sábado, 8 de janeiro de 2011

Abiquim tem nova gerente na área de comércio exterior


A engenheira Denise Mazzaro Naranjo passou a coordenar, a partir de 3 de janeiro, a área de Assuntos de Comércio Exterior da entidade. Ela é formada em engenharia química pela Fundação Armando Álvares Penteado, com pós-graduação em Economia Internacional e em Gestão Empresarial para a Indústria Química. Denise trabalha na Abiquim há 24 anos como assessora de Comércio Exterior.
Denise sucederá ao economista Renato Endres, que ingressou na Abiquim em 1969 e coordenou a área de Comércio Exterior da entidade por 22 anos. Endres continuará colaborando com a Abiquim como consultor.

Viapol lança VitPOLI ECO


Referência nacional no mercado de impermeabilizantes e no desenvolvimento de soluções para o setor da construção civil, a Viapol acaba de lançar o VitPOLI ECO, um revestimento impermeabilizante que traz grande apelo ecológico e eficiência na aplicação, sendo recomendado para a proteção e acabamento impermeável de estruturas metálicas e de concreto; proteção das estruturas de tanques e reservatórios de efluentes industriais e esgoto; e impermeabilização de reservatórios de água potável.

O novo produto conta com as seguintes vantagens: é produzido à base de poliuretano vegetal; é isento de solventes; possui baixo teor de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis); apresenta grande aderência em diversos substratos, dispensando o uso da camada de imprimação (primer); e conta com elevada resistência química, à corrosão e às altas temperaturas (superior a 90°C).

O VitPOLI ECO resulta em uma membrana flexível com características físico-químicas de alta performance, que suporta exposição aos raios UV e é resistente ao vapor d'água. Além disso, não altera a potabilidade da água, tornando-se uma solução ideal para a área de saneamento básico. "O produto resiste quimicamente à agressão do esgoto e vários efluentes", explica Marcos Storte, gerente de negócios da Viapol, lembrando que o lançamento atende os requisitos da NBR 15487:2007 - Membrana de Poliuretano para Imp ermeabilização.

Ele destaca que as estruturas de concreto - e mesmo outras superfícies metálicas ou de alvenaria -, quando em contato intenso com água ou esgoto, sofrem um processo gradual de deterioração, causado por substâncias que geram reações químicas agressivas e que vão, aos poucos, corroendo os materiais. Este processo pode ter consequências bastante graves, como o comprometimento da estanqueidade, a exposição das armaduras, etc., exigindo grandes períodos para manutenção e um custo significativo.

"A Viapol já forneceu o VitPOLI ECO para uma Estação Elevatória de Esgoto, em Cuiabá (MT), como obra piloto, na qual foi possível demonstrarmos, na prática, que o produto tem fácil aplicação em condições climáticas adversas", conta Storte. O produto está disponível para todo o Brasil, acompanhado de folheto com orientação para seu uso adequado.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Amut coloca-se à disposição do mercado transformador plástico brasileiro


A empresa italiana Amut apresenta suas especificidades e tecnologia na vanguarda em linhas de extrusão, reciclagem e termoformagem, para as indústrias da transformação plástica. Característica da empresa, no mercado mundial, além da qualidade tecnológica, junto ao aumento (volume/qualidade) da produção, a empresa se faz presente, também, na formação dos mecânicos dos clientes, na assistência técnica, quando necessária, tornando-se numa referência como fornecedora para a indústria do plastico. Oferece, portanto, ótimos equipamentos e soluções específicas para cada tipo de cliente.
A Amut foi fundada, há mais de 50 anos, na cidade de Novara (Itália). Contando com uma equpe de 115 funcionários, ocupa 37 mil metros quadrados de área, com 3 galpões, um dos quais especificamente ligado à pesquisa e desenvolvimento tecnológico, fabricando peças para diversos tipos de máquinas e equipamentos para a extrusão, termoformagem e reciclagem do plástico.
Desde 1958 vem atuando, internacionalmente, nessa área e, com o crescimento, a empresa investiu em pesquisas e desenvolveu tecnologias próprias competindo com outros fabricantes italianos e internacionais, fazendo com que a tecnologia da empresa e o seu know-how sejam a marca da sua qualidade. Atualmente exporta mais de 80% da sua produção.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Presidente da Abiplast fala das perspectivas do setor para o próximo Governo


"O setor de transformação do plástico acredita que no próximo Governo seja possível solucionar alguns gargalos com reformas e ações para que o País possa expandir os seus investimentos, pois o crescimento econômico nacional continua muito atrelado ao consumo. Estamos presos em uma armadilha: toda vez que o consumo aumenta, logo vem um aumento de juros para segurar a inflação.

A elevada carga tributária é a principal barreira para o crescimento das empresas, independentemente de seu porte. Outro fator limitante é o juro elevado, que aumenta os riscos econômicos do negócio, afetando-o negativamente ao agravar o custo dos investimentos, maiores despesas financeiras com capital de giro, minando os recursos a serem investidos e estimulando a especulação com impacto também no cambio. O câmbio valorizado reduz a competitividade dos produtos nacionais e, associado à baixa qualidade da infraestrutura, encarece muito os nossos produtos no mercado externo.

Outro grande obstáculo, em especial para as pequenas e médias empresas, é a escassez de recursos próprios, carência ainda não sanada integralmente pelas linhas de crédito do BNDES, que teve um papel relevante para abreviar o impacto da crise no Brasil. É preciso, também, ampliar os sistemas de informação sobre linhas de apoio ao investimento e os fundos de investimentos, os quais são apontados, principalmente pelas pequenas empresas, como obstáculos significativos à aplicação de recursos em empreendimentos produtivos. Portanto, o elevado custo para produzir e a dificuldade de investir para ganhar mais competitividade precisam ser urgentemente solucionados. O Brasil, nos últimos anos, venceu várias etapas do desenvolvimento com muito sucesso, mas agora precisamos de soluções novas para velhos problemas que, se não resolvidos, poderão comprometer nosso crescimento no futuro; e isso, convenhamos, é um imenso risco na volátil e caprichosa economia contemporânea".

*José Ricardo Roriz Coelho é presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast), da Vitopel e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Escola de Consumo Responsável ensina como evitar o desperdício das sacolas plásticas

Com o objetivo de ampliar o alcance dos conceitos sustentáveis sobre consumo e descarte de sacolas plásticas e com o diferencial de ser itinerante, foi apresentada, em 21/10, a Escola de Consumo Responsável, que levará por todo o Brasil as práticas de redução do uso excessivo, da reutilização e do descarte adequado das sacolinhas plásticas. O evento aconteceu na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, com o apoio da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) e do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro (Simperj). Contou com a presença, dentre outros, de Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente, que parabenizou o evento e reforçou a importância da responsabilidade compartilhada no esforço de consumo consciente da população; Paulo Ramos, deputado estadual do RJ; Francisco de Assis Esmeraldo, Presidente da Plastivida, uma das entidades idealizadoras do projeto e José da Rocha Pinto, Presidente do Simperj – Sindicato da Indústria do Material Plástico do RJ.

Trata-se de um sistema de treinamento das lideranças das redes varejistas sobre como é possível utilizar adequadamente as sacolas plásticas sem que haja prejuízo ao meio ambiente. Fiscais, supervisores, gerentes e encarregados dos supermercados são capacitados para explicarem para os demais funcionários dos supermercados, assim como aos clientes, as boas práticas sobre o uso das sacolinhas. “A Escola de Consumo Responsável vai formar multiplicadores sobre os conceitos de sustentabilidade, voltados ao uso dessas embalagens”, explica Paulo Dacolina, diretor Superintendente do Instituto Nacional do Plástico (INP), outra das entidades idealizadoras deste projeto.

O grande diferencial deste projeto é o seu alcance. Dacolina explica que o formato desenvolvido – aulas de quatro horas, ministrada por instrutores previamente preparados e com apoio de material didático – faz com que seja possível levar a Escola a cada supermercado do país que tiver interesse nesse tipo de treinamento. “O resultado prático é a redução do desperdício das sacolas plásticas, além da conscientização e o maior envolvimento da população nas questões sustentáveis”, afirma o executivo.

Os fundamentos da Escola partem do princípio que a preservação ambiental é responsabilidade de todos: poder público, iniciativa privada e população. A iniciativa também promove sacolas produzidas dentro da Norma ABNT 14937, uma vez que é direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar suas compras. Quando feitas dentro de Norma, as sacolas são mais resistentes e podem ser usadas em menor quantidade, evitando seu desperdício e permitindo ainda sua reutilização.

Esse projeto envolve o conceito da sustentabilidade. “Exemplo disso é a própria cartilha usada, desenvolvida em um papel sintético produzido com plásticos reciclados do pós-consumo, inclusive com as sacolinhas”, explica Dacolina. O resultado é uma cartilha feita de um material de alta qualidade visual, extremamente resistente (não rasga, não molha) e que, por ser de plástico, é 100% reciclável.

Lançamento no Rio de Janeiro – A cidade foi escolhida para este lançamento em função do sucesso alcançado com o piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, também iniciativa da indústria - INP, Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos e Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF). “Em um mês, o Rio de Janeiro foi a cidade que alcançou o maior índice de redução no desperdício de sacolas plásticas – 15%”, afirma Dacolina.

A Escola de Consumo Responsável já está em funcionamento no Rio de Janeiro, onde mais de 400 colaboradores de sete supermercados já foram treinados. “O trabalho seguirá por todo o país, para que a população possa continuar usufruindo dos benefícios das sacolinhas – praticidade, durabilidade, economia, higiene – e, ainda, garantir a preservação do meio ambiente”, completa Dacolina.

Informar e capacitar pessoas para atuarem com responsabilidade e transmitir os conceitos de sustentabilidade no consumo tem sido iniciativas constantes da indústria do plástico. A Escola de Consumo Responsável é parte do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que envolve indústria, varejo e população na questão da responsabilidade compartilhada para o meio ambiente.

O Programa chegou, em dois anos, a sete capitais brasileiras (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro e Recife) e, ainda em 2010, será implantado em Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC). “Nesse período, o Programa conseguiu reduzir em 3,9 bilhões o número de sacolas usadas no Brasil”, afirma Paulo Dacolina. E completa: “com a Escola de Consumo Responsável, o alcance do trabalho de conscientização será ainda maior”.

Para participar dos treinamentos e levar a Escola de Consumo Responsável a sua cidade, entre em contato: inp@inp.org.br

Sindicato destaca a sustentabilidade do plástico

A importância do plástico para o desenvolvimento de diversos setores da economia é indiscutível. Em um passado recente, o plástico foi considerado uma grande solução para o meio ambiente. As suas aplicações desde as sacolas que substituíram os sacos de papel, os canos de PVC que não contaminam a água, embalagens higiênicas para alimentos e muitas outras aplicações facilitaram a vida de todos.

Segundo o SIMPEP - Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná-, existem progressos que jamais retrocedem. Não é possível viver sem o uso de plástico, material presente em quase tudo o que usamos como: computadores, CDs, DVDs, carros, eletroeletrônicos, utensílios, construção civil, móveis, material de higiene, entre tantas outras coisas que são de suma importância no cotidiano das pessoas.

O mundo vive uma fase de falta de cultura e de conscientização em reciclar, e reaproveitar, isso faz com que o plástico seja julgado como vilão do planeta. Não se pode resolver um problema começando por suas consequências e sim pelos fatores que podem ocasioná-los.

Segundo a presidente do SIMPEP, Denise Dybas Dias o plástico revolucionou a vida do homem atual. “Se todos os esforços e investimentos para promover a imagem dos plásticos como poluidores do meio ambiente fossem direcionados para a promoção da reciclagem e da importância da conscientização em separar o lixo, resolveríamos todos os problemas desta questão e ainda ganharíamos em geração de renda e riquezas”, diz.

“Faltam ainda no Brasil, políticas que incentivem e valorizem as indústrias de reciclagem. Estas que atualmente sofrem como todas as outras indústrias do país com a alta carga tributária e outros desafios, quando deveriam ser consideradas como prestadoras de serviços e de utilidade pública”, completa a presidente.

Hoje o Paraná conta com mais de 600 empresas de transformação do plástico, contribuindo decisivamente com a economia do estado, dando oportunidade de empregos para cerca de 18 mil pessoas.

Em torno de 200 empresas de reciclagem de resinas termoplásticas também estão instaladas no Paraná, que juntas reciclam 100 mil toneladas de plástico e geram na faixa de 3 mil empregos diretos e mais de 10 mil indiretos.

Romi participa pela primeira vez da K na Alemanha


A Indústrias Romi S.A.,empresa líder brasileira no setor de máquinas-ferramenta e máquinas para processamento de plásticos, estará presente na Feira K 2010, na Alemanha, para apresentar ao mercado europeu as novidades da sua linha de máquinas para plásticos da conceituada marca Sandretto. É a primeira participação da companhia no evento após a aquisição das operações da italiana Sandretto em 2008. A K 2010 será realizada entre os dias 27 de outubro e 3 de novembro, no pavilhão Messe Düsseldorf GmbH, na Alemanha.
“A participação conjunta nesta que é uma das maiores feiras mundiais do setor de máquinas para processamento de plástico demonstra a consolidação internacional das operações da Romi e da Sandretto, que hoje possui uma rede própria de distribuição e de serviços pronta para atender aos importantes mercados e unidades de produção da Europa e do resto do mundo”, afirma Hermes Lago Filho, diretor de Comercialização da Romi.
Em seu estande de 400 m², a Romi vai expor as máquinas Sandretto EL 220, da linha Técnica; a Sandretto HPF 200, da linha para embalagem e um lançamento exclusivo para a feira, a Sandretto EN 150, da linha para Aplicação Geral:
Técnica: Linha de produto voltada para peças técnicas, com injetoras elétricas da linha Sandretto EL, de 100 a 220 toneladas de fechamento, também com solução técnica multicomponentes;
Embalagem: Linha projetada para satisfazer os clientes de embalagens, com peças de paredes finas e necessidade de ciclos rápidos. As máquinas Sandretto HPF e Sandretto TES possuem soluções hidráulicas ou híbridas e vão de 150 a 1100 toneladas de fechamento.
Aplicação Geral: Linha feita para atender produtos de aplicação geral. Nesta linha temos injetoras de 75 a 5000 toneladas de força de fechamento, com tecnologia hidráulica e híbrida. Linhas Sandretto EN, Sandretto HP, Sandretto TES e Sandretto HES.

Durante a feira, a Romi demonstrará a produção de uma peça médica sendo injetada com dois diferentes materiais, sendo que a injeção do segundo material estará acoplada diretamente no molde. Demonstrará também a injeção de um copo de 300 ml em PS (molde com 4 cavidades) integrada com uma solução de IML (In Mould Labelling) lateral. Além disto, demonstrará uma automação completa na produção de pás de café, num molde de 52cavidades.

Para Hermes Lago, “a demonstração desses equipamentos na feira vai evidenciar como a união das operações foi benéfica para Romi e Sandretto e para o mercado de máquinas para plástico em geral”. Outro fator importante a ressaltar é a grande expansão das marcas internacionalmente. O diretor explica que, além da participação na K2010, a companhia atua em outras grandes feiras internacionais, o que demonstra a importância do mercado externo para a Romi.