quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Falta de competitividade explica piora nos balanços econômico e financeiro das indústrias químicas

A riqueza interna gerada pelas empresas do setor químico representou, em média, 20,2% do total da receita bruta apurada em 2011, uma redução de 3,7 pontos porcentuais em relação a 2010. Outro dado preocupante é que, na comparação com 1998, primeiro ano do levantamento, o porcentual de 2011 ficou 17,8 pontos abaixo (naquela ocasião, o valor adicionado sobre a receita bruta foi de 38%).

Segundo Fátima Giovanna, diretora técnica de Economia e Estatística da Abiquim, estes resultados comprovam o cenário de falta de competitividade da indústria química brasileira, bem como fornecem algumas das razões para o desestímulo a novos investimentos: “Dado que o setor químico é intensivo em capital e muito dependente de matérias-primas, a Abiquim vem defendendo insistentemente sua desoneração, bem como a adoção de uma política para o uso do gás como matéria-prima”.

A distribuição da riqueza gerada pelas empresas também representa um problema para o setor, que precisa de investimentos. O Governo ficou com a maior fatia da parcela da riqueza em 2011 (33,9% do total), por meio de cobrança dos impostos, taxas e contribuições. Isso significa um recolhimento de R$ 6,3 bilhões aos cofres públicos, do total de R$ 18,5 bilhões gerados. Já outra parte, de R$ 5,8 bilhões (31,2%), foi destinada ao sistema financeiro para o pagamento de juros. A fatia reservada à remuneração do trabalhador ficou com 27%, ou R$ 5 bilhões. O restante do valor adicionado, R$ 1,4 bilhão (7,9%), ou seja, a menor parcela deste total fica com a empresa, sendo dividida entre juros sobre capital próprio (ou retorno ao acionista) e lucros/prejuízos retidos no negócio.

O indicador EBITDA/ROL, que mede o resultado específico da atividade de fabricação de produtos químicos antes de despesas e receitas financeiras, mudou para um nível mais baixo em relação aos primeiros anos da série. Se em 1998 o EBITDA alcançou 16,19% (em 1999 chegou a 22,16%), em 2011 o mesmo indicador registrou apenas 11,29%. Este é mais um resultado que comprova a dificuldade das empresas em manter a atividade produtiva e, por consequência, evidencia uma perda importante de competitividade.
A margem líquida do setor também sofreu recuo no ano passado, atingindo o patamar de apenas 3,2%, contra 5,2% em 2010. Na análise dos últimos anos, de 2003 a 2011, os números estavam registrando melhora expressiva, mas interrompida, todavia, pela crise internacional, que puxou a margem líquida de 2008 para valores negativos (-1,0%).

Fátima Giovanna alerta para as consequências desses resultados: “À medida que vemos o setor gerando cada vez menos valor, especialmente pela elevação do peso da matéria-prima e também com o baixo retorno obtido na atividade, como poderemos atrair novos investimentos? No início da série, os gastos com matéria-prima representavam cerca de 60% do total da receita bruta. Hoje essa variável pesa 85%.”
Os estudos “Valor Adicionado” e “Análise de Balanços” foram realizados pela equipe de Economia e Estatística da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química).


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Qualificação do público marca a Feira Química 2012

Evento que teve início na última terça-feira, dia 27 de novembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, se encerra hoje com grande qualificação do público presente.

São Paulo, Novembro de 2012 - A qualificação do público que esteve presente na Feira Química 2012 (Feira Brasileira da Indústria Química), que se encerra hoje, dia 29 de novembro, às 21h, foi bastante grande segundo os expositores presentes e organizadores do evento. A Feira Química 2012 começou na última terça-feira, dia 27 de novembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e reuniu fabricantes de máquinas, equipamentos, acessórios, insumos e serviços para todo o setor, atraindo consumidores finais, empresas do segmento petroquímico, química básica e química fina.

A feira atraiu compradores qualificados dos mais variados segmentos da indústria química: alimentícia, cosméticos, defensivos agrícolas, farmacêutica, higiene pessoal, petroquímica, tintas, esmaltes, embalagens, entre muitos outros. Segundo Igor Tavares, diretor da feira, circularam pelos corredores da Química 2012 profissionais que atuam em empresas como 3M, Braskem, Basf, Bayer, Rhodia, Lanxess, Dupont, Syngenta entre outras. “A presença desses profissionais eleva o nível dos negócios que são realizados durante esses três dias de evento”, afirma.

O evento ocorreu em um importante momento pelo qual vive a indústria química, hoje um dos setores que mais cresce no Brasil, atingindo um faturamento de US$ 158,5 bilhões em 2011, número 23% superior ao ano anterior. Um representativo mercado, em constante processo de evolução e cheio de novidades. Somado a isso, o setor também enfrenta a demanda por profissionais já que gerou, somente em 2011, mais de 13,5 mil postos de trabalho diretos, e deve, segundo estimativas, continuar crescendo em razão dos altos investimentos.

“A Feira Química nasceu para abranger os diversos setores que a química envolve, mas, sobretudo, para permitir que este crescente mercado tenha um ambiente para promover a troca de informações e experiência. Esperamos que este objetivo tenha sido atingido durante esses três dias de evento”, finaliza Tavares.

Única do setor na América do Sul, a Feira Química foi organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, líder em promoção e organização de feiras de negócios, e conta com o apoio oficial da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e do Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo (Sinproquim), além do apoio institucional da ABIMAQ, ABNT, CRQIV e ABRAVA.

Abiquim apoia Seminário do Setor Químico do Brasil


No dia 5 de dezembro, o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fernando Figueiredo, participará do Seminário do Setor Químico do Brasil, promovido pelo deputado federal Vanderlei Siraque (PT-SP). O objetivo do evento, que acontecerá no auditório Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), é expor o atual cenário da indústria química brasileira, discutir ações para sua sustentabilidade, revelar meios para estimular o potencial brasileiro em biomassa (biorrefinarias) e viabilizar a implementação das medidas recomendadas pelo Conselho de Competitividade do Plano Brasil Maior.

O Seminário também contará com a presença do presidente do Sindicato dos Químicos do ABC, Paulo Lage; do representante da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvio Vaz; da gerente de sustentabilidade da BASF, Flávia Tozatto; e do coordenador geral do departamento das indústrias químicas e transformados plásticos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alexandre Lopes.

Durante o evento, Siraque, que preside a Frente Parlamentar em Defesa da Competitividade da Cadeia Produtiva do Setor Químico, Petroquímico e Plástico do Brasil, na Câmara Federal, em Brasília (DF), defenderá o setor como estratégico ao desenvolvimento do país. “Esse segmento da nossa economia merece atenção especial do governo. Penso que o Brasil deve agregar valores e incentivar a indústria de transformação química. Entendo que, se o Brasil não fizer isso, o petróleo, que hoje é nosso, futuramente retornará em forma de outros produtos. Dessa forma, a nossa balança comercial continuará deficitária neste setor”, afirma o deputado.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Área Industrial em Rio Claro (SP)

Vende-se

17.000m² de terreno, 2.600m² de área construída;
2 Galpões: 75m x 20m e 37m x 10m de vão livre.

Vista aérea do local e diagrama

Área Fabril:

  • Barracão “D” 75m X 20m:
- Piso interno em concreto usinado polido (150mm) para carga de até 30ton;
- “Pé direito” de 6,25m até a base da estrutura metálica;
- Mezanino com 2 salas (gerência de produção e engenharia);
- Rede de ar comprimido aérea;
- 2 salas abaixo da área administrativa ligadas à produção (“D¹”);
- 1 cozinha;
- 1 sala de atendimento;
- 1 almoxarifado pequeno (produtos de limpeza);
- 2 wc (masc./fem.);
- 1 almoxarifado com balcão para produção;
- 2 salas que complementam o almoxarifado e podem estar ligadas ou não a ele;
- 1 sala com 2 compressores de ar.

  • Barracão “E”  37m X 10m:
- Piso interno em concreto usinado (100mm) para carga de até 18ton;
- “Pé direito” de 6,25m até a base da estrutura metálica;
- Rede de ar comprimido;
-1 sala pequena lajotada (almoxarifado);
-1 cabine de pintura com 2 filtros a áfua;
-1 sala lajotada;
- Área externa com piso em comcreto usinado, parte com cobertura metálica.

Área Externa:

- Área total cercado com moirões de concreto e tela “A¹”;
- Portaria com wc “A”;
- Canil “B”
- Bicicletário murado e coberto “C”;
- Área com cobertura metálica e piso em concreto usinado (estoque de   embalagens) “D”;
- Barracão maior “D¹”;
- Local da área admn.”E”
- Salas e barracão menor “F”;
- Sala de energia com 2 transformadores (220V Tri), preparada para receber mais um.


Vista panorâmica

Localização:


A 15 minutos da Via Anhanguera, 
no “coração” de São Paulo!

Maiores Informações:

 Através dos fones: (21) 2717-0375 / (21) 9637-5699 (Cel.) ou 
Falar com o Engº Ângelo R. Sardinha Chagas.

domingo, 4 de novembro de 2012

O Plástico e a Política Industrial do Governo para a Indústria Automotiva

 
Roberto Korall, 
coordenador da COFAUTO

O JORNAL DE PLÁSTICOS entrevistou, com exclusividade, o empresário Roberto Korall, proprietário da Component Plásticos e coordenador da Câmara Setorial dos Fabricantes de Componentes Automotivos – COFAUTO, da ABIPLAST/SINDIPLAST.
Roberto Korall vem lutando pela interação da “cadeia de valor”, desde as montadoras de veículos automotores, passando pelos sistemistas, pela indústria de transformação e moldagem, até os fabricantes de resinas plásticas. E não tem sido fácil sua tarefa em vista dos desafios do setor que, preocupado com o “Custo Brasil”, anda assustado com o “fantasma” da desindustrialização nacional.Por outro lado, os programas como Brasil Maior e Inovar Auto, assim como novas providências tomadas pelo governo, tudo isso vem apresentando novas oportunidades, principalmente, àquelas empresas que interagem por meio da COFAUTO.

JP - Qual será a missão da COFAUTO diante das novas oportunidades que se afiguram?
RK - Por meio da COFAUTO, com o apoio da ABIPLAST/SINDIPLAST e da FIESP/CIESP, vamos envidar o melhor dos esforços para desenvolver e otimizar a interação da cadeia de valor da indústria automotiva, objetivando a competitividade entre todos os seus elos, no âmbito de uma relação ganha/ganha. Para tanto, convidamos representantes da engenharia de algumas montadoras para que, através de uma apresentação dos mesmos, tivéssemos uma visão mais clara das demandas e tendências presentes e futuras, no tocante à tecnologia e recursos.  É importante para o transformador de plásticos conhecer melhor a montadora e vice-versa. Dentro desta nova filosofia, já trouxemos para nossas últimas reuniões, representantes da Citröen- Peugeot e da Mercedes Benz. Esses foram os primeiros passos para interação do setor.

JP – Quais são suas perspectivas para os próximos anos?
RK - As políticas industriais voltadas para o setor automotivo decorrentes do “programa Brasil Maior” e do projeto “Inovar Auto”, hoje, devidamente regulamentados, somente serão “tirados do papel” mediante um processo de se fazer a ”lição de casa”, envolvendo todos os elos da cadeia produtiva.

JP - Preliminarmente, que medidas o governo vem tomando para desonerar a indústria em geral e, especialmente, a automotiva?
RK – Poderia citar: desoneração da folha de pagamento; redução de forma gradativa do IPI (TIPI), a partir de 2013, engatilhado com a aplicação dos esforços para maior competitividade e adensamento da cadeia de valor; redução dos juros bancários; redução do custo da energia elétrica (algumas dessas medidas já entraram em vigor). Além disso, contaremos com a oneração fiscal de produtos importados.

JP - No caso do Programa INOVAR AUTO, quais as principais medidas tomadas pelo governo e como poderão beneficiar as empresas participantes da COFAUTO?
RK - O Regime Automotivo, a partir 2013, atingirá três alvos importantes: ampliação dos investimentos das montadoras locais; atração de novos fabricantes e criação de bases para uma política de inovação em toda a cadeia de valor. O Governo buscará, também, a ampliação a participação das montadoras locais na produção mundial. Com isso haverá uma mudança do status de meros fabricantes de veículos para assumir o status de centros globais de desenvolvimento de novos produtos. Isto é muito bom para os membros da COFAUTO.

JP - Que incentivos são previstos para as empresas aqui instaladas?
RK - O Governo cobrará menos impostos das montadoras que se habilitarem ao Programa INOVAR AUTO, se comprometendo a investirem em P&D, à produção de carros mais econômicos, e a compra de insumos de fabricantes brasileiros: a participação de peças nacionais terá que aumentar, gradualmente até 2017, dos atuais 45% para 70%. Isso será uma grande oportunidade, para um trabalho de colaboração recíproca.

JP - Como as montadoras aqui instaladas reagirão ao Programa INOVAR AUTO?
RK - Para as multinacionais já instaladas no Brasil, como Ford, FIAT, GM, Volkswagen, Toyota, Mercedes, entre outras, o cenário não poderia ser mais positivo, pois ele possibilita uma visibilidade melhor para o planejamento dos próximos anos. Nestas novas circunstâncias, a ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos) já está revisando o plano de investimentos da Indústria Montadora de US$22 bilhões, entre 2013 e 2017, para US$30 bilhões (incluindo-se aí as novas montadoras a serem instaladas). Temos que crescer juntos!

JP - Além das condições de se aumentar o conteúdo das peças nacionais dos atuais 45% para 70%, até 2017, que outros requisitos serão necessários para uma montadora conseguir habilitação a esse programa?
RK - Um deles é a redução de 12% do consumo de combustível dos veículos. É uma oportunidade para o plástico pela sua maior leveza! Outro, a compra de insumos estratégicos no Brasil ou no Mercosul. Para isso, as empresas precisarão obrigatoriamente investir no Brasil pelo menos 0,5% do faturamento em P&D, principalmente em novos sistemas de segurança, tecnologia e sistemas automotivos.
Além disso, deverão se comprometer a Investir pelo menos 1% do faturamento em engenharia de produção, capacitando fornecedores, desenvolvendo máquinas e ferramentas nacionais. Por isso é que precisaremos ganhar musculatura para um trabalho institucional em conjunto.
Tudo isto é oportunidade para os membros da COFAUTO. Além disso, novas fábricas que ainda estavam indecisas, já se decidiram a efetivar novos projetos.

JP - Quais serão estas novas fábricas?
RK - Deverão sair do papel




JP - Estas novas fábricas terão alguma fórmula para receber incentivos?
RK - Sim! Elas poderão importar 25% dos insumos sem pagar IPI, 25% acumulando créditos de IPI e os 50% restantes pagarão IPI com acréscimo de 30 pontos percentuais.

JP - O que será necessário para que o segmento coberto pela COFAUTO otimize a sua  participação no Projeto INOVAR AUTO?
RK - E minha opinião, afora os fatores que afetam toda a indústria nacional, por exemplo, carga tributária, juros bancários, custo de energia elétrica e outros, seria necessário trabalhar em alguns gargalos que afetam mais especificamente o setor, tais como:

· Fragilidade face à concorrência chinesa em condições desiguais, e também a concorrência predatória dentro do próprio setor ;
· Capacitar as empresas do setor a efetivar o seu planejamento estratégico que em geral existe apenas na “cabeça do dono”, e levar as mesmas a uma atuação mais organizada e produtiva;
· Preparação de sucessores;
· Falta de integração entre os empresários do setor com objetivo de trazer benefícios ao segmento como um todo; e a COFAUTO é um excelente canal de comunicação para isso;
·  Muitas empresas do setor não têm domínio de seus custos e acabam atuando de forma predatória;
· Falta de formação de mão-de-obra qualificada e conseqüente encarecimento da existente.

JP - Como isso se resolve?
RK - Uma das maneiras seria uma maior união em torno da COFAUTO, onde as empresas obteriam informações e conhecimento para planejarem estrategicamente suas atividades em busca do sucesso.

JP - Então a COFAUTO é uma central de relacionamento?
RK - Sim. Inclusive pretendemos trazer fabricantes de moldes, maquinários e matéria prima. Quanto a esta última, será necessária a homologação local desenvolvida em conjunto. Nas nossas reuniões discutimos os pontos fracos da cadeia, seus pontos fortes, seus desafios e oportunidades.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Rodada de Negócios de interesse do setor plástico no dia 04/10

Taiwan External Trade Development Council (TAITRA) é a designação da principal organização semigovernamental, sem fins lucrativos, de promoção comercial existente na República da China, Taiwan. Fundada em 1970, visa, sobretudo, aumentar o comércio internacional. Com o patrocínio conjunto do governo e das associações comerciais e industriais, o TAITRA presta assistência aos empresários e fabricantes para reforçar a sua competitividade e ajudá-los a enfrentar os desafios apresentados pelo mercado internacional.

O seu escritório no Brasil, Taiwan Trade Center do Brasil, tem o objetivo de promover o comércio bilateral entre Taiwan e Brasil. A principal função é ajudar, indústrias, importadores, exportadores e entidades a realizarem importação, exportação, transferência e cooperação de tecnlogia, investimento industrial, pesquisa de mercado, participação em feiras em Taiwan e eventos comercias , sem custo. Além disso, também promovem palestras e eventos dos mais variados temas, ligados aos segmentos que tem representatividade na indústria de Taiwan e mercado internacional.
No próximo dia 04/10/12 realizarão um Rodada de Negócios com 24 empresas de Taiwan, dos mais variados segmentos, dentre eles do segmento Plástico (Maquinários, Equipamentos e Moldes).

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SPI elege comitê de NPE 2015 e anuncia datas da exposição



Jim Murphy da Davis-Standard e Glenn Anderson da Milacron comandam a equipe de 39 líderes do setor que trabalharão com a SPI para organizar a gigantesca exposição de plásticos

O comitê de executivos do setor que trabalharão com SPI: The Plastics Industry Trade Association (A Associação Comercial do Setor de Plásticos) para organizar a exposição internacional de plásticos NPE2015 será comandada pelo presidente Jim Murphy, presidente do setor de Sistemas de extrusão da Davis-Standard, LLC, e pelo vice-presidente Glenn Anderson, vice-presidente sênior da Milacron, LLC, conforme anunciado pela SPI.
A SPI, que fundou e produz a NPE trienal, também publicou a programação oficialmente aprovada para a NPE2015. Ela ocorrerá de segunda a sexta-feira, 23 a 27 de março de 2015, no Centro de Convenções de Orange County em Orlando, Flórida.
O Comitê Executivo da NPE2015, comandado por Murphy e Anderson, incluirá presidentes de três subcomitês. Um destes, o Comitê de Conteúdo, é novo e incorpora aspectos importantes da NPE2015, como nova tecnologia, programas educativos, eventos especiais e a 3ª Competição internacional de projetos plásticos. Os subcomitês e seus presidentes são:
● OPERAÇÕES. Presidente: Thomas A. McGwire, presidente da Industrial Heater Corp. Vice-presidente: Larry Doyle, presidente do Conair Group.
● CONTEÚDO. Presidente: Michael McGee, diretor de tecnologia da Nypro Inc. Vice-presidente: Robert Janeczko, presidente e CEO da i2Tech LLC.
● MARKETING E VENDAS. Presidente: Christopher E. Parrillo, gerente nacional de vendas da Yushin America, Inc. Vice-presidente: Stephen C. Montalto, diretor de vendas e marketing da Parkinson Technologies, Inc.
“A associação completa do Comitê da NPE2015 inclui 39 indivíduos, que dedicam um tempo como voluntários de suas carreiras no setor de plásticos com maquinário, materiais, processamento ou empresas de consultoria”, disse William R. (Bill) Carteaux, presidente e CEO da SPI. “O envolvimento próximo que eles têm com o planejamento e desenvolvimento da exposição e dos eventos localizados no mesmo local garantirá que a NPE2015 seja realmente uma exposição criada pelo setor de plásticos e para ele”.

Jim Murphy: Presidente da NPE2015; presidente do setor de Sistemas de extrusão da Davis-Standard

Funcionário da sede mundial da Davis-Standard, em Pawcatuck, Connecticut, Murphy é responsável pelo setor de Sistemas de extrusão da empresa, que fornece equipamentos e serviços para os setores de tubulação, perfis, fios e cabos, chapas, elastômeros e reciclagem.
Antes de se juntar à Davis-Standard em 1989, Murphy trabalhou como engenheiro de vendas de sistemas de extrusão na NRM Corporation e na Battenfeld. Sua carreira na Davis-Standard começou com um cargo de engenheiro de vendas regionais para os sistemas de tubulação e perfil. Em 1995, foi promovido gerente comercial desses sistemas e transferido para o escritório de Connecticut. Ele se tornou chefe de todos os sistemas de extrusão da empresa em 2006.
Jim Murphy foi presidente do Comitê de Operações da NPE2009 e foi vice-presidente da NPE2012. Atualmente, ele também atua na diretoria da SPI como membro de seu Conselho de equipamentos.
Ele é engenheiro químico formado pela Universidade de Akron e possui um MBA pela Kent State University, ambas em Ohio.

Glenn Anderson: Vice-presidente da NPE2015; vice-presidente sênior da Milacron

Glenn Anderson é vice-presidente sênior de contas globais e estratégicas da Milacron, estabelecida em Cincinnati. Ele dá suporte para os clientes da empresa nos mercados mundiais dos setores automotivos, médicos e de embalagem.
Anderson entrou no setor de plásticos em 1984, quando ingressou na Sterling Extruder Corporation, depois de se formar pela Rutgers (New Jersey) University. Sua carreira na Milacron começou em 1989, onde atuou em vários cargos de gerência sênior.
Glenn Anderson foi presidente do Comitê de Operações da NPE2012 e vice-presidente desse comitê na NPE2009. Ele é um membro da diretoria da SPI e também atua no Conselho de equipamentos da associação. Anderson também é participante ativo na Associação dos Pioneiros do Setor de Plástico.
Ele possui um título de MBA (Mestrado em Administração de Empresas) pela Williams College of Business da Xavier University em Cincinnati.