segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cursos sobre reciclagem de plásticos: em Rio Claro (SP) e São Paulo (Capital)

A RECICLAGEM DE PLÁSTICOS: 
MEIO AMBIENTE, PROJETO, OPERAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO

Próximo:  Favor Entrar em Contato

Público alvo: Profissionais liberais, estudantes de nível superior, recicladores de plástico, proprietários de depósitos de sucatas, e participantes de cooperativas de catadores interessados em agregar valor à produção.

Programa:
1. Meio Ambiente : Composição do lixo, Política Nacional de Resíduos Sólidos;
2. Resinas Plásticas: definições , indice de fluidez, aplicações , testes de identificação;.
3. Transformação de plásticos: noções dos processos de injeção, extrusão e sopro.
4. Processos de reciclagem: viabilidade econômica; reciclagem mecânica: equipamentos; processos de reciclagem de PE, PP e PET; preços; PET reciclado; aplicações; fornecedores de sucata plástica; noções de eletricidade; decantador para separação de lama.
5. Plano de negócios: Premissa, investimento, capital de giro, despesas financeiras, tributos, custos fixos e variáveis, retorno do investimento, ponto de equilíbrio, rentabilidade.

Data e Local : Favor entrar em contato

Carga horária: 8 hrs

Importante: o valor do Investimento dá direito também a apostila,


Para maiores informações sobre estes cursos, os interessados devem entrar em contato com a redação do Jornal de Plásticos / Plásticos Em Foco, através do e-mail jorplast@jorplast.com.br 
ou pelo fone (21) 2717-0375. 
Também são ministrados cursos "in-company".

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Reciclagem do PET apresentou forte crescimento em 2011

Durante a Rio + 20, Brasil consolida posição
entre os líderes mundiais da atividade


O Brasil mantém a sua posição entre os líderes da reciclagem de PET no mundo. Em 2011, o País deu a destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens de PET pós-consumo, o que representa 57,1% das embalagens descartadas pelo consumidor. Os números do 8.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), durante a Rio + 20, também trazem outros dados animadores.

Os detalhes foram apresentados durante a I Conferência Internacional da Indústria do PET, realizada no Hotel Renaissance, em São Paulo, entre 11 e 12 de junho. O evento reuniu mais de 340 participantes de 21 países, entre produtores de resina, recicladores, fabricantes e usuários da embalagem, máquinas e equipamentos, ao lado de consultores e especialistas internacionais, que falaram das principais tendências deste mercado.

Números mostram crescimento

O volume total reciclado em 2011 corresponde a um aumento de 4,25% em relação às 282 mil toneladas recicladas em 2010. Esse índice é mais do que o dobro do crescimento registrado na produção de novas embalagens, que mesmo enfrentando a crise mundial, foi de 2% em 2011. Atualmente, com faturamento de R$ 1,2 bilhão, a reciclagem responde por mais de um terço de todo o faturamento da indústria do PET no Brasil.

“Isso mostra que, apesar das dificuldades em relação à coleta seletiva, o trabalho da indústria, no sentido de gerar demanda para o PET reciclado, contribui fortemente para o desenvolvimento da atividade”, afirma o presidente da Abipet, Auri Marçon. “Além disso, coletamos, reciclamos e aplicamos o material reciclado em nosso próprio território. Não exportamos as embalagens pós-consumo, como fazem algumas nações desenvolvidas, que têm bons sistemas de coleta, mas enviam seus resíduos sólidos urbanos para serem reciclados em países em desenvolvimento”, afirma.

Destinação do PET reciclado

O mercado têxtil continua sendo o principal destino de todo do PET reciclado no Brasil. O setor responde pelo uso de aproximadamente 40% de todo o material. O segundo lugar, com 18% cada um, é dividido entre os setores de embalagens e o de aplicações químicas. “A indústria têxtil continua sendo a grande aposta, mas nos chama a atenção o fantástico crescimento da utilização do PET reciclado na fabricação de uma outra embalagem, o chamado bottle-to-bottle, que teve vários projetos lançados nos últimos dois anos”, destaca Marçon.

O potencial de todos esses mercados é confirmado pelos 409 recicladores entrevistados. Desses, 42% afirmam que o setor têxtil continuará apresentando o maior crescimento na utilização do PET reciclado. Para outros 33%, as embalagens de alimentos representam o segmento mais promissor para a reciclagem do PET. A novidade é que 8% desses recicladores acreditam que as aplicações técnicas para o mercado automotivo ganharão destaque nos próximos anos.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Romi demonstra sopradora automática ROMI PET 160 na 28ª Fispal Tecnologia

A Indústrias Romi S.A., líder brasileira no setor de máquinas-ferramenta e máquinas para plásticos, além de importante produtora de fundidos e usinados, participa da Fispal Tecnologia 2012 - Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas.

Durante a feira, considerada o maior evento do setor na América Latina, a empresa apresentará a sopradora automática ROMI PET 160. Equipamento com capacidade produtiva de até 1200 frascos por hora e de até 6 litros de capacidade volumétrica, a sopradora ROMI PET 160 possui o diferencial de alimentação e extração automáticos, sendo voltada à fabricação de garrafas PET para as indústrias de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza.

Para o diretor da unidade de Máquinas para Plásticos da Romi, William dos Reis, “o primeiro semestre de 2012 foi de grande relevância para a nossa unidade de negócios, pois recebemos um bom retorno da Mecânica e agora vamos fechar o período com a nossa feira mais importante, a Fispal". A Romi ocupará um estande de 100 metros quadrados, localizado na rua J/K 215/216.
A Fispal será realizada entre os dias 12 e 15 de junho, no Anhembi Parque em São Paulo.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Produção e vendas da indústria química recuam em abril, mas resultados do quadrimestre são positivos

Os volumes de produção e vendas internas da indústria química apresentaram uma queda no mês de abril, porém os dados dos quatro primeiros meses do ano são favoráveis, informa o RAC (Relatório de Acompanhamento Conjuntural) da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química. Na comparação mensal, a produção caiu 15,38% e as vendas internas apresentaram um recuo de 7,62%, em relação ao mês de março. Entretanto, em relação ao primeiro quadrimestre de 2011, o índice de produção aumentou 5,99% e o de vendas internas cresceu 12,08%.

Na avaliação da ABIQUIM, a reposição de estoques em diversas cadeias nos primeiros três meses do ano e a ocorrência de compras preventivas, motivadas pela expectativa de elevação dos preços de derivados do petróleo e da nafta petroquímica no mercado internacional, ajudam a explicar o menor nível de atividade em abril. Além disso, destacam-se a realização de diversas paradas, programadas ou não, para manutenção e também uma instabilidade no fornecimento de energia elétrica na região Sul do País, que também impactaram a produção de algumas empresas.

O volume de importações, que vinha crescendo a um ritmo bastante elevado até o final do ano passado, caiu 14,41% no 1º quadrimestre de 2012 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Esta redução, além de estar sendo influenciada pela menor demanda no segmento de intermediários para fertilizantes no início deste ano, também é explicada pela elevação dos preços no mercado internacional e pela valorização do dólar em relação ao real, que devolveu ao segmento um pouco da competitividade que havia sido perdida. Deve-se acrescentar duas questões altamente positivas no período recente que é a manutenção do ritmo de redução da taxa de juros básica da economia, bem como a aprovação no Senado Federal da Resolução 72/2010, que dá um passo importante na eliminação da chamada “Guerra dos Portos” ao unificar as alíquotas de ICMS para produtos importados em 4%, ainda que tenha efeitos só a partir de janeiro de 2013.

Segundo a diretora técnica de Economia e Estatística da ABIQUIM, Fátima Giovanna, todos esses pontos caminham no sentido do aumento da competitividade e, consequentemente, dos níveis mais adequados de produção da indústria química, além de possibilitar a melhora do ambiente para reavaliação de projetos de investimento que poderão vir a ser implementados. “Há, ainda, um ponto importante, que precisa ser equacionado para frear o crescimento das importações e estimular investimentos, que é a questão do preço do gás natural no mercado brasileiro, da ordem atualmente de US$ 12/MMBTU, sem a margem das distribuidoras”, ressalta Giovanna.

O índice de preços subiu 5,59% em abril, influenciado principalmente pelo comportamento no mercado internacional. No acumulado do 1º quadrimestre também houve crescimento, de 4,92%, em relação a igual período do ano anterior.

STF nega pedido da Câmara e garante distribuição de sacolas plásticas em SP

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido feito pela procuradoria da Câmara Municipal de São Paulo, que questionava uma liminar proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para suspender a eficácia da Lei paulistana nº 15.374/2011. Esta lei pretende proibir a distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas aos consumidores dos estabelecimentos comerciais na cidade de São Paulo.

Com a decisão, a situação da cidade de São Paulo está mantida, e não há lei que proíba a distribuição das sacolas plásticas no comércio.

Em junho de 2011, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a lei após ação direta de inconstitucionalidade (Adin) ajuizada pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast). A liminar questionava a validade da lei paulistana, uma vez que extrapola a competência legislativa municipal e regulamenta matéria sobre proteção ao meio ambiente. (Fonte: "Boletim Eletrônico" - INP).



terça-feira, 15 de maio de 2012

Curso de Reciclagem de Plásticos

"A reciclagem de plásticos é de grande importância para a preservação do meio ambiente. O reaproveitamento do plástico, pós consumo, proporciona a geração de empregos e renda, preserva os recursos naturais, evita danos a fauna e a flora e reduz as catástrofes urbanas, responsáveis por perdas materiais e humanas.
A destinação adequada das sacolinhas plásticas, por exemplo, tema polêmico atualmente, pode ser resolvido pela reciclagem, com a implementação de programas de educação. Estes programas causarão impactos econômicos positivos, pois o aumento da oferta resultará em queda do preço da matéria prima, com consequente redução do preço do plástico reciclado.
O próximo curso de reciclagem de plásticos, programados para 22/03/2014, em Rio Claro (SP) abordarão os aspectos teóricos dessa atividade.
As informações apresentadas visam capacitar os participantes, a montar e administrar uma recicladora de plásticos."

Para maiores informações sobre estes cursos e dos progamados para outras datas, os interessados devem entrar em contato com a redação do Jornal de Plásticos / Plásticos Em Foco, através do e-mail jorplast@jorplast.com.br  ou pelo fone (21) 2717-0375.

sábado, 5 de maio de 2012

Eduardo Sene: 32 anos na Secretaria Executiva do Siresp

Na foto acima, Eduardo Sene Filho no dia da posse da nova
diretoria do Siresp para o período 2010/2013.

Os leitores do Jornal de Plásticos (e também de nosso blog “Plásticos em Foco”) sabem que acompanhamos o desenvolvimento dos setores petroquímico/plástico nacionais há 56 anos. É motivo de orgulho para nós poder dizer que participamos ativamente da implementação de nossas entidades de classe, não apenas através de divulgações em nossas páginas, mas, também, através do empenho pessoal de nosso Diretor Fundador - Ataliba Belleza Chagas.

É o caso do Siresp - Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas, criado em fevereiro de 1958, com o objetivo de integrar as ações das empresas do setor que iniciavam um novo ciclo de desenvolvimento.

O primeiro Secretário Executivo dessa entidade – Viriato dos Santos – exerceu essa função até sua aposentadoria em 05/05/1980. A partir de então, Eduardo Sene Filho passou a assumir esse cargo, ou seja, agora, em 05/05/2012, está completando 32 anos ininterruptos como Secretário Executivo do Siresp!

Eduardo Sene acompanhou e tem participado da evolução do setor petroquímico nacional desde a consolidação do modelo tripartite -Estado + capital privado nacional + capital privado internacional – criado no final do anos 70 , passando pela implantação do Pólo Petroquímico de Triunfo, construído nos anos 80, as privatizações feitas pelo governo federal que marcaram o setor petroquímico nos anos 90, até o modelo atual das “fusões”.

Ao longo dessas tres décadas, colaborou na criação da Brasilplast, uma das mais importantes feiras do setor plástico a nível mundial e, também, da implantação de entidades tais como: INP – Instituto Nacional do Plástico, Instituto do PVC, Plastivida, dentre outras.

É momento, então, de parabenizar não só Eduardo Sene pelos seus 32 anos de atividades no Siresp, mas, também à própria entidade, por ter sabido manter em seus quadros alguém com tamanho cabedal de conhecimento sobre os setores petroquímico/plástico nacionais.