terça-feira, 14 de agosto de 2018
Firjan leva empresas fluminenses para a Interplast
A Firjan promove nesta semana a Missão Nacional do Plástico, retornando com nove empresas fluminenses do setor à Interplast, que começa nesta terça-feira (14/8) em Joinville (SC). Além de conhecer as novidades do mercado, os empresários terão oportunidades de participar de encontro de negócios na feira.
Em parceria com o Simperj (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro), a missão técnica visitará as indústrias catarinenses Tigre, Termotécnica e Cristal Master, além do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura, também em Joinville. Integram a comitiva fluminense, as empresas Bauen, Nova A3, Artmed, MMS, UF Embalagens, Zarzur, Wer, Plastlab e FL Produtos.
“A missão nacional é uma oportunidade para os empresários do Rio conhecerem as tendências e as novidades do mercado do Plástico, além de inovações promovidas pelas empresas do setor em outros estados. Participar da Interplast também é muito importante, pois é um momento de network e promoção de negócios”, destaca Elaine Silva, especialista em Desenvolvimento Setorial da Firjan.
“Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo” lança manual de orientação para reduzir a presença de pellets nos oceanos
O trabalho é parte das ações realizadas pelo grupo, voltado à redução da entrada do lixo nos mares e vem para colaborar com os compromissos voluntários para a proteção dos mares, assumidos pelos governos de diversos países, inclusive o Brasil, durante a Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, em 2017
Será lançado no Brasil, no próximo dia 15, o Manual de Orientações “Pellets Zero” que visa auxiliar a cadeia produtiva dos plásticos, empresas transportadoras, operadores logísticos, empresas de atendimento a emergências durante o manuseio, armazenagem e transporte, entre outros, a reduzirem a perda de pellets plásticos no ambiente marinho.
Será lançado no Brasil, no próximo dia 15, o Manual de Orientações “Pellets Zero” que visa auxiliar a cadeia produtiva dos plásticos, empresas transportadoras, operadores logísticos, empresas de atendimento a emergências durante o manuseio, armazenagem e transporte, entre outros, a reduzirem a perda de pellets plásticos no ambiente marinho.
O documento apresenta uma análise detalhada, mapeamento e entendimento dos diferentes processos de eventuais perdas desses materiais no ambiente, considerando toda a cadeia produtiva do país e apresenta uma série de orientações para mitigar essa questão.
Além do viés ambiental, o manual verifica que é importante considerar que a perda de pellets por parte das empresas gera prejuízos financeiros. O professor e pesquisador, Alexander Turra, Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), um dos responsáveis pela elaboração do Manual, explica que não existem dados oficiais que indiquem o quanto é perdido nas operações de manipulação e transporte desses produtos. “Mas o desenvolvimento de uma metodologia que evite essa perda nas operações de rotina, apesar de não ser percebida em um curto prazo, poderá representar ganhos ambientais e econômicos no longo prazo”, afirma Turra.
Além do viés ambiental, o manual verifica que é importante considerar que a perda de pellets por parte das empresas gera prejuízos financeiros. O professor e pesquisador, Alexander Turra, Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), um dos responsáveis pela elaboração do Manual, explica que não existem dados oficiais que indiquem o quanto é perdido nas operações de manipulação e transporte desses produtos. “Mas o desenvolvimento de uma metodologia que evite essa perda nas operações de rotina, apesar de não ser percebida em um curto prazo, poderá representar ganhos ambientais e econômicos no longo prazo”, afirma Turra.
O Manual de Orientações “Pellets Zero”, que teve como base o Programa Internacional Operation Clean Sweep, busca atender uma das metas previstas pelo Objetivo do Desenvolvimento Sustentável nº 14 (ODS-14), de até 2025, “prevenir e reduzir significativamente a poluição marinha de todos os tipos, especialmente a advinda de atividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes”. Além disso, vem para colaborar com os compromissos voluntários para a proteção dos mares, assumidos pelos governos de diversos países, inclusive o Brasil, e por organizações internacionais da sociedade civil, durante a Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, em 2017.
O documento foi produzido como parte do convênio entre a Plastivida - Instituto Socioambiental do Plástico e o Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo. Além disso, contou com a participação ativa do “Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo”, que conta com 16 signatários entre empresas e instituições com o objetivo conhecer a fundo a questão dos lixos nos mares e promover soluções para esse problema.
Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, trata-se de um material de grande importância para que se avance nos trabalhos de mitigação da poluição marinha. “Desenvolvemos um Manual informativo e que promove ações práticas para que os plásticos cumpram sua função de gerar benefícios à sociedade, de forma sustentável”, afirma o executivo.
O Manual de Orientações “Pellets Zero” será lançado no dia 15 de agosto, no Congresso de Atuação Responsável da Abiquim, que será realizado em São Paulo. Informações: https://congressoar.com.br
Também estará disponível no site: http://www.porummarlimpo.org.br/
Sobre o “Fórum Setorial dos Plásticos – Por um Mar Limpo” - em 2012 a Plastivida firmou um convênio o IOUSP, para estruturar um projeto técnico-científico, com o objetivo de compreender a origem e a composição do lixo encontrado nos mares e, no momento seguinte, traçar metas para a mitigação desse problema.
A partir das conclusões obtidas com esses estudos, foi formado o Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo, do qual fazem parte empresas e instituições com o objetivo de articular diversos setores da sociedade e propor ações para mitigar esse problema de grandeza mundial. Com ações que envolvem públicos diversos – a população, as indústrias e o poder público – o Fórum tem atuado em níveis nacional e internacional, com o objetivo de contribuir com a mudança desse cenário.
São signatários do Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo, além da própria Plastivida, a Abief, Abiplast, Abiquim, Abrade, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sindiplast, Sinplast e Sinproquim.
Para saber, acesse www.porummarlimpo.org.br.
O Manual de Orientações “Pellets Zero” será lançado no dia 15 de agosto, no Congresso de Atuação Responsável da Abiquim, que será realizado em São Paulo. Informações: https://congressoar.com.br
Também estará disponível no site: http://www.porummarlimpo.org.br/
Sobre o “Fórum Setorial dos Plásticos – Por um Mar Limpo” - em 2012 a Plastivida firmou um convênio o IOUSP, para estruturar um projeto técnico-científico, com o objetivo de compreender a origem e a composição do lixo encontrado nos mares e, no momento seguinte, traçar metas para a mitigação desse problema.
A partir das conclusões obtidas com esses estudos, foi formado o Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo, do qual fazem parte empresas e instituições com o objetivo de articular diversos setores da sociedade e propor ações para mitigar esse problema de grandeza mundial. Com ações que envolvem públicos diversos – a população, as indústrias e o poder público – o Fórum tem atuado em níveis nacional e internacional, com o objetivo de contribuir com a mudança desse cenário.
São signatários do Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo, além da própria Plastivida, a Abief, Abiplast, Abiquim, Abrade, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sindiplast, Sinplast e Sinproquim.
Para saber, acesse www.porummarlimpo.org.br.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Interplast e EuroMold reúnem toda a cadeia de fornecedores com as melhores tecnologias e inovações para a indústria do plástico
Realizadas de 14 a 17 de agosto, em Joinville, SC, feiras destacam-se por reunir soluções completas, do design a produção. Eventos simultâneos atraem público qualificado e focam na capacitação profissional, incentivo à reciclagem e geração de negócios
De 14 a 17 de agosto, a cadeia da indústria plástica e os profissionais do segmento se reúnem em Joinville para a Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico, e a EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos. As feiras reúnem 400 marcas, em 320 estandes, com expositores do Brasil, Ásia, Europa e outros países das Américas, com a expectativa de receber um público de 25 mil visitantes e de criar oportunidades para gerar R$ 200 milhões de negócios, iniciados no evento e consolidados em até 12 meses.
Comparado a edição de 2016, a área útil foi ampliada para o hall de acesso do pavilhão, com mais 30 estandes, totalizando 20 mil m² de exposição. São 67 novas empresas expositoras na Interplast e 17 na EuroMold Brasil. Os expositores vêm de oito diferentes estados, sendo 55% de SP, 21% de SC, e os demais do AM, BA, CE, MG, PR e RS.
A Interplast e EuroMold estão consolidadas como o principal encontro do setor plástico da América Latina nos anos pares, com o diferencial de outros eventos por reunirem toda a cadeia do processo produtivo, do design à produção. Na Interplast o visitante encontra as melhores soluções da matéria-prima a máquinas e equipamentos, e na EuroMold soluções tecnológicas em ferramentais e desenvolvimento de produtos. "O acesso a toda a cadeia do plástico em um único espaço atrai visitantes cada vez mais qualificados e faz com que a feira se consolide como o ponto de encontro do segmento na América Latina, em 2018", destaca Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil.
Santa Catarina concentra um importante polo industrial com cerca de mil indústrias de transformação de plástico, somando mais de 32 mil empregos diretos nas unidades fabris. Aproximadamente 1 milhão de toneladas de plástico são processados no estado anualmente, com grandes empresas de atuação nacional e internacional com destaque para peças técnicas, embalagens e descartáveis. "A região de Joinville concentra um polo de ferramentarias e empresas de modelação do Brasil, e grande parte da produção de peças injetadas em plástico, alumínio e cerâmica, o que justifica a realização de eventos com todo esse potencial tecnológico e de inovação", destaca Spirandelli.
A Interplast e EuroMold Brasil são realizadas pelo Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC) e têm o apoio da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), com a organização da Messe Brasil. O credenciamento gratuito para visitantes está disponível no site www.interplast.com.br e agiliza o acesso ao evento.
Atividades simultâneas complementam a programação
Demonstrar máquinas, equipamentos, rotinas e abordagem sobre a importância de reciclar 100% do plástico – em especial o PS e o EPS (isopor®), além de conscientizar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos, é a proposta da Ilha da Reciclagem, uma novidade dessa edição da Interplast. A Ilha evidencia a reciclabilidade por meio de um processo inovador, que beneficia tanto os consumidores, quanto o meio ambiente. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem. A Ilha da Reciclagem promove também, o Fórum Economia Circular dos Plásticos que evidencia exemplos de empresas e instituições que causaram uma transformação do plástico em benefício da sociedade. O Fórum será realizado no dia 15 de agosto, na Sala Margarida (n° 12), a partir das 15h com o case "Tampinha Legal" (www.tampinhalegal.com.br), apresentado pela coordenadora Simara Souza.
Muito se fala de indústria 4.0 e Internet das coisas mas o que na prática está acontecendo? A ABII - Associação Brasileira de Internet Industrial (abii.com.br) em parceria com a Messe Brasil e com o apoio da ACATE Vertical Manufatura, apresentará nove aplicações ou conceitos da Indústria 4.0 totalmente voltadas à Indústria do Plástico.
A cadeia produtiva das embalagens de PET se reunirá para o maior encontro do setor: o PETtalk (www.pettalk.org.br). Com o apoio da Interplast, o evento acontecerá nos dias 15 e 16 de agosto, das 13h às 17h30, na sala Bromélia (n°4), e reúne os principais executivos e profissionais do setor.
Empresas e representantes do setor de reciclagem de material plástico e transformação do material reciclado que integram a Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos, reúnem-se em Joinville, dia 14 de agosto, a partir das 9h30, na sala Acácia (n° 13), durante a Interplast.
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis (AFAP), única representante do setor de PVC no Brasil, promove debate sobre a transição da norma técnica ABNT, que define a qualidade mínima obrigatória do produto durante a Interplast, em Joinville – SC. O encontro inédito para o setor, busca promover o alinhamento de entendimentos e auxiliar os fabricantes, associados ou não a se adaptarem a nova realidade. Será realizado na quarta-feira, 15 de agosto, na sala Tulipa n° 5, das 16h às 19h.
A capacitação dos profissionais tem o espaço garantido na Interplast 2018 por meio do Cintec Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica. Serão 12 palestras e seis minicursos para debater as mais recentes tecnologias em máquinas e equipamentos, matéria-prima e processos para a indústria do plástico. São esperados 600 participantes. O CEO da Tigre, Otto Von Sothen, é o palestrante convidado para a abertura do CINTEC 2018 Plásticos, dia 14 de agosto, às 19h.
A organização da Interplast traz uma novidade para essa edição da feira com a realização de workshops gratuitos, promovidos pelos expositores, com foco nas tendências, tecnologias e inovações em produtos e serviços para o segmento. As palestras acontecem nos dias 14 e 15 de agosto.
Pela primeira vez os organizadores do Prêmio EMBANEWS farão o lançamento e a abertura das inscrições da premiação durante um evento do setor. As empresas que se inscreverem para o 28º Prêmio Brasileiro de Embalagem EMBANEWS 2019 durante a Interplast terão descontos de 20%. O Prêmio EMBANEWS revela todos os anos cases de marcas que comprovam o poder da embalagem como ferramenta de marketing, alavancando crescimentos expressivos. Além disso, a embalagem acompanha a busca incessante das empresas por produtividade, redução de custos e processos mais sustentáveis.
Uma prática crescente nas feiras organizadas pela Messe Brasil é a realização da Rodada de Negócios, onde compradores e vendedores sentam à mesa para negociações com preços e financiamento facilitado, ampliando as oportunidades de consolidar negócios e parcerias durante o evento. Na Rodada da Interplast e EuroMold estão confirmados os compradores: Comil (PR), Fremax (SC), Mascarello (PR), Klabin (SC), Irizar (SP), Lev Plásticos (MG), Docol (SC), Intelbras (SC), Volvo (PR), Franke (SC), Buscar (SC), Krona (SC), Termotécnica (SC), Uniplast (SC), Víqua (SC) e Blukit (SC). São aguardados 40 fornecedores que devem possibilitar mais de 500 agendas de reuniões de negócios. As rodadas serão realizadas nos dias 15 e 16 de agosto, das 14h30 às 20h, nas salas Hortência e Jasmim (n° 6 e 7).
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Produção de plástico cresce 2,6% no semestre
Em junho o setor registrou 10,7% na comparação com o mês anterior
A indústria de transformados plásticos cresceu 2,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST). Os resultados foram influenciados positivamente pelo aquecimento de alguns setores, tais como automotivo (18,3%) e eletrônicos (18,2%), que fizeram o consumo aparente do material plástico crescer 3,7% ante ao acumulado de 2017. Para o ano, a ABIPLAST espera um crescimento de 2,5% na produção física, 2% dos empregos e de 4% no consumo aparente.
Em junho, a produção física chegou a 10,7% maior que maio, quando sofreu queda de 8% em razão da greve dos caminhoneiros. Já na comparação com o mesmo mês de 2017, o setor registrou o resultado positivo de 1%. Já no que se refere à geração de empregos, apesar da criação de 2,7 mil novas vagas no acumulado do ano, o segmento teve queda de 8% ante ao mesmo período do ano anterior.
Apesar dos números positivos a indústria plástica ainda não retomou o crescimento, assim como demais setores da economia. As incertezas do ambiente de negócios - tais como a volatilidade cambial e as eleições 2018 – e o alto custo de produção prejudicam a recuperação da indústria de transformados plásticos. Somente a matéria-prima registrou aumento que varia entre 10% a 20% dependendo do tipo de resina.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
PICPlast intensifica ações no Rio Grande do Sul
Região é cenário de iniciativas para o desenvolvimento da indústria da transformação e promoção da imagem do plástico
Com o objetivo de fortalecer ainda mais o mercado do sul do país, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, leva para a região iniciativas que vão desde desenvolvimento e capacitação da indústria da transformação até a conscientização da sociedade sobre a importância do plástico na inovação e tecnologia. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem, maior produtora de resinas das Américas.
Em junho deste ano, cerca de 60 colaboradores e empresários do setor participaram do primeiro módulo do Programa de Gestão de Inovação, realizado com apoio da consultoria Avantec no SENAI de São Leopoldo, Grande Porto Alegre. Trata-se da primeira turma realizada fora de São Paulo do Programa, que é composto por dez módulos além de coaching individual para cada empresa participante. A ideia é fortalecer a cadeia local, possibilitando que as empresas implementem um sistema de inovação capaz de ampliar sua competitividade e suas possibilidades de oferecer novos produtos e serviços, tanto para o nosso mercado como para a atuação no exterior.
Além do compromisso de promover o aumento da competitividade e inovação no setor de transformação, com iniciativas como o Programa citado anteriormente, o PICPlast também possui entre os seus pilares a promoção das vantagens do plástico, com frentes de trabalho voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação. Entre os destaques deste pilar está o Movimento Plástico Transforma, responsável por um dos projetos de maior impacto junto à sociedade, o PlastCoLab.
O PlastCoLab é um makerspace com experiências gratuitas que evidenciam o importante papel do plástico em soluções inovadoras e em novas tecnologias. Depois do sucesso da primeira edição, realizada em dezembro de 2017 em São Paulo, foi a vez da capital gaúcha receber a atração. Com atividades para todas as idades, a instalação, no formato de cubo mágico com 9 metros de altura, recebeu cerca de seis mil pessoas entre os dias 22 de junho e 1º de julho, no shopping Iguatemi.
A região de Porto Alegre é bastante relevante para esta cadeia, já que concentra o segundo maior número de transformadores da indústria do plástico no Brasil, só ficando atrás de São Paulo. Em sequência às ações com foco na região, será realizado, no próximo dia 23 de agosto, o Seminário sobre Vendas e Mercado. Em todo o Brasil, desde 2013 mais de mil empresas foram beneficiadas pelas iniciativas desenvolvidas pelo PICPlast, em parceria com instituições renomadas como SEBRAE e Fundação Dom Cabral.
Com o objetivo de fortalecer ainda mais o mercado do sul do país, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, leva para a região iniciativas que vão desde desenvolvimento e capacitação da indústria da transformação até a conscientização da sociedade sobre a importância do plástico na inovação e tecnologia. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem, maior produtora de resinas das Américas.
Em junho deste ano, cerca de 60 colaboradores e empresários do setor participaram do primeiro módulo do Programa de Gestão de Inovação, realizado com apoio da consultoria Avantec no SENAI de São Leopoldo, Grande Porto Alegre. Trata-se da primeira turma realizada fora de São Paulo do Programa, que é composto por dez módulos além de coaching individual para cada empresa participante. A ideia é fortalecer a cadeia local, possibilitando que as empresas implementem um sistema de inovação capaz de ampliar sua competitividade e suas possibilidades de oferecer novos produtos e serviços, tanto para o nosso mercado como para a atuação no exterior.
Além do compromisso de promover o aumento da competitividade e inovação no setor de transformação, com iniciativas como o Programa citado anteriormente, o PICPlast também possui entre os seus pilares a promoção das vantagens do plástico, com frentes de trabalho voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação. Entre os destaques deste pilar está o Movimento Plástico Transforma, responsável por um dos projetos de maior impacto junto à sociedade, o PlastCoLab.
O PlastCoLab é um makerspace com experiências gratuitas que evidenciam o importante papel do plástico em soluções inovadoras e em novas tecnologias. Depois do sucesso da primeira edição, realizada em dezembro de 2017 em São Paulo, foi a vez da capital gaúcha receber a atração. Com atividades para todas as idades, a instalação, no formato de cubo mágico com 9 metros de altura, recebeu cerca de seis mil pessoas entre os dias 22 de junho e 1º de julho, no shopping Iguatemi.
A região de Porto Alegre é bastante relevante para esta cadeia, já que concentra o segundo maior número de transformadores da indústria do plástico no Brasil, só ficando atrás de São Paulo. Em sequência às ações com foco na região, será realizado, no próximo dia 23 de agosto, o Seminário sobre Vendas e Mercado. Em todo o Brasil, desde 2013 mais de mil empresas foram beneficiadas pelas iniciativas desenvolvidas pelo PICPlast, em parceria com instituições renomadas como SEBRAE e Fundação Dom Cabral.
sexta-feira, 27 de julho de 2018
#PlásticoDoBem
Albano Schmidt
Recentemente a ONU, Organização das Nações Unidas, protagonizou a campanha #AcabeComAPoluiçãoPlástica, onde o plástico aparece como um dos principais causadores de danos ao meio ambiente. Ao destacar apenas pontos negativos, a ação reforça a ideia de que este produto é sinônimo de poluição e leva os extremistas a enaltecerem o discurso de acabar com o seu uso.
Sou absolutamente contra o mote dessa campanha, que decidiu – de maneira irresponsável – que o plástico é um monstro poluidor. Tudo o que está em nossa volta contém, é transportado ou acondicionado por um material plástico. Nos hospitais, ele está nos medicamentos, vacinas, materiais cirúrgicos e implantes. Os alimentos e a água são transportados e acondicionados por ele.
Outro exemplo emblemático é a sacola plástica distribuída nos supermercados. Querem eliminá-la e usar a retornável, de tecido. Ok, mas depois de usadas, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas. Usaremos água e detergente? E quem vai tratar essa água? E a natureza? Esse não era o grande apelo para eliminarmos o plástico?
Não precisa lavar a sacola retornável? Depois de alguns usos, essa sacola estará conduzindo, transmitindo e será vetor de multiplicação de bactérias, microrganismos e fungos, estará contaminada e será um perigo para a sociedade. Enfrentaríamos seríssimos problemas de saúde pública.
Desafio alguém a conseguir viver sem o plástico, um único dia! Plástico é um produto do bem, é útil e importante. O grande vilão é a sociedade, que não dá o destino adequado. Temos que utilizar menos, reutilizar e encaminhar para o descarte adequado. Jogá-lo na natureza é uma irresponsabilidade. Até hoje nunca vi uma sacolinha com perninha indo tomar banho de rio. A ONU deveria aproveitar seu prestígio para transformar as pessoas, conscientizando-as a dar o destino adequado ao lixo.
Para que a gente construa um futuro humano e digno – para nós mesmos, mas principalmente para nossos filhos e netos – a separação e destinação do lixo para reciclagem precisa fazer parte da nossa rotina. Dar o destino correto ao lixo é um assunto sério e muito urgente, é uma mudança de atitude para a vida, em favor da vida, e deve acontecer agora.
Albano Schmidt
Presidente do Simpesc
Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina
Sou absolutamente contra o mote dessa campanha, que decidiu – de maneira irresponsável – que o plástico é um monstro poluidor. Tudo o que está em nossa volta contém, é transportado ou acondicionado por um material plástico. Nos hospitais, ele está nos medicamentos, vacinas, materiais cirúrgicos e implantes. Os alimentos e a água são transportados e acondicionados por ele.
Outro exemplo emblemático é a sacola plástica distribuída nos supermercados. Querem eliminá-la e usar a retornável, de tecido. Ok, mas depois de usadas, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas. Usaremos água e detergente? E quem vai tratar essa água? E a natureza? Esse não era o grande apelo para eliminarmos o plástico?
Não precisa lavar a sacola retornável? Depois de alguns usos, essa sacola estará conduzindo, transmitindo e será vetor de multiplicação de bactérias, microrganismos e fungos, estará contaminada e será um perigo para a sociedade. Enfrentaríamos seríssimos problemas de saúde pública.
Desafio alguém a conseguir viver sem o plástico, um único dia! Plástico é um produto do bem, é útil e importante. O grande vilão é a sociedade, que não dá o destino adequado. Temos que utilizar menos, reutilizar e encaminhar para o descarte adequado. Jogá-lo na natureza é uma irresponsabilidade. Até hoje nunca vi uma sacolinha com perninha indo tomar banho de rio. A ONU deveria aproveitar seu prestígio para transformar as pessoas, conscientizando-as a dar o destino adequado ao lixo.
Para que a gente construa um futuro humano e digno – para nós mesmos, mas principalmente para nossos filhos e netos – a separação e destinação do lixo para reciclagem precisa fazer parte da nossa rotina. Dar o destino correto ao lixo é um assunto sério e muito urgente, é uma mudança de atitude para a vida, em favor da vida, e deve acontecer agora.
Albano Schmidt
Presidente do Simpesc
Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina
Consumo de produtos químicos de uso industrial cai 7,9% no primeiro semestre de 2018
Desaceleração da economia e greve dos caminhoneiros derrubam produção, importações e exportações de produtos químicos nos primeiros meses do ano
São Paulo, 26/07/2018 – O consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção mais importação menos exportação, dos produtos químicos de uso industrial recuou 7,9% no primeiro semestre, sobre igual período do ano passado, segundo informações preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim. O resultado reflete o desempenho ruim de diversas cadeias industriais atendidas pela química
A queda na demanda se deve ao arrefecimento da atividade econômica, notadamente a partir de março, em relação ao final do ano passado, mas sobretudo pelos impactos adversos da paralisação dos caminhoneiros, entre maio e junho, sobre a atividade do setor e da economia como um todo. “Os índices do segundo trimestre do ano ficaram muito aquém do que se previa inicialmente. Todos os componentes que integram o cálculo do CAN tiveram recuos, em volume, no período: índice de produção -4,74%, importações -19,3% e exportações -23,2%”, explica a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira.
Pela natureza dos produtos químicos, alguns altamente perigosos, e pela produção em processo contínuo, há limite estreito para o armazenamento de produtos. “Por essa razão e por não ter como escoar produtos no período de paralisação dos caminhoneiros, muitas empresas tiveram que adotar planos de contingência em relação à produção. Estimativas apontam que o faturamento do setor pode ter ultrapassado os 50% de recuo em relação a um período ‘normal’ de vendas”, completa Fátima. Como resultado o nível médio de utilização da capacidade instalada ficou em 75%, dois pontos percentuais abaixo do que havia sido registrado em igual período do ano passado.
No acumulado do 1º semestre de 2018, o índice de preços subiu 18,56%, tendo sido registradas seis altas mensais consecutivas entre janeiro e junho, reflexo das flutuações do mercado internacional. A alta de preços dos produtos químicos no mercado internacional foi puxada pelo petróleo (+37,3% de janeiro a junho, no que se refere ao barril do óleo Brent) e pela nafta petroquímica (+25,6% de janeiro a junho). Ademais, com reflexos sobre a atividade química, destaca-se também a valorização do dólar no mundo e, em particular, no Brasil, em relação ao Real, +16,6% nos primeiros seis meses do ano.
Após um período de 27 meses consecutivos de resultados positivos, o índice de produção inverteu o sinal em março, passando a apresentar recuo de 0,84% de julho de 2017 a junho de 2018, em relação aos 12 meses imediatamente anteriores. A variável do índice de vendas internas teve alta de 1,03% nos últimos 12 meses findos em junho. Após resultados positivos entre 2014 e 2016, a parcela da produção local destinada ao mercado externo, vem exibindo recuos desde dezembro do ano passado. Nos últimos 12 meses, as vendas externas caíram 12% sobre igual período anterior. No que se refere às importações, também houve redução em volume, de -4,4%, sobretudo pelo recuo das compras dos intermediários para fertilizantes.
“Como resultado dos problemas recentes na produção e da queda da importação, além do menor ritmo da atividade econômica, o CAN diminuiu o ritmo, passando a demonstrar recuo de 2,2% nos últimos 12 meses, contra 6% de crescimento durante todo o ano passado”, conclui Fátima.
Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.
São Paulo, 26/07/2018 – O consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção mais importação menos exportação, dos produtos químicos de uso industrial recuou 7,9% no primeiro semestre, sobre igual período do ano passado, segundo informações preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim. O resultado reflete o desempenho ruim de diversas cadeias industriais atendidas pela química
A queda na demanda se deve ao arrefecimento da atividade econômica, notadamente a partir de março, em relação ao final do ano passado, mas sobretudo pelos impactos adversos da paralisação dos caminhoneiros, entre maio e junho, sobre a atividade do setor e da economia como um todo. “Os índices do segundo trimestre do ano ficaram muito aquém do que se previa inicialmente. Todos os componentes que integram o cálculo do CAN tiveram recuos, em volume, no período: índice de produção -4,74%, importações -19,3% e exportações -23,2%”, explica a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira.
Pela natureza dos produtos químicos, alguns altamente perigosos, e pela produção em processo contínuo, há limite estreito para o armazenamento de produtos. “Por essa razão e por não ter como escoar produtos no período de paralisação dos caminhoneiros, muitas empresas tiveram que adotar planos de contingência em relação à produção. Estimativas apontam que o faturamento do setor pode ter ultrapassado os 50% de recuo em relação a um período ‘normal’ de vendas”, completa Fátima. Como resultado o nível médio de utilização da capacidade instalada ficou em 75%, dois pontos percentuais abaixo do que havia sido registrado em igual período do ano passado.
No acumulado do 1º semestre de 2018, o índice de preços subiu 18,56%, tendo sido registradas seis altas mensais consecutivas entre janeiro e junho, reflexo das flutuações do mercado internacional. A alta de preços dos produtos químicos no mercado internacional foi puxada pelo petróleo (+37,3% de janeiro a junho, no que se refere ao barril do óleo Brent) e pela nafta petroquímica (+25,6% de janeiro a junho). Ademais, com reflexos sobre a atividade química, destaca-se também a valorização do dólar no mundo e, em particular, no Brasil, em relação ao Real, +16,6% nos primeiros seis meses do ano.
Após um período de 27 meses consecutivos de resultados positivos, o índice de produção inverteu o sinal em março, passando a apresentar recuo de 0,84% de julho de 2017 a junho de 2018, em relação aos 12 meses imediatamente anteriores. A variável do índice de vendas internas teve alta de 1,03% nos últimos 12 meses findos em junho. Após resultados positivos entre 2014 e 2016, a parcela da produção local destinada ao mercado externo, vem exibindo recuos desde dezembro do ano passado. Nos últimos 12 meses, as vendas externas caíram 12% sobre igual período anterior. No que se refere às importações, também houve redução em volume, de -4,4%, sobretudo pelo recuo das compras dos intermediários para fertilizantes.
“Como resultado dos problemas recentes na produção e da queda da importação, além do menor ritmo da atividade econômica, o CAN diminuiu o ritmo, passando a demonstrar recuo de 2,2% nos últimos 12 meses, contra 6% de crescimento durante todo o ano passado”, conclui Fátima.
Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.
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