As importações brasileiras de produtos químicos totalizaram mais de US$ 19,4 bilhões no primeiro semestre de 2012, enquanto as exportações somaram US$ 7,4 bilhões. Em relação ao mesmo período de 2011, as importações subiram 1,9% e as exportações cresceram 0,8%. O déficit na balança comercial de produtos químicos, de US$ 12,0 bilhões, aumentou 2,7% na comparação com o primeiro semestre do ano passado.
Somente no mês de junho, foram importados US$ 3,5 bilhões em produtos químicos, aumento de 2,5% em relação ao mês anterior e novo recorde para o ano. Na comparação com junho de 2011, entretanto, as compras externas tiveram queda de 3,7%. Já as exportações alcançaram cerca de US$ 1,2 bilhão, o que representa queda de 7,8% frente a maio e de 5,1% em relação a junho de 2011.
“Os resultados do primeiro semestre de 2012 da balança comercial de produtos químicos apontam relativa estabilidade do fluxo comercial do País. Uma análise mais cuidadosa, entretanto, remete à preocupação do setor de que são crescentes as importações de produtos químicos produzidos localmente e de maior valor agregado. Os produtos químicos brasileiros encontram cenário competitivo internacional desfavorável e expressivas dificuldades operacionais e aduaneiras em alguns dos principais mercados. Exemplo disso são as exigências impostas pela Argentina antecipadamente à celebração de suas importações, o complexo sistema de liquidação de pagamentos pela Venezuela e os onerosos registros a que devem se submeter empresas que desejam manter seus produtos no mercado europeu”, aponta a diretora de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Mazzaro Naranjo.
No contexto geral do comércio exterior brasileiro, os produtos químicos responderam por 17,6% de todas as importações (US$ 110,1 bilhões) realizadas pelo País de janeiro a junho. Os intermediários para fertilizantes, com compras de US$ 3,1 bilhões, foram os produtos químicos mais importados no semestre.
terça-feira, 17 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Seminário do Setor Plástico do Brasil reúne empresários, políticos e representantes dos trabalhadores
Evento abordou questões pontuais e planejamento de estratégias para
fomentar o desenvolvimento deste importante
segmento econômico do país.
Deputado Federal Vanderlei
Siraque dando início ao Seminário
Siraque dando início ao Seminário
Na manhã de 5ª feira (28/06/12), no auditório Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado federal Vanderlei Siraque (PT/SP) coordenou seminário que reuniu importantes lideranças e expoentes do setor plástico no Brasil.
Durante a atividade, dirigentes empresariais, autoridades públicas e sindicalistas explanaram sobre as dificuldades enfrentadas pela cadeia produtiva do segmento e traçaram medidas a serem adotadas, por meio da implantação de normas e políticas públicas que possam favorecer e alavancar o setor da indústria de transformação brasileira.
O parlamentar petista, criador e presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Competitividade da cadeia produtiva dos Setores Químico, Petroquímico e Plástico do Brasil na Câmara Federal (DF), iniciou os trabalhos abordando os principais objetivos do grupo e elencou medidas de âmbito político para estimular a produção. “A nossa Frente é suprapartidária. Não temos como objetivo o embate de siglas políticas adversárias. Visamos somente incentivar o desenvolvimento. Para que a produção da indústria de transformação brasileira seja competitiva é necessário promover a implantação de normas e políticas públicas que tenham como objetivo reduzir os custos de produção, por meio de novas tecnologias, desonerar a carga tributária nos âmbitos Federal, Estaduais e Municipais, coibir a guerra fiscal entre os Estados da Federação, reduzir as tarifas de energia elétrica, de gás e de água, bem como diminuir as taxas de juros, equilibrar o real em relação às moedas estrangeiras e restringir a importação de produtos similares aos nacionais para incentivar as exportações, qualificar e formar mão de obra, investir em logística e infraestrutura, como portos, aeroportos e rodovias. Além disso, temos também de desburocratizar e facilitar a abertura, ampliação e instalação de empresas deste segmento no país”, explicou Vanderlei Siraque.
O deputado revelou também que, em todo o país, há 11 mil empresas do setor, sendo que, quase a metade, 5 mil, estão localizadas no Estado de São Paulo. No entanto, Siraque alertou que há a necessidade de analisarmos o Brasil como um todo, e não cada Estado da Federação isoladamente. “A questão é saber se o petróleo do pré-sal será encarado como comoditie ou se terá valor agregado para beneficiar toda a União. Temos de estimular o desenvolvimento de ciência, pesquisa e tecnologia para que possa haver equilíbrio ecológico e ambiental”, opinou.
O presidente da ABIPLAST-Associação Brasileira da Indústria do Plástico, associação que congrega as indústrias brasileiras do setor, José Ricardo Roriz Coelho, enalteceu o papel e a iniciativa do deputado Vanderlei Siraque no Congresso Nacional, no tocante ao incentivo às empresas do plástico. “Agradeço ao deputado Siraque. Quero salientar que, atualmente, o petróleo representa 10% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, logo, trata-se de setor econômico de muita relevância. Em 2020, a previsão é de que ocupe uma fatia de 20% do PIB brasileiro. O setor Plástico é o 3º maior empregador do Brasil. No entanto, as exportações têm diminuído e o custo da produção é alto. Portanto, a cadeia produtiva precisa obter incentivos fiscais do governo. É difícil concorrermos no mercado internacional. A China, por exemplo, é um país que detém tecnologia de ponta e, lá, não há direitos sociais e trabalhistas. Portanto, fica difícil competir. O deputado Vanderlei Siraque pode ser um importante elo de ligação entre o nosso setor e o governo federal para obtermos medidas de estímulo”, esclareceu.
O prefeito de Mauá, doutor Oswaldo Dias (PT), reforçou a necessidade de manter as indústrias plásticas na região metropolitana paulista, mas fez algumas revelações que causaram surpresa. “Mauá possui a única refinaria do Brasil que não arrecada tributos para a cidade. Além disso, apenas 60% da arrecadação do Pólo Petroquímico fica no nosso município. É preciso rever e ajustar essa questão tributária”, explicou.
Raimundo Suzart, coordenador político da FETQUIM, Federação dos Trabalhadores do ramo Químico da CUT no Estado de São Paulo, destacou que é primordial investir na qualificação profissional da mão de obra. “Há muita rotatividade da mão de obra neste setor da indústria. 50% das indústrias nacionais do setor Plástico são micro empresas, compostas, em sua maioria, por 4 a 9 trabalhadores sem o devido preparo para exercer a profissão adequadamente. É preciso qualificar o trabalhador, a fim de valorizá-lo e torná-lo um profissional com dignidade”, defendeu.
Segundo o presidente da CNTQ, Sindiquímicos e secretário de Meio Ambiente e Ecologia da Força Sindical, Antônio Silvan Oliveira, muito se falou e pouco se fez a favor da indústria de transformação no Brasil. “Não vemos medidas e iniciativas governamentais para incentivar este setor tão importante para a economia do país. O segmento só é lembrado na hora da cobrança tributária”, lamentou.
Além das autoridades citadas acima, o deputado federal Vanderlei Siraque também sentiu-se muito honrado e agradeceu a presença do senhor Paulo Lage, presidente do Sindicato dos Químicos do ABC, do deputado estadual Zico Prado (PT) e do vereador Francisco Chagas (PT).
Deputado federal Vanderlei Siraque (PT/SP) e
José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast
sábado, 30 de junho de 2012
Substituição de metais por plásticos na indústria automotiva é tema da palestra de engenheiro da SABIC no Cintec 2012 Plásticos
Entre os dias 20 e 24 de agosto, acontece o Cintec 2012 Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica. Promovido pela Sociedade Educacional de Santa Catarina (Sociesc) e realizado em paralelo à feira Interplast 2012, em Joinville, o evento contará com 20 palestras, além seis minicursos cursos.
No dia 22 de agosto, a última palestra da tarde, com início às 17h45, será do Engenheiro de Desenvolvimento e Aplicação, Cesar Augusto Marelli, da SABIC, empresa líder mundial no fornecimento de soluções em materiais termoplásticos. Formado em engenharia de produção mecânica, com MBA em gerenciamento de projetos, Marelli tem ampla experiência nas áreas de injeção e desenvolvimento de projetos e produtos e de simulação via CAE.
Sua palestra terá como tema “Substituição de metais por plásticos de engenharia na indústria automobilística”. Além de abordar os conceitos sobre redução de peso e substituição de metais, o engenheiro vai compartilhar o seu conhecimento em elementos finitos e estruturação de componentes e apontar os principais plásticos de engenharia para fabricação de peças automotivas. Casos reais de sucesso e tendências para indústria automotiva vão exemplificar o assunto.
O Cintec Plásticos tem como principal foco a inovação e a troca de conhecimento. Ao longo dos 12 anos de sua realização, o evento já reuniu mais de 7.900 congressistas e 600 palestrantes. Para 2012, a expectativa é atrair cerca de 400 profissionais.
Stanplast leva produtos fabricados por rotomoldagem para Interplast 2012
Para a 7ª edição da Interplast, que acontece entre 20 e 24 de agosto de 2012, em Joinville - SC, a Stanplast já confirmou sua presença. Esta é a segunda vez que a empresa participa da feira e, para este ano, vai levar seus produtos fabricados pelos processos de rotomoldagem e termoformagem.
Com um leque de 150 produtos próprios, a Stanplast tem mais de 24 anos de experiência na atividade de rotomoldagem. O processo é uma opção industrial versátil e de baixo custo produtivo, que permite aos produtos um design diferenciado, com variedade de formas. Além disso, possui ainda outra vantagem, que é a possibilidade de a densidade das paredes do produto ser alterada conforme a resistência desejada. A empresa também desenvolve, de maneira prática e eficiente, projetos personalizados, buscando suprir as necessidades dos clientes e a demanda do mercado.
Com um leque de 150 produtos próprios, a Stanplast tem mais de 24 anos de experiência na atividade de rotomoldagem. O processo é uma opção industrial versátil e de baixo custo produtivo, que permite aos produtos um design diferenciado, com variedade de formas. Além disso, possui ainda outra vantagem, que é a possibilidade de a densidade das paredes do produto ser alterada conforme a resistência desejada. A empresa também desenvolve, de maneira prática e eficiente, projetos personalizados, buscando suprir as necessidades dos clientes e a demanda do mercado.
AX Plásticos apresenta novidades em extrusoras para laboratórios na Interplast 2012
Para a edição 2012 da Interplast, a AX Plásticos vai trazer o seu mais novo lançamento para laboratórios, a extrusora-sopradora modelo AX16Blow. Equipada com rosca e cilindro de 16 mm de diâmetro e controlada por CLP por meio de IHM (touch screen), a máquina foi desenvolvida com diversos tipos de polímeros e blendas.
Além desta novidade, os visitantes que passarem pelo estande da empresa também vão conhecer a extrusora AX20 Blow-Film, para filme tubular, também voltada para laboratórios. Esse modelo, mais compacto, é controlado por inversor de frequência e tem capacidade de processamento mínimo de 500 g/h.
A AX Plásticos está há mais de oito anos no mercado de polímeros, desenvolvendo e fabricando equipamentos de transformação voltados, especialmente, para laboratórios. Com tamanhos reduzidos e baixo consumo de energia, os equipamentos da AX produzem resultados mais rápidos e com um custo menor, se comparados aos ensaios feitos em equipamentos comuns de produção. “Com apenas 500 gramas de polímeros, é possível realizar ensaios, testes, pesquisas, desenvolvimentos, entre outras inovações, em nossos equipamentos. É por isso que nossos produtos estão ganhando cada vez mais espaço nos laboratórios de todo o Brasil, com destaque para o laboratório da Embrapa, em São Carlos/SP, da UFSC, em Florianópolis/SC, da Sociesc, em Joinville/SC e os da Braskem, na Bahia, em São Paulo e no Rio Grande do Sul”, ressalta Douglas Amorim Paiva, gerente geral da AX Plásticos.
A Interplast 2012 - – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico acontecerá entre os dias 20 a 24 de agosto em Joinville, Santa Catarna.
Além desta novidade, os visitantes que passarem pelo estande da empresa também vão conhecer a extrusora AX20 Blow-Film, para filme tubular, também voltada para laboratórios. Esse modelo, mais compacto, é controlado por inversor de frequência e tem capacidade de processamento mínimo de 500 g/h.
A AX Plásticos está há mais de oito anos no mercado de polímeros, desenvolvendo e fabricando equipamentos de transformação voltados, especialmente, para laboratórios. Com tamanhos reduzidos e baixo consumo de energia, os equipamentos da AX produzem resultados mais rápidos e com um custo menor, se comparados aos ensaios feitos em equipamentos comuns de produção. “Com apenas 500 gramas de polímeros, é possível realizar ensaios, testes, pesquisas, desenvolvimentos, entre outras inovações, em nossos equipamentos. É por isso que nossos produtos estão ganhando cada vez mais espaço nos laboratórios de todo o Brasil, com destaque para o laboratório da Embrapa, em São Carlos/SP, da UFSC, em Florianópolis/SC, da Sociesc, em Joinville/SC e os da Braskem, na Bahia, em São Paulo e no Rio Grande do Sul”, ressalta Douglas Amorim Paiva, gerente geral da AX Plásticos.
A Interplast 2012 - – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico acontecerá entre os dias 20 a 24 de agosto em Joinville, Santa Catarna.
domingo, 24 de junho de 2012
Você quer montar uma recicladora de plásticos?
Prestamos consultoria na elaboração de projetos
- O plástico tem sido apontado como o vilão do meio ambiente. A sua baixa densidade faz com que este polímero, quando descartado indevidamente no meio ambiente, flutue nos recursos hídricos, o que aumenta sua visibilidade, causando uma imagem negativa, diante da população;
- A falta de uma cultura de preservação ambiental e a escassez de projetos de coleta seletiva, fazem com que, injustamente, a população considere o plástico como o “inimigo nº 1” da preservação ambiental;
- Por outro lado, a lei nº 12.305 de 02/08/2010 (“Política Nacional de Resíduos Sólidos”), prevê incentivos para as atividades de reciclagem de materiais e projetos de coletas seletivas;
- Portanto, promover a reciclagem e dar vida nova a materiais plásticos que acabariam em lixões ou aterros sanitários não é apenas uma atitude correta, é uma atitude de visão!
LEMBRETE IMPORTANTE: a matéria prima é o principal custo na transformação do plástico. Para reduzir este custo e preservar o meio ambiente, prestamos consultoria na elaboração de projetos de recicladoras de plásticos.
Para maiores informações, os interessados podem entrar em contato com a nossa redação, através do e-mail jorplast@jorplast.com.br ou pelo telefone (21) 2717-0375.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Qualificação do público foi destaque na 28ª Fispal Tecnologia
Oportunidades de novos negócios confirma
recuperação do setor para os próximos meses
Os resultados da 28ª Fispal Tecnologia - Feira Internacional de Embalagens e Processos para as Indústrias de Alimentos e Bebidas, promovida pela BTS Informa, deram novo ritmo ao setor. Presença qualificada de mais de 60 mil visitantes de todo País e do exterior abriram oportunidades de negócios para as duas mil marcas expositoras, que ocuparam os quase 80 mil m2 do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, entre os dias 12 a 15 de junho.
A participação de 146 expositores estrangeiros, de 16 países diferentes, crescimento de 35% em relação à edição de 2011, também confirma o momento favorável para ampliar as relações comerciais com o mercado brasileiro. Este ano os Pavilhões Internacionais trouxeram novidades da Alemanha, Bélgica, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Índia, Itália, México, Taiwan e Turquia – este último com 15 empresas representantes.
Durante a Fispal Tecnologia, também foram realizadas 112 rodadas de negócios com 10 compradores internacionais e 25 empresas brasileiras transformadoras de plástico associadas ao Programa ExportPlastic. De acordo com o INP (Instituto Nacional do Plástico) a projeção de negócios é US$ 1,7 milhão para os próximos 12 meses.
“A cada Fispal queremos melhorar os resultados e esta edição é a prova de que atingimos os nossos objetivos”, afirma Marco Antonio Basso, CEO do Informa Group no Brasil.
Na avaliação dos expositores, a Fispal deve estar no planejamento de marketing e negócios das empresas do setor. “A feira foi bastante positiva, sendo a melhor vitrine para a nossa linha de produtos”, afirma Marcio Amorim, gerente comercial da Romi. A mesma opinião foi compartilhada pelo diretor da Indumak, Gelson Renato Schmidt. ”A qualidade dos visitantes está melhor. Conseguimos fechar bons negócios e prospectar novos clientes, além de manter o relacionamento com os que já são da nossa carteira”.
Mesmo para os expositores que participaram pela primeira vez do evento, os resultados superaram as expectativas. É o caso da empresa alemã Rose Plastic, que realizou 40 novos contatos com potenciais compradores. A experiência também foi satisfatória para o Simplas-RS (Sindicato das Indústrias de Material Plástico), que trouxeram empresários da região Sul. “Notamos um público extremamente qualificado, pois a feira é mais específica”, diz Victor Oscar Borkoski, vice-presidente do sindicato.
Futuro do setor
Simultaneamente à Fispal Tecnologia, foram realizados três congressos técnicos e um simpósio sobre Segurança Alimentar, iniciativa conjunta da BTS Informa e do IBC Brasil, empresa do Grupo Informa especializada na realização desse tipo de evento.Entre os dias 12 e 14 de junho, 500 congressistas puderam trocar informações e experiências sobre tecnologias, tendências e desafios para a indústria de alimentos.
A abertura do evento foi marcada pela Plenária de Presidentes, que contou com a participação de presidentes e vice-presidentes de grandes indústrias do setor – J. Macêdo, BRF Brasil Foods, Schincariol, Kraft Foods, Cargill Agrícola, Tetra Pak e PepsiCo. Os debates sobre os Rumos da Indústria Alimentícia no Brasil foram conduzidos por LuisMadi, presidente do ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
A saudabilidade foi destacada por Gino Di Domenico, presidente da Schincariol, como um bom exemplo de ações que vêm sendo implementadas pela marca na melhoria dos produtos. Segundo ele, a empresa conseguiu nos últimos anos trocar aromas artificiais por naturais, reduzir entre 15% a 20% a quantidade de açúcar nas bebidas e cortou em cerca de 14% o consumo de água nos processos industriais.
Fabio Acerbi, diretor de assuntos corporativos da Kraft Foods salientou que não deve existir uma dualidade entre a indústria e órgãos regulatórios, como a Anvisa, mas uma parceria. “Não estamos em polos opostos. A indústria também quer consumidores saudáveis para que o consumo seja sustentável”. Dessa forma, a Kraft superou suas metas na eliminação de gordura trans, dejetos sólidos, entre outros.
Entre outros pontos discutidos, ficou claro que os incentivos e políticas para a indústria de alimentos ainda são insatisfatórios, principalmente quando se leva em consideração a crescente demanda por alimentos não apenas no Brasil, mas em um cenário amplo, como a América Latina.
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