monitoramento, feito de forma transparente e rastreável. Seu funcionamento é simples e padronizado. Cada estrela é obtida a partir das entregas das atividades necessárias para a certificação à licenciadora dentro de prazos definidos. A primeira estrela é obtida no momento que a empresa assume Compromisso com a sua licenciadora, a segunda a partir da realização do Diagnóstico das unidades, a terceira, após a elaboração do Plano de Trabalho e a quarta com a Implementação deste plano. Todo este processo tem prazo máximo de dois anos para ser concluído, mas a expectativa é que aconteça muito antes. Esse processo pode acontecer com apoio da licenciadora, que no Brasil são a Plastivida e Abiplast.
Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, esse é um importante passo, resultado de anos de estudos e de dedicação sobre o tema. "A Plastivida, como licenciadora do OCS® e conveniada com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo - IOUSP, está realizando um trabalho consistente de mitigação da questão dos resíduos nos oceanos", afirma o executivo. E completa: "esperamos a ampla adesão ao Programa para avançarmos nessa importante pauta ambiental. Embora a perda de pellet para o meio ambiente seja mínima quando comparado a outras fontes como a de resíduos sólidos urbanos, por exemplo, é um eventual tipo de resíduo que está dentro da Governança da indústria e por isso esta precisa fazer a sua parte".
A base do Programa é o Manual do Programa Pellets Zero - OCS®, adaptado à realidade brasileira. O Manual busca atender às metas previstas pelo Objetivo do Desenvolvimento Sustentável nº 14 (ODS-14), de conservação e uso sustentável dos oceanos, e às assumidas pelos governos de diversos países e por organizações intencionais da sociedade civil, durante a Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, em 2017.

Histórico
A atenção da Plastivida com a questão dos resíduos nos mares vem de longa data. Em 2011, foi lançado o Compromisso de Honolulu, com o objetivo de estimular o compartilhamento de soluções para reduzir o lixo marinho, buscando a melhoria da gestão dos resíduos em todo o mundo. Dirigido a Governos, Indústrias, ONGs e demais interessados, o documento tem o objetivo de servir como instrumento de gestão para a redução da entrada de resíduo de origem terrestre e de atividades marinhas no mar, bem como prever a retirada do material que já existe nos oceanos.
Decorrente dessa ação, no mesmo ano, foi assinada a "Declaração Global Conjunta da Indústria dos Plásticos", da qual a Plastivida é signatária, que formaliza a posição desta indústria mundial com relação ao tema dos resíduos nos mares. Organizações ligadas à cadeia produtiva do plástico de todo o mundo se comprometeram a trabalhar em conjunto com representantes dos governos, organizações não‐governamentais, pesquisadores e outros tomadores de decisão para prevenir o lixo no mar.
Em 2012, a Plastivida firmou um convênio com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo - IOUSP, para se capacitar e desenvolver estudos científicos para endereçar as discussões sobre o tema no Brasil. Esse trabalho resultou, em 2016, no lançamento do "Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo", que promove estudos, interagem com players mundiais sobre o tema e gera ações práticas, tanto de educação ambiental, quanto de solução para a questão. São signatários do Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo, além da própria Plastivida, a Abief, Abiplast, Abiquim, Abrade, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto de Engenharia, RadiciGroup Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sindiplast, Sinplast e Sinproquim. Para saber mais, acesse www.porummarlimpo.org.br.

SERVIÇO: Lançamento do Programa Pellet Zero - OCS®
Datas
• 5 de junho (manhã) - apresentação para a indústria petroquímica;
• 5 de junho (tarde) - apresentação para operadores logísticos da petroquímica;
• 8 de junho - apresentação para a transformação (para participação online, neste dia, fazer a inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfg63fiwqb24Ma-P2Dcs7ifjDHYR3MzScxT0d_9GYqH9XN-rQ/viewform )
Horário: 10h

Sobre a Plastivida: A Plastivida é o Instituto Socioambiental dos Plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos - suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado - a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. Para mais informações: www.plastivida.org.br


Projetos em acrílico têm ajudado a inibir a proliferação do Covid-19 em ambientes públicos

O acrílico atende especificações dos mais variados projetos e em diferentes estabelecimentos comerciais – como restaurantes, mercados, farmácias, bancos e até veículos de transporte público de passageiros, entre outros – permitindo que pessoas se encontrem ou que trabalhem de forma mais segura                                            
                                         

São Paulo, 03 de junho de 2020 – Nada está e nem deve ficar como antes. A pandemia tem mudado a vida de todos no mundo todo. Muitos não podem sair de casa ou quando podem, precisam evitar proximidade. O distanciamento social virou uma regra, pelo menos até que exista uma vacina ou tratamento eficaz para a Covid-19. Enquanto isso, quem trabalha com o público precisa se precaver para não se contaminar e nem contaminar aos outros. E é justamente neste sentido que o acrílico têm sido peça-chave. Leve, resistente, fácil de limpar e totalmente transparente, o material é usado em projetos como escudos protetores, divisórias, cubas e até viseiras médicas, entre outros itens.

Vistas pela primeira vez na Europa e na Ásia, as barreiras de proteção em acrílico para restaurantes permitem que as pessoas se encontrem e sentem-se juntas à mesa, sem que tenham contato direto. As peças podem ser facilmente instaladas em mesas e balcões e se adaptam bem em qualquer ambiente, podendo ser também moldadas e impressas à laser. Nesses projetos, a enorme variedade de espessura das chapas, além de cores, ainda pode contribuir para que o estabelecimento possa aliar sua identidade visual ao projeto de proteção.

Esses escudos se mostram fundamentais em épocas como essas, mas a verdade é que permitem a proteção de quem trabalha com o público durante todo o ano, não apenas do Coronavírus. Por isso, sua instalação em balcões de atendimento, como os de bancos e até caixas de supermercados, correios, lotéricas, farmácias e padarias, têm sido ampliada e deve se tornar cada vez mais comum.

E não é só em estabelecimentos comerciais padrões que as barreiras acrílicas podem ajudar a diminuir a contaminação. Essas divisórias também estão sendo usadas no setor de transporte de passageiros, como táxis e aplicativos. Como o acrílico é um material fácil de moldar, foi possível criar, através dele, uma barreira bonita, sofisticada e visualmente agradável para o interior de veículos. Ela é apoiada no encosto dos bancos dianteiros e divide a cabine do carro em dois ambientes. Assim, motorista e passageiros tem o menor contato possível. O produto, que é feito e oferecido por diversas empresas associadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), tem se tornado cada vez mais comum. Há inclusive empresas de locação de carros que oferecem o item como opcional. Fácil de instalar e de limpar, a peça pode ser adquirida inclusive pela internet. "Fazemos o produto com chapas cristais de 3 ou 4 mm de espessura. Modernas, elas atendem a demanda do setor por mais segurança sem comprometer o visual do carro", explica Isabella Covre, relações públicas da Emporium Acrílicos.

Embora alguns desconheçam, a área médica não é novidade para as empresas do setor de acrílico. A produção de incubadoras e berços em acrílico hospitalar para recém-nascidos são alguns dos itens comuns desenvolvidos pelo segmento e algumas das empresas ligadas ao INDAC. Assim, nada mais natural que as empresas deste setor ofereçam aos hospitais, além de outros segmentos, inúmeros outros projetos e produtos, como viseiras protetoras para profissionais da saúde e cubas, usadas na intubação de pacientes, além dos mais diversos tipos de porta-objetos.

Segundo Carlos Marcelo Thieme, Diretor Presidente do INDAC, esse não é um período fácil para ninguém, nem para as pessoas, nem para as empresas. Mas os associados do INDAC têm procurado se reinventar e ajudar o país da maneira que sabem, trabalhando com o acrílico.

Além das vendas, muitas empresas ligadas à entidade têm doado material para hospitais e centros de atendimento que atuam no combate ao Covid-19. "Acreditamos que esse é o Brasil que dá certo, quando cada um contribui com o que pode", conta Ralf Sebold, diretor da Bold.

As vantagens na escolha do acrílico como matéria-prima:
Transparência: 92% em qualquer espessura – a maior dentre todos os materiais, além de opções de chapas jateadas ou anti-refletivas;
Resistência ao impacto: 10 vezes superior ao vidro;
Variação de espessuras e tamanhos: de 1,0 a 50,0 mm e chapas de 1 x 1 até 2 x 3 metros;
Facilidade de dobragem, colagem e moldagem;
Infinitas opções de cores transparentes, como verde vidro, azul piscina, amarelo bebê ou gradações de fumês – adequando-se a necessidade e ousadia de qualquer projeto.
Importante salientar que a matéria prima do acrílico (MMA) e toda cadeia produtiva, chapas e peças são nacionais e não possuem dependência do mercado internacional para seu desenvolvimento.
Limpeza: deve ser feita com água e sabão neutro.

Arkema finaliza a venda de seus negócios de Poliolefinas Funcionais

A venda do negócio de poliolefinas funcionais da Arkema para a SK Global Chemical foi finalizada em 1º de junho e está totalmente alinhado com a estratégia de reorientar as atividades do Grupo em Materiais Especiais. 
Com vendas de cerca de € 250 milhões, o negócio de Poliolefinas Funcionais, que faz parte da atividade do PMMA, compreende copolímeros e terpolímeros de etileno para os mercados de embalagens de alimentos, cabos, eletrônicos e revestimentos.
Este negócio emprega cerca de cem pessoas na França e possui uma rede internacional de vendas de cerca de trinta pessoas, que agora se juntarão à SK Global Chemical, uma subsidiária do grupo sul-coreano SK.
Com base no valor da empresa de 335 milhões de euros, esse desinvestimento está totalmente alinhado com a estratégia do Grupo de se especializar em Materiais Especiais até 2024, apresentado em 2 de abril de 2020, centrado nos três segmentos complementares e altamente inovadores de: soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento.
Com base em seu conjunto exclusivo de conhecimento em ciência de materiais, a Arkema, segundo informam, "oferece um portfólio de tecnologias de primeira qualidade para atender à crescente demanda por materiais novos e sustentáveis. Com a ambição de se tornar, em 2024, um participante puro em Materiais Especiais, o Grupo está estruturado em 3 segmentos complementares, resilientes e altamente inovadores, dedicados a Materiais Especiais - soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento - representando cerca de 80% das vendas do grupo, e um segmento de intermediários bem posicionado e competitivo. A Arkema oferece soluções tecnológicas de ponta para enfrentar os desafios atuais, entre outras coisas, novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade, além de promover um diálogo permanente com todas as partes interessadas. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países, com 20.500 funcionários em todo o mundo." www.arkema.com.br

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Evonik lança SURFYNOL® 104 de baixo VOC

  • Quando se trata de desempenho, não fazemos concessões
  • Melhor classificação quanto a regulamentações e rotulagem internacional, mais fácil de manusear
O que poderia ser melhor que um aditivo multifuncional de alta performance? O mesmo aditivo, mas sem VOC! A linha de negócios Coating Additives da Evonik apresenta a próxima geração do produto favorito de seus clientes: SURFYNOL® 104 Z. São muitas as aplicações que usam o aditivo para melhorar tanto a formulação quanto o revestimento acabado. Em revestimentos automotivos ou industriais, revestimentos para plásticos ou madeira, ou tintas de impressão, há muito o SURFYNOL® 104 é um dos aditivos mais conhecidos e de maior sucesso na indústria mundial de tintas e revestimentos.

O aditivo de nova geração é tão eficaz quanto seu predecessor, com um benefício decisivo: apresenta virtualmente zero VOC (dependendo de diretrizes regionais e métodos de medição). Em virtude dessa vantagem significativa, o produto necessita de um mínimo de rotulagem especial e, por esse motivo, é mais fácil de usar, processar e armazenar. SURFYNOL® 104 Z é um aditivo sem silicone que foi desenvolvido em resposta aos requisitos regulatórios cada vez mais restritivos.

Como ocorre com a geração anterior, o novo aditivo também é adequado para aplicações que exigem conformidade em relação ao contato com alimentos, cumprindo os requisitos da FDA e Swiss A. Além do menor teor de VOC e melhor rotulagem de produto, o SURFYNOL® 104 Z ainda oferece os benefícios pelos quais é conhecido: antiespumante, umectante, melhora nivelamento e, acima de tudo, não interfere na fórmula. Conforme exigido, o produto pode ser usado em qualquer estágio do processo de formulação: moagem, completagem, produção ou durante o controle de qualidade subsequente.

SURFYNOL® 104 Z é um surfactante multifuncional de tecnologia conhecida como gemini que promove o equilíbrio entre a umectação dinâmica e a antiespumação molecular. O produto contém 50% de ativos. O novo aditivo não contém HAPs e facilita a transição dos formuladores de sistemas base solvente para sistemas base água.

Para mais informações sobre o SURFYNOL® 104 Z, acesse 
www.coating-additives.com.

Informações da Empresa
A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019. A Evonik vai muito além da química para criar soluções inovadoras, rentáveis e sustentáveis para os clientes. Mais de 32.000 colaboradores trabalham juntos com um propósito em comum: queremos melhorar a vida das pessoas, todos os dias.


Sobre Resource Efficiency
O segmento Resource Efficiency, dirigido pela Evonik Resource Efficiency GmbH, produz materiais de alta performance, aditivos especiais ambientalmente amigáveis e sistemas eficientes em energia aplicados nas indústrias automotivas, de tintas & revestimentos, de adesivos e da construção, dentre muitas outras. Com cerca de 10.000 colaboradores, o segmento gerou vendas de aproximadamente 5,7 bilhões de euros em 2019 em operações contínuas.

terça-feira, 31 de março de 2020

Produção e vendas da indústria química crescem no 1º bimestre de 2020


Setor segue apreensivo em relação ao impacto do Covid-19
sobre a indústria química e a economia brasileira

São Paulo, 27/03/2020 –
No primeiro bimestre de 2020 os principais índices de volume dos produtos químicos de uso industrial cresceram em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim.

A produção cresceu 0,7% e as vendas internas 1,47%, nos dois primeiros meses do ano. O volume de importações dos produtos do Relatório de Acompanhamento Conjuntural (RAC) da Abiquim cresceu 3,1%, enquanto as exportações caíram 15,4%, no mesmo período.

No entanto, a demanda por produtos químicos de uso industrial medida pelo Consumo Aparente Nacional (CAN) caiu 2,1% nos meses de janeiro e fevereiro na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o índice de utilização da capacidade instalada manteve-se estável em 73%, nos dois primeiros meses do ano, mesmo nível de igual período de 2019.

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, as expectativas iniciais eram positivas, mas é muito difícil prever em que medida o setor químico será afetado. “Até meados de fevereiro, as expectativas eram as de que em 2020 os resultados seriam melhores do que foram nos dois anos anteriores, mas a eclosão e disseminação do Covid-19 gerou uma mudança radical do cenário”, explica Fátima. Segundo a executiva, a Abiquim vem colhendo informações qualitativas sobre o desempenho de março e previsões para os próximos meses, até para atender demanda do próprio governo. Em uma avaliação ainda preliminar, Fátima explica: “que os dados qualitativos referentes a março dão a indicação ainda de algum aquecimento, por conta da ampliação da demanda em segmentos mais críticos. O impacto maior deverá recair sobre o setor a partir da última semana de março e começo de abril. Há uma preocupação das empresas em relação a algumas medidas que vem sendo tomadas na direção da quarentena e que podem inviabilizar a produção, a logística do transporte de produtos pelas rodovias, além do fato de os trabalhadores não conseguirem chegar às fábricas”.

A diretora da Abiquim alerta que devido a natureza essencial do setor e da ampla utilização de produtos na área de saúde, a indústria química está pronta e sedenta para contribuir com a sociedade no combate ao vírus, lembrando que há um espaço a ser ocupado pela ociosidade elevada de cerca de 30%. “Muitos produtos fabricados ao longo da cadeia química são utilizados para garantir a higienização dos ambientes (cloro, álcool gel, sanitizantes, desinfetantes, detergentes, entre outros), muitos entram na linha de frente diretamente nos hospitais (medicamentos, gases medicinais, destaque para o oxigênio, anestésicos, luvas, máscaras cirúrgicas e descartáveis em geral, bolsas de sangue), dentre tantos outros. Neste momento, a principal questão é manter a produção das fábricas de insumos em operação e, inclusive, ocupar eventuais capacidades ociosas. Inclusive, está havendo um enorme esforço das áreas técnicas das empresas em direcionar a produção para esses produtos de maior necessidade neste momento, e que estão em falta no mundo, para suprir as necessidades de ampliação da demanda. Não basta apenas facilitar a importação, a questão é que para alguns produtos não há de onde trazer. Precisamos aproveitar as cadeias existentes e estimular todas as empresas na busca por alternativas”, explica Fátima.

Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

Grupo Tigre anuncia novos membros no Conselho de Administração

O Grupo Tigre, multinacional brasileira presente em 30 países e líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, anuncia mudanças em seu Conselho de Administração. Francisco Amaury Olsen, que ocupou a presidência da Tigre por 15 anos, e Walter Herbert Dissinger, CEO da WMDM Design de Ecossistemas, Consultoria e Investimentos, assumem como membros do Conselho, que tem como presidente Felipe Hansen.

Deixam o conselho Antônio Cortizas Noguerol, que continuará atuando no Comitê de Auditoria, Finanças e Riscos (CAFR) e no Conselho de Família Hansen, e Leonardo Fausto Zipf. Dessa forma, o novo colegiado será composto por Felipe Hansen, Décio da Silva, Fábio Hering, Francisco Amaury Olsen e Walter Herbert Dissinger.

Sobre o Grupo Tigre
Com uma história de quase 80 anos, a Tigre é uma multinacional brasileira com forte presença internacional, líder em soluções para construção civil e cuidado com a água. A empresa oferece um amplo portfólio de produtos que atende os mercados predial, de infraestrutura, de irrigação e industrial. Presente em 30 países, conta com cerca de sete mil funcionários, 11 plantas no Brasil e 12 no exterior: Argentina (2), Bolívia (2), Chile (2), Colômbia, Equador, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. Além de tubos e conexões, fazem parte do Grupo: Claris Tigre (esquadrias de PVC), Ferramentas para Pintura, Tigre-ADS (tubulações de PEAD para saneamento e drenagem), Fabrimar e Tigre Metais (no segmento de metais sanitários), além da TAE -- Tigre Água e Efluentes (tratamento e reutilização da água).

Indústria química implanta ações de combate ao Coronavírus

Para garantir o abastecimento de cloro para o tratamento de água e fabricação de produtos de limpeza, Unipar manteve a operação no mesmo ritmo de antes da crise, ampliou o monitoramento sanitário e já observa 15% de alta na procura por insumos

A importância de garantir o transporte e o fluxo de produtos capazes de assegurar o abastecimento de itens essenciais, como alimentos e produtos usados na higienização de espaços privados e públicos, e tratamento de água, caso do cloro, que tem sido sucessivamente abordado pelas autoridades brasileiras, a exemplo do ministro Luiz Henrique Mandetta.

É dentro dessa perspectiva que a Unipar, uma das indústrias químicas líderes na produção de cloro, soda, derivados do cloro e PVC na América do Sul, se preparou e tem implantado uma série de ações para enfrentar a pandemia que se alastra por todo mundo e começa e tomar novos contorno no Brasil.

O cloro e hipoclorito de sódio produzidos pela empresa, por exemplo, são usados no tratamento de água, esgoto, efluentes e desinfecção. A soda caustica, para produção de sabão e detergentes para higienização geral, e também na produção de alimentos. Já o PVC, para produção de bolsas de sangue e soro, equipos e cateteres, blisters de medicamentos e embalagens para alimentos, limpeza e higiene pessoas.

Para garantir o fornecimento de insumos com finalidades tão essenciais, a Unipar indica que iniciativas já em curso foram estabelecidas para manter a operação das fábricas em ritmo normal, similar ao praticado antes dos efeitos do Coronavírus, como detalha o diretor-presidente da companhia, Mauricio Russomanno.
"Instauramos um comitê de crise na Unipar, responsável por comunicar, integrar e definir os próximos passos. Esse grupo é formado por gestores e representantes de todas as áreas, que respondem diretamente à diretoria executiva da companhia, e discutem frequentemente todas as ações que devem ser executadas nesse regime especial de funcionamento".

Além disso, o diretor-presidente da Unipar aponta que ações técnicas foram definidas para intensificar a segurança sanitária de todas as cargas que entram e saem das três plantas da companhia, instaladas nas cidades de Cubatão (SP) e Santo André (SP), no Brasil, e Bahía Blanca, na Argentina, inclusive com ajuda da tecnologia.

Para isso, foi elaborado um plano de contingenciamento com a implantação de máquinas e impressão de QR Code para aposentar o uso das canetas durante a identificação de fornecedores na recepção das fabricas, além de monitoramento constante de todo o transporte de volumes. "Instauramos ainda procedimentos como a medição da temperatura de todas as pessoas que acessam a fábrica, inspeções especiais de entrada dos motoristas com carregamentos nos sites, para operações de importação e exportação de insumos e fizemos a projeção de estoques de produção de PVC, soda, cloro e clorados", explica Russomano. A companhia também passou a dimensionar a priorização de entregas dos insumos, sempre com foco nas operações sanitárias, mais urgentes em meio a uma situação grave de saúde pública.

Para o empresário, controlador e presidente do Conselho de Administração da Unipar, Frank Geyer, as medidas tomadas pela empresa devem ser unanimidade no setor para minimizar ao máximo o impacto dessa pandemia em território nacional. "Entendemos que essa possa ser a forma mais eficiente de contribuirmos para evitar um colapso social, econômico e de saúde no Brasil", diz ele.

Sobre a Unipar
A Unipar é uma das indústrias químicas líderes da América do Sul, referência na fabricação de cloro, soda cáustica e PVC, insumos que formam a base de todas as indústrias e tem ações negociadas na bolsa de valores brasileira (B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão).
Com atuação de cerca de 1400 funcionários em seus escritórios e plantas industriais em Cubatão (SP) e Santo André (SP), no Brasil, e Bahía Blanca, na Argentina, a Unipar tem foco em qualidade, segurança, respeito ao meio ambiente, integração comunitária e valorização de seus colaboradores.
Ao longo de seus 50 anos de história, a Unipar se conecta e se integra à comunidade por meio de seu Conselho Consultivo Comunitário (CCC), que reúne vizinhos, organizações sociais e representantes da empresa. Além disso, é pioneira na implementação do Programa Fábrica Aberta, que mantém suas plantas abertas aos visitantes durante todos os dias do ano, 24 horas por dia.