terça-feira, 6 de novembro de 2012

Área Industrial em Rio Claro (SP)

Vende-se

17.000m² de terreno, 2.600m² de área construída;
2 Galpões: 75m x 20m e 37m x 10m de vão livre.

Vista aérea do local e diagrama

Área Fabril:

  • Barracão “D” 75m X 20m:
- Piso interno em concreto usinado polido (150mm) para carga de até 30ton;
- “Pé direito” de 6,25m até a base da estrutura metálica;
- Mezanino com 2 salas (gerência de produção e engenharia);
- Rede de ar comprimido aérea;
- 2 salas abaixo da área administrativa ligadas à produção (“D¹”);
- 1 cozinha;
- 1 sala de atendimento;
- 1 almoxarifado pequeno (produtos de limpeza);
- 2 wc (masc./fem.);
- 1 almoxarifado com balcão para produção;
- 2 salas que complementam o almoxarifado e podem estar ligadas ou não a ele;
- 1 sala com 2 compressores de ar.

  • Barracão “E”  37m X 10m:
- Piso interno em concreto usinado (100mm) para carga de até 18ton;
- “Pé direito” de 6,25m até a base da estrutura metálica;
- Rede de ar comprimido;
-1 sala pequena lajotada (almoxarifado);
-1 cabine de pintura com 2 filtros a áfua;
-1 sala lajotada;
- Área externa com piso em comcreto usinado, parte com cobertura metálica.

Área Externa:

- Área total cercado com moirões de concreto e tela “A¹”;
- Portaria com wc “A”;
- Canil “B”
- Bicicletário murado e coberto “C”;
- Área com cobertura metálica e piso em concreto usinado (estoque de   embalagens) “D”;
- Barracão maior “D¹”;
- Local da área admn.”E”
- Salas e barracão menor “F”;
- Sala de energia com 2 transformadores (220V Tri), preparada para receber mais um.


Vista panorâmica

Localização:


A 15 minutos da Via Anhanguera, 
no “coração” de São Paulo!

Maiores Informações:

 Através dos fones: (21) 2717-0375 / (21) 9637-5699 (Cel.) ou 
Falar com o Engº Ângelo R. Sardinha Chagas.

domingo, 4 de novembro de 2012

O Plástico e a Política Industrial do Governo para a Indústria Automotiva

 
Roberto Korall, 
coordenador da COFAUTO

O JORNAL DE PLÁSTICOS entrevistou, com exclusividade, o empresário Roberto Korall, proprietário da Component Plásticos e coordenador da Câmara Setorial dos Fabricantes de Componentes Automotivos – COFAUTO, da ABIPLAST/SINDIPLAST.
Roberto Korall vem lutando pela interação da “cadeia de valor”, desde as montadoras de veículos automotores, passando pelos sistemistas, pela indústria de transformação e moldagem, até os fabricantes de resinas plásticas. E não tem sido fácil sua tarefa em vista dos desafios do setor que, preocupado com o “Custo Brasil”, anda assustado com o “fantasma” da desindustrialização nacional.Por outro lado, os programas como Brasil Maior e Inovar Auto, assim como novas providências tomadas pelo governo, tudo isso vem apresentando novas oportunidades, principalmente, àquelas empresas que interagem por meio da COFAUTO.

JP - Qual será a missão da COFAUTO diante das novas oportunidades que se afiguram?
RK - Por meio da COFAUTO, com o apoio da ABIPLAST/SINDIPLAST e da FIESP/CIESP, vamos envidar o melhor dos esforços para desenvolver e otimizar a interação da cadeia de valor da indústria automotiva, objetivando a competitividade entre todos os seus elos, no âmbito de uma relação ganha/ganha. Para tanto, convidamos representantes da engenharia de algumas montadoras para que, através de uma apresentação dos mesmos, tivéssemos uma visão mais clara das demandas e tendências presentes e futuras, no tocante à tecnologia e recursos.  É importante para o transformador de plásticos conhecer melhor a montadora e vice-versa. Dentro desta nova filosofia, já trouxemos para nossas últimas reuniões, representantes da Citröen- Peugeot e da Mercedes Benz. Esses foram os primeiros passos para interação do setor.

JP – Quais são suas perspectivas para os próximos anos?
RK - As políticas industriais voltadas para o setor automotivo decorrentes do “programa Brasil Maior” e do projeto “Inovar Auto”, hoje, devidamente regulamentados, somente serão “tirados do papel” mediante um processo de se fazer a ”lição de casa”, envolvendo todos os elos da cadeia produtiva.

JP - Preliminarmente, que medidas o governo vem tomando para desonerar a indústria em geral e, especialmente, a automotiva?
RK – Poderia citar: desoneração da folha de pagamento; redução de forma gradativa do IPI (TIPI), a partir de 2013, engatilhado com a aplicação dos esforços para maior competitividade e adensamento da cadeia de valor; redução dos juros bancários; redução do custo da energia elétrica (algumas dessas medidas já entraram em vigor). Além disso, contaremos com a oneração fiscal de produtos importados.

JP - No caso do Programa INOVAR AUTO, quais as principais medidas tomadas pelo governo e como poderão beneficiar as empresas participantes da COFAUTO?
RK - O Regime Automotivo, a partir 2013, atingirá três alvos importantes: ampliação dos investimentos das montadoras locais; atração de novos fabricantes e criação de bases para uma política de inovação em toda a cadeia de valor. O Governo buscará, também, a ampliação a participação das montadoras locais na produção mundial. Com isso haverá uma mudança do status de meros fabricantes de veículos para assumir o status de centros globais de desenvolvimento de novos produtos. Isto é muito bom para os membros da COFAUTO.

JP - Que incentivos são previstos para as empresas aqui instaladas?
RK - O Governo cobrará menos impostos das montadoras que se habilitarem ao Programa INOVAR AUTO, se comprometendo a investirem em P&D, à produção de carros mais econômicos, e a compra de insumos de fabricantes brasileiros: a participação de peças nacionais terá que aumentar, gradualmente até 2017, dos atuais 45% para 70%. Isso será uma grande oportunidade, para um trabalho de colaboração recíproca.

JP - Como as montadoras aqui instaladas reagirão ao Programa INOVAR AUTO?
RK - Para as multinacionais já instaladas no Brasil, como Ford, FIAT, GM, Volkswagen, Toyota, Mercedes, entre outras, o cenário não poderia ser mais positivo, pois ele possibilita uma visibilidade melhor para o planejamento dos próximos anos. Nestas novas circunstâncias, a ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos) já está revisando o plano de investimentos da Indústria Montadora de US$22 bilhões, entre 2013 e 2017, para US$30 bilhões (incluindo-se aí as novas montadoras a serem instaladas). Temos que crescer juntos!

JP - Além das condições de se aumentar o conteúdo das peças nacionais dos atuais 45% para 70%, até 2017, que outros requisitos serão necessários para uma montadora conseguir habilitação a esse programa?
RK - Um deles é a redução de 12% do consumo de combustível dos veículos. É uma oportunidade para o plástico pela sua maior leveza! Outro, a compra de insumos estratégicos no Brasil ou no Mercosul. Para isso, as empresas precisarão obrigatoriamente investir no Brasil pelo menos 0,5% do faturamento em P&D, principalmente em novos sistemas de segurança, tecnologia e sistemas automotivos.
Além disso, deverão se comprometer a Investir pelo menos 1% do faturamento em engenharia de produção, capacitando fornecedores, desenvolvendo máquinas e ferramentas nacionais. Por isso é que precisaremos ganhar musculatura para um trabalho institucional em conjunto.
Tudo isto é oportunidade para os membros da COFAUTO. Além disso, novas fábricas que ainda estavam indecisas, já se decidiram a efetivar novos projetos.

JP - Quais serão estas novas fábricas?
RK - Deverão sair do papel




JP - Estas novas fábricas terão alguma fórmula para receber incentivos?
RK - Sim! Elas poderão importar 25% dos insumos sem pagar IPI, 25% acumulando créditos de IPI e os 50% restantes pagarão IPI com acréscimo de 30 pontos percentuais.

JP - O que será necessário para que o segmento coberto pela COFAUTO otimize a sua  participação no Projeto INOVAR AUTO?
RK - E minha opinião, afora os fatores que afetam toda a indústria nacional, por exemplo, carga tributária, juros bancários, custo de energia elétrica e outros, seria necessário trabalhar em alguns gargalos que afetam mais especificamente o setor, tais como:

· Fragilidade face à concorrência chinesa em condições desiguais, e também a concorrência predatória dentro do próprio setor ;
· Capacitar as empresas do setor a efetivar o seu planejamento estratégico que em geral existe apenas na “cabeça do dono”, e levar as mesmas a uma atuação mais organizada e produtiva;
· Preparação de sucessores;
· Falta de integração entre os empresários do setor com objetivo de trazer benefícios ao segmento como um todo; e a COFAUTO é um excelente canal de comunicação para isso;
·  Muitas empresas do setor não têm domínio de seus custos e acabam atuando de forma predatória;
· Falta de formação de mão-de-obra qualificada e conseqüente encarecimento da existente.

JP - Como isso se resolve?
RK - Uma das maneiras seria uma maior união em torno da COFAUTO, onde as empresas obteriam informações e conhecimento para planejarem estrategicamente suas atividades em busca do sucesso.

JP - Então a COFAUTO é uma central de relacionamento?
RK - Sim. Inclusive pretendemos trazer fabricantes de moldes, maquinários e matéria prima. Quanto a esta última, será necessária a homologação local desenvolvida em conjunto. Nas nossas reuniões discutimos os pontos fracos da cadeia, seus pontos fortes, seus desafios e oportunidades.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Rodada de Negócios de interesse do setor plástico no dia 04/10

Taiwan External Trade Development Council (TAITRA) é a designação da principal organização semigovernamental, sem fins lucrativos, de promoção comercial existente na República da China, Taiwan. Fundada em 1970, visa, sobretudo, aumentar o comércio internacional. Com o patrocínio conjunto do governo e das associações comerciais e industriais, o TAITRA presta assistência aos empresários e fabricantes para reforçar a sua competitividade e ajudá-los a enfrentar os desafios apresentados pelo mercado internacional.

O seu escritório no Brasil, Taiwan Trade Center do Brasil, tem o objetivo de promover o comércio bilateral entre Taiwan e Brasil. A principal função é ajudar, indústrias, importadores, exportadores e entidades a realizarem importação, exportação, transferência e cooperação de tecnlogia, investimento industrial, pesquisa de mercado, participação em feiras em Taiwan e eventos comercias , sem custo. Além disso, também promovem palestras e eventos dos mais variados temas, ligados aos segmentos que tem representatividade na indústria de Taiwan e mercado internacional.
No próximo dia 04/10/12 realizarão um Rodada de Negócios com 24 empresas de Taiwan, dos mais variados segmentos, dentre eles do segmento Plástico (Maquinários, Equipamentos e Moldes).

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SPI elege comitê de NPE 2015 e anuncia datas da exposição



Jim Murphy da Davis-Standard e Glenn Anderson da Milacron comandam a equipe de 39 líderes do setor que trabalharão com a SPI para organizar a gigantesca exposição de plásticos

O comitê de executivos do setor que trabalharão com SPI: The Plastics Industry Trade Association (A Associação Comercial do Setor de Plásticos) para organizar a exposição internacional de plásticos NPE2015 será comandada pelo presidente Jim Murphy, presidente do setor de Sistemas de extrusão da Davis-Standard, LLC, e pelo vice-presidente Glenn Anderson, vice-presidente sênior da Milacron, LLC, conforme anunciado pela SPI.
A SPI, que fundou e produz a NPE trienal, também publicou a programação oficialmente aprovada para a NPE2015. Ela ocorrerá de segunda a sexta-feira, 23 a 27 de março de 2015, no Centro de Convenções de Orange County em Orlando, Flórida.
O Comitê Executivo da NPE2015, comandado por Murphy e Anderson, incluirá presidentes de três subcomitês. Um destes, o Comitê de Conteúdo, é novo e incorpora aspectos importantes da NPE2015, como nova tecnologia, programas educativos, eventos especiais e a 3ª Competição internacional de projetos plásticos. Os subcomitês e seus presidentes são:
● OPERAÇÕES. Presidente: Thomas A. McGwire, presidente da Industrial Heater Corp. Vice-presidente: Larry Doyle, presidente do Conair Group.
● CONTEÚDO. Presidente: Michael McGee, diretor de tecnologia da Nypro Inc. Vice-presidente: Robert Janeczko, presidente e CEO da i2Tech LLC.
● MARKETING E VENDAS. Presidente: Christopher E. Parrillo, gerente nacional de vendas da Yushin America, Inc. Vice-presidente: Stephen C. Montalto, diretor de vendas e marketing da Parkinson Technologies, Inc.
“A associação completa do Comitê da NPE2015 inclui 39 indivíduos, que dedicam um tempo como voluntários de suas carreiras no setor de plásticos com maquinário, materiais, processamento ou empresas de consultoria”, disse William R. (Bill) Carteaux, presidente e CEO da SPI. “O envolvimento próximo que eles têm com o planejamento e desenvolvimento da exposição e dos eventos localizados no mesmo local garantirá que a NPE2015 seja realmente uma exposição criada pelo setor de plásticos e para ele”.

Jim Murphy: Presidente da NPE2015; presidente do setor de Sistemas de extrusão da Davis-Standard

Funcionário da sede mundial da Davis-Standard, em Pawcatuck, Connecticut, Murphy é responsável pelo setor de Sistemas de extrusão da empresa, que fornece equipamentos e serviços para os setores de tubulação, perfis, fios e cabos, chapas, elastômeros e reciclagem.
Antes de se juntar à Davis-Standard em 1989, Murphy trabalhou como engenheiro de vendas de sistemas de extrusão na NRM Corporation e na Battenfeld. Sua carreira na Davis-Standard começou com um cargo de engenheiro de vendas regionais para os sistemas de tubulação e perfil. Em 1995, foi promovido gerente comercial desses sistemas e transferido para o escritório de Connecticut. Ele se tornou chefe de todos os sistemas de extrusão da empresa em 2006.
Jim Murphy foi presidente do Comitê de Operações da NPE2009 e foi vice-presidente da NPE2012. Atualmente, ele também atua na diretoria da SPI como membro de seu Conselho de equipamentos.
Ele é engenheiro químico formado pela Universidade de Akron e possui um MBA pela Kent State University, ambas em Ohio.

Glenn Anderson: Vice-presidente da NPE2015; vice-presidente sênior da Milacron

Glenn Anderson é vice-presidente sênior de contas globais e estratégicas da Milacron, estabelecida em Cincinnati. Ele dá suporte para os clientes da empresa nos mercados mundiais dos setores automotivos, médicos e de embalagem.
Anderson entrou no setor de plásticos em 1984, quando ingressou na Sterling Extruder Corporation, depois de se formar pela Rutgers (New Jersey) University. Sua carreira na Milacron começou em 1989, onde atuou em vários cargos de gerência sênior.
Glenn Anderson foi presidente do Comitê de Operações da NPE2012 e vice-presidente desse comitê na NPE2009. Ele é um membro da diretoria da SPI e também atua no Conselho de equipamentos da associação. Anderson também é participante ativo na Associação dos Pioneiros do Setor de Plástico.
Ele possui um título de MBA (Mestrado em Administração de Empresas) pela Williams College of Business da Xavier University em Cincinnati.

Dow acrescenta dois novos polímeros à sua família Affinity GA

Novos grades oferecem desempenho aprimorado para substratos de difícil adesão e maior flexibilidade de formulação

A Dow acaba de lançar, na World Adhesive & Sealant Conference - WAC (Conferência Mundial de Adesivos e Selantes), realizada em Paris, dois novos elastômeros da família AFFINITY™ GA. Esses dois novos grades, AFFINITY™ GA 1000R e AFFINITY™ GA 1875, dão continuidade à liderança da Dow no desenvolvimento de soluções que abordam as necessidades em constante evolução de seus clientes.

O AFFINITY GA 1000R é um polímero enxertado com anidrido maleico (MAH) que oferece excelente adesão em substratos com mais difíceis para colar (hard-to-bond - HTB), tais como papéis revestidos ou com maior conteúdo de reciclado. Além disso, é mais resistente em temperaturas entre 5°C e 10°C, característica que ajuda a manter os conteúdos das embalagens selados durante as diversas etapas logísticas, principalmente no armazenamento e transporte, onde pode ocorrer variação de temperatura. O AFFINITY GA 1875 oferece uma viscosidade ainda menor que os atuais grades para uma maior flexibilidade de formulação, além de excelente adesão em adesivos hot melt de baixa temperatura de aplicação, tanto quando utilizado sozinho quanto em combinação com outros polímeros AFFINITY GA.
“Nossos clientes do setor de adesivos buscam funcionalidade e estética aprimoradas em suas aplicações. Temos notado um aumento significativo tanto no uso de substratos de difícil adesão em embalagens, impulsionado pelo desejo de uma aparência melhor ou mais funcionalidade, quanto na necessidade de os formuladores oferecerem soluções mais personalizadas capazes de atender a vários requisitos de temperatura de aplicação e teores de viscosidade”, afirmou Alastair Hill, Gerente Global de Marketing para a área deAdesivos da Dow Elastômeros. “Estamos ampliando as já conhecidas vantagens da família de polímeros AFFINITY GA. Com o AFFINITY GA 1000R e AFFINITY GA 1875, podemos oferecer aos clientes um portfólio aprimorado que atende a esses requisitos”.

Toda a gama de Elastômeros Poliolefínicos AFFINITY GA oferece excelente adesão em uma série de temperaturas, além de ótimo rendimento de adesivo por peso. A linha AFFINITY GA foi pioneira nesse tipo de polímero e especificamente desenvolvida para formulações de adesivos hot melt e uma série de aplicações de modificação de polímeros. Os POEs AFFINITY GA caracterizam-se por sua química diferenciada, que combina alto fluidez, baixa cristalinidade e baixo peso molecular. Oferecem inúmeras vantagens de desempenho para adesivos hot melt, tais como adesão robusta, excelente rendimento graças à maior área de cobertura do adesivo, desempenho em uma ampla gama de temperaturas, estabilidade de cor excepcional e processamento praticamente inodoro e livre de carbonização.

Informações sobre a Dow
A Dow (NYSE: Dow) alia a força da ciência e da tecnologia para inovar com paixão o que é essencial ao progresso humano. A Companhia conecta a química e a inovação aos princípios de sustentabilidade, ajudando a obter soluções para os mais desafiadores problemas mundiais, como a necessidade de água potável, geração de energia renovável, conservação de energia e aumento da produção agrícola. O portfólio líder e diversificado da Dow nas áreas de Químicos Especiais, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções de alta tecnologia para cerca de 160 países e em setores de grande crescimento, como eletrônicos, água, energia, tintas e revestimentos e agricultura. Em 2011, a Dow teve vendas anuais de US$ 60 bilhões e empregou aproximadamente 52.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 5.000 produtos da Companhia são produzidos em 197 unidades fabris em 36 países ao redor do globo.

 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Majoração das resinas plásticas terá impacto nos preços de alimentos, medicamentos e construção

Todos os produtos de plástico, incluindo embalagens de alimentos, da cesta básica, medicamentos e construção civil, serão impactados pelo reajuste da alíquota de importação de resinas, que aumentará custos da indústria de transformação do setor.

O setor de transformados plásticos, constituído por 12 mil empresas e terceiro maior empregador da indústria de transformação no Brasil, foi surpreendido pelo anúncio, ontem (4/09), da proposta do governo de aumentar a alíquota de importação de três de suas principais matérias-primas: as resinas de polietileno de baixa densidade, linear e o de alta densidade. Estas são utilizadas para a produção, dentre outros itens, das principais embalagens da cesta básica, alimentos, bebidas e produtos de limpeza, da área de saúde e construção civil.

Essas resinas, que já tiveram seu imposto de importação aumentado de 16% para 20%, têm proteção muito acima da média mundial, de 7%. "O que mais surpreende é que esses insumos que podem sofrer a elevação da alíquota são supridos por uma única empresa no Brasil, o monopólio formado pela Braskem", salienta José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), ponderando: "Um setor tão importante para a economia nacional sofre um duro golpe, representado pelo encarecimento de matérias-primas, em um momento no qual enfrenta queda de produção de 6,37% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2011, uma das piores performances de toda a indústria de transformação".
O setor, que reduziu nos primeiros seis meses de 2012, em 41% o seu investimento em máquinas e equipamentos, dobrou nos últimos quatro anos o seu déficit comercial. Um dos principais motivos desse desequilíbrio é que a proteção à importação dos insumos, como as resinas plásticas, é muito maior do que a dos manufaturados que o setor de transformação produz. Contudo, a indústria de transformados plásticos tem um número infinitamente maior de empresas competindo no mercado e emprega 30 vezes mais do que o segmento fabricante de resinas. "Portanto, não caberia ao governo proteger da concorrência internacional os grandes monopólios instalados no País, mas sim os setores mais expostos à jusante da cadeia produtiva, que agregam mais valor aos produtos e geram mais empregos", afirma Roriz, concluindo: "Essa equivocada medida poderá ter impacto negativo nos preços finais de vários produtos, prejudicando os consumidores, que pagarão a conta. Decisões como este aumento de alíquota ajudam uma empresa num determinado momento, mas têm efeito devastador na cadeia produtiva. Existem vários setores que devem ser protegidos, que são aqueles expostos à concorrência internacional desigual e desleal, o que definitivamente não é o caso das resinas termoplásticas”.

Feiplastic amplia fronteiras e traz renovação aliada à credibilidade

Com nova marca, a Feira Internacional do Plástico acontece em maio de 2013 e já movimenta o setor com a presença maciça de parceiros e entidades apoiadoras na noite de lançamento. 
Uma trajetória de mais de duas décadas na organização da Feira Internacional do Plástico brasileira está prestes a ganhar um novo capítulo. Agora renovada, a Feiplastic - Feira Internacional do Plástico já nasce como a principal feira no Brasil para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos do setor do plástico e geração de networking. Fortalecido, o evento tem a marca de qualidade da organização Reed Exhibitions Alcantara Machado e o apoio das principais entidades do setor como a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e o Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas (Siresp).
Durante o evento de lançamento, Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, destacou o trabalho da Abiplast, que propôs à promotora o desafio de renovar a feira. “Foram meses de trabalho e testes para definirmos o novo produto. Firmamos por mais 20 anos o contrato com a associação e agora temos o grande desafio de inovar e fazer do Brasil o melhor lugar de negócios para todos”, afirmou. Com investimentos na casa de R$ 5 milhões para ampliar a divulgação para o mercado sobre a nova marca, a Feiplastic será maior também em área física. A área de exposição dentro do Pavilhão de Exposições do Anhembi cresceu. Dos 78 mil m² de 2011, em 2013 o evento terá 85 mil m², abordando os mais variados e importantes setores da indústria do plástico, divididos nos pilares do evento: Negócios, Sustentabilidade e Tecnologia, nos quais se incluem empresas de Produtos Básicos e Matérias-Primas; Máquinas, Equipamentos e Acessórios; Moldes e Ferramentas; Transformadores de Plástico; Resinas Sintéticas; Instrumentação, Controle e Automação; Serviços e Projetos Técnicos. “São novos conceitos e propostas. O Brasil está cada vez mais forte na América Latina, abre portas para outros mercados, e a Feiplastic vem ao encontro dessa nova realidade”, disse José Ricardo Roriz, presidente da Abiplast, ressaltando a importância da renovação. A indústria do plástico é o terceiro maior empregador industrial do Brasil. Só em São Paulo, ocupa a segunda colocação em número de empregos gerados - até o final de 2011, só no estado de São Paulo a indústria do plástico empregou cerca de 190 mil pessoas. Nacionalmente, mantém cerca de 380 mil empregos diretos e, indiretamente, cria emprego para 600 mil pessoas. Com a discussão da sustentabilidade, reciclagem e renovação cada vez mais em pauta, a Feiplastic 2013 deve promover ainda mais a economia e tecnologia do setor, reunindo marcas importantes, profissionais de diversas áreas e partes do mundo e público comprador qualificado. Novidades e tendências em produtos, serviços e equipamentos estarão em um só lugar. A expectativa para 2013 é de 1.400 marcas expositoras, entre nacionais e estrangeiras, com a presença de 70 mil visitantes/compradores. Para Renato Endres, diretor de Relações Institucionais da Abiquim, também presente à cerimônia de lançamento da Feiplastic, a cadeia do plástico é tão importante que merece uma feira como essa. Ele destacou ainda a representatividade do segmento de resinas termoplásticas e a iniciativa do governo federal em criar o Conselho de Competitividade para o setor químico, que trata de temas como o custo da matéria-prima, capacitação dos recursos humanos, ampliação dos centros de pesquisa e desenvolvimento e o aumento das energias renováveis.Pelos corredores da nova edição da feira, empresários, engenheiros, técnicos e estudantes de áreas como automóveis, construção civil, embalagens, farmácia, alimentos e bebidas, utilidades domésticas, eletroeletrônica e agronegócios estarão no melhor local para atualização profissional, efetivação de bons negócios e troca de conhecimento. "O projeto Feiplastic é muito bem-vindo”, finalizou Carlos Padovan, vice-presidente da Abimaq, também durante a cerimônia. Segundo ele, a nova feira terá um papel importante como força agregadora do setor do plástico em prol de condições mais favoráveis à indústria brasileira.
A Feiplastic acontece de 20 a 24 de maio, no Pavilhão de Exposições Anhembi, em SP.