segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Robtec participa da EuroMold e projeta crescimento de mercado no sul do Brasil

Para conquistar aumento de 50% nas vendas, diretor da companhia traz ao evento os mais modernos equipamentos em prototipagem rápida, impressão 3D e digitalização óptica

A Robtec, líder em prototipagem rápida na América Latina, se prepara para a EuroMold Brasil, primeira edição do tradicional evento alemão no País. A feira é voltada a construtores de moldes e ferramentas, design e desenvolvimento de produtos, e acontece entre os dias 20 e 24 de agosto, em Joinville, Santa Catarina.

A participação no evento, segundo Sergio Oberlander, sócio-fundador da Robtec, vem ao encontro da estratégia em aumentar a participação da empresa no mercado do sul do Brasil. “Projetamos um crescimento de 50% na venda de máquinas”, afirma o executivo.
Para esse encontro, a companhia trouxe o que há de mais novo em impressão 3D, prototipagem rápida e digitalização óptica, já que é parceira da americana 3D Systems e da alemã GOM, ambas líderes no segmento ao redor do mundo. “Trouxemos ao Brasil novas tecnologias como protótipos plásticos coloridos, peças protótipos estampadas e serviços de digitalização óptica. Queremos que as empresas do segmento de todo o país saibam que podem contar com nossa gama de equipamentos, que são bem avançados”, conta Oberlander.

domingo, 19 de agosto de 2012

Encontro de fabricantes de ferramentais acontece em paralelo à EuroMold Brasil

ABINFER se associa a ISTMA e traz para Joinville/SC reunião anual da entidade, que reúne membros internacionais para discutir fortalecimento das relações comerciais.

Pela primeira vez, o Brasil será a sede do ISTMA Annual Meeting, encontro anual realizado pela ISTMA (International Special Tooling and Machining Association), uma associação mundial que reúne fabricantes de ferramentais – moldes e matrizes. A reunião acontece no país porque a Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (ABINFER) está se associando a entidade. Até então, a ISTMA, que conta com três divisões (Ásia, Europa e América), possuía, na América, apenas o Canadá e os Estados Unidos como membros. Agora, a ABINFER e uma associação argentina fazem parte da organização.

O encontro está sendo organizado pela ABINFER e acontece em Joinville/SC, nos dias 23 e 24 de agosto, datas em que também está ocorrendo a primeira edição da feira EuroMold Brasil na cidade. “Aproveitamos o evento para conciliar a realização da reunião no mesmo período, buscando alinhar atividades em momentos convergentes. É uma oportunidade especial para destacar nosso país, e permitir que os demais países membros conheçam a realidade brasileira”, explica Christian Dihlmann, presidente da ABINFER.
Integrantes da diretoria da ISTMA, além de representantes do Canadá, Estados Unidos, Brasil e Argentina, vão participar da reunião, que terá como tema central o debate sobre a ampliação do número de países membros da entidade e ações para fortalecer as relações comerciais.
Além de visitar a EuroMold Brasil, o grupo ainda vai conhecer algumas ferramentarias de Joinville e participar de um workshop sobre a realidade de todos os países membros e as oportunidades de novos negócios. O evento será realizado na ACIJ, das 9h às 12h, e no segundo dia, em que acontece o workshop, será aberto ao público.

Sobre a EuroMold Brasil
A EuroMold Brasil é a principal feira de moldes do mundo com origem e Frankfurt na Alemanha, expandida para todos os continentes. É viabilizada por meio de parceria entre a DEMAT, organizadora alemã do evento, e a Messe Brasil, umas das principais organizadoras de feiras do Sul do país. Para a estreia do evento no mercado nacional são aguardadas cerca de 80 empresas, ocupando espaço de 3.200 m². Já confirmaram participação expositores brasileiros, alemães, norte-americanos e sul-coreanos, argentinos, canadenses, entre outros.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Montagem da 7ª Interplast e 1ª EuroMold Brasil já está a todo vapor

Feiras iniciam na próxima semana e vão trazer muitas novidades em tecnologia, matérias-primas, equipamentos e serviços.

Os cerca de 24.000 m² da 7ª edição da Interplast e 1ª edição da EuroMold Brasil já estão ganhando forma. Mais de 1.000 profissionais já começaram os trabalhos de montagem das duas feiras, que acontecem, simultaneamente, nos pavilhões da Expoville, em Joinville/SC.

Ao todo, serão 19 dias para deixar tudo cuidadosamente preparado para receber as cerca de 500 empresas expositoras e os mais de 25.000 visitantes. Montadoras de estandes, locadoras de móveis, guindastes, empilhadeiras, seguranças, credenciadores, serviços de limpeza, frete, reciclagem, decoração, programação visual, ornamentação, entre outros, estão dividindo espaço nos pavilhões para deixar tudo pronto até a próxima segunda-feira, dia 20, quando as feiras iniciam.

Para Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil, empresa organizadora das feiras, essa etapa é fundamental para a qualidade e sucesso dos eventos. “Para que tudo funcione bem é preciso que a montagem dê o suporte necessário para isso. Esse é um momento de muita correria e responsabilidade, mas também, é a fase em que já percebemos o quanto os eventos serão bons”, afirma.

Termocolor apresenta nova linha de masterbatches na Interplast

Aditivos biodegradáveis são as novidades da empresa na feira

A Termocolor, uma das maiores especialistas em masterbatches do país, estará presente na 7ª. Edição da Interplast – Feira e Congresso de Integração de Tecnologia do Plástico - 2012, que acontece em Joinville (Santa Catarina), de 20 a 24 de agosto.

Sempre inovadora, nesta edição da Interplast, a empresa apresenta pela primeira vez no mercado brasileiro o seu lançamento deste ano: os masterbatches biodegradáveis. Além desses, a Termolocor também leva para feira sua linha tradicional masterbatches, aditivos, compostos, resinas tingidas e de beneficiamento. E a linha de produtos aditivados com ação antimicrobiana e os masterbatches perolizados de alta performance.

Fruto de pesquisas e investimentos em novas tecnologias, os masterbatches biodegradáveis são formados de aditivo orgânico, podendo serem utilizados em PE (baixa, alta e media densidade), Poliestireno, Polipropileno. O aditivo atrai os fungos e as bactérias que atuam na decomposição dos produtos, que se transformam em húmus e biogás.

“Os masterbatches biodegradáveis são ideais para aplicação em embalagens flexíveis, descartáveis, utilizadas nos segmentos de higiene e limpeza, entre outras”, explica Laércio Boracini, gerente técnico da Termocolor.

Sua maior vantagem está em ser um produto 100% orgânico, ideal para ser utilizado em embalagens alimentícias, atendendo às exigências do FDA (Food and Drug Administration) e das listas positivas da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os masterbatches biodegradáveis podem ser utilizados em produtos reciclados, não afetando o processo. Os materiais transformados não sofrem mudanças em suas características. Não há necessidade de adequação ou investimentos na linha de produção, pois trata-se apenas da adição de uma matéria-prima.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Planejamento Estratégico: Indispensável no Mercado Globalizado - FAQ

Por que o Planejamento Estratégico é importante para as empresas?

  • Sem Planejamento Estratégico qualquer caminho leva a empresa a qualquer lugar, com qualquer resultado;
  •  Com Planejamento Estratégico, a empresa estabelece aonde quer chegar, quais os caminhos para chegar lá, quais os recursos necessários e com que resultados espera chegar lá.

Considerando que o papel aceita qualquer plano que esteja no mundo ideal, o que fazer para  coloca-lo no mundo real?

  • Logo em seguida ao Planejamento Estratégico, traçando um efetivo Plano de Ação, a empresa  começa a retirar o planejamento estratégico do papel com o apoio de toda a organização “remando no mesmo sentido”.        
  • O Plano de Ação determina o que fazer, quando fazer, quem vai fazer (isoladamente ou de forma compartilhada com colega) e quanto isto vai custar    

Como otimizar os resultados do Planejamento Estratégico?


Para otimizar os resultados do Planejamento Estratégico existe uma fórmula conhecida como ciclo PDAC:
  • Plano de ação, estabelecido conforme acima descrito;
  • Desenvolvimento, na prática dos itens do Plano de Ação;
  • Acompanhamento,   da aplicação e dos resultados de cada item do Plano de Ação;
  • Correção do curso de ação, caso necessário.

Porque é particularmente importante para o setor dos Plásticos?

  • Isso foi constatado em contato com algumas empresas gestoras de Venture Capital  ou Private Equity, ligadas à ABVCAP – Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity, onde  o Setor de Plástico não é o prioritário para investimentos, devido a fatores como risco e pouca rentabilidade constatada  para o investidor.
  • Obviamente, existem algumas exceções, como foi o caso da PROVIDÊNCIA e algumas outras poucas empresas.
  • Estes gestores  alegam falta de disposição do setor para a Governança Corporativa e para o Planejamento Estratégico, ferramentas estas que devem caminhar juntas, mediante  efetiva  profissionalização das empresas em um mundo globalizado.
  • Na opinião destes  gestores, sem Planejamento Estratégico formalizado, qualquer investimento  é considerado de alto risco, por falta simulações e tomada de cursos alternativos em função de cenários alternativos;
  • Com o Planejamento Estratégico a empresa aumenta o seu valor de mercado  caso de seus atuais proprietários resolverem obter recursos para: Modernização /diversificação/diferenciação;Aumento de produtividade; Conquista de novos  mercados pela diversificação de produtos; Maior competitividade;Redução de riscos de maneira visível;Admissão de novos sócios;Consolidação setorial;Obtenção de financiamentos oficiais tais como BNDES;Venda da empresa por um valor mais elevado do que o simples sucateamento da fábrica.

Será que as empresas da transformação do plástico não tem qualquer forma de planejamento?

É claro que tem. Porém, na maior parte dos casos, o planejamento está na Cabeça do Dono, portanto não formalizado para a organização. Até certo ponto o dono foi um homem de sucesso, uma vez que a empresa provavelmente viveu as seguintes 4 fases:
  • Fundação: O sucesso se deve à força e liderança do fundador;
  • Crescimento: A velocidade do crescimento pode esconder problemas estruturais (será que não se se mexe um time que está ganhando);
  • Apogeu: A firma  atinge seu ponto máximo, porém enganosamente  poderá sentir ainda o efeito residual do sucesso. O perigo é o fundador se achar um Sabe Tudo, podendo sentir a manifestação de conflito que leva à perda de posições e  que, também, levam consigo conhecimento acumulado.

 É no apogeu que o planejamento estratégico se torna mais importante?

O planejamento estratégico pode começar desde a fundação, se quiser um crescimento sadio, pois o apogeu pode levar à quarta fase que é o declínio que se caracteriza por:
  • Falta de liderança ou apenas sensação enganosa de liderança;
  • Conflitos ou desinteresse de família;
  • Divisões internas (pessoal  não remando no mesmo sentido);
  • Estagnação da empresa ou mesmo encolhimento, com perda de valor;
  • Pulverização do patrimônio, inclusive por obsoletismo de maquinário  e equipamentos;
  • Decadência culpando o mercado, custo Brasil, governo, etc..
  • Venda da empresa se ainda houver tempo; caso contrário o valor poderá ser simbólico;
  • Sucateamento.

O planejamento estratégico ajuda a reverter situações de declínio?


As crises nas empresas se assemelham a tumores malignos  no corpo humano. Se tratados a tempo é possível  reverter a situação. Existem casos de sucesso e casos  de sucateamento , quando a empresa nem tinham  mais como pagar funcionários e outras insolvências.

De onde vem a palavra estratégico?

Vem do grego Strategus que significa General. A estratégia é a maneira pela qual se decide ganhar a guerra.

Como obter maiores informações?

Conversar direta, pessoal e francamente com o consultor José Simantob Netto, sem compromisso, sob  sigilo absoluto: jsimantob@ig.com.br  (11)3887-4346; (11)8266-1817; Skype simantob 33 
ou http://jorplast.com.br/anuncios/workshop/workshop.html para maiores informações sobre o “Workshop In Company : Planejamento estratégico desenhado para empresas do setor plástico”. 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Déficit em produtos químicos alcança US$ 12,0 bilhões no primeiro semestre

As importações brasileiras de produtos químicos totalizaram mais de US$ 19,4 bilhões no primeiro semestre de 2012, enquanto as exportações somaram US$ 7,4 bilhões. Em relação ao mesmo período de 2011, as importações subiram 1,9% e as exportações cresceram 0,8%. O déficit na balança comercial de produtos químicos, de US$ 12,0 bilhões, aumentou 2,7% na comparação com o primeiro semestre do ano passado.
Somente no mês de junho, foram importados US$ 3,5 bilhões em produtos químicos, aumento de 2,5% em relação ao mês anterior e novo recorde para o ano. Na comparação com junho de 2011, entretanto, as compras externas tiveram queda de 3,7%. Já as exportações alcançaram cerca de US$ 1,2 bilhão, o que representa queda de 7,8% frente a maio e de 5,1% em relação a junho de 2011.

“Os resultados do primeiro semestre de 2012 da balança comercial de produtos químicos apontam relativa estabilidade do fluxo comercial do País. Uma análise mais cuidadosa, entretanto, remete à preocupação do setor de que são crescentes as importações de produtos químicos produzidos localmente e de maior valor agregado. Os produtos químicos brasileiros encontram cenário competitivo internacional desfavorável e expressivas dificuldades operacionais e aduaneiras em alguns dos principais mercados. Exemplo disso são as exigências impostas pela Argentina antecipadamente à celebração de suas importações, o complexo sistema de liquidação de pagamentos pela Venezuela e os onerosos registros a que devem se submeter empresas que desejam manter seus produtos no mercado europeu”, aponta a diretora de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Mazzaro Naranjo.

No contexto geral do comércio exterior brasileiro, os produtos químicos responderam por 17,6% de todas as importações (US$ 110,1 bilhões) realizadas pelo País de janeiro a junho. Os intermediários para fertilizantes, com compras de US$ 3,1 bilhões, foram os produtos químicos mais importados no semestre.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Seminário do Setor Plástico do Brasil reúne empresários, políticos e representantes dos trabalhadores

Evento abordou questões pontuais e planejamento de estratégias para
fomentar o desenvolvimento deste importante
segmento econômico do país.

Deputado Federal Vanderlei
Siraque dando início ao Seminário

Na manhã de 5ª feira (28/06/12), no auditório Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado federal Vanderlei Siraque (PT/SP) coordenou seminário que reuniu importantes lideranças e expoentes do setor plástico no Brasil.


Durante a atividade, dirigentes empresariais, autoridades públicas e sindicalistas explanaram sobre as dificuldades enfrentadas pela cadeia produtiva do segmento e traçaram medidas a serem adotadas, por meio da implantação de normas e políticas públicas que possam favorecer e alavancar o setor da indústria de transformação brasileira.

O parlamentar petista, criador e presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Competitividade da cadeia produtiva dos Setores Químico, Petroquímico e Plástico do Brasil na Câmara Federal (DF), iniciou os trabalhos abordando os principais objetivos do grupo e elencou medidas de âmbito político para estimular a produção. “A nossa Frente é suprapartidária. Não temos como objetivo o embate de siglas políticas adversárias. Visamos somente incentivar o desenvolvimento. Para que a produção da indústria de transformação brasileira seja competitiva é necessário promover a implantação de normas e políticas públicas que tenham como objetivo reduzir os custos de produção, por meio de novas tecnologias, desonerar a carga tributária nos âmbitos Federal, Estaduais e Municipais, coibir a guerra fiscal entre os Estados da Federação, reduzir as tarifas de energia elétrica, de gás e de água, bem como diminuir as taxas de juros, equilibrar o real em relação às moedas estrangeiras e restringir a importação de produtos similares aos nacionais para incentivar as exportações, qualificar e formar mão de obra, investir em logística e infraestrutura, como portos, aeroportos e rodovias. Além disso, temos também de desburocratizar e facilitar a abertura, ampliação e instalação de empresas deste segmento no país”, explicou Vanderlei Siraque.

O deputado revelou também que, em todo o país, há 11 mil empresas do setor, sendo que, quase a metade, 5 mil, estão localizadas no Estado de São Paulo. No entanto, Siraque alertou que há a necessidade de analisarmos o Brasil como um todo, e não cada Estado da Federação isoladamente. “A questão é saber se o petróleo do pré-sal será encarado como comoditie ou se terá valor agregado para beneficiar toda a União. Temos de estimular o desenvolvimento de ciência, pesquisa e tecnologia para que possa haver equilíbrio ecológico e ambiental”, opinou.

O presidente da ABIPLAST-Associação Brasileira da Indústria do Plástico, associação que congrega as indústrias brasileiras do setor, José Ricardo Roriz Coelho, enalteceu o papel e a iniciativa do deputado Vanderlei Siraque no Congresso Nacional, no tocante ao incentivo às empresas do plástico. “Agradeço ao deputado Siraque. Quero salientar que, atualmente, o petróleo representa 10% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, logo, trata-se de setor econômico de muita relevância. Em 2020, a previsão é de que ocupe uma fatia de 20% do PIB brasileiro. O setor Plástico é o 3º maior empregador do Brasil. No entanto, as exportações têm diminuído e o custo da produção é alto. Portanto, a cadeia produtiva precisa obter incentivos fiscais do governo. É difícil concorrermos no mercado internacional. A China, por exemplo, é um país que detém tecnologia de ponta e, lá, não há direitos sociais e trabalhistas. Portanto, fica difícil competir. O deputado Vanderlei Siraque pode ser um importante elo de ligação entre o nosso setor e o governo federal para obtermos medidas de estímulo”, esclareceu.

O prefeito de Mauá, doutor Oswaldo Dias (PT), reforçou a necessidade de manter as indústrias plásticas na região metropolitana paulista, mas fez algumas revelações que causaram surpresa. “Mauá possui a única refinaria do Brasil que não arrecada tributos para a cidade. Além disso, apenas 60% da arrecadação do Pólo Petroquímico fica no nosso município. É preciso rever e ajustar essa questão tributária”, explicou.

Raimundo Suzart, coordenador político da FETQUIM, Federação dos Trabalhadores do ramo Químico da CUT no Estado de São Paulo, destacou que é primordial investir na qualificação profissional da mão de obra. “Há muita rotatividade da mão de obra neste setor da indústria. 50% das indústrias nacionais do setor Plástico são micro empresas, compostas, em sua maioria, por 4 a 9 trabalhadores sem o devido preparo para exercer a profissão adequadamente. É preciso qualificar o trabalhador, a fim de valorizá-lo e torná-lo um profissional com dignidade”, defendeu.

Segundo o presidente da CNTQ, Sindiquímicos e secretário de Meio Ambiente e Ecologia da Força Sindical, Antônio Silvan Oliveira, muito se falou e pouco se fez a favor da indústria de transformação no Brasil. “Não vemos medidas e iniciativas governamentais para incentivar este setor tão importante para a economia do país. O segmento só é lembrado na hora da cobrança tributária”, lamentou.

Além das autoridades citadas acima, o deputado federal Vanderlei Siraque também sentiu-se muito honrado e agradeceu a presença do senhor Paulo Lage, presidente do Sindicato dos Químicos do ABC, do deputado estadual Zico Prado (PT) e do vereador Francisco Chagas (PT).
Deputado federal Vanderlei Siraque (PT/SP) e
José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast