quinta-feira, 21 de março de 2013

Plásticos celulósicos da Eastman Chemical comemoram um importante aniversário

Celulósicos Tenite permanecem inalterados e relevantes há mais de 80 anos


Kingsport, Tennessee  Março de 2013 — Num mundo em constante mudança devido a avanços tecnológicos e rápidas inovações, é raro que uma linha de produto possa permanecer relativamente inalterada e continuar sendo relevante, década após década. Mas esse é exatamente o caso do celulósico Tenite da Eastman Chemical Company, família de plásticos celulósicos compostos introduzida em 1932.
“Embora tenhamos desenvolvido aproximadamente 200.000 formulações, cores e padrões diferentes nos últimos 80 anos, estamos basicamente usando o mesmo processo de quando começamos a compor os plásticos celulósicos Tenite”, afirmou Lucian Boldea, Ph.D., vice-presidente de especialidades plásticas da Eastman. Trabalhando com clientes e parceiros externos, a Eastman continua buscando novos usos inventivos para os celulósicos Tenite. “Estamos atualmente explorando novas maneiras de usar os celulósicos Tenite™, e começando a trabalhar com uma nova geração de estudantes universitários de design para experimentar com os plásticos e criar aplicações novas e inovadoras”.
Desde seu lançamento, os plásticos celulósicos Tenite vêm sendo usados numa variedade de aplicações em diversos mercados, incluindo eletrodomésticos e mercadorias médicas e visuais. Os plásticos compostos já foram usados para telefones, interiores automotivos, brinquedos, baralhos, dados de cassinos e instrumentos musicais. Os celulósicos Tenite™ também continuam sendo usados em viseiras, cabos de ferramentas, alças de carrinhos de supermercado, letras de placas externas e canetas esferográficas.
Historicamente, o principal uso dos celulósicos Tenite era em armações de óculos. Hoje, a Eastman continua sendo líder mundial como fornecedora de celulósicos compostos para o mercado ótico. No passado, o maior mercado para os celulósicos Tenite™ era a América do Norte, e por isso os produtos eram fabricados em Kingsport, no Tennessee. Embora essa tradição continue, nos últimos anos os plásticos foram disponibilizados globalmente pelas operações da Eastman nos EUA e no mundo. O uso está aumentando na Ásia, já que lá existe um crescente mercado para marcas de óculos, ferramentas de alto desempenho, eletrodomésticos e outras aplicações que usam os celulósicos Tenite™.
 Os plásticos celulósicos Tenite são feitos de materiais renováveis de madeira macia, e esses materiais possuem conformidade certificada em relação às práticas sustentáveis de gestão florestal. Esses tipos de plástico são frequentemente chamados de polímeros naturais, e exemplificam os esforços da Eastman para abastecer seus clientes e os consumidores com uma solução inovadora e sustentável. Os celulósicos Tenite™ são processados a baixas temperaturas e com tempos de secagem mais curtos do que materiais concorrentes, aprimorando o consumo de energia sem abrir mão do desempenho.
 “Embora a sustentabilidade não estivesse na mente dos consumidores e clientes quando os celulósicos Tenite surgiram no mercado, o Tenite serviu como um exemplo da oferta de materiais sustentáveis pela Eastman ao longo dos anos”, explicou Boldea. “Hoje, com um maior interesse em usar materiais sustentáveis, os celulósicos Tenite seguem como uma opção pertinente aos clientes”.
 Os plásticos celulósicos Tenite possuem um equilíbrio de propriedades, incluindo resistência, dureza, força, brilho da superfície, clareza e resistência química. Esses plásticos também são facilmente moldados, extrudados ou usinados, e estão disponíveis numa variedade de cores e padrões transparentes e opacos. Eles são resistentes a raios UV e podem ser usados em produtos de uso prolongado ao ar livre. Um dos atributos mais exclusivos dos celulósicos Tenite™ é que eles são mornos ao toque, tornando-os ideais para aplicações manuais.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Consumo de plástico atinge R$ 59 bilhões, com alta de 8,5% em 2012


O consumo aparente de transformados plásticos chegou a R$ 59 bilhões em 2012, representando um crescimento de 8,5% em relação aos R$ 54,4 bilhões somados no ano anterior. Segundo dados do Econoplast, boletim mensal divulgado pela Associação Brasileira da Indústria Plástica (Abiplast), a produção nacional representa 85% do total.

O Econoplast janeiro/2013 traz os números consolidados da indústria de transformados plásticos em 2012. O boletim confirma a queda de 0,43% na produção, impactado especialmente pelo resultado negativo no segmento de laminados plásticos (-6,71%). O segmento de embalagem de material plástico recuperou-se no último trimestre, fechando o ano com alta de 0,43%. Já o de artefatos plásticos diversos foi o que apresentou melhor resultado no ano, com crescimento de 1,88%.

No acumulado do ano, os preços do setor aumentaram 5,75%, ficando abaixo dos índices de preços ao consumidor - IPCA e INPC.

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) identifica que os empresários do setor de transformados plásticos estão otimistas, porém em menor grau que os da indústria em geral. “É uma situação atípica, uma vez que na maior parte da série histórica o setor plástico é mais positivo em relação ao ambiente de negócios”, aponta o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho. “Espera-se um resultado bom em relação à demanda para os próximos meses, mas sem muita euforia”, declara.

A produtividade do setor também encerrou o ano em baixa de 4,9% em relação a janeiro. O indicador apresentou tendência de alta até meados de setembro. Com isso, houve um aumento na contratação em agosto, mas sem a contrapartida da elevação da produção nos meses seguintes.

No acumulado do ano, o setor gerou 3.744 novos empregos formais, agregando um total de 355 mil trabalhadores, alta de 1% em relação a 2011. Com esse número, a indústria de transformados plásticos representa 12% de todo o emprego criado no Brasil em 2012.

Segundo Roriz, já é possível notar entre os empresários certa desconfiança em relação às exportações do setor. Há também uma expectativa negativa quanto à criação de novos postos de trabalho nos próximos meses, reflexo da elevada contratação entre agosto e outubro.

Balança comercial – O resultado da balança comercial foi bastante negativo para o setor, com queda de 20% sobre 2011, acumulando um deficit de US$ 2,25 bilhões. As exportações tiveram redução de 11%, caindo de US$ 1,5 bilhão para R$ 1,3 bilhão. As importações, por sua vez, tiveram elevação de 6%, totalizando US$ 3,6 bilhões, cerca de US$ 200 milhões a mais que em 2011. 

Investimentos – Os investimentos também tiveram queda na ordem de 20%. O período de apuração, neste caso, foi de janeiro a novembro, com o consumo aparente de máquinas chegando a R$ 1,7 bilhão. O segundo semestre registrou recuperação em relação ao primeiro, mas ainda insuficiente para alcançar os indices de 2011.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Pavan Zanetti realizará open house com cursos e palestras


A tradicional fabricante de máquinas para o setor plástico informa que, entre os dias 25/02 e 01/03/2013, estará realizando em sua sede (Americana-SP), open house com cursos e palestras.
A seguir, a programação:
  • 25 e 26 de fevereiro 2013Curso de rápida aplicação prática, ideal para pessoas que fazem PCP (adequação correta da máquina ao processo); para  quem vai adquirir uma máquina injetora (adequação em função do produto); para quem é usuário (conhecimento do equipamento, defeitos e causas na peça injetada, conhecimento do equipamento); para reguladores de máquina; pessoal de engenharia e de desenvolvimento. Todos os dados da injetora baseados em catálogos e cálculos práticos que envolvem as máquinas que o cliente possui; todo processo, de ponta a ponta, todas as variáveis, e cálculos de capacidade máquina, além de uma ampla tabela com fotos de defeitos e causas. Será ministrado por:
-Antonio Dottori: ex-professor do Senai, ex Arno, ex-Romi. Atualmente atua na área de Engenharia de Aplicações da Pavan Zanetti; tem experiência de 35 anos no processo de injeção.
-Profº. Julio Harada: ex-professor do Senai. Atualmennte está na Basf. É considerado um dos maiores especialistas em polímeros biodegradáveis do Brasil.


  • 27 e 28 de fevereiro de 2013: repetição do curso para aqueles que não tiveram condição de participar nos dias 25 e 26/02.
Investimento: R$450,00/participante; para cada dois participantes de uma mesma empresa, a terceira vaga será gratuita. Correm por conta do participante: locomoção, estadia e jantar. O almoço, que será na sede da Pavan Zanetti, já está incluído no valor da inscrição.
O Curso conta com o apoio da Pavan Zanetti, Refriac, Basf, SPE (Society of  Plastics Engineers, Brasil) e Moretto do Brasil.

Durante toda a semana do evento (25/02 a 01/03/2013) estarão, também, à disposição dos clientes, da Pavan Zanetti, especialistas em injeção, NR 12, matérias primas, e processo de injeção para aqueles que queiram conversar sobre esses assuntos. 
No dia 01 de março, a partir das 10:00hrs., serão apresentadas, gratuitamente, palestras sobre NR 12,  materiais biodegradáveis e gestão energética no processo de injeção.

Inscrições: deverão ser feitas, diretamente na SPE, com Carla, através do e-mail carla@inp.org.br ou através do fone (11) 2148-4779.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Abiplast, Abief e Afipol realizaram o 29º Encontro Nacional do Plástico

José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico)
e Eduardo Sene Filho, Secretário Executivo do Siresp (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas)

A Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) em parceria com a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) e Afipol (Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas) realizaram o 29º Encontro Nacional do Plástico, no dia 30 de novembro, na Casa Fasano, em São Paulo.
Os presidentes José Ricardo Roriz Coelho (Abiplast), Alfredo Schmitt (Abief) e Ricardo Vívolo (Afipol) organizaram o jantar de confraternização para o setor plástico em comemoração ao ano que passaram juntos e unidos. Na ocasião, o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, expressou sua gratidão aos sindicatos e entidades da indústria de todo o Brasil, que deram, grande apoio à entidade nos embates travados ao longo do ano com foco na defesa e fortalecimento do setor.
"Enfrentamos, é verdade, momentos difíceis, como a perda de competitividade decorrente do custo Brasil, acrescido das dificuldades cambiais, aumento do preço de nossos insumos e maior assédio ao nosso mercado por exportadores estrangeiros que perderam espaço nas economias em retração, como os Estados Unidos, Japão e União Europeia", disse o presidente durante o evento.
No entanto, Roriz também comentou em seu discurso, que a indústria obteve vitórias importantes em 2012, como a desoneração da folha de pagamentos, a ampliação das linhas de financiamento, fortalecimento institucional com a união física das entidades Abief e Afipol na "Casa do Plástico", abertura da agenda de competitividade junto ao Governo e setores da cadeira produtiva, dentre muitas outras conquistas.
Também, na ocasião, o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo entregou o Prêmio Sindiplast de Gestão Ambiental, uma iniciativa da entidade para promover a aplicação de medidas sustentáveis na cadeia de transformação do material plástico, reconhecendo as empresas que aplicam os conceitos de produção mais limpa (P+L) em seu sistema produtivo. (Fonte: Abiplast)
Na próxima edição on-line do Jornal de Plásticos estaremos reproduzindo mais fotos do evento.

Na foto, da esquerda para a direita: Sras. Magda Fernandes, Débora Moreira e Sílvia Viale (Diretora) da Plásticos Sul; Sr. Ângelo Roberto Sardinha Chagas (Diretor) do Jornal de Plásticos; e as Sras. Jéssica Almassi e Patrícia Ribeiro da Assessoria de Imprensa da Abiplast.

Simperj promoveu seu tradicional jantar de confraternização


José da Rocha Pinto e Marcelo Oazen, respectivamente,
Presidente e 1º Vice-Presidente do Simperj
O setor petroquímico/plástico do RJ mais uma vez se confraternizou: o Simperj - Sindicato da Indústria do Material Plástico do RJ promoveu, no dia 23 de novembro de 2012, no Restaurante Porcão Rio’s, Rio de Janeiro-RJ, o tradicional jantar de congraçamento de final de ano.

Reuniram-se mais de 200 personalidades entre empresários do setor de plástico, do setor petroquímico e autoridades do Governo do Estado do Rio.
O JORNAL DE PLÁSTICOS foi representado por seu Diretor, Engº Ângelo Roberto Sardinha Chagas.

Na foto, Antônio Guarino de Souza, Diretor das Indústrias Plásticas Zarzur e membro do Conselho Fiscal do Simperj, com sua esposa Maria Auxiliadora Guarino, em conversa com José da Rocha Pinto, Presidente do Simperj

sábado, 5 de janeiro de 2013

Dois profissionais com grande experiência em Feiras assumem posto importantes na equipe da SPI que produzirá a NPE2015

   
  A SPI The Plastics Industry Trade Association nomeou dois experientes profissionais de feiras comerciais para cargos que serão críticos para a produção da exposição internacional de plásticos NPE2015, anunciou dia 03/01, Gene Sanders, vice-presidente sênior de feiras e conferências da SPI.
Lori Campbell passou a fazer parte da equipe de feiras comerciais da SPI como diretora de operações. Ela colocará a nosso serviço sua experiência de mais de 30 anos em gestão de feiras e conferências. Mais recentemente, foi diretora sênior de vendas e marketing de Feiras de Energia Solar, LLC.
Brad Williams, o novo diretor de marketing e vendas da equipe, chegou à SPI após atuar na National Association of Broadcasters, onde exercia funções seniores voltadas para o crescimento e longa vida da convenção anual da NAB.
“A experiência e as novas perspectivas que Brad e Lori trazem para a SPI vão nos ajudar a criar uma NPE2015 que ultrapassará o estrondoso sucesso da feira de 2012”, disse Sanders. “Nosso plano é gerar inovações que tornarão a participação na NPE2015 mais fácil e lucrativa para os expositores, oferecendo também novo e valioso conteúdo para os participantes.”
A NPE é uma exposição que ocorre a cada três anos, fundada e realizada pela SPI. A NPE2015 ocorrerá de 23 a 27 de março de 2015 no Centro de Convenções de Orange County em Orlando, Flórida.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Falta de competitividade explica piora nos balanços econômico e financeiro das indústrias químicas

A riqueza interna gerada pelas empresas do setor químico representou, em média, 20,2% do total da receita bruta apurada em 2011, uma redução de 3,7 pontos porcentuais em relação a 2010. Outro dado preocupante é que, na comparação com 1998, primeiro ano do levantamento, o porcentual de 2011 ficou 17,8 pontos abaixo (naquela ocasião, o valor adicionado sobre a receita bruta foi de 38%).

Segundo Fátima Giovanna, diretora técnica de Economia e Estatística da Abiquim, estes resultados comprovam o cenário de falta de competitividade da indústria química brasileira, bem como fornecem algumas das razões para o desestímulo a novos investimentos: “Dado que o setor químico é intensivo em capital e muito dependente de matérias-primas, a Abiquim vem defendendo insistentemente sua desoneração, bem como a adoção de uma política para o uso do gás como matéria-prima”.

A distribuição da riqueza gerada pelas empresas também representa um problema para o setor, que precisa de investimentos. O Governo ficou com a maior fatia da parcela da riqueza em 2011 (33,9% do total), por meio de cobrança dos impostos, taxas e contribuições. Isso significa um recolhimento de R$ 6,3 bilhões aos cofres públicos, do total de R$ 18,5 bilhões gerados. Já outra parte, de R$ 5,8 bilhões (31,2%), foi destinada ao sistema financeiro para o pagamento de juros. A fatia reservada à remuneração do trabalhador ficou com 27%, ou R$ 5 bilhões. O restante do valor adicionado, R$ 1,4 bilhão (7,9%), ou seja, a menor parcela deste total fica com a empresa, sendo dividida entre juros sobre capital próprio (ou retorno ao acionista) e lucros/prejuízos retidos no negócio.

O indicador EBITDA/ROL, que mede o resultado específico da atividade de fabricação de produtos químicos antes de despesas e receitas financeiras, mudou para um nível mais baixo em relação aos primeiros anos da série. Se em 1998 o EBITDA alcançou 16,19% (em 1999 chegou a 22,16%), em 2011 o mesmo indicador registrou apenas 11,29%. Este é mais um resultado que comprova a dificuldade das empresas em manter a atividade produtiva e, por consequência, evidencia uma perda importante de competitividade.
A margem líquida do setor também sofreu recuo no ano passado, atingindo o patamar de apenas 3,2%, contra 5,2% em 2010. Na análise dos últimos anos, de 2003 a 2011, os números estavam registrando melhora expressiva, mas interrompida, todavia, pela crise internacional, que puxou a margem líquida de 2008 para valores negativos (-1,0%).

Fátima Giovanna alerta para as consequências desses resultados: “À medida que vemos o setor gerando cada vez menos valor, especialmente pela elevação do peso da matéria-prima e também com o baixo retorno obtido na atividade, como poderemos atrair novos investimentos? No início da série, os gastos com matéria-prima representavam cerca de 60% do total da receita bruta. Hoje essa variável pesa 85%.”
Os estudos “Valor Adicionado” e “Análise de Balanços” foram realizados pela equipe de Economia e Estatística da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química).