segunda-feira, 13 de julho de 2020

ARABPLAST 15ª EDIÇÃO - 09-12 de janeiro 2021

A Arabplast (arabplast.info), principal feira da indústria plástica no Oriente Médio, está com as inscrições abertas para a próxima edição, que acontecerá entre os dias 09 a 12 de Janeiro de 2021 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Esta feira vem ganhando destaque como uma das principais feiras profissionais da indústria mundial. Na última edição, em 2019, a feira recebeu mais de 15 mil visitantes profissionais de 108 países e 914 expositores de 32 países.

A Arabplast faz parte do K Global Gate (k-globalgate.com) - uma aliança liderada pela Feira K que reúne as maiores e principais feiras do mundo para as indústrias do plástico e da borracha.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Dow anuncia acordo de consumo de energia solar para unidade na Bahia

O PPA (Power Purchase Agreement, acordo de compra de energia elétrica, em português), assinado com a Atlas Renewable Energy, contribui para as metas de sustentabilidade da Dow e no posicionamento como a empresa química com maiores contratos de energia renovável globalmente.
  • O PPA aumentará a competitividade da unidade de Aratu, que produz soluções para o negócio de Poliuretanos da Dow, e está em linha com a estratégia de compra de energia da Dow, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos. Além de energia solar, o complexo fabril de Aratu é suprido também por energia hídrica, biomassa e gás natural.
  • A nova matriz eliminará cerca de 35 mil toneladas de CO2 emitidas por ano na unidade fabril. Isso equivale a evitar emissões correspondentes a mais de 36 mil veículos circulando em um ano.
  • O acordo integra as novas iniciativas da Dow em prol das Metas de Sustentabilidade, com foco em reduzir suas emissões anuais de carbono e promoção à economia circular de plásticos, anunciadas globalmente em 17 de junho.
  • A Dow pretende ser neutra em emissões de carbono até 2050.
São Paulo, 02 de julho - A Dow anuncia a assinatura de um Contrato de Compra de Energia (PPA - Power Purchase Agreement, em inglês) com a Atlas Renewable Energy, para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia. A ação reforça seu compromisso em tornar-se a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. O contrato tem validade de 15 anos e o fornecimento da energia solar ocorrerá por meio da construção da usina Jacarandá, em Juazeiro, na Bahia.

Este acordo está alinhado às novas Metas de Sustentabilidade da Dow, com foco em:
 Proteger o clima: até 2030, a Dow pretende reduzir suas emissões globalmente em 5 milhões de toneladas de CO2 e, até 2050, ser neutra em carbono;
Eliminar os resíduos: até 2030, a Dow ajudará a eliminar os resíduos, permitindo que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas por meio de suas ações e parcerias diretas;
Fechar o ciclo: até 2035, a Dow ajudará a "fechar o ciclo", fazendo com que 100% dos produtos da companhia vendidos nas aplicações de embalagens sejam reutilizáveis ou recicláveis.

“A Dow tem uma presença sólida no Brasil, que é um país rico em recursos naturais e possui uma matriz de energia mais sustentável, diversificada e econômica. Nosso objetivo com as novas Metas de Sustentabilidade é abordar questões como as mudanças climáticas e os resíduos plásticos, que estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos do mundo, propondo soluções práticas e inteligentes. Como nossos produtos e tecnologia são essenciais para a transição para um mundo de baixo carbono, nós constantemente investimos para garantir que possamos atender à demanda global nos mercados em que atuamos”, afirma Javier Constante, Presidente da Dow na América Latina.

Para Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios da Dow para Energia e Mudanças Climáticas, “o acordo aumentará a competitividade da unidade de Aratu e está alinhado à estratégia de compra de eletricidade da Dow, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos. Com o contrato, a empresa terá também direito a emitir Certificados de Energia Renovável. Além de energia solar, o restante da eletricidade consumida na unidade de Aratu vem de uma matriz composta de energia hídrica, biomassa e gás natural.” Após a implementação do projeto, a unidade passa a rodar com 75% de energia mais sustentável.

A Atlas tem um histórico de sucesso focado em projetos de energia renovável na América Latina. Sua plataforma de geração de energia sustentável na região inclui alguns dos melhores projetos de energia solar, com contrato de venda de eletricidade de longo prazo (PPAs de 15 a 30 anos).

Luis Pita, diretor geral da Atlas Renewable Energy no Brasil, lembra que, ao cumprir os pilares sociais, econômicos e ambientais do desenvolvimento sustentável, a energia renovável se firma como principal fonte de energia do século XXI. “Nossa parceria com a Dow para fornecimento de energia mais sustentável em muito nos orgulha, pois reforça nosso compromisso em ajudar grandes consumidores de energia no cumprimento de suas metas e políticas de sustentabilidade. Além disso, o projeto terá impacto positivo nas comunidades próximas à usina, com iniciativas que irão promover o bem-estar ambiental e social da população, em especial das mulheres, graças a um programa desenvolvido para promover igualdade de gênero, ao aprimorar ou criar novas habilidades para elas”, afirma. Com esse programa, a empresa espera contratar de três a quatro vezes mais mulheres do que a força de trabalho feminina normalmente contratada em projetos solares no Brasil.

TERPHANE APRESENTA SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS PARA EMBALAGENS DE CAFÉ

Todas as vantagens dos filmes de poliéster para embalagens de café foram abordadas em um webinar promovido pela ABIC

A Terphane (www.terphane.com), líder em filmes PET (poliéster) na América Latina e um importante player mundial, participou do primeiro webinar da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café – www.abic.org.br), de uma série que tem como tema principal ‘Reciclabilidade das embalagens de café’. Neste webinar, Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, apresentou as diversas opções de filmes PET para café, com ênfase aos metalizados alta barreira e aos filmes sustentáveis da linha Ecophane.

“Devemos lembrar que os filmes de poliéster fazem parte da história das embalagens de café. O material está presente em praticamente todas as embalagens, se não for na sua estrutura, certamente está nos selos de fechamento como no caso de alguns potes e cápsulas.” Célia justifica esta penetração no mercado pelas excelentes propriedades mecânicas e físicas que o PET garante às embalagens de café. Entre elas, printabilidade, altas barreiras a gases, aroma e umidade, e maquinabilidade, tanto no processo de conversão como no envase.

Como inovação, Célia cita as estruturas especiais com alta barreira que uma nova metalizadora, única nas Américas, instalada na planta da Terphane em Cabo de Santo Agostinho (PE), permite produzir. “Graças à toda tecnologia aplicada em nossa linha de produção, conseguimos criar estruturas que variam de 8 a 50 micra de espessura. Especificamente para café, já atingimos uma redução de espessura (downgauging) de 12 para 10 micra.” O processo de metalização também tem a vantagem de eliminar a folha de alumínio da estrutura da embalagem, evitando o efeito de flex cracking (micro furos na folha de alumínio que podem comprometer a qualidade do café) e redução da pegada de carbono já que o alumínio dificulta a reciclagem da embalagem pós consumo.

Ainda sobre o aspecto sustentabilidade, Célia enfatiza a nova linha de filmes sustentáveis Ecophane, da Terphane, dividida em duas famílias de produtos: filmes BOPET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição e os filmes biodegradáveis. No caso dos biodegradáveis, sua decomposição ocorre em aterros sanitários, num período médio de 04 anos, sempre em condições anaeróbicas. Toda a linha Ecophane já foi aprovada pela Anvisa para contato com alimentos, bem como por órgãos internacionais, como FDA (EUA) e EFSA (União Europeia).

Dados do 11º censo da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET – www.abipet.org.br) mostram que o Brasil reciclou 55% das embalagens PET descartadas pós consumo em 2019, 12% a mais que no ano anterior. “A proposta da Terphane é justamente trabalhar com este material descartado e reciclado na composição da linha Ecophane PCR, oferecendo um produto ambientalmente responsável para os convertedores e brand owners e contribuindo para reduzir a ociosidade dos recicladores que hoje ainda é superior a 30% por conta das limitações da coleta.”

Segundo Paula Tavares, consultora em sustentabilidade da ABIC, a associação vem investindo em comunicação e conscientização de seus associados e consumidores: “Quando falamos em sustentabilidade, a ABIC trabalha no tripé social, ambiental e econômico. Seja através das redes sociais, de comunicados internos ou campanhas, a entidade foca em ações e parcerias que estimulem a reciclagem e o consumo consciente. O café gera conversas, a ABIC conexões”.

Vale ressaltar ainda que a partir de uma parceria inédita no setor de embalagens, a Terphane destina parte da renda obtida com a venda dos filmes sustentáveis da linha Ecophane para a Fundação Abrinq (www.fadc.org.br). A iniciativa, criada no final de 2019, visa atender aos projetos educacionais encabeçados pela Abrinq e que contemplam crianças entre 0 e 06 anos.

Sobre a Terphane
Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui ampla experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. Esta característica garante um desempenho único aos filmes Terphane e a coloca como líder de mercado na América Latina e um importante player global. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Nouryon expande capacidade de peróxidos orgânicos no Brasil

A Nouryon concluiu um projeto que irá mais do que dobrar a capacidade de peróxidos orgânicos em sua planta em Itupeva (SP). A expansão adicionará capacidade para produtos como peróxidos de metiletilcetona (MEKP), bem como pastas e ceras de peróxido de dibenzoíla (BPO). Estes são ingredientes essenciais usados ​​na produção de compósitos que atendem vários mercados que crescem rapidamente, como o de turbinas eólicas e o de construção civil.

"Esse investimento em Itupeva transformou nosso site em uma unidade de produção de ponta, oferecendo aos clientes de compósitos maior confiabilidade de fornecimento e acesso a todo o portfólio de produtos de peróxidos orgânicos da Nouryon", comenta Eugenio Donato, diretor de Operações das plantas de Itupeva da Nouryon.

"As principais atualizações da expansão incluem um avançado Sistema Instrumentado de Segurança (SIS), o primeiro instalado em plantas da Nouryon na América do Sul. Por meio de sensores, unidades lógicas e elementos de controle final, esse sistema garante a segurança e o bom funcionamento das operações", explica Donato.

Esse projeto é o mais recente de uma série de investimentos que a Nouryon fez para fortalecer seus negócios de Catalisadores de Polímeros, que incluem peróxidos orgânicos e alquilmetálicos. No ano passado, a empresa adquiriu a Zhejiang Friend Chemical Co., a maior produtora de trietilalumínio (TEAL) na China. Em abril deste ano, a Nouryon anunciou que havia acordado a aquisição do negócio comercial de TEAL da Sasol.

"A Nouryon é líder mundial em ingredientes essenciais para a indústria de polímeros", comenta Roberto Pontifex, gerente Comercial da Nouryon no Brasil. "Temos unidades de produção na Europa, Ásia e Américas, e o investimento mais recente em Itupeva reflete nossa estratégia de atender regionalmente um mercado em expansão, permitindo suprir as necessidades de nossos clientes da melhor forma possível", conclui Pontifex.

Sobre a Nouryon
Segundo informam: Somos uma líder global em especialidades químicas. Indústrias de todo o mundo utilizam os nossos produtos químicos, que são essenciais para a fabricação de produtos como papel, plásticos, materiais de construção, alimentos, produtos farmacêuticos e itens para cuidados pessoais. Graças aos nossos quase 400 anos de história, a dedicação de nossos 10.000 colaboradores e o nosso compromisso mútuo com o crescimento dos negócios, um forte desempenho financeiro, segurança, sustentabilidade e inovação, criamos uma empresa de nível internacional e construímos fortes parcerias com os nossos clientes. Possuímos atividades em mais de 80 países e o nosso portfólio inclui as principais marcas do mercado, tais como a Eka, Dissolvine, Trigonox e a Berol.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Plastivida dá início à implementação do Programa Pellets Zero - OCS®

A Plastivida, licenciadora do Programa Internacional Operation Clean Sweep (OCS®), dá início ao processo de implementação do Programa Pellets Zero - OCS®. A implantação seguirá os parâmetros estabelecidos dentro do Fórum Ambiental dos Plásticos Por Um Mar Limpo, e será realizada na indústria petroquímica e nas empresas que atendem à logística dessa indústria. Na sequência, será lançada para a indústria de transformação em parceria, dentro do Fórum, com a ABIPLAST. O Programa tem por objetivo auxiliar a essas empresas na redução de eventual perda de pellets plásticos para o ambiente.
A partir de junho, as empresas que assinarem o compromisso com o Programa Pellets Zero - OCS® receberão a certificação com uma estrela e, com o processo de implementação do Programa, realizado em fases, graduações serão acrescentadas a seu certificado, até a pontuação máxima de 4 estrelas. Neste momento, a empresa poderá optar por seguir os parâmetros do OCS® Blue, conseguindo, assim a quinta e última estrela.
O sistema de estrelas foi desenvolvido no Brasil e é inovador no mundo e foi construído dentro do Fórum Ambiental dos Plásticos Por Um Mar Limpo. Aprovado pelo OCS®, pretende mostrar que essa certificação é um processo contínuo de desenvolvimento e monitoramento, feito de forma transparente e rastreável. Seu funcionamento é simples e padronizado. Cada estrela é obtida a partir das entregas das atividades necessárias para a certificação à licenciadora dentro de prazos definidos. A primeira estrela é obtida no momento que a empresa assume Compromisso com a sua licenciadora, a segunda a partir da realização do Diagnóstico das unidades, a terceira, após a elaboração do Plano de Trabalho e a quarta com a Implementação deste plano. Todo este processo tem prazo máximo de dois anos para ser concluído, mas a expectativa é que aconteça muito antes. Esse processo pode acontecer com apoio da licenciadora, que no Brasil são a Plastivida e Abiplast.
Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, esse é um importante passo, resultado de anos de estudos e de dedicação sobre o tema. "A Plastivida, como licenciadora do OCS® e conveniada com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo - IOUSP, está realizando um trabalho consistente de mitigação da questão dos resíduos nos oceanos", afirma o executivo. E completa: "esperamos a ampla adesão ao Programa para avançarmos nessa importante pauta ambiental. Embora a perda de pellet para o meio ambiente seja mínima quando comparado a outras fontes como a de resíduos sólidos urbanos, por exemplo, é um eventual tipo de resíduo que está dentro da Governança da indústria e por isso esta precisa fazer a sua parte".
A base do Programa é o Manual do Programa Pellets Zero - OCS®, adaptado à realidade brasileira. O Manual busca atender às metas previstas pelo Objetivo do Desenvolvimento Sustentável nº 14 (ODS-14), de conservação e uso sustentável dos oceanos, e às assumidas pelos governos de diversos países e por organizações intencionais da sociedade civil, durante a Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, em 2017.

Histórico
A atenção da Plastivida com a questão dos resíduos nos mares vem de longa data. Em 2011, foi lançado o Compromisso de Honolulu, com o objetivo de estimular o compartilhamento de soluções para reduzir o lixo marinho, buscando a melhoria da gestão dos resíduos em todo o mundo. Dirigido a Governos, Indústrias, ONGs e demais interessados, o documento tem o objetivo de servir como instrumento de gestão para a redução da entrada de resíduo de origem terrestre e de atividades marinhas no mar, bem como prever a retirada do material que já existe nos oceanos.
Decorrente dessa ação, no mesmo ano, foi assinada a "Declaração Global Conjunta da Indústria dos Plásticos", da qual a Plastivida é signatária, que formaliza a posição desta indústria mundial com relação ao tema dos resíduos nos mares. Organizações ligadas à cadeia produtiva do plástico de todo o mundo se comprometeram a trabalhar em conjunto com representantes dos governos, organizações não‐governamentais, pesquisadores e outros tomadores de decisão para prevenir o lixo no mar.
Em 2012, a Plastivida firmou um convênio com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo - IOUSP, para se capacitar e desenvolver estudos científicos para endereçar as discussões sobre o tema no Brasil. Esse trabalho resultou, em 2016, no lançamento do "Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo", que promove estudos, interagem com players mundiais sobre o tema e gera ações práticas, tanto de educação ambiental, quanto de solução para a questão. São signatários do Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo, além da própria Plastivida, a Abief, Abiplast, Abiquim, Abrade, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto de Engenharia, RadiciGroup Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sindiplast, Sinplast e Sinproquim. Para saber mais, acesse www.porummarlimpo.org.br.

SERVIÇO: Lançamento do Programa Pellet Zero - OCS®
Datas
• 5 de junho (manhã) - apresentação para a indústria petroquímica;
• 5 de junho (tarde) - apresentação para operadores logísticos da petroquímica;
• 8 de junho - apresentação para a transformação (para participação online, neste dia, fazer a inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfg63fiwqb24Ma-P2Dcs7ifjDHYR3MzScxT0d_9GYqH9XN-rQ/viewform )
Horário: 10h

Sobre a Plastivida: A Plastivida é o Instituto Socioambiental dos Plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos - suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado - a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. Para mais informações: www.plastivida.org.br


Projetos em acrílico têm ajudado a inibir a proliferação do Covid-19 em ambientes públicos

O acrílico atende especificações dos mais variados projetos e em diferentes estabelecimentos comerciais – como restaurantes, mercados, farmácias, bancos e até veículos de transporte público de passageiros, entre outros – permitindo que pessoas se encontrem ou que trabalhem de forma mais segura                                            
                                         

São Paulo, 03 de junho de 2020 – Nada está e nem deve ficar como antes. A pandemia tem mudado a vida de todos no mundo todo. Muitos não podem sair de casa ou quando podem, precisam evitar proximidade. O distanciamento social virou uma regra, pelo menos até que exista uma vacina ou tratamento eficaz para a Covid-19. Enquanto isso, quem trabalha com o público precisa se precaver para não se contaminar e nem contaminar aos outros. E é justamente neste sentido que o acrílico têm sido peça-chave. Leve, resistente, fácil de limpar e totalmente transparente, o material é usado em projetos como escudos protetores, divisórias, cubas e até viseiras médicas, entre outros itens.

Vistas pela primeira vez na Europa e na Ásia, as barreiras de proteção em acrílico para restaurantes permitem que as pessoas se encontrem e sentem-se juntas à mesa, sem que tenham contato direto. As peças podem ser facilmente instaladas em mesas e balcões e se adaptam bem em qualquer ambiente, podendo ser também moldadas e impressas à laser. Nesses projetos, a enorme variedade de espessura das chapas, além de cores, ainda pode contribuir para que o estabelecimento possa aliar sua identidade visual ao projeto de proteção.

Esses escudos se mostram fundamentais em épocas como essas, mas a verdade é que permitem a proteção de quem trabalha com o público durante todo o ano, não apenas do Coronavírus. Por isso, sua instalação em balcões de atendimento, como os de bancos e até caixas de supermercados, correios, lotéricas, farmácias e padarias, têm sido ampliada e deve se tornar cada vez mais comum.

E não é só em estabelecimentos comerciais padrões que as barreiras acrílicas podem ajudar a diminuir a contaminação. Essas divisórias também estão sendo usadas no setor de transporte de passageiros, como táxis e aplicativos. Como o acrílico é um material fácil de moldar, foi possível criar, através dele, uma barreira bonita, sofisticada e visualmente agradável para o interior de veículos. Ela é apoiada no encosto dos bancos dianteiros e divide a cabine do carro em dois ambientes. Assim, motorista e passageiros tem o menor contato possível. O produto, que é feito e oferecido por diversas empresas associadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), tem se tornado cada vez mais comum. Há inclusive empresas de locação de carros que oferecem o item como opcional. Fácil de instalar e de limpar, a peça pode ser adquirida inclusive pela internet. "Fazemos o produto com chapas cristais de 3 ou 4 mm de espessura. Modernas, elas atendem a demanda do setor por mais segurança sem comprometer o visual do carro", explica Isabella Covre, relações públicas da Emporium Acrílicos.

Embora alguns desconheçam, a área médica não é novidade para as empresas do setor de acrílico. A produção de incubadoras e berços em acrílico hospitalar para recém-nascidos são alguns dos itens comuns desenvolvidos pelo segmento e algumas das empresas ligadas ao INDAC. Assim, nada mais natural que as empresas deste setor ofereçam aos hospitais, além de outros segmentos, inúmeros outros projetos e produtos, como viseiras protetoras para profissionais da saúde e cubas, usadas na intubação de pacientes, além dos mais diversos tipos de porta-objetos.

Segundo Carlos Marcelo Thieme, Diretor Presidente do INDAC, esse não é um período fácil para ninguém, nem para as pessoas, nem para as empresas. Mas os associados do INDAC têm procurado se reinventar e ajudar o país da maneira que sabem, trabalhando com o acrílico.

Além das vendas, muitas empresas ligadas à entidade têm doado material para hospitais e centros de atendimento que atuam no combate ao Covid-19. "Acreditamos que esse é o Brasil que dá certo, quando cada um contribui com o que pode", conta Ralf Sebold, diretor da Bold.

As vantagens na escolha do acrílico como matéria-prima:
Transparência: 92% em qualquer espessura – a maior dentre todos os materiais, além de opções de chapas jateadas ou anti-refletivas;
Resistência ao impacto: 10 vezes superior ao vidro;
Variação de espessuras e tamanhos: de 1,0 a 50,0 mm e chapas de 1 x 1 até 2 x 3 metros;
Facilidade de dobragem, colagem e moldagem;
Infinitas opções de cores transparentes, como verde vidro, azul piscina, amarelo bebê ou gradações de fumês – adequando-se a necessidade e ousadia de qualquer projeto.
Importante salientar que a matéria prima do acrílico (MMA) e toda cadeia produtiva, chapas e peças são nacionais e não possuem dependência do mercado internacional para seu desenvolvimento.
Limpeza: deve ser feita com água e sabão neutro.

Arkema finaliza a venda de seus negócios de Poliolefinas Funcionais

A venda do negócio de poliolefinas funcionais da Arkema para a SK Global Chemical foi finalizada em 1º de junho e está totalmente alinhado com a estratégia de reorientar as atividades do Grupo em Materiais Especiais. 
Com vendas de cerca de € 250 milhões, o negócio de Poliolefinas Funcionais, que faz parte da atividade do PMMA, compreende copolímeros e terpolímeros de etileno para os mercados de embalagens de alimentos, cabos, eletrônicos e revestimentos.
Este negócio emprega cerca de cem pessoas na França e possui uma rede internacional de vendas de cerca de trinta pessoas, que agora se juntarão à SK Global Chemical, uma subsidiária do grupo sul-coreano SK.
Com base no valor da empresa de 335 milhões de euros, esse desinvestimento está totalmente alinhado com a estratégia do Grupo de se especializar em Materiais Especiais até 2024, apresentado em 2 de abril de 2020, centrado nos três segmentos complementares e altamente inovadores de: soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento.
Com base em seu conjunto exclusivo de conhecimento em ciência de materiais, a Arkema, segundo informam, "oferece um portfólio de tecnologias de primeira qualidade para atender à crescente demanda por materiais novos e sustentáveis. Com a ambição de se tornar, em 2024, um participante puro em Materiais Especiais, o Grupo está estruturado em 3 segmentos complementares, resilientes e altamente inovadores, dedicados a Materiais Especiais - soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento - representando cerca de 80% das vendas do grupo, e um segmento de intermediários bem posicionado e competitivo. A Arkema oferece soluções tecnológicas de ponta para enfrentar os desafios atuais, entre outras coisas, novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade, além de promover um diálogo permanente com todas as partes interessadas. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países, com 20.500 funcionários em todo o mundo." www.arkema.com.br