quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

PICPlast já beneficia mais de 900 empresas brasileiras da transformação de plásticos

O plano promoveu, em dois anos, uma série de capacitações empresariais, treinamentos e workshops, contemplando mais de 1.200 profissionais que atuam no setor

Em dois anos desde o seu lançamento, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), alcançou números expressivos. Mais de 900 empresas brasileiras da transformação de plásticos foram beneficiadas por ações desenvolvidas pelo plano para contribuir com o desenvolvimento da indústria brasileira, contemplando mais de 1.200 profissionais que atuam no setor.
As ações do plano estão estruturadas em três eixos: estímulo a exportações de transformados plásticos, ampliação da competitividade e inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico.
No pilar de estímulo à exportação de transformados plásticos, o volume acumulado de resinas incentivadas chegou a cerca de 70 mil toneladas em dezembro de 2015, representando um valor de mais de R$ 80 milhões investidos ao longo dos últimos dois anos.
O PICPlast vem atuando fortemente também no desenvolvimento empresarial. Nesse período, foram promovidas diversas iniciativas para o setor de transformação, entre feiras, seminários e capacitações. Os programas foram realizados em parceria com instituições como a Fundação Dom Cabral, Think Plastic Brazil, Aduaneiras, Advisia, Inventta, Towsend Solutions, Cambridge – Institute for Family Enterprise.
Em 2015 o PICPlast também firmou parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e, a partir de 2016, será oferecido ao setor um programa educacional e consultorias sobre desenvolvimento gerencial para estimular o crescimento das micro e pequenas empresas que atuam na cadeia produtiva do plástico.
Além das capacitações, o PICPlast esteve presente em feiras do setor plástico, como Feiplastic, Nordesteplast e Plastech, e em feiras voltadas ao agronegócio e construção, com a participação na Agrishow e Concreteshow.
De acordo com o vice-presidente de Poliolefinas, Vinílicos e Químicos Renováveis da Braskem, Luciano Guidolin, as ações promovidas pelo PICPlast são essenciais para a constante diferenciação do setor plástico brasileiro. “O PICPlast tem proporcionado aos empresários boas oportunidades para se manterem competitivos no mercado global, especialmente em um momento delicado da economia. Nossa missão em 2016 é ampliar a atuação pelo Brasil e fortalecer ainda mais a cadeia produtiva do plástico”, afirma o executivo.
Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, a atuação do PICPlast em 2015 motivou os empresários a trabalharem ainda mais em 2016. “O plano tem cumprido seu propósito, que é contribuir para o desenvolvimento de um novo ciclo para a indústria do plástico, baseado no planejamento e na capacitação empresarial de todos os agentes que compõem esta importante indústria”, afirma Roriz Coelho.

Fundo Setorial
O Fundo Setorial, um dos braços de atuação do PICPlast criado para captar recursos financeiros com o objetivo de promover ações que valorizem as vantagens do plástico, completou um ano em dezembro e acumula resultados significativos desde o seu lançamento. Até dezembro de 2015, o plano recebeu a adesão de mais de 300 empresas do setor plástico em todas as regiões do Brasil.
O valor arrecadado em 2015 chegou a cerca de R$ 2,7 milhões, que serão direcionados ao longo dos próximos meses para ações de comunicação, educação, reciclagem e estudos técnicos.
Alguns projetos já começam a ser viabilizados com os recursos arrecadados pelo Fundo Setorial. É o caso do “Movimento Plástico Transforma”, campanha voltada aos colaboradores da própria indústria de transformação, com o objetivo de disseminar informações qualificadas sobre o plástico. Posteriormente, o movimento alcançará outros públicos, ampliando o conhecimento da sociedade como um todo sobre a importância do plástico na vida das pessoas.
Outra iniciativa é o mapeamento que está sendo desenvolvido pela Fundação Instituto de Administração (FIA) sobre a indústria de reciclagem no Brasil e que vai embasar uma série de ações a serem implementadas a partir de 2016.
Também no campo da reciclagem, o PICPlast está desenvolvendo um planejamento de coleta e triagem de resíduos recicláveis, inicialmente, para a região do ABC paulista. O trabalho, que está sendo desenvolvido em parceria com a consultoria Mãos Verdes e deverá durar um ano, tem a finalidade de estimular a ampliação da reciclagem de plásticos no país.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Pavan Zanetti realiza a sexta edição da “Pláztico&Negócios”, de 22 a 26 de fevereiro

A Pavan Zanetti inicia as comemorações de seus 50 anos de atividades com a sexta edição da “Pláztico&Negócios”, a feira de máquinas e de conhecimento do plástico que já se tornou tradicional no setor.
As atividades acontecerão de 22 a 26 de fevereiro, no showroom da empresa, que está localizada às margens da Rodovia Anhanguera, próximo ao km 125, com acesso pela Avenida Angelina Pascote, 4.405, em Americana (SP).
Além da exposição de máquinas para demonstrações com moldes, o evento promoverá visitas monitoradas à linha de produção e oferecerá workshops. Haverá, ainda, atendimento aos interessados em orientações financeiras para a aquisição de equipamentos e informações sobre máquinas para pronta-entrega. 

Confira a programação:

22/02 – Visitação
23/02 – Workshop de Injeção
24/02 – Workshop de Sopradora
25/02 – Workshop de Injeção e Sopro Pet (manhã)
25/02 – Palestra sobre NR12 (tarde)
25/02 – Palestra sobre Eficiência Energética (tarde)
26/02 – Visitação

Inscrições:
  • As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas no site www.pavanzanetti.com.br.
  • Os workshops e as palestras são gratuitos para clientes (3 vagas por cliente, 1 pessoa por workshop ou palestra).
  • Para não-clientes, o custo é R$ 200,00 por workshop ou palestra ou R$ 500,00 para participação nos três dias do evento.
  • O pagamento deverá ser feito por depósito em conta-corrente.
Informações adicionais:

Telefone (19) 3475-8500.

E tem mais: durante o mês de fevereiro, a Pavan Zanetti estará realizando uma promoção, comercializando máquinas novas, abaixo do preço. Vale a pena conferir.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

ColOff Industrial anuncia o uso do Plástico Verde da Braskem em seus produtos

Biopolímero renovável estará presente em revestimento de assento sanitário que auxilia na coleta de amostras biológicas

A Braskem, maior petroquímica das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, e a ColOff Industrial, empresa fabricante do produto ColOff®, anunciam parceria para o uso do Plástico Verde, matéria-prima feita a partir do etanol da cana-de-açúcar e 100% renovável
O ColOff® é um revestimento para assento sanitário que confere conforto e higiene ao paciente e evita a contaminação das amostras e de quem o utiliza. O produto possui duas versões distintas, uma para o varejo e outra para o mercado hospitalar e diagnóstico.

Para ajudar o consumidor a reconhecer o Plástico Verde no material da ColOff Industrial, os produtos contarão com o selo I’m green™, que garante a origem renovável da embalagem. O grande diferencial do Plástico Verde é contribuir para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o seu processo produtivo. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações de maquinário e pode ser reciclado.

“Desde a concepção da ideia, pensamos em algo que pudesse ajudar o maior número de pessoas possível, com o mínimo de agressão ao meio ambiente. O selo I’m green™ chega para coroar nossa preocupação com a sustentabilidade, além de comprovar nosso comprometimento com o desenvolvimento e aperfeiçoamento constante do nosso produto”, explica Eliézer Dias, co-fundador da ColOff Industrial

Sobre a Braskem
Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com capacidade anual de produção de mais de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, é a maior produtora mundial de biopolímeros – polietileno derivado do etanol de cana-de-açúcar (Plástico Verde), com capacidade de 200 mil toneladas anuais. Com o propósito de melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 36 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA e Alemanha. Lidera ainda a construção de um complexo industrial petroquímico no México, em parceria com a mexicana Idesa, cujo investimento é avaliado em cerca de US$ 5,2 bilhões.

Sobre o ColOff®
O ColOff® é um revestimento para assento sanitário para coleta de fezes/urina, conferindo conforto e higiene e evitando contaminação tanto das amostras quanto do paciente. Estéril, sustentável, descartável, prático e inovador, o produto tem a dispensa de ANVISA e Ministério da Saúde. Criado em 2008 por Carolina Fagundes e Eliezer Dias, o ColOff® possui patente requerida junto ao INPI e concedida no USPTO. A ColOff Industrial participou da maior incubadora de empresas da América Latina situada na USP dentro do IPEN, o CIETEC (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia), além de ter vencido o Desafio Brasil, em 2012 e o Braskem Labs, em 2015. Atualmente, a ColOff Industrial é considerada uma das 100 startups mais atrativas para o mercado, segundo ranking da “100 Open Startups”

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Feiplar Composites & Feipur 2016

Neste ano, será realizada a nona edição da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia no Expo Center Norte em São Paulo, SP, Brasil, de 8 a 10 de novembro

Mais de 16.500 visitantes de cerca de 30 países são esperados para 2016. Em 2014, última edição da feira, 15.250 profissionais de toda a América Latina visitaram o evento (número 5,3% maior de visitantes do que o evento de 2012). Para apresentar novas tecnologias para todos estes visitantes, a expectativa é que mais de 320 empresas expositoras participem do evento (em 2014, cerca de 300 empresas expuseram seus produtos e serviços, sendo 34% de países como China, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Inglaterra, Turquia, França, Japão, entre outros).

Além da exposição, serão realizados diversos eventos simultâneos como:

ü IV Congresso SAMPE BRASIL
ü Congresso Internacional de Composites
ü Congresso Internacional de Poliuretano
ü Congresso Internacional de Compostos de Plásticos de Engenharia
ü Painéis Setoriais (Automotivo, Construção Civil, Energia Eólica, Náutico, Isolamento Térmico, Recuperação Estrutural & Manutenção Industrial, Aeroespacial, Espumas Flexíveis, Nanotecnologia & Biocomposites, Mineração, Petróleo & Gás)
ü III Desafio Acadêmico SAMPE em Composites
ü Treinamento Ibcom de Composites
ü Projeto Alunos na Feiplar Composites & Feipur (ações dirigidas às universidades)
ü Área de Treinamentos Práticos, com demonstrações de processos avançados pela SAMPE (novidade)
ü Ilha do Transformador e Soluções Sustentáveis (exposição de peças acabadas)
ü Prêmio Excelência em Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia
ü Curso Abaris/SAMPE de Reparo de Composites
ü Demonstrações técnicas
ü Área de Testes de Materiais (novidade)

Entre várias outras ações.

Duas novas áreas serão montadas dentro da área de exposição: Treinamentos Práticos e Realização de Testes de Materiais. A primeira área visa oferecer, aos visitantes, treinamentos de processos para a fabricação de peças. A área de Testes será utilizada para a realização de ensaios a fim de se comparar a performance e durabilidade dos materiais composites, poliuretano e plásticos de engenharia em relação a vários outros materiais. Também haverá a apresentação de Sessões especiais e Pôsteres para diversos segmentos: defesa & blindagem, artesanato, ferroviário, materiais híbridos, isolamento acústico, calçadista, arquitetura & decoração, saneamento básico, motociclismo, moldes & protótipos, energia solar, naval e eletroeletrônico

Em 2014, as 114 palestras técnicas ministradas nos Congressos Internacionais e Painéis Setoriais reuniram um público de 3.068 profissionais (número 18% superior a 2012). Com mais de 250 participantes, a segunda edição do Congresso SAMPE BRASIL (Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos) contou com apresentações de personalidades e especialistas como Bruno Senna, Paulo Lage (Airbus), José Maria Fernandes Marlet (Embraer), Jorge Nasseh (Barracuda), Odair Teixeira (Bmeister), André Oliveira (Reichhold), entre vários outros nomes de grande importância, de empresas e instituições nacionais e internacionais. Para 2016, estão programadas 130 palestras.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Polimotor 2 escolhe KetaSpire® PEEK de alto desempenho da Solvay para duto de admissão de combustível impresso em 3D

Fabricados por Arevo Labs, parceiro da Solvay, o componente do mecanismo Polimotor 2 é a primeira aplicação de impressão 3D com polímero PEEK


A Solvay Specialty Polymers, fornecedora líder global de polímeros de alto desempenho, informa que o projeto Polimotor 2, liderado pelo lendário inovador de automóveis Matti Holtzberg, contará com um duto de admissão de combustível impresso em 3D, fabricado com um grade reforçado de polímero especial polieteretercetona KetaSpire®(PEEK ) da Solvay. O Arevo Labs, líder em tecnologia de fabricação de aditivo para peças de compósitos, produziu a peça usando sua inovadora tecnologia Reinforced Filament Fusion (fusão de filamento reforçado).
O Grupo Solvay é o principal patrocinador de material para este projeto técnico altamente aguardado, que tem como objetivo projetar e fabricar uma nova geração de motores totalmente em plásticos para competições automobilísticas, a partir de 2016. O projeto Polimotor 2 visa a desenvolver um motor CAM, de quatro cilindros, com duplo cabeçote, totalmente de plástico que pesa entre 138-148 lbs (63-67 kg), ou cerca de 90 libras (41 kg) menos do que os motores de produção padrão de hoje. Além da aplicação atual para os dutos de entrada de combustível, o programa inovador de Holtzberg irá aproveitar a tecnologia de polímero avançada da Solvay para desenvolver até dez peças do motor.
Entre essas peças estão uma bomba de água, bomba de óleo, entrada/saída de água, corpo de acelerador, galeria de combustível e outros componentes de alto desempenho. Os materiais da Solvay pretendidos para uso são poliftalamida Amodel® (PPA), poliariletercetona AvaSpire® (PAEK), polifenilsulfona Radel® (PPSU), sulfeto de polifenileno Ryton® (PPS), poliamida-imida Torlon® (PAI), e fluoroelastômeros Tecnoflon® VPL.

Mais potência e desempenho – “Os dutos de admissão no motor Polimotor original foram feitos de alumínio, mas atualmente a indústria automotiva depende quase inteiramente de poliamida moldada por injeção", diz Matti Holtzberg, que também é presidente da Composite Castings, LLC, com sede em West Palm Beach, na Flórida. "Essa escolha de materiais está mudando agora também, pois as montadoras estão buscando novas alternativas inovadoras como PEEK da Solvay, que pode suportar o aumento das temperaturas sob o capô causado pelo crescente uso de turbocompressores e redução do tamanho do motor, sendo que ambos estão resultando em maior rendimento específico de potência”, acrescenta.
Como peças de carros de corrida e de produção em escala, os dutos de admissão estão normalmente integrados a uma câmara de pressão do motor, que distribui uniformemente o fluxo de ar entre a entrada de ar de um motor e seus cilindros. Como é a peça de transição entre a cabeça do cilindro e a câmara de admissão, uma função da entrada é injetar combustível no fluxo de ar no motor, e seu desempenho tem uma influência direta sobre a potência do motor.
A substituição do duto de alumínio original pelo PEEK reduziu o peso da peça em 50%. O material específico escolhido para o Polimotor 2 foi um grade formulado sob medida de KetaSpire® KT-820 PEEK reforçado por uma carga de 10 por cento de fibra de carbono. Um dos polímeros da Solvay de mais alto desempenho, o KetaSpire® PEEK oferece resistência química excelente para combustíveis automotivos, bem como desempenho mecânico confiável a temperaturas de uso contínuo até 240 ° C (464 ° F). Estas qualidades fazem com que ele seja um candidato altamente adequado para o duto de entrada de combustível do Polimotor 2, que encontra temperaturas atingindo 150 ° C (302 ° F) perto dos pistões na porta de admissão.
A tecnologia da Arevo une os filamentos de polímero em cima ou ao lado do outro em fases sucessivas, para finalmente formar formas complexas. Assim, pode rapidamente converter projetos digitais em peças funcionais economizando tempo e custo necessários para criar uma primeira ferramenta de moldagem e protótipo.
A plataforma Reinforced Filament Fusion da companhia oferece a capacidade única de fazer impressões com polímeros PEEK reforçados. Quando combinado com um software de controle de processo da Arevo, a plataforma pode ajudar a otimizar as propriedades mecânicas de peças impressas.
"A convergência de impressão 3D com a tecnologia de polímero PEEK da Solvay nesta aplicação ressalta como o projeto Polimotor 2 é verdadeiramente de vanguarda", reforça Brian Baleno, gerente global de negócios automotivos da Solvay Specialty Polymers. "Nenhuma dessas tecnologias existia nos anos 80, quando Matti Holtzberg desenvolveu o primeiro motor Polimotor. Agora, com este duto, estamos vendo uma das primeiras peças de PEEK carregado com fibra de carbono sendo fabricadas com o processo de fabricação aditiva. Isso sinaliza uma nova gama de possibilidades para as montadoras que estão buscando alternativas mais leves para o metal, mas de alto desempenho”.

Sobre o Arevo Labs
O Arevo Labs, com sede no Vale do Silício, na Califórnia, desenvolve tecnologia para permitir a fabricação aditiva digital direta de peças em compósito extremamente fortes para aplicações de uso final. A tecnologia do Arevo consiste em materiais compósitos avançados, tecnologia de deposição e algoritmos de software para otimizar as propriedades mecânicas das peças impressas. O Arevo oferece serviços de fabricação de aditivos, software aditivo e materiais compósitos para fabricantes de peças originais em todo o mundo. Para obter mais informações, visite www.arevolabs.com

Sobre a Solvay Specialty Polymers
Solvay Specialty Polymers fabrica mais de 1500 produtos em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolimeros, fluoroelastômeros, fluidos fluorados, poliamidas semiaromáticas, polímeros de sulfona, polímeros aromáticos de altíssimo desempenho, polímeros de alta barreira e compostos de alto desempenho reticulados - para uso nas indústrias Aeroespacial, Energia Alternativa, Automotiva, Saúde, membranas, Petróleo e Gás, Embalagens, Encanamento, Semicondutores, Cabos e Fios, e outras indústrias. Saiba mais no site www.solvayspecialtypolymers.com

Sobre o Grupo Solvay
Como um grupo químico internacional, a Solvay auxilia as indústrias na busca e implementação de soluções cada vez mais responsáveis ​​e de criação de valor. Gera 90% do seu volume de negócios em atividades onde ele está entre os três principais grupos globais. Seus produtos são utilizados em diversos mercados, tais como energia e meio ambiente, automotivo e aeroespacial, elétricos e eletrônicos, com objetivo de melhorar o desempenho dos clientes e a qualidade de vida dos consumidores. O grupo, com sede em Bruxelas, emprega cerca de 26.000 pessoas em 52 países e obteve um faturamento de € 10,2 bilhões em 2014. Solvay SA (SOLB.BE) está listada na NYSE Euronext Bruxelas e Paris (Bloomberg: SOLB.BB – Reuters: SOLBt.BR).

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Demanda interna de resinas termoplásticas registra recuo de 4,7% de janeiro a setembro de 2015

Mercado interno recessivo e perspectivas econômicas não favoráveis repercutem de forma negativa nos resultados do acumulado do ano

De janeiro a setembro de 2015, o conjunto das principais resinas termoplásticas produzidas no Brasil teve desempenho negativo. De acordo com a equipe de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a demanda interna por resinas, medida pela somatória das vendas internas mais as importações, registrou recuo de 4,7% em comparação ao mesmo período de 2014. As vendas internas tiveram queda de 1,5% no acumulado do ano, enquanto as importações exibiram redução de 12,9%. Nesse período, a produção teve elevação de 3,9%, notadamente pela alta das exportações, que cresceram 39,6%, especialmente pela existência de demanda nos mercados internacionais e necessidade de se manter a ocupação da capacidade instalada em patamares mais elevados, além da melhora ocasionada pela situação cambial.

Os números do ano estão sendo significativamente afetados pelos resultados do terceiro trimestre do ano, ocasião em que o declínio da demanda interna nacional por resinas termoplásticas chegou a 11,8%. Tradicionalmente, na química, o terceiro trimestre é o que concentra os maiores volumes de produção, vendas e demanda de todo o ano em função do maior volume para as encomendas de final de ano e início do ano seguinte. No entanto, o único dado positivo advindo do terceiro trimestre do ano continua sendo o de exportações, que cresceram 45,4% nos últimos três meses, sobre os volumes do terceiro trimestre de 2014. A produção manteve-se estável no período, com ligeira elevação de 0,1%. A expectativa do setor é que a dinâmica de retração de demanda continue no quarto trimestre do ano, impactando de forma negativa os números de 2015.

De acordo com a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, as principais cadeias que consomem resinas termoplásticas têm sofrido fortemente com a redução da demanda, tendo sido este um dos piores anos para a maioria delas, como a indústria automobilística, de construção civil, de embalagens, de linha branca, de descartáveis, entre outras. “Os números refletem o cenário desfavorável que o setor químico nacional tem vivenciado. O quadro atual de baixa competitividade da indústria, consequência da elevação dos custos de produção, particularmente no tocante às matérias-primas básicas, alta carga tributária e deficiências de infraestrutura, pode ser agravado com as incertezas em torno da política econômica do Governo Federal”, afirma Fátima Giovanna.

Em relação ao ganho de share no mercado internacional, a elevação observada no volume exportado de resinas termoplásticas foi puxada, especialmente, pelo conjunto dos polietilenos (PEAD, PEBD, PEBDL e EVA), que tiveram alta de 51,9%, de janeiro a setembro deste ano, em relação a igual período de 2014. Como resultado, houve melhora no saldo da balança comercial desse grupo de produtos. O déficit nacional passou de 519,6 mil toneladas de resinas de janeiro a setembro de 2014 para apenas 21,5 mil toneladas nos primeiros nove meses deste ano, representando uma queda expressiva em volume.

Medida pelo Consumo Aparente Nacional (CAN) – produção mais importação, excluindo as exportações – a demanda interna brasileira de resinas termoplásticas apresentou queda de 7% de janeiro a setembro de 2015 na comparação com mesmo período do ano anterior.

Outra variável que preocupa o setor e reflete a deterioração do ambiente interno de produção é a de utilização de capacidade instalada. Nos primeiros nove meses deste ano, as empresas operaram com 80% da sua capacidade de produção, um ponto percentual acima da utilização de igual período do ano anterior. Segundo Fátima Giovanna, para um segmento que opera em regime de processo contínuo, trabalhar com ociosidade de 20% não só é preocupante no curto prazo, como também desestimula a atração por novos investimentos no setor no médio prazo.

Vale lembrar que o Governo Federal anunciou o pacote de ajuste fiscal justamente em meio ao cenário recessivo atual, de redução das vendas no mercado interno, encolhimento da demanda e alta ociosidade na indústria química do País. Presente na base de diversas cadeias industriais, com forte penetração na economia e efeito multiplicador expressivo, na opinião de Fátima Giovanna, não se pode descartar o efeito inflacionário que essas medidas, com impacto direto nos custos de produção das empresas, poderão trazer. Além do mais, a pretendida redução em 50% do Regime Especial da Indústria Química (REIQ), já em 2016, bem como o fim do regime em 2017, além da redução da alíquota do Reintegra, que vem na contramão, justamente em um momento em que o setor tem mantido produção com algum ganho de volume no mercado externo, e a possibilidade de elevação da já alta carga tributária, com algum imposto adicional sobre as movimentações financeiras, elevam a desconfiança dasempresas e afastam possíveis investimentos. Ainda é importante ressaltar que os custos do setor já foram fortemente majorados em 2015 por conta da alta das tarifas de energia elétrica, da ordem de 30 a 40%, e pela retirada dos descontos do gás de produção local que, até o final do ano, terão impacto de mais 20%.

Sobre a Coplast
A Comissão de Resinas Termoplásticas da Abiquim (Coplast) trata dos assuntos do conjunto dos polietilenos (PEAD, PEBD e PEBDL), polipropileno, poliestireno, policloreto de vinila, EVA e PET (grau garrafa). O grupo foi criado em 1993, com o objetivo de buscar contínua participação das empresas produtoras de resinas termoplásticas na economia brasileira, dentro de padrões aceitos pela comunidade em geral, pelas entidades ambientalistas e pelos setores públicos, preservando seus objetivos empresariais de atuação competitiva, prioritariamente no mercado nacional e, também, no internacional.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Pavan Zanetti, mantendo seu compromisso da difusão do processamanto de plásticos por todas as Regiões do Brasil, esteve no Rio de Janeiro

18/11: Representantes da Pavan Zanetti e acadêmicos se encontram no IMA
Gustavo Chuwarten (Chuwarten), Antônio Dottori (Pavan Zanetti), Kennedy Cardoso (Pavan Zanetti), João Luis S. Costa(SENAI/FIRJAN), e Victor Pita (IMA/UFRJ).

Dia 18 de novembro, a Pavan Zanetti promoveu no IMA (Instituto de Macromolécula Professora Eloisa Mano – UFRJ) a palestra “Melhoria no Processo de Transformação de Materiais Plásticos com Redução de Consumo de Energia.
Estiveram presentes acadêmicos e empresários da cadeia do plástico.
Pela Pavan Zanetti, participaram o palestrante Antonio Dottori e os representantes comerciais que atuam no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Sul de Minas Gerais, Kennedy Cardoso, responsável pelas vendas de injetoras, e Gustavo Chuwarten, que cuida das vendas de sopradoras.
Entre os presentes também estavam o professor doutor Victor Jayme Roget Rodriguesz Pita, coordenador do curso de pós-graduação “Especialização em Processamento de Plásticos e Borracha”, a quem a Pavan Zanetti agradece a oportunidade de discutir um tema tão relevante para o setor.
Várias empresas prestigiaram o evento, que também contou com a participação de acadêmicos do IMA e UFRJ, entre outros.

19/11: Pavan Zanetti ministra curso de injeção em escola Senac no Rio de Janeiro
Kennedy Cardoso (Pavan Zanetti) dá explanações no Curso Avançado de Injeção de termoplásticos.

Em 19 de novembro, a Pavan Zanetti, juntamente com a Krioplast e Sócompressores, realizou o “Curso Avançado de Injeção de Termoplásticos” na escola Senac da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro.
O curso teve a duração de um dia e contou com a presença de vários empresários, técnicos e industriais do setor de transformação de plásticos.
Dentre as várias empresas presentes, destacamos a Tecnopack, PanBrasil, GE Refrigeração, Artimed, PJ Plástica, Ambientar, Eversoft, Agaplast, Plastlab, Yuan Liang, Plastlabor, Oritech, Plastef e ARE.